Notas iniciais
Não sei bem o que dizer aqui. Até hoje, muitas pessoas que leram Princesa da Solidão já saíram da minha vida e não vão saber da existência desse conto, infelizmente.

O final é o mesmo, não tenha esperanças de que a história seja boa por que é uma tragédia.

Boa leitura~

Estou aqui para contar uma história. Não é uma história feliz e nem bonita.
Mas é a única que tenho hoje.

Sempre fui muito consciente de algumas coisas, desde nova. A importância da responsabilidade, o peso dos problemas, das escolhas.... A certeza de que não havia conhecido a felicidade... Acho que grande parte disso se deve à minha dificuldade em criar laços.

Só consigo dar nós nas linhas, do tipo que se desmancha ao puxá-la.

Talvez você não acredite, deve ser difícil pra alguém que tem várias pessoas queridas pensar em algo do tipo. Vou tentar explicar essa parte. É bem simples, na verdade.

Os meus pais se odeiam. Eu apenas sei, e entendo que é um sentimento mais antigo que eu, e que não posso mudar. Concluindo o pensamento, presumo que eles também me odeiem. Metade de mim é alguém que eles não gostam. A outra metade é alguém que eles não amam.

Como amar ao outro se não ama a si próprio?

Me sinto como algemas que os prende um ao outro.

Tenho dúvidas se não fui incentivada a ter carinho por outras pessoas por causa deles, ou se é algo da minha personalidade. A verdade é que meus amigos da escola nunca duravam por muito tempo.

Não sou muito sociável, veja bem. E quem tentava se aproximar, embora eu permitisse – até mesmo com certa vontade de ter amigos – sempre acabava se afastando, por ser tratado com indiferença. Não é algo proposital, eu só não consigo agir de outra forma.

Não sei com que idade eu desisti de fazer amizade, e me refugiei em minha solidão, lendo milhões de páginas, jogando tantos jogos quanto possível, decorando as letras das minhas músicas favoritas... E é esperado que pessoas assim, em algum momento da vida, descubram os amigos virtuais. É muito mais simples.

Eu acho um pouco fútil ir pra internet pra procurar amigos, tanto que nunca fiz isso, mas nos fóruns de games conheci algumas pessoas legais, que acabaram tomando esse posto. Sem dissertar muito sobre elas, vou direto ao ponto dessa história. Ela não é sobre mim, eu acho. É sobre o meu sentimento pela pessoa que eu amo.

Não me venha com críticas sobre amar pela internet, eu já sei de tudo! E ainda digo que o amo, por que é o único ser humano que consegue me fazer querer viver.

Fui conquistada rapidamente. Mesmo assim, não era como se eu fosse enganada, ele era muito fácil de ler, algo simples e confortável, verdadeiro.

Era divertido. Eu gostava muito dele, mas não percebi o quanto estávamos próximos. Primeiro, por uma besteira que dei, ele descobriu que eu era menina. Mas ao contrário do que pensei não mudou nada entre nós, o que foi um alívio. Segundo, ele passou a me dar aulas. Estudava matemática na faculdade e eu sou uma negação na matéria, o dia que disse isso, ele se ofereceu para me ajudar. Ficou muito mais fácil e até posso dizer que me divertia estudando.

Mas, vez ou outra, ele perguntava meu nome, e eu não tinha intenção de dizer. Um dia apenas para que não perguntasse mais, eu respondi:

“quando eu confiar em você, te conto”

“Então, do que eu posso te chamar?”

“você pode me dar um apelido. Nunca tive nenhum.”

Falei um pouco sem pensar. Era bom conversar com ele por isso, eu não pensava muito no que dizer, só falava. Esperei, ansiosa por um nome, e logo ele me surpreendeu com a escolha.

“Celri” escreveu no chat, do nada.

“O que?” Eu disse. No momento não sabia ao que se referia, o assunto era distinto.

