Quero você de volta.
3 Capítulo 3
Notas iniciais
~ Prov Regina Mills. ~
Eu não sabia o quanto tinha dormido. O meu sono foi ficando leve até que eu acordei. Quando abrir meus olhos, meu coração quase sai pela minha boca.
– Emma? – Eu me assustei de verdade, mesmo sabendo que ela iria lá pegar as coisas dela. Mas o que me deixou mais surpresa, foi as lagrimas nos seus olhos, ela tentava segurar, mas não tinha jeito, ela queriam sair. Alguns motivos brotaram na minha cabeça para que tal ato fosse feito. Queria acolhe-la em meus braços e perguntar o real motivo do seu choro, mas não fiz.
Alguns segundos se passaram e ela ainda me olhava com aqueles olhos verdes que me encantava, que fazia eu me perder.
Ela não sabia bem o que fazer. Ainda chorava quando saiu do meu quarto, fechou a porta e sentou-se no chão.
Eu fiquei sem entender, imaginei até que poderia ser uma ilusão da minha cabeça. Mas não era. De dentro do meu quarto dava para ouvir os seus soluços. Eu queria ir lá. Mas não podia. Levantei-me da cama, ia saindo do quarto quando dei por mim, estava apenas com as peças intimas. Vesti um robe e parei diante da porta. Pensei uma, duas... quatro vezes antes de abrir. Suspirei fundo e fiz.
A cena era de cortar o coração. Ela estava com as pernas dobradas, de modo que o seus joelhos que dava para colocar a cabeça sobre eles e os braços abraçasse as pernas.
Uma lagrima solitária desceu do meu rosto. Eu não poderia chorar, não depois da quantidade que chorei ontem.
Quando ela percebeu minha presença, levantou-se, ainda de costas para mim, ficou de cabeça baixa tentando conter o choro. Levantei a minha mão breve mente para encostar no seu ombro, mas recuei.
Não seria fácil, mas eu teria que fazer. – A mala está dentro do closet. – Sentir uma faca entrando no meu coração. Foi como se aquele fosse o fim. Eu não sei como me mantive em pé. Engoli seco para tentar contar o choro, mas foi inevitável. Estava eu e ela chorando sem se encarar. Alguns minutos paradas daquela maneira.
Foi de repente. Ela se virou para mim, deu alguns paços, de modo que eu encostasse na parede e nossos corpos a míseros centímetros de distância, encarando os meus olhos. Eu poderia me perder naquela imensidão verde.
– Regina, por favor... Vamos conversar. – Sua voz era tremula, baixa. Seu olhar me implorava, suplicava.
Eu respirei fundo. Tentei ao máximo controlar a minha voz, o meu corpo que queria agarrar o dela naquele instante. – E... e o que você quer conversar? – Tentei ser o mais fria possível.
– Sobre nós. – sentia o desespero em suas palavras.
– Nós? Eu não sei se existe mais “nós,” Emma. Eu não sei. – Terminei a frase e abaixei a cabeça, começando a chorar novamente.
– Por favor? – Sentia que ali poderia ser o fim. Ela abaixou a sua cabeça colocando sua tenta sobre a minha cabeça.
Levantei a minha cabeça novamente para poder encara-la. Nesse instante, meus lábios e os dela eram uns 3 centímetros de distância.
“Desgraçada, por que você faz isso?! Por que você é assim?! Por que você tinha que destruir as nossas vidas?!” – Pensei. Queria mais que tudo dizer essas palavras a ela e depois beija-la e depois fazer amor com ela. E fingir que esses últimos dois dias nunca aconteceu. Mas não poderia.
Livrei a minha mente dos pensamentos ofensivos e a respondi. – Tudo bem. – Respondi seca. Ela ainda permanecia me encarando. Depois da minha resposta, seus olhos guiaram para os meus lábios que estavam entreabertos. Eu estava começando a ficar ofegante. Com medo do que ela poderia fazer naquele momento, com a proximidade que estávamos uma da outra.
Ela estava querendo muito encostar mas tinha medo – como eu também tinha – da minha reação.
