Notas iniciais
Olha só.. chegamos ao Capítulo 4. ~ Foguetes... quero foguetes. ~ #SouRidícula. Espero que gostem.. Esse tá levinho. Momento família e tal.. Beijos..

~ Prov Regina Mills ~

Sai do carro e fui andando em direção a cafeteria. Emma me esperava lá dentro sentada em uma mesa do canto. Um lugar reservado. Sentei-me e não a encarei.
Uma garçonete veio até nós e fizemos os pedidos. Emma quis um Cappuccino de chocolate com canela, eu quis apenas um café. Não demorou muito tempo para a mulher trazer. E esse tempo foi todo em silêncio.

Quando ela colocou os pedidos. Ambas agradeceram. Eu ia falar mais faltou coragem. Então, Emma começou.

– E-eu sou uma idiota, burra, ridícula. Eu destruir 12 anos de amor com você. Eu destruir o que tínhamos. – ela começou a chorar. Não um choro de berros, um choro de culpa. – Em uma noite eu destruir 12 anos de amor. Eu destruir a minha vida, você. – Eu tentava falar alguma coisa a cada pausa rápida que ela dava, mas não conseguia, ela voltava a falar novamente. — Eu te destruir, eu te fiz chorar. Eu não sirvo para nada. Eu fiquei tão irritada com o trabalho, que sair para beber e esqueci o nosso aniversário de casamento. Eu esqueci de ir para casa comemorar o nosso amor.

Seu choro foi abafado pelas suas mãos que foram a sua boca rapidamente. Ela deu um grande gole no seu chocolate. Talvez para se acalmar.

– Você não destruiu o nosso amor. Por que... – Meu celular tocou, era a Mary. – Eu tenho que atender, deve ser alguma coisa com as meninas. Desculpa.

– Não tem problema. – Ela disse sem olhar para mim, enxugando as lagrimas.

– Oi Mary, tá tudo certo ai?

Regina. Na verdade não está nada bem. A Valenthina está no Hospital pediátrico aqui. Ela está vomitando muito. E a pele do seu braço está com bolinhas. – A voz da mulher era de desespero, assim como o meu rosto.

O que? Ela está onde? Meu deus. Mas ela já está sendo atendida? — Eu já começava a chorar.

– Regina, o que houve com as meninas? – Emma me perguntava preocupada.

Sim, ela está na sala sendo atendida pela equipe medica. Você vai vim?

– Claro, claro que vou. A Heloise está onde? – Minha voz se tornou mais calma depois de saber que ela já estava sendo atendida.

Ela está em casa com na festa. Não quis traze-la para não deixa-la assustada.

– Oh, tudo bem. Já estou indo. – Deliguei.

– O que houve com as meninas? – Emma repetiu.

– Com a Heloise nada. Só que a Valenthina está no hospital agora. A Mary disse que ela começou a vomitar e bolinhas apareceram no braço dela. Temos que ir.

– Sim, claro. – Pagamos a conta e saímos. Emma foi dirigindo o meu carro. Ela disse que eu não estava em condições de dirigir, disse que eu poderia causar um acidente. Eu apenas acentuei.

~.~

Chegamos para no Hospital, Mary esperava a gente na recepção.

– Onde ela está. -Já entrei perguntando – O que ela tem?

– Ela está lá dentro ainda. Eles disseram que ela teve uma crise alérgica. Regina. Desculpa por isso. Me desculpa. – Ela já iria começar a chorar.

– Ei, a culpa não foi sua Mary. Alergia é uma coisa que pode surgir do nada. – Emma que disse para a amiga. Emma como eu estava preocupada. Mas ela conseguia ficar mais “controlada”, já eu, estava em prantos.

A medica que estava atendendo meu bebê chegou. – Ela está bem Dr. Robbins. – Ela já era pediatra das meninas dês de quando elas chegaram para gente.

– A Valenthina está bem. Está descansando. Ela teve uma crise de alergia com cereja

– Lá tinha um doce com a cereja dentro. Eu não sabia que ela tinha alergia a essa fruta.

– Não se preocupe Mary, nós também não sabíamos. – Eu falei com uma voz mais calma para como estava antes. – Ela vai poder ir para casa hoje?

– Ela não poderia. Mas como eu sei que elas tem excelentes mães. – Eu e Emma nos encaramos rapidamente e ela abaixou a cabeça. – Ela vai poder ir hoje sim. Mas vocês vão tem que me prometer que vão dar o remédio na hora certa, ok?

– Pode deixar. Tomamos conta dela. – Emma respondeu sorrindo.

– Podemos vê-la?

– Oh sim. Podem sim. – Nós entramos na sala. Ela já estava acordando. Olhei para o seu bracinho, ele estava com pomada. Provavelmente, as bolhas que se formaram ali, devem ter estourado.

– Hey! – Ela disse com a vozinha fraca. – Mamãe Emma, que saudade de você! Emma sorriu chorando e deu-lhe um beijo na testa.

– Hey princesa. Estava com saudade de você também.

– Filha, não dá outro susto desse na mãe não. Por favor. – Falei beijando na sua bochecha. E ela sorriu.

– Não quero dar esse susto mais não mama. Não, não! Estou perdendo a festa. Queria o bolo. Tia, a senhora guarda o meu pedaço?

– Sim Thina, eu guardo. Um bem grande. – Ela sorriu.

Ficamos um pouco ali e Mary disse que já estava tudo bem, poderia voltar para festa das filhas.

Uma hora depois que Mary saiu a Dr. Robbins disse que já-já ela iria poder ir para casa.