“Seu apelido será Celri. Eu sou das exatas, nada filosófico ou coisa assim. Foi apenas um nome que tirei da minha cabeça e criei um significado próprio”

“Eu gostei! Qual é o significado que você deu?”

“Princesa da solidão”

Eu havia ficado empolgada, mas por um período curto. Não tinha nada de errado com o nome e eu adorei, como tudo o que vinha daquela pessoa, mas ao ouvir o significado, tudo em mim paralisou. O sorriso que nem percebi estar no meu rosto, sumiu. Aquilo resumia tudo o que eu nunca havia contado pra ele sobre mim, e me fez perceber o quão próximos estávamos.

E eu tive medo. Não sei o porquê, foi algo irracional, eu era uma pessoa anônima e tinha medo de que ele soubesse da minha realidade. Decidi que tinha ido longe demais na minha brincadeira de ter um amigo, e fiz algo que me arrependi por muito tempo.

Se eu falasse pra ele, com certeza faria eu mudar de idéia, por isso só eu me despedi – de forma egoísta e mesquinha. Pude fazer isso até ele cair de sono no mesmo dia.

Quando ele não estava mais lá, eu disse adeus. Na minha lembrança, parece que desde esse momento eu passei a chorar antes de dormir. Antes eu não conhecia nenhum motivo pelo qual lamentar.

Decerto que eu não conhecia a felicidade, mas também não sabia muito sobre a tristeza. O que eu tinha era apenas um espaço. Consegui preencher um pouco dele, e, quando eu senti medo, joguei tudo fora. Restou só um vazio.

Isso perdurou por algum tempo... Até que eu estivesse no ensino médio. Nada mudou pra mim, mas era o que eu esperava da mesma escola, dos mesmos colegas. A única diferença ali eram os professores.

Não sei se eu sou uma pessoa de sorte, mas era a maior coincidência que alguém jamais teve. Quando o professor de matemática entrou na sala eu não precisei olhar uma segunda vez para reconhecer, já vira inúmeras fotos dele, e tinha seu facebook, pra variar.

Minhas pernas começaram a tremer embaixo da carteira, estava me ocorrendo aquele medo irracional de "como ele me encontrou?". Mas logo deu pra notar que ele não fazia nem ideia de quem eu era. Isso foi um alívio, mas ao mesmo tempo decepcionante.

As noites de choro cessaram. Eu tinha algo pra fazer, a pessoa que eu amava estava de volta – e perto de mim. Eu podia observá-lo o quanto eu quisesse, e embora ele fosse como sempre imaginei que seria, era muito mais. Algo que eu não tenho capacidade de imaginar. Algo maravilhoso.

Sempre que ele chegava perto de mim ou me dirigia a palavra, meu rosto ficava quente e o que eu queria dizer não saía. Fantasiei inúmeras vezes o momento que ele descobria quem eu era, que eu lhe contava tudo. Nós nos abraçaríamos, bem apertado, por muito tempo. Mas depois disso eu voltava para a realidade.

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Eu ia me apaixonando cada vez mais, e junto com esse sentimento crescia o medo. Mas até eu, uma garota meio reclusa e tímida, sabia que tinha de tentar. No mesmo momento que decidi isso surgiu uma oportunidade. O sinal tocou anunciando o fim das aulas, e os demais alunos se apressaram para a saída, até que restava apenas nós dois.

Me levantei da última carteira, coloquei a mochila nas costas. A cada passo que dava em direção a ele, meu coração palpitava mais forte. Parei de frente para sua mesa, ele guardava suas coisas na bolsa, parecendo bem distraído. Antes que olhasse em meus olhos e eu perdesse a coragem, segurei sua mão.


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“Ah, desculpe, não vi você aí” ele me deu um sorriso e parou o que estava fazendo. Sua mão estava gelada, ele não a puxou de volta. “Precisa de alguma coisa?”

