Notas iniciais
Geente linda e maravilhosa, mais um Cap. ~Palmas.. 3:00am - Hórario normal. - E eu aqui terminando postando ~ acabei de escreve-lo. ~ Sinto muito se tiver alguns erros aí, corrirgir rapidinho por que tô morta de cansada. Feliz ano novo. Beijos e abraços. *----* PS: Feito com amor. Hahaha

~ Pov Emma Swan ~

Minha cabeça estava a mil. O trabalho estava estressante. Minha vida amorosa estava uma porcaria. Pelo menos duas a três vezes por semana eu brigava com a minha esposa. E por motivos idiotas. Mas sempre resolvíamos as discursões da melhor forma possível.

~.~

Acordei com a cabeça doendo. Tudo girava. Não tinha certeza de onde estava, até olhar para todos os lados do quarto.

–A casa da Ruby, que perfeito. – Disse para mim mesmo. Sentei na cama com a cabeça baixa e as mãos na mesma. A única coisa que se ouvia na minha mente era “Eu fiz merda” E tinha certeza que tinha feito.
Levantei-me e fui ao banheiro. Tirei toda a minha roupa. E entrei no chuveiro de água fria. Para tirar o odor da cerveja, vodka, whisky... entre todas aquelas misturas que eu fiz.

Ao sair do banheiro, vestir as mesmas roupas e sentei na cama. O relógio marcava 11:25am e a data. 09-12-13.

– CARALHO! 12 anos com a Regina... – Levei as minhas mãos à cabeça em preocupação. – Eu esqueci. Como eu pude fazer isso com ela. Com nós. – Foi então que toda a cena de ontem a noite veio em minha cabeça.

~ FlashBack ~

– Isso são horas de se chegar em casa Emma Swan? – Regina estava com os olhos vermelhos. Com aquela expressão de “Onde desgraça você estava?!”

– A vida é minha. Eu chego a hora que eu quiser. Quando quiser. – Me segurei em alguma coisa para não cair. – Não é da sua conta.

– É da minha conta sim. É da minha conta dês do momento que eu me casei com você.

Rir irônica. – E dês de quando se casar é mandar na vida das pessoas? Você não manda em mim Regina. Eu sou livre. Faço o que bem entender. EU SOU LIVRE. – gritei.

– Você está embriagada... Pare de grito. Vai acordar suas filhas. Elas perguntaram por você hoje. Não lhe viram pela manhã, nem no almoço e nem o jantar. Elas passaram o dia todo triste, e eu também. Emma você é uma mãe a 6 anos. É casada a 12 anos.

– Só você que não vê, que eu não estou feliz. – Eu gritava. – Chega, para mim já deu. – tentei não cair.

Com a voz tremula por conta do choro disse Regina. – É isso que você quer? Depois de 12 anos, hoje você quer me deixar? Depois de tudo que passamos juntas, de tudo que enfrentamos, você quer ir? Você vai deixar a sua casa? Suas filhas?

Dei as costas e saí de casa ao chegar na porta – Amanhã eu venho pegar as minhas roupas.

~ Fim FlashBack ~

Abrir a porta do quarto – Ruby? Eiii, Ruby? – Quase gritava. Ela apareceu. – Como eu cheguei aqui?

– Dirigindo... – Rui.

– Não me diga... – Irônica. – Falo sério...

– Seu carro estava aqui na frente as 23:45 mais ou menos. Aí, você pediu para dormir aqui.

– Falei mais alguma coisa?

– Não...- pensou alguns segundos. – Quer dizer, sim. Você repetia as frases inúmeras vezes, “Minha vida acabou..., Minha vida é uma merda...”. Aconteceu alguma coisa Emma?

– Sim. Minha vida acabou. – Sai da casa da ruía e fui direto para casa.

~.~

Quando abrir a porta, percebi o silêncio que havia naquele lugar, que cheirava a maça verde. – produto de limpeza – Dava para perceber de longe que todos os cantos daquela casa havia sido limpo a pouco tempo.