– Ok. – Eu vi um suspiro de alegria, um sorriso escondido ali. Um abraço que jamais seria dado naquele momento e um beijo jamais existido. – Te espero lá em baixo. – Acentuei e vi ela se afastando devagar. Quando ela já estava descendo a escada, me permitir soltar um grande suspiro. Entrei em meu quarto e fechei aporta. Me joguei na cama. E minha mente me questionava se realmente era o melhor a fazer. As lagrimas iram vir, mas estas não deixei se aproximar. Levantei-me e fui procurar uma roupa para vestir. Acho que ela me levaria em algum lugar. Mas eu não me produzir tanto.
Coloquei um vestido azul marinho um pouco acima do joelho. Lavei meu rosto para tentar tirar as marcas das lagrimas. Me olhei no espelho.
– Talvez não seja o melhor, mas é a coisa certa. – Disse olhando nos meus próprios olhos no espelho.
Desci as escadas, ela me esperava encostada na parede. E rir por dentro da lembrança que me veio à mente. – Saudades.
~ FlashBack ~
Chovia aquela noite, chovia muito. Eu e Emma estávamos em uma festa dos membros da delegacia. Lá estava maravilhoso. Nos divertimos muito. Nem uma de nós iria dirigir aquela noite. O organizador da festa contratou uma agencia de taxi para levar os convidados, para que eles pudessem beber a quantidade que desejassem. E nós duas fizemos isso. Bebemos, dançamos juntas, separadas, até de um modo que nossos corpos pareciam um só de tão coladas que estávamos. Nossas bebezinhas tinham ido para casa de campo da Mary, onde iriam passar dois dias. – Sábado e domingo. – E a casa seria nossa.
Decidirmos que já estava na hora de ir para casa. Saímos da festa e pegamos o taxi. Não estávamos nos beijamos nem mesmo trocávamos olhares. Emma colocou a sua mãos na minha coxa e apertou. Sentir meu corpo se arrepiar. Sua mão subiu alguns centímetro na minha coxa e arranhava as unhas de leve. Mordi meu lábio inferir para segurar o gemido. Ela tirou a mão e ficou quieta. “Agora é a minha vez, querida. -Pensei
Emma também usava vestido naquela noite, mas o seu era grudado ao corpo e menor do que o meu. Facilitava muito. Passei as unhas levemente sobre a sua pele exposta da coxa. Em seguida, comecei a subir a mão. Chegou a centímetros da sua calcinha que eu tive a leve impressão de estar úmida. Mas talvez seja apenas uma impressão. Minha mão vagou por ali. Ouvi o suspiro profundo que Emma deu.
– Senhor, vai demorar muito? – Ema perguntou um pouco impaciente.
– Já estamos a uma quadra do endereço que a senhora me deu. Mas o transito está horrível.
– Ok. – Ela respondeu e abriu a porta do carro. – Vamos amor.
– O que? Para onde? – Questionei.
– Para casa!
– Mas está choven...
– Uma chuvinha não mata ninguém... Vem amor. – Emma já estava molhada, não tinha como desisti. Agradeci o motorista e sai. Chovia com força. – Tira os saltos. – Riu e tirou os dela. Não queria mas tive que tirar o meu, não daria para correr na chuva de saltos, ainda mais bebendo. Os tirei e segurei em uma mão, na outra, segurei na de Emma, que tinha um sorriso lindo, um sorriso de criança no primeiro banho de chuva.
Saímos correndo pela calçada. Nossas roupas estavam encharcadas, nossos cabelos estavam um caco. Mas eu não estava ligando para isso. Chegamos na frente de casa e encostamos no muro, rindo da situação que nos encontrávamos.
– Eu cabelo está encharcado. – Ela olhou para mim gargalhando.
– É, ele está. Mas a minha calcinha está mais. – Gargalhei alto. Ela ficou de boca aberta e começou a rir. A chuva não para um instante.
– EU AMO VOCÊ REGINA MILLS. – ELA BERRAVA NO MEIO DA RUA. – VOCÊ É O AMOR DA MINHA VIDA. – agora já em um tom baixo e próxima de mim, com as mãos em minha cintura. – E eu não consigo imaginar a minha vida sem você. Não conseguiria viver sem ter você todos os dias do meu lado quando eu vou dormir ou quando acordo. Por que eu te amo e... – Ataquei os seus lábios com os meus. Em um beijo apaixonado, carinhoso, mas voraz. “Beijar na chuva é maravilhoso.” Eu olhei aqueles lindos olhos verdes. E mais uma vez tive a certeza de que era com ela que eu deveria passar o resto da minha vida.