Fiquei a ponto de ter um colapso nervoso ou algo do tipo, abri a boca para falar, a fechei de novo. Levantei o olhar e o encarei, pela primeira vez tão de perto.

“Está tremendo. Tudo bem…?” Ele franziu o cenho e apertou minhas mãos trêmulas. Eu as afastei e voltei a olhar para o chão

“Sim. Eu só não copiei a matéria da prova…”

“É isso?” Ele disse, pegou a agenda e a folheou por uns segundos. Arrancou um pedaço da página e me entregou “aqui. Não se preocupe, não preciso mais” olhei pro papel na minha mão. Agradeci e saí de cabeça baixa. Não percebi que estava com um sorrisinho bobo, apesar do meu objetivo inicial não ter sido cumprido. Apertei aquele pedacinho de papel junto ao peito.

E eu me contentei com aquele relacionamento unilateral. Havia porém, aquela necessidade de conversar, então eu criei uma conta naqueles sites abomináveis, as “redes sociais”. Ele me recebeu tão bem que não justificava o frio na barriga que eu sentia. Medo de que ele não se lembrasse de mim ou até me rejeitasse. Ele nunca faria isso, a propósito.

Esses foram meus dias de glória, estava sendo o melhor ano da minha vida. Era um pouco diferente dos romances convencionais, sim, mas quem poderia dizer que EU era convencional?

Eu era uma garota feliz por poder conversar e ver quem eu amo quase todos os dias. Pensando bem, você tem essa sorte?

A melhor parte é que eu podia falar dele pra ele mesmo. Ele fazia o papel de meu amigo e conselheiro, e do cara que eu gostava. E ainda por cima sentia ciúmes de si mesmo! Sim eu não sou uma pessoa tão boa. Por isso o admiro tanto.

Talvez ele fosse a luz que existia em mim, e eu, a escuridão que existia nele, como yin yang.

Chegou o meu aniversário de 15 anos. Eu não tive festa. Ninguém da escola tinha conhecimento sobre isso. Minha mãe nem mesmo preparou um bolo.

Ela me abraçou. Foi um abraço forte e desajeitado, algo que eu não sentia há anos. Desejou feliz aniversário, me disse que essa idade era o ano que a moça era apresentada à sociedade, me entregou dinheiro para que eu comprasse meu presente e se foi, tão rápido como chegou. Já o meu pai chegou muito tarde do trabalho e eu nem o vi.



“Sejam bem-vindos senhoras e senhores, vos apresento hoje, no dia do seu décimo quinto aniversário, vossa princesa!!!” Disse ele, no chat do facebook.

“Ora, apresenta para quem se essa princesa não tem amigos, e nem um reino?”

“Para os elementos, minha cara. Os elementos que a mantiveram viva e sã até esse dia… E quem disse que é necessário um reino?”

“Uma salva de palmas então”

“Sim, e tem uma dança”

“Uma dança solo? Essa é boa.”

“Não Celri. Você me concede a honra desta dança?”

Ele enviou uma valsa de 15 anos e eu dei play, como se já não estivesse chorando o suficiente. Consegui digitar um “sim” e enviei. Me encolhi na cama e deixei o notebook de lado, afundei o rosto no travesseiro, chorando ao som daquela música que eu nem mesmo gostava. Algum tempo depois, a música acabou e recebi outra notificação de mensagem.

“Você não pode esquecer que eu sou seu amigo. Estarei aqui sempre que precisar”

“Eu sei. Seria bom se você fizesse parte da minha vida, mas não iria gostar de como sou de verdade” respondi, emanando insegurança. Não havia motivos para ele gostar de mim.

“Não diga essa bobagem. Não importa como você é ou qual é seu nome. Importa o que vivemos juntos todo esse tempo. Gosto de você pelo que conheço da sua personalidade”

Minha personalidade? Como poderia não amá-lo, se aquilo fosse verdade? Eu poderia apostar que o resto não importava para ele. Chegava a um ponto que eu não agüentava mais vê-lo tão perto e não poder… Tocar. Abraçar. Qualquer coisa.