Eu e Emma apenas trocavam olhares fortes, se segundos. Mas umas 30 vezes a cada 2 minutos... eram vários olhares. Eu queria de verdade, era abraça-la.
Valenthina foi liberada, e fomos para casa. Emma foi dirigindo novamente e eu fui no banco de traz com nossa bebê, ela com a cabeça em meu colo. Emma nos olhava pelo espelho e as vezes, sorria.

Chegamos em casa e Emma que levou ela o quarto no colo. “Mulher forte”, conheço essa força dês do nosso primeiro jantar juntas. Eu ia cair e ela me segurou. Que saudade daqueles braços.

Chegamos ao quarto e ela colocou Thina na cama.

– Mamãe, você pode contar uma história para mim? – Ela disse se referindo a Emma.

– Sim querida. E qual você quer?

– Da Branca de Neve. – E Emma começou a ler a história. Antes mesmo de Emma terminar a história com a típica frase “E viveram felizes para sempre” ela já estava dormindo.

Ficamos alguns minutos lá e depois saímos do quarto. Eu não sabia se o que fazer agora. Se pedia para ela ficar ou se falava que ela deveria ir para casa. Descemos a escada em silêncio total. Andamos até a cozinha. Eu fui pegar água para deixar no quarto da pequena.

– Acho que você deveria ficar. Sabe, ela precisa de você. – Disse de costas para Emma. Quando me virei, ela estava praticamente colada em mim. Eu estava encostada na pia da cozinha. Nossos olhos conversavam como nossos corações a cada abraço que dávamos. Estou com saudade dessa conversa.

– Só quer que eu fique por que ela precisa de mim, ou por que você também quer que eu fique? – Sua voz era roca, com medo, com um pedido de desculpa. Eu sentia sua respiração quente em minha boca. Nossos olhos já não se olhavam mais. Seus olhos olhavam os meus lábios.

– Emma. Por favor... – Minha voz saiu roca. Eu estava desejando-a. Queria seus lábios aos meus. Eu já não estava aguentando mais aquilo, eu iria beija-la. A campainha tocou. E nos despertou. Ela me olhou meio assustada.

– Me desculpa. – Se afastou e abaixou a cabeça. – Eu só, eu... me desculpa.

– Tudo bem. Vou ver quem é. – Respirei fundo. Tirando os pensamentos da minha cabeça e fui atender aporta. Era Mary com Heloise.

– Hey beby. – Ela me abraçou. E viu Emma vindo.

– Mama! – Me soltou e foi abraçada. – Saudade de você!

– Também estava com saudade de você.

– Quero ver a Thina. Ela já chegou, está bem? Aí, preciso dormir. To cansada, Mas antes, quero ver a Thina. – Emma riu e foi subindo com Heloise no colo para o quarto delas.

– Obrigada por traze-la. Eu não sei como te agradecer por hoje.

– Não tem que agradecer. Se fosse as minhas filhas, garanto que você faria o mesmo. – Ela foi para casa dela e eu novamente subir para o quarto das pequenas. Emma Estava dando banho em Heloise e eu fui para o meu quarto. Quando entrei, lembre-me do que tinha acontecido hoje mais cedo. Sentei-me na cama e comecei a olhar o nada. Pensando no que deveria fazer. Poucos instantes depois ouço uma batida na porta. Já imaginaria quem era. “Está aberta” . Ela abriu aporta e ficou parada, fiz sinal para entrar.

– As duas estão dormindo. – Ela deu um meio sorriso, olhou para mim e abaixou a cabeça.

– Elas dormiram cedo. Hoje foi um dia cheio. – Eu a olhava, mas ela fazia o mesmo muito rápido. Passamos um tempo calada até que ela cortou o silêncio.

– Bom, eu já vou indo. Amanhã eu...- a cortei.

– Não! – Falei de modo até que eu mesma me surpreendi. – Fica. Elas querem você aqui... – fiquei com medo de terminar a frase, mas foi mais forte que eu. – E eu também...

Ela ainda continuou parada ali, sem querer olhar para mim. Eu me levantei, fui até ela. Com a ponta do dedo levantei o seu rosto, olhando em seus olhos. – Fica por nós.

Ela nesse momento, me envolveu pela cintura com uma mão, a outra foi para o meu rosto, tocando o mesmo levemente. Me dando um beijo leve e rápido. Ela ficou com os olhos fechados durante alguns segundos. Eu me atrevi a dar um outro beijo. Queria, mas não podia fazer isso.

Quando seus olhos se abriram, ela me olhou cada detalhe do meu rosto. Seu dedão passou de leve obre os meus lábios. Ela ia selar nossos lábios de novo mas não fez. Afastou-se de mim e disse rápido.

– Estou no quarto de hóspedes. Não precisa me mostrar o caminho... Eu já conheço. – Andou até a porta, parou. Olhou para mim e disse. – Eu não vou perder você. – E seguiu até o quarto de hóspedes.

Notas finais
E agora.. Ela beijouuuuuuuuuu. Morri. kkk. O que Regina vai fazer agora?? Ela foi para o outro quarto.. Acho que quando Regina pediu para ela ficar, era no quarto delas né?! Eta... kkk. --- Gente, desculpa ai qualquer coisa. Ele ia ser mais emocionante. Mas ocorreu umas coisas aqui e não deu. Iria Ter flashback do Encontro delas. Mas isso vai ficar para o próximo. Juro que será melhor. Bom é isso. Comentem ai, da uma ajudinha ! kkk ps- Conferi rapidinho... Amanhã tenho prova. =S