Entramos dentro de casa, ela passou primeiro. Logo em seguida eu entrei. Assim que fechei a porta, ela me virou, colocou a mão direita dentro do meu cabelo e a esquerda ela me puxava pela cintura para ter mais contado de pele. Ela sugou todo o ar que eu tinha em meus pulmões. Eu encarei ela, com os lábios entreabertos buscando oxigênio. Ela estava do mesmo jeito.
Apertei as minhas mãos em sua cintura e uma delas foi para bunda, onde fiz uma breve massagem. E eu vi um sorriso safado diante dos meu olhos. Puxei o seu lábio inferior entre os dentes. Ouvir um gemido baixinho. Ataquei novamente seus lábios. Eu meio que joguei o seu corpo de encontro a parede ao lado da porta. Ela gemeu com o ato. O beijo era quente. Passei a chupar o eu pescoço molhado pela chuva. Sua mão entrou em meu cabelo forçando mais o contado de pele. Subi os beijos e chupões até a sua orelha, onde sussurrei palavras provocativas.
– Gostosa. – Mordi o local. – Emma Swan. Sua gostosa. — Dei um leve tapa na lateral da sua coxa e a apertei em seguida. “Regina” foi o seu gemido. Mordi o seu ombro e voltei a beija-la. Eu estava louca para sentir o seu gosto.
Com mãos rápidas, tirei o seu vestido molhado e o joguei longe. Suas mãos vagavam pelas minhas costas abaixando o zipe do vestido. Nossas peles ainda úmidas pela chuva se encontraram. Um arrepio correu pelo nossos corpos. Voltei a beija-la. As mãos de Emma apertou com força os meus seios ainda com sutiã, mordi e puxei o seu lábio em resposta.
Ela tirou o meu sutiã e começou a suga-los com força. “Delicia. Haa, continuar amor.” “Como você é gostosa Gina.” Frases eram soltar em meio aos gemidos dados por ambas. Cravei uma mãos nos seus cabelos, puxando para mais um beijo. Com a outra mão levantei uma das suas pernas e a outra veio e se encachara, em minha cintura, sem nunca quebrar o beijo.
– Toca-me. – Ela sussurrou.
Eu não tinha entendido exatamente mas acho que entendi o recado quando ela pegou a minha mão e chupou dois dedos.
Pressionei mais seu corpo contra a parede. Comecei a distribuir beijos e chupões na parte amostra dos seus seios. Não tirei o sutiã, o abaixei e comecei a chupar ali.
Minha mão direita foi para o seu sexo. O estimulei por cima da calcinha. Ali estava molhado e eu sabia que não era da chuva que tomamos.
– O que você quer agora amor? — Provoquei.
– Você... você em mim. – Sorri, voltei a chupar ambos os seios, alternando entre esquerdo e direito. Minha mão invadiu a sua calcinha. Dois dedos foram penetrando, e o dedão estimulava o seu clitóris fazendo círculos lentos, e dolorosos — prazerosos. –
Quando meus dedos foram mais fundo, sentir meu corpo arquear. Ela estava muito molhada. Ela começou a mexer os quadris em meus dedos que não paravam de trabalhar dentro dela, cada vez mais rápido.
– Como eu te amo. Hoo... Gina... Ginaaaa. Eu amo você. – Ela gemia descontroladamente, chamava meu nome, jurava amor. – Aquilo me deixava louca. Sentir minha calcinha encharcar a cada rebolava que ela dava, a cada gemido que eu provocava nela.
Ela já estava ficando apertada. Parei os movimentos. Ela ia questionar, mas não deu tempo. Coloquei ela em pé. Literalmente rasquei a sua calcinha, fiquei de joelhos, e levante uma de suas pernas para ser apoiada em meu ombro. E passei a chupa-la com força. Voltei a trabalhar meus dedos dentro dela. E com a mão livre apertava seu seio e arranhava de leve a sua barriga.
Eu estava louca. Ela me deixava louca. Nunca, em toda a minha vida provei um gosto tão bom. Ela já não dizia palavras coerentes.