E então chegou o dia.

Antes de sair de casa, peguei o celular e enviei uma mensagem. Algo que o deixaria se corroendo de ciúmes, mas era apenas uma brincadeira de mau gosto e ele ia perceber tudo assim que chegasse o intervalo. Disse que ia convidar o professor para ir ao cinema, e óbvio que ele não gostou nadinha. Eu arranquei um pedaço de papel do meu caderno, lhe escrevi com a letra mais bonita que pude:

Quer ir no cinema hoje?

Da sua,

Celri

Dei uma risada me deliciando ao pensar em qual reação ele teria ao ler, sorrateiramente entrei na sala dos professores – o que não foi nem um pouco desafiador, eu era uma garota praticamente invisível – e procurei o armário do meu querido professor. Beijei o papel e o enfiei por uma greta, depositando ali os meus medos e esperanças. Era o dia!

Eu não conseguia ficar quieta na aula, não prestava atenção e conferia o celular com frequência, mas a tão esperada mensagem só chegou no fim da aula.

“Ele aceitou?” Dei um sorriso, pensei mesmo que ele estivesse brincando, sei que todos os dias ele olhava o armário. Era impossível não ter lido meu recado, então aquilo só poderia ser um jogo ou uma piada.

“Não sei, aceitou?” Respondi, ansiosa.

“Ora mocinha, o professor, ou amigo como insiste em dizer, é seu!” Meu sorriso secou como uma flor na chegada do outono. Fechei os olhos e respirei fundo. Comecei a digitar diversas vezes sobre o recado deixado no armário, mas nada disso consegui dizer.

“Claro que ele aceitou, vamos hoje mesmo assistir um filme. Tenho que me arrumar, até mais”

Dito isso desliguei o celular e me joguei na cama. Não sei por quanto tempo fiquei olhando para o teto. Estava mal pintado, mas eu já tinha me acostumado. Não sei porque insistia em mudar logo agora, sempre lidei bem com os defeitos da minha vida, e agora não faz sentido que eu precise de alguém. É só um capricho egoísta. Pisquei para afastar as lágrimas.

Eu me arrumei para ir ao cinema. Invés de ter um sorriso no rosto, como me imaginei de manhã, estava séria e taciturna, do jeito sempre fui, peguei um ônibus e desci no shopping.

“Espera aí Celri!” A mensagem era de horas atrás. A ignorei e enviei outra coisa.

“O filme vai começar, mas enquanto ele não chega vamos conversar um pouco. O que está fazendo?” Sentei na praça de alimentação. Imaginava se as pessoas que me viam ali sentiam pena por eu estar sozinha, ou não chegavam a se importar. De qualquer forma eram duas opções tão cruéis, então qual diferença fazia?

“Preparando minha janta e a do meu gato”

Olhei algum tempo para aquela mensagem. Algo tão simples. Eu gostaria que ele dissesse que me esperava na entrada do cinema, ou perguntasse se eu queria pipoca ou milkshake. Sendo racional, ele não tinha como saber e a culpa era minha. Pensei em chamá-lo agora, mas o orgulho é algo terrível.

A sessão do filme estava prestes a começar, eu entrei e me despedi. Não consegui prestar atenção, as lágrimas turvavam meus olhos de forma que estava sozinha com meus pensamentos, e estes vagavam até o dono do meu coração. As coisas acontecem no momento certo, e se ainda não aconteceram, não é o fim da história.

Frases bonitas não costumam me animar, mas de alguma forma essas funcionaram. Minhas esperanças se renovaram, e eu continuei com aquele teatro, armando uma surpresa.