Andei pela cozinha, não havia ninguém. Subir as escadas, fui ao quarto das minhas pequenas e lá também não havia ninguém. Aquele ambiente da casa cheirava a flor. Sai, e fui para o meu – ou não mais – quarto.
Quando entrei, não estava vazio como os outros cômodos. Lá havia a visão mais linda. Regina estava deitada na cama, de lingerie vermelha. Uma lembrança veio a minha mente.

~ FlashBack ~

Eu tinha acabado de chegar em casa cansada, assim que sair do trabalho fui ao mercado comprar algumas coisas que Regina tinha me pedido. E por ironia da vida, eu esqueci o mais “importante”.

– Emma, por que você não trouxe o molho? – Questionou a morena.

– Haaa Gina, eu devo ter esquecido e...

– Poxa, como é que se faz lasanha sem molho? Em? Não tem como, por que o molho é um dos mais importantes, se não for o mais importante, para dar o sabor a massa...

– Olha, não enche o saco. Eu já estou irritada com o trabalho e você ainda vem me perturbar?

– Mas o que? Eu estou te irritando? Fala sério Emma... Eu só pedi pra você comprar umas besteiras no mercado e nem isso você faz direito... Assfs. – bufou revirando os olhos.

– VOCÊ ESTÁ DE CHAMANDO DE IGNORANTE? – Alterando o tom da voz. – Qual é o seu problema comigo, cara? E por que porra você não foi comprar essas porcarias aí? Que chatice. Vai perturbar o caralho. – Terminou a frase saindo da cozinha subindo as escadas com raiva. No meu do percurso encontrou as minhas filhas brincando de bola dentro de casa.

– Mamãeee. – Disse as duas abraçando-me de uma forma que eu esqueci durante aquele momento o motivo da minha fúria.

– Oii minha bonecas lindas. – Retribui o abraço. – Vocês sabem das regras? – Elas balançaram a cabeça em afirmação. – Então... vocês estão desobedecendo uma delas, e qual é?

– Não pode jogar bola dentro de casa, por que pode quebrar as coisas. – Foi Heloise que disse.

– Então... hoje está um dia lindo. Por que não vão brincar lá fora um pouco? – Sorri.

– Certo. – Desceram as escadas correndo.

– Cuidado para não cair ou se machuca. – Gritei do alto da escada. E voltei o meu percurso de ida ao quarto.

Alguns minutos que eu estrei, já tinha tirado as minhas roupas. Odiava ficar vestida. Fiquei apenas com as minhas peças intimas. E me joguei na cama.

Antes mesmo de poder relaxar para dar uma dormida, Regina entra no quarto vindo em direção a cama. Logo tratei de sentar.

– Olha, por favor, eu esqueci. Não foi de propósito. Jamais faria isso... – Ela colocou o indicador nos meus lábios. Pude ver que ela havia chorado, pouco mais havia.

– Shhh, esquece isso, tá? Esquece a briga, o molho. Esquece de tudo. E foca na gente. – Seu corpo veio caindo sobre o meu. E ela repetiu, mas agora com uma voz baixa e roca. – Esquece de tudo– Agora, ao invés do seu dedo, veio os lábios. Oh, que lábios carnudos e deliciosos. Eles selaram aos meus o beijo começou calmo, cuidadoso. Mas, eu que não tenho muita paciência, intensifiquei o beijo. Seu corpo já estava completamente sobre o meu. Nossas pernas estavam encaixadas de forma que a sua coxa pressionava meu sexo. Nossa que sensação divina que ela me proporcionava.

Minhas mãos já atacava o seu corpo. Puxando para obter mais contado. Como eu amava aquele corpo colado ao meu. Seus beijos passaram para o meu pescoço. Eu não aguentaria aquelas provocações. Soltei um leve gemido quando ela mordeu a cartilagem da minha orelha e lá, só para me provocar sussurrou.