REGIIINAAAAAH. – Ela chegou ao orgasmo. O seu gemido tomou conta da casa. Removi meu dedos, suguei mais um pouco e a coloquei no chão, apoiando ela com as mãos, para que ela não caísse, subir meu rosto beijando sua barriga, entre os seios, uns beijos de leve no pescoço. E para terminar, um selinho nos seus lábios.
Ela tinha um sorriso enorme. Ainda respirava ofegante por canta do orgasmo que ela atingiu. – Eu amo você Emma. – Sussurrei em seu ouvido. Sorrir e fui me afastando.
– Ei, vamos para cama, estou te devendo um orgasmo. – Ela disse me dando uma mordia em meu lábio e saiu andando pela casa até o nosso quarto completamente nua. “Que perfeição, e é minha!” E eu a segui. E bom, ela não me pagou apenas um orgasmo.
~ Fim do FlashBack ~
– Am.. Regina? – Emma me tirou dos meus devaneios. Sentir meus olhos querendo derramar mais lagrimas. Respirei fundo e olhei para Emma, mas desviei rápido o olhar para o chão. – Você quer conversar aqui ou prefere ir para algum lugar? – Sua voz ainda tinha marcas do choro como o seu rosto.
– É. Bom...- eu não sabia bem o que responder. Se eu ficasse com ela em casa, não sei se resistiria a ela e se saíssemos, seria mais fácil me segurar. – Podemos ir para algum lugar. – Sugeri.
Emma acentuou a cabeça. E segui até a porta. Eu fui logo atrás. Ela abriu a mesma para mim. Fiquei na dúvida se íamos em seu carro, no meu, ou cada uma no seu.
– Se você não quiser ir no meu carro, você pode ir me seguindo. — Sugeriu.
Eu acentuei a cabeça e disse que seria melhor eu ir em meu carro. Por que se não chegássemos a um “entendimento”, ficaria desconfortável ambas em no mesmo veículo. Ela disse que estava tudo bem.
Ela foi dirigindo e eu a “seguindo”. Ela estacionou em frente uma cafeteria. E eu fiz o mesmo. “StarBucks”. – Não acredito! Cachorra desgraçada. Como, como. Haa, como eu odeio você Emma sua, amor da minha vida. Haa, que droga. – dizia para mim mesma ainda dentro do carro, batendo no volante, até que sem querer bateu na buzina.
Que golpe de mestre. Nos trazer na cafeteria onde nos vimos pela primeira vez, que demos o nosso primeiro beijo...
~ FlashBack ~
~ Prov Emma Swan. ~
Já era rotina, todos os dias ir comprar café e rosquinhas. A anos que eu ia na StarBucks e nunca tinha visto uma mulher de tamanha beleza. Nunca tinha visto aquela mulher.
– Hey, Mark... quem é aquela ali? – Perguntei ao atendente. Já conhecido meu.
– Não sei Emma. Ela tinha vindo aqui ontem à noite, umas 17:25pm. Ela é muito bonita. – Disse o rapaz. – Por que? Ela cometeu algum crime?
– Entendo... Se fosse crime ser tão linda assim, ela já estaria presa. De preferência, presa a mim. – Rir e a olhei novamente. Acho que atrai uma atenção da mulher morena, de cabelos curtos, na altura dos ombros, olhos penetrantes e lábios carnudos. Ela me olhou, meio que analisando. Sorriu e voltou a ler o jornal. E sim, um sorriso maravilhoso.
– Aqui o seu pedido Emma. – Desviei a atenção da moça e peguei a sacola. Olhei para ela mais uma vez e sai da loja. Fiquei muito curiosa para saber o nome daquela mulher linda.
A partir daquele dia, eu me cruzava com aquela morena na cafeteria pelo menos quatro vezes por semana. E sempre a mesma coisa. Ela sentada sempre na mesma mesa. Fazendo a mesma coisa. Tomando alguma coisa e lendo o jornal. Eu sempre olho para ela, e ela sempre faz o mesmo gesto. Me olha rapidamente, sorri e volta ler o jorna.
– Acho que você deveria ir falar com ela – Mark disse.
– O que? Não... não vou lá falar com ela.
– Qual é... Eu já vi você fazer isso outras vezes. Chega, senta-se com a moça, conversar poucos minutos e consegue o numero dela.