“se cuide” outra mensagem que não respondi por visualizar muito tempo depois. Revirei os olhos e digitei

“O filme foi maravilhoso. Vou ir agora pra casa do professor, ele me chamou pra comer algo, depois vai me levar em casa”

“Não podem comer no Shopping???” Eu ri. Era terrível, mas não pretendia fazê-lo sofrer muito “não vá Celri”

“Poxa, não seja dramático. Não é nada demais. Por favor, fique acordado, tá?”

“Ok, me envie uma mensagem quando chegar em casa”

Não seria preciso. Olhei em minhas notas o endereço dele, que havia conseguido vasculhando arquivos da escola. Sorri sozinha e coloquei o celular dentro da bota. Esperava com todas as forças que ele ainda estivesse acordado quando eu chegasse em sua casa.

Saí do shopping e andei alguns quarteirões até o metrô, não era uma caminhada sacrificante, e o meu humor me animava. O único problema é que já estava tarde e escuro. Acabei perdendo o metrô, este passou bem no momento em que cheguei, maldito azar. Me sentei sozinha para esperar o próximo.

Eu balançava os pés impaciente, minha mão estava coçando de vontade de pegar o celular, ligar para o meu único contato – que você já sabe quem é – e pedir para que ele viesse me buscar, por que eu estava com medo.

Abaixei-me para mexer na bota, mas nesse momento um vulto passou, me ergui, atenta. Olhei para os lados e não vi nada, senti um arrepio. De repente braços me envolveram por trás, alguém tapou a minha boca com força, senti o gosto de terra e as lágrimas começaram a escorrer, a outra mão prendia meus braços nas costas. Não era verdade, era um pesadelo. Aquele dia inteiro era apenas um sonho. Eu só conseguia chorar, nem tentar me libertar era possível. Fui arrastada para os trilhos, e depois para um pouco mais longe, fora deles.

“Calma amor, eu não sou estuprador, só quero seu dinheiro” o homem disse com um sorriso repulsivo no rosto. Ele me soltou, mas no mesmo segundo apontou uma arma para minha testa. Não consegui me mover ou falar, as lágrimas escorriam. Ele pegou minha bolsa, abriu a carteira, analisou todas as coisas que eu possuía. E tudo se resumia a nada.

O homem levou meus cabelos para trás da orelha, apertei os olhos e engoli em seco. Meu coração batia mais rápido que o de um beija flor, ele passou a mão pelo meu pescoço, mãos ásperas e nojentas. Analisou meus pulsos e resmungou.

“Nenhuma jóia, docinho?” Ele fazia tudo calmamente. Eu pensei em entregar o celular, mas quando abri a boca, a voz ficou presa.

A vida é um flash. Eu ouvi o som da arma engatilhando-se, não pensei que eu realmente poderia morrer. O som do metrô chegando. Meus olhos estavam fechados e percebi a luz oscilante passando pelas minhas pálpebras, o tremor no chão. A arma desceu até minha bochecha, apertando-a. Eu tinha a sensação de que ele sorria. Justo naquele momento, eu não queria morrer. Era a primeira vez que eu preferia estar viva.. Não ouvi o que o homem falou. Ele dizia com uma voz calma, aconchegante pensando bem. Me sacudiu, mas não liguei. Eu me lembro de dois barulhos altos. Eu me lembro de ter caído no chão, e de estar contando uma história para você, que envolvia o meu sentimento pela pessoa que eu amo.

Infelizmente não vou poder lhe dar um fim.

Notas finais
Olá pela ultima vez~

Por favor não me espanquem. Eu sei que talvez esse final tenha saído não com toda a importância ou dramaticidade que deveria, mas sabe... É assim mesmo

Sem motivo real
Por um descuido
Por atitudes bobas

Eu não vou estragar a história escrevendo mais sobre isso, então por favor se contentem, quaisquer dúvidas estou à disposição pra responder.

Deixe um review... Pode dizer tudo o que sentiu ao ler que eu vou compartilhar a experiência que tive escrevendo.

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Adeus
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