Querido Diário... Coisa Mais Clichê!
15 Enfim a verdade, de todos os ângulos.
Notas iniciais
JULIE MUITO OBRIGADA! FEZ MEU DIA FICAR MIL VEZES MELHOR, ATÉ ME EMOCIONOU COM A SUA RECOMENDAÇÃO U.U Gente, a Julie fez uma recomendação para essa história tão fofa e linda que nem ela, que me deu até vontade de chorar e terminei esse capítulo uns minutos atrás e decidi postar logo de uma vez para poder agradecer a Julie. Ati! Obrigada mais uma vez.
Que rubem os tambores enfim... AVERDADE! Sim, meu povo e minha pova, aqui está as respostas para suas perguntas... Aviso: Quem é TeamThiago vai ficar super feliz no começo e surpresa no final do capitulo. Quem odeia ele, esse capítulo é feito para você. quem gosta do Marcos, vai ficar muiiiito surpresa com o capítulo haha
Até as notas finais e boa leitura!
Ps: Jullie esse capítulo é para você! u.u
Recapitulando algumas coisas enquanto ando até dormitórios dos meninos.
Minha segunda feira não está nem perto de acabar, ainda é de manhã e “altas aventuras” foram vividas por mim. Sou alvo e exposta ao ridículo por um jornal mentiroso que relata apenas o podre das pessoas que eu acabei sendo essa pessoa. Acordei de ressaca na cama do meu inimigo. Beijei o meu amigo e por alguma razão gostei e adoraria que isso se repetisse. Surgiu uma suspeita em minha cabeça que eu tenha beijado Marcos depois que acordei do meu pequeno desmaio. Não me lembro de nada do que fiz a noite passada e estou com uma baita dor de cabeça. Quero matar Alex por fazer aquela maldita frase ficar em minha cabeça e é claro, tenho algumas coisas a serem tiradas a limpo.
Bom dia segunda-feira! Espero que passe bem devagar, pois é hoje que tudo na minha vida será resolvido, ou parte de meus problemas.
- Thiago abre a porta! – Grito batendo na porta do quarto de Thiago.
No presente momento estava no dormitório dos garotos, com eles me olhando curioso, outros com caras de safados e outros com tédio! Um detalhe muito importante: Essas pessoas da minha escola não são normais. Ainda nem é dez horas de segunda feira e a metade que não estava na escola voltou. Estão andando pela escola feliz e contando novidades sobre sua noitada ou lendo o jornal que mostra minha aparição vergonhosa.
- Que foi Amy? – Diz Thiago quando abre a porta.
Olho para ele. Estava usando apenas uma bermuda solta mostrando uma boa parte de sua roupa intima, usando uma linguagem mais rebuscada. Seu peito estava à mostra, ou seja, pude ver com detalhes todas suas curvas, músculos, barriga musculosa e perfeita. Além dos braços perfeitos. Encurtando a apresentação de Thiago, ele era perfeito! E no momento estava com barriga, costas e cabelo molhados.
- Você já viu o jornal? – Perguntei tentando tirar meus olhos daquela dadiva de Deus.
Amy, você está um pouco tarada esses últimos dias. O que anda acontecendo? Deve ser os hormônios a flor da pele, que me faz delirar por qualquer pessoa que tenha um corpo perfeito como o dele, ou que fale coisas fofas nas horas mais inoportunas possíveis, ou simplesmente me faz delirar com um beijo seu.
Amy, foco!
- Olhe! – Atirei o jornal para ele. – Fique com ele, volto daqui a pouco. Tenho outros assuntos para tratar no momento.
- Espera. – Disse Brown me puxando para seu quarto e fechando a porta. – Sobre ontem... – Ele começou a dizer.
Não prestei atenção na mobília em minha volta, quer dizer, isso não era nem um pouco interessante contando o fato que estava olhando para aqueles olhos maravilhosos verdes que me fitavam com uma intensidade que poderia me deixar com vergonha. Eu estava encostada na porta e ele na minha frente. Seus olhos ainda fitavam os meus, queria saber o que ele estava pensando. Por que eu não conseguia desviar meu olhar dele? Thiago foi se aproximando cada vez mais, até que pude sentir sua respiração se misturando com a minha. Ele tocou meus lábios com suas mãos gentis. Ele os acariciava e eu não conseguia fazer nada a respeito, estava hipnotizada por aqueles olhos e ele pelos meus tediosos olhos. Seus lábios tocaram nos meus e o beijo começou. Antes gentil seus lábios começaram a serem mais feroz, como se necessitasse de mim naquele momento. Não pensei em nada, além de retribuir seu beijo com mais anseio do que ele. Minhas mãos foram sem perceber para seus cabelos e as deles estavam na minha cintura me trazendo cada vez mais para perto de seu peito nu. Naquele momento a única coisa que conseguia pensar era o fato deu o querer mais e mais. Separamos um momento para podermos respirar e recomeçou tudo de novo.