– Haa, mas com ela, sei lá. É diferente. Não consigo. – Fiquei confusa com o comentário de Mark, isso era verdade. Eu sempre ia conversar com as mulheres que me interessava...
~.~
Eu estava em festa. Onde lá eu ia me encontrar com Ruby. Tínhamos marcado a dias de sair só a gente – amigas – para beber. Mas nunca dava. Meu trabalho ocupava muito meu tempo.
– Emma! — Ruby chegou e me abraçou, ela estava acompanhada. – Emma, essa é Regina Mills. Uma amiga minha.
Fiquei besta. Parei parecendo uma pateta, não tive reação. Era ela, a mulher da cafeteria. Fiquei sem acreditar.
– Olá. Tudo bem? – Ela disse. — Meu deus, que voz é essa. – E me abraçou forte. Um calafrio correu todo o meu corpo. — Emma por favor, responda a mulher de tamanha beleza. – Pensei
– Muito... Muito prazer. Emma Swan.- A gente ainda se abraçava.
– Ei, se soltem... – Ruby disse rindo. E nos separando sem graça. Ela sorriu para mim. Quase cai ao ver o seu sorriso. E eu retribui o sorriso.
Ficamos durante a noite toda, trocando olhares. Quase nada era dito em palavras. Os olhares diziam muita coisa.
~.~
No outro dia era minha folga, não trabalharia, então não tinha necessidade de ir na cafeteria. E não fui. Minha consciência meio que gritava que eu deveria ir lá. Mas eu sou teimosa.
~.~
Entrei na cafeteria comum sorriso enorme. Ela estava lá fazendo o de sempre.
– Bom dia Mark. – Comprimente sorrindo.
– Bom dia loira. Que sorriso lindo. – Rindo.
– O de sempre por favor. — Pedi.
– É pra já. – Alguns minutos depois e eu a olhava. E ela me olhava de volta por baixo, tentando desfaçar. Mas eu como uma boa policial, percebi. – Aqui está Swan.
– Regina Mills!- Disse baixinho.
– Como? – perguntou ele.
– O nome dela...- ainda baixo.
– Haha! Você perguntou. – Riu.
– Fale baixo cara! Não, eu marquei de sair com uma amiga e ela a levou.
– Haa. Parabéns. E o que você sabe mais?
– Só que ela tem um cheiro incrível e que gosta de beber. E que se equilibra muito bem em seu salto alto quando esta bêbada.
– Nossa, parabéns – bateu palmas e riu. – Coisas de muita importância. Tem o telefone dela?
– Não... Ainda não. – Quando desviei o olhar de Mark para a mesa que Regina – agora eu sei o seu nome. — estava. Não a encontrei. Olhei para o outro lado do ambiente. Ela andava em direção ao banheiro. E antes de virar para entrar na porta, olhou para mim e piscou com um sorriso de canto. Eu quase cair da cadeia.
Levantei e fui em direção ao banheiro. Eu entrei olhando para o chão e me bati em uma pessoa. – Oh, me desculpa. – Quando levantei para encarar a pessoa, era ela.
Não deu tempo de protestar. Ela Segurou em meu rosto com as mãos, me colocou de encontro a parede. E me deu um beijo doce. Minhas mãos coram de leve até a cintura dela. Sem apertar, força contando nem nada. Apenas um beijo. Que dizer. O beijo!
Ela parou o beijo, que durou longos minutos. Eu ainda estava de olhos fechando tentando calcular o que tinha acabado de acontecer. Quando resolvi abrir os olhos. Os lábios dela ainda estava próximos aos meus com um sorriso perfeito. E eu sorrir de volta.
Fiquei nervosa. Não sabia muito o que fazer, só deixei as palavras saírem.
– Gostaria de jantar comigo amanhã? – O que? Hã?
– Jantar? – Nem ela mesmo acreditou.
Acentuei a cabeça. – Claro, se quiser, não se sinta obri...
–Eu adoraria jantar com você, Senhorita Swan.
– Certo então. – fiquei um pouco nervosa. – E... como eu faço para falar com você?
Ela me deu o seu número de telefone e saiu do banheiro. Eu fiquei ali na parede durante um tempo e depois sair do banheiro com um sorriso gigante. Ela não estava mais na cafeteria.
Bom, acho que tenho um “encontro” amanhã.
~Fim do FlashBack ~
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