– Hoje eu mando. E você não vai me tocar até que eu “mande”. – Suas mãos guiou até os meus seios e ela os apertou. Mordi o meu lábio inferior e soltou mais um leve gemido. – E se desobedecer eu paro na melhor parte...– Apertou com mais força os meus seios – sabe..., aquela que você goza em minha boca. – terminou a frase de forma como se fosse simples.

Acentuei com positividade a cabeça. Ela levantou-se e começou a se despir devagar e a única coisa que eu poderia fazer era babar.

Tirou a blusa regata – minha – que estava usando. E em seguida um short jeans curtíssimo. Tive uma visão maravilhosa, perfeita. Minha mulher usava uma lingerie vermelha de renda. Vontade de arranca-la com os dentes.

– Gosta do que ver, amor? – Irônica sempre!

– Oh, e como... Pode dar uma voltinha, por favor? – Ela riu e deu uma voltinha se agachando para pegar o shot que estava no chão, levantando com aquela bunda maravilhosa para cima. Para ser comtemplada e não tocada. – Aih amor, vamos para deixar essa regrinha para depois vai... Hoje vai ser impossível não tocar você. Como sempre...

Ela riu. – Quem sabe eu não penso nisso depois de fazer você implorar para me tocar. – Sua voz era safadeza pura.

Ela ficou em pé na cama. Ela hoje me mataria. Saberia que sim. Eu já estava deitada.

– Regina, por favor. Deixa pelo menos eu tirar suas peças intimas. Você está linda com elas, mas sem elas, você é perfeita. – Eu estava tendo a melhor visão. Ela estava em pé na cama comigo por baixo. Suas pernas meavam a minha cintura. Seu sorriso safado no rosto estava me deixando mais excitada.

– Pensando bem, eu deixo você tira-las. E só. Já disse que se desobedecer vai sofrer. – Mais uma vez acenei a cabeça como positivo.

Então ela sentou em minha barriga e beijou entre os meus peitos. – Mas primeiro eu vou tirar as suas.

Sua boca veio voraz para a minha. Nossos corpos dançavam em sincronia. As mãos dela passou a tirar o meu sutiã. Nossa, eu adorava ver ela me dominar. Ao feito, ela apertou com os polegares, o pico rígido, fazendo círculos nos mesmos. Puxei o seu lábio inferior. Eu estava com muito tesão nesse momento e ela estava me matando com essas preliminares. Ela passou a beijar o meu pescoço descendo para os seios, onde lá entre mordidas, sugadas e lambidas, ficou durante um tempo. Foi descendo os seus lábios. Parou no meu quadril.


Ela tirou a minha calcinha sem pressa. Me comeu sem nem tocar em mim. Eu estava molhada. Além de ver, ela sentia isso.

Começou a beijar e morder a parte interna das minhas coxas. Passava as unhas pala parte externa, que fazia todo o meu corpo se arrepiar.

Chegando próxima ao meu sexo. Ela parou e me olhou. Minhas mãos estavam encravadas no lençol da cama. Eu rapidamente encarando-a.

– Isso tudo? – passou um dedo de leve sobre o meu sexo. Suspirei gemendo e afirmei. – bom, agora é a parte que eu aproveito. – lambeu o dedo e riu. Abaixou a cabeça para o meu sexo. O qual sugou com urgência. Como se o mundo fosse acabar naquele momento.

A sensação de ter os lábios mais gostoso que eu já tinha sentido em toda a minha vida, -e olha que eu já sentir muitos- me fez delirar, gemer o seu nome inúmeras vezes, quase rasgar os lençóis da cama. Ela estava me matando de tanto prazer. Para completar o ato, penetrou dois dedos, sem tirar a boca do meu sexo.

– Ahh... Regina. Eu estou... eu vou. – Não deu tempo de terminar a frase. O orgasmo tomou conta do meu corpo. O que eu sentia era indescritível. Não sei bem uma palavra para descrever aquela sensação divina que tomava conta o meu corpo.