Antes mesmo deu perceber ele estava me puxado para cima de sua cama com suas mãos em minha cintura e lábios tocando nos meus. Abri os olhos e pude perceber o que ele queria. Tentei nos separar, mas eu estava gostando daquele beijo o que tornou um pouco difícil. Sua mão deslizava nas minhas costas por dentro de minha regata, depois passou para meu quadril enquanto ele ficava cada vez mais em cima de mim. Nosso beijo estava cada vez mais rápido quase impossível de respirar. Antes de suas mãos chegarem a minhas coxas eu o parei. Sai de cima de sua cama e ele ficou me olhando com aqueles olhos verdes com uma expressão de confusão, um ponto de interrogação apareceu em seu rosto e eu não sabia o que falar. Não sabia o que dizer por ter o feito parado; Na verdade eu sabia, mas não queria dizer em voz alta.
Andei até ele e dei-lhe um beijo calmo e rápido nos seus lábios. Apontei para o jornal e disse para ele ler enquanto arrumava minha camiseta e sai do quarto o deixando com seu ponto de interrogação nos olhos e um jornal cheio de mentiras. Andei pelo dormitório aturando conversas idiotas, piadinhas sobre eu estar naquele local. Aturei tudo, pois simplesmente não sabia o que falar, pensar ou até mesmo o que fazer naquele momento. Uma parte de mim queria voltar naquele quarto e sentir novamente seus lábios nos meus, sua respiração se misturando cada vez mais com a minha, suas mãos percorrendo minhas costas, seu cabelo pingando em minha bochecha. Por outro lado, aquilo parecia errado. Parecia que eu estava fazendo algo errado, traindo alguém. Não sabia direito, mas sabia que era errado!
Andei até meu quarto onde encontrei Charlote o arrumando. Não queria falar nada, não queria dizer nada do que acabou de acontecer. Não foi muita coisa, confesso. Mas para a minha cabeça perturbada, para meus conflitos internos isso era demais. Olhei para Charlote e ela veio até mim. Levou-me para minha cama e ficou no meu lado enquanto eu olhava o teto. Cansada de meus pensamentos e desse silencio tentei puxar assunto.
- Por onde esteve? Faz tempo que não te vejo.
- Estive... – Ela começou. Olhei para ela e vi seus olhos serem carregados por lágrimas. Não era a única com problemas aqui. – Estive um bom tempo em casa.
- Sua casa?
- Sim. – Ela falou deixando suas lágrimas transbordarem. Eu a puxei e a abracei.
- O que aconteceu Charlote?
- Eu e Chay terminamos quase uma semana atrás. – Ela disse.
- O que?
- Amy, você estava ocupada demais com a festa, Thiago e tudo mais. Então não tive coragem de te contar isso, pelo menos por enquanto. Também não tive vontade de voltar à escola e como sabia que você não estava fazendo as aulas de manhã decidi ir para a casa.
- E por que você não me ligou? – Pergunto um pouco espantada.
- Porque eu sabia que você estava com alguns problemas com os garotos e eu precisava de um tempo com minha mãe. Fizemos as pazes!
Eu sorrio e abraço mais uma vez Charlote. Ela e a mãe dela são brigadas há muitos anos. Quase não se falam, por isso que ela vive lá em casa. É como se minha mãe tivesse se tornado mãe de Charlote. Mãe e filha brigaram quando o pai de Charlote se separou e a sua mãe achou um marido novo, porém ele não gosta dela e a sua mãe não percebe isso. Bem, pelo menos agora Charlote e sua mãe fizeram as pazes. Alguém está se dando bem na vida.
Continuamos a conversar. Contei tudo que havia acontecido nestes últimos dias, sem esconder nada. Afinal, ela é minha melhor amiga! Não existem segredos. Ela me ouviu sem falar nada, me olhando e entortando a boca às vezes, isso quer dizer que ela tem uma opinião e vai dizer quando terminar. Assim que acabei de contar minha história e falei também sobre as mentiras do jornal ela começou a falar.
- Amy, você precisa resolver logo essas coisas. