“Queridos Gêmeos”

5 Capitulo 04 - Nasce uma amizade!


Notas iniciais
Oi lindos & lindas, *-* Gostando da fic? Aqui vai mais um capitulo, com dois momentos lindos: Steferine e Datherine logo após, '-' Espero que amem! Boa leitura!

POV KATHERINE

A festa estava simplesmente incrível.

Mason me fazia sorrir com tudo.

Mas não se enganem! Eu sabia que esse negocio de amor era treta.

Avistei Stefan e Damon e levei Mason até eles.

– Oi meninos. — beijei a bochecha de cada um.

– Katherine, está absurdamente linda! — Stefan estava bem empolgado.

– Eu admiro a forma como vocês sabem quem é a Kath e quem é a Elena. — Mason estava enciumado.

– É fácil reconhece-las. Cada uma tem seu próprio estilo. — Damon respondeu dessa vez.

Uma garota de cabelos loiros escuro com um enorme vestido amarelo se aproximou de nós abraçando Stefan.

Ele a beijou na testa e aquilo me embrulhou o estômago.

– Essa é Meredith. Minha noiva! — ele nos apresentou.

– Prazer! — ela estendeu a mão pra mim. Mas eu não estava com nenhuma vontade de dar a minha a ela.

– O prazer é nosso! — Mason respondeu por mim.

Levei o olhar pra Damon que estava bebendo mais do que deveria.

– Damon, não acha que já tá na hora de parar? — perguntei.

– Não! Essa cidade é uma droga. — ele olhou pro Stefan. — Porque raio veio se casar aqui?

Stefan não disse nada. Todos ficamos sem reação.

Damon saiu andando pra longe.

– Ele está bêbado! — Stefan meio que se desculpava pelo irmão.

– Tudo bem Stefan! Nem eu mesma sei porque ainda moro aqui. — eu sorri e ele me acompanhou.

Meredith e Mason permaneceram calados.

– Eu gosto daqui sabia? Lembra minha mãe. — ele continuou.

– Estar aqui também lembra minha mãe. Mas a diferença é que eu vivi com a minha aqui.

– E eu não! — ele deu um sorriso fraco. — Acho que temos pelo menos algo em comum.

– Mas é só isso! Porque você é maluco como minha irmã. — sorri.

– Como assim? — ele perguntou curioso.

– Vocês são as únicas pessoas menores de 20 anos que conheço que se casariam agora se pudessem.

Ele sorriu e eu o acompanhei.

Meredith nos encarava séria e Mason estava agarrado a minha cintura.

Percebemos o desconforto dos dois, e então nos despedimos.

Stefan voltou com Meredith pra perto do pai, e eu continuei no mesmo lugar com Mason.

– Se importa de procurarmos o Damon? — perguntei.

– Não! Tudo bem! Vamos.

Procuramos por todo lado, dentro do salão, mas nada do Damon.

– Mason, ajuda aqui? — uns garotos chamaram Mason para carregar algumas mesas e cadeiras e ele foi.

Eu não ia ficar de braços cruzados. Estava realmente preocupada com Damon.

Saí da quadra da escola, deixando a festa pra trás, e procurei Damon por todo canto. Mas do lado de fora ele não estava.

Corri pra dentro da escola, e vasculhei sala por sala.

E lá estava ele. Em um canto jogado no chão.

– Damon, levanta! — tentei fazê-lo sentar, mas aquele homem era um monstro de tão pesado.

– Não amor... — ele sussurrou.

– Não sou seu amor maluco! Sou eu, Katherine. — dei um tapa leve em sua cara.

Ele balançou a cabeça algumas vezes, se recuperando e então se sentou.

– O que deu em você? — perguntei.

– Como assim o que deu em mim? Você nem me conhece!

– Então você fica bêbado com frequência?

Ele pensou por uns segundos.

– Na verdade não.

– Você não gosta mesmo daqui né?

Ele me encarou.

– Ficar aqui não me faz bem. Não é questão de gostar. Parece que esse lugar me da um azar natural.

Eu não aguentei, tive que sorrir dele.

– Como assim?

– Primeiro, me faz lembrar minha mãe. A mãe que eu nem cheguei a conhecer. — ele passou a mão no cabelo. — E depois, as mulheres dessa cidade não gostaram de mim. — ele voltou a me encarar. — Agora me diz Katherine, tem como alguma mulher não gostar de mim?

– Você é bonito! Mas eu recusaria ficar com você fácil! — continuei sorrindo.

– Veio me ajudar ou o que?

– Você está bêbado Damon. Não tem como te levar a sério.

– Vá se danar! — ele levantou cambaleando e tropeçou na própria perna.

Segurei o riso, e o puxei de volta pra sentar ao meu lado.

A vida de Stefan e Damon não deve ter sido nada fácil.

Se pra mim e Elena que perdemos nossa mãe há dois anos era complicado, imagina pra eles, que nem tiveram a chance de ter a deles por perto.

– Conta pra mim Damon. O que as mulheres dessa cidade te fizeram?

– Me deram um mega fora.

– Como assim? — fingi estar espantada, entrando no jogo dele.

– Primeiro a Caroline. Ela me trocou pelo seu irmão. Sumiu com ele e não me deu uma satisfação sequer. — ele falava meio arrastado por conta da bebida.

– Eles sempre foram apaixonados Damon. Depois que o Jeremy cresceu isso só se intensificou.

Ele cruzou os braços e fez um biquinho, o que me fez sorrir.

– O que foi? — ele franziu o cenho.

– Não pensei que pra um homem levar um fora em uma noite fosse tão ruim.

– E quem disse que foi só um?

Soltei uma gargalhada.

– Sua irmã também.

– Como assim minha irmã Damon? — quase não acreditei.

– Eu a chamei pra dançar e ela disse que estava esperando o veadinho do namorado dela. — ele colocou a mão no rosto e depois me encarou. — O que ela viu naquele cara?

– Eles namoram desde crianças praticamente Damon. É um amor inquebrável aquele.

– Você disse que não acreditava em amor.

– E não acredito! Não pra mim! Mas acredito no deles.

– Somos tão parecidos. — ele colocou o braço em volta do meu pescoço.

– Acho que a natureza errou de gêmeos. sorri e ele sorriu junto.

– E eu acho que ficar nesse fim de mundo não vai ser tão ruim. — ele apoiou a cabeça no meu ombro. — Não se você estiver por perto.

Eu sorri e o abracei.

– Você acabou de conquistar uma amiga pra toda vida.

– Espero que essa amiga me ajude a pegar mulheres nessa cidade. — ele deu uma risada abafada e bocejou.

Então notei que era hora de levar Damon pra casa, sem que seu pai ou Stefan o visse.

Notas finais
O que acharam? *-* Katherine é uma pessoa boa nessa fic, rs. Chega de colocar a coitada em más lençóis não é mesmo? Não esqueçam de comentar! Beijos, :*