Querido Paciente
25 Capítulo 25
Notas iniciais
Eu quero agradecer a minha Linda Melina por ter sido a primeira leitora a Recomendar a fic fiquei ate surpresa , pois, pensei que so teria Reviews :S obrigada mesmo Mel e Dehbi que também recomendou e a Grazi mesmo não aparecendo ela tentou recomendar mais não apareceu obrigada mesmo assim minha linda. Eu não posso agradecer a primeira leitora porque eu não sei quem foi kkk mais posso dizer que foi a Dift a primeira a comentar e isso tambem foi o ponta pé para as meninas aparecerem pra comentar como a Lidinha, Lisa, Grazi( vou sentir saudades de ri dos seus reviews =[ ), Michy19mj , Ryuzaki, Fraan (virou minha parceira e quem sabe amiga ~lalala ) , Mel a flor sz ,Dehbi (com seus reviews hilarios) , Vamp-chan ( deixou um reviews lindo *--*) a Leticia sua linda, Elizabeth Mikaelson essa e uma boa Autora recomendo fic dela hein gente rsrs' , a Raisse minha recente leitora mais não menos importante sz, a GS também recente mais importante e a Isabela que ainda deve ta lendo obrigada e meus lindos que eu não comentei seus nomes não fiquem ofendido mais e que essas ai sempre estiveram comentando junto comigo e a gente se apega >< ( Não me abandone please em breve estarei de volta com uma nova fic *--*) mais vocês são importantes pra mim sim sem duvida u.ú e Agradecer aos novos leitores que lerem daqui em diante sz
vo parar por aqui mais la em baixo tera so a ultima despedia kkk bom Final e espero que gostem.
ps: eu vou colocar dois link de videos o 1 e pra vocês ouvirem na parte que o Klaus leva a Caroline na estação e o 2 no final da historia =] agora sim boa leitura .
1
https://www.youtube.com/watch?v=r_2b8vw7_6M
2
http://www.youtube.com/watch?v=q_guY91lBgU
Caroline reconheceu que Klaus lhe fizera um bem enorme em trazer o irmão e a cunhada à mansão. Um peso parecia ter sido levantado de seus ombros. Vivera durante seis anos sofrendo o trauma daquela noite de verão e com um sentimento subconsciente de culpa por ter correspondido aos beijos de Klaus.
Agora sentia-se livre e podia deixar a Mansão Mikaelson com a consciência tranquila. De algum modo, em algum lugar, começaria vida nova.
Klaus voltou e fechou a porta.
― Você estava certo a respeito de Kol. Na época eu era jovem demais e não enxergava os defeitos dele ― Caroline admitiu.
― Se agora você reconhece isso, nós podemos...
― Klaus, vou embora ― disse ela, depressa.
― Então eu me enganei pensando que você havia me perdoado. Vejo que ainda guarda rancor.
― Não há o que perdoar, muito menos guardo rancor. Mas... aconteceu muita coisa. Como poderemos ter paz juntos?
― Não estou à procura de paz. Isso é para os idosos ― Klaus apontou. ― Quando envelhecermos juntos nos preocuparemos com a paz. Se a encontraremos, não sei. Só sei que jamais seremos felizes com outro alguém.
― Para mim nunca haverá outro alguém.
― Você vai mesmo me deixar?
Ela assentiu com a cabeça e o rosto dele tornou-se sombrio.
― Então a levarei até a estação. Que ironia há nisto tudo, não?
Klaus tentou não pensar à medida que a paisagem campestre ia passando velozmente pelo carro. Mais uma vez deixava a Mansão Mikaelson com aquela sensação horrível de perda. Tinha de livrar-se de todo tipo de pensamento e emoção até encontrar-se bem longe dali.
Chegando à estação, Caroline olhou para Klaus, ansiosa, observando-o subir os degraus, apoiado na bengala. O trem encostou na plataforma. Ele colocou a mala dela num dos vagões e esperou que ela subisse e aparecesse à janela, como tinha feito seis anos antes.
― Ainda temos alguns minutos. Não é tarde demais para você mudar de idéia ― Klaus expôs.
― É mais do que tarde ― tornou ela, triste. ― Adeus, querido. Não me odeie por ter sido covarde. Tente entender que estou fazendo o que deve ser feito.
― Jamais a odiarei. Odeio a mim mesmo porque a feri de um modo tão irremediável que você não pôde nem mesmo aceitar o meu amor. Matei o amor da mulher que eu mais desejo e viverei com essa culpa para sempre. Mas um dia, Caroline, certamente...
― Um dia está muito longe ― ela observou, angustiada. ― Adeus, amor.
O guarda apitou. O trem começou a mover-se. Caroline ainda tocou o rosto de Klaus e eles se separaram. A distância entre eles foi aumentando devagar, mas inexoravelmente.
― Caroline! Caroline! ― Klaus chamou-a.
Subitamente, como se uma cortina se abrisse, ela viu o que estava fazendo. Condenava não apenas a si própria, mas também Klaus, o homem que amava, a uma vida vazia. Ela cuidara dele, o protegera e agora o abandonava.
O amor vence o medo, ele lhe dissera, e isso era verdade. O trem ganhava velocidade. Estava quase fora da estação. Caroline saltou para fora, caindo com os joelhos e as mãos no chão. Ela só teve olhos para o homem que estava de pé na plataforma, pasmado. O homem que amava mais que a própria vida. Mas não tinha percebido isso senão quando era quase tarde demais.
― Klaus! ― ela gritou, levantando-se e correndo para ele.
No mesmo instante ele jogou fora a bengala e deu os primeiros passos hesitantes na direção dela. Mais passos e, compreendendo a gloriosa verdade, ganhou confiança em si mesmo e começou a correr, os braços abertos.
Alcançando-a, abraçou-a e a manteve apertada junto do coração, onde ela queria ficar para sempre.
FIM.
Notas finais
Ps: Fraan nem deu pra colocar a foto :/ eu achei melhor so o video =]
ps2: eu sou pessima de despedida e agradecimento rsrs'
ps3: Não me abandone porque em Breve terei uma história que vou convocar todas vocês pra lerem
ps4: AQUI TA GENTE A CONTNINUAÇÃO DE QUERIDO PACIENTE espero que gostem
http://fanfiction.com.br/historia/321554/Querido_Paciente_2
Agora eu fui Inté. E Klaroline Forever s2
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