Minha mulher tinha um olhar e um sorriso que expressava a felicidade que ela sentia em me proporcionar tal ano especial que meu corpo se encontrava. Ela fez um caminho de beijos leves e doces pelo meu corpo. Parou diante do meu rosto, sorrio o sorriso mais perfeito do mundo. Com um olhar de “eu te amo”, ela me deu um selinho e deitou-se do meu lado, esperando os meus espasmos acabarem para talvez, sei lá; eu proporcionar a mesma sensação que eu estava sentindo.

Sentei-me na cama e fiz com que Regina se sentasse também. Ela ficou de costa para mim. Dei um beijo leve na sua nuca. Ela tinha que esquecer aquela história de que ela que ia mandar hoje.

Comecei a distribuir beijos pelo seu ombro. Ia descendo devagar a alça do sutiã — “MEU DEUS, EU ESTAVA SENDO PACIENTE E ROMÂNTICA.” – Ela suspirava a cada três beijos que eu dava. Passe minha mão pela sua coluna até chegar ao feche do sutiã, o qual eu abrir. Tirei aquela peça devagar, ainda não podia ver a beleza dos seios da minha mulher. Mas... poderia sentir. Com os meus lábios em seu pescoço, sua cabeça jogada para trás, minhas mãos apertaram seus seios, que estavam com o bicos rígidos. Estes foram apertados por meus dedos. Eu movimentava as minhas mãos em círculos e apertava-os.

– Isso não... faz parte do acordo – Gemeu. Sua voz era roca de tanto prazer sentido.

– Que acordo? — Questionei mordendo de leve a sua orelha. — Eu não fiz acordo nem um.

– Serio? – uma de suas mãos, cravou as unhas em minha cintura, puxando para ter mais contando de pele. Fazendo meus peitos colarem nas suas costas. Agora quem gemeu foi eu.

Uma das minhas mãos, desceu e foi para o seu sexo que já estava encharcado. Mordi o seu ombro quando sentir sua umidade sobre a calcinha. Na qual, fiz uma leve pressão com a mãos.

– Emma... por favor... Toque-me. – sua voz saiu de forma quase não auditiva.

Não protestei. A minha mão entrou na sua calcinha. “Meu Deus, como ela me quer...”. Penetrei dois dedos e, comecei a estoca-la com movimentos leves e lentos de vai e vem, que foram se intensificando a cada gemido emitido por ela.

Eu apertava os seus seios e sentia seu sexo se contrair em meus dedos, que ela rebolava. Ouvir ela gemer o meu nome era maravilhoso.

– Ooh, amor, Emma... Vai... que delícia. Emma, nossa. Huuum... – Ela mordia o lábio inferior da boca, que passava a maioria do tempo entreaberta soltando gemidos e buscando ar.

Ela jogou seu corpo contra o meu e veio em um orgasmo intenso. Cravou as unhas nos lençóis e ainda gemia.

Quando ela finalmente abriu os olhos, eu chupei os dedos que antes estavam no seu sexo.

– Gostosa. Você é muito gostosa. – Disse sorrindo e encarando aqueles olhos escuros.

– Huum... sei disso. – Riu – tenho uma esposa que fala isso sempre. E eu acredito dela. – Fez carinho no meu rosto. – Eu amo você.

~ Fim do FlashBack ~

Lagrimas chegaram aos meus olhos com aquela lembrança.

Seu corpo começou a se mexer devagar sobre a cama. Até que ela acordou.

– Emma? – perguntou com uma voz de surpresa.

Notas finais
Espero que vocês tenham gostado. Que tenham comprieendido. Deixem comentário, plis! Sugentões para os proxímos caps.. o que cês quiserem.. Duvidas.. perguntem... *-*-*-* Feliz ano novo! PS: lingerie da Regina - http://image01.bonprix.de/bonprixbilder/319x448/var1/1376380768/rio_1000050319-9haakVhe.jpg *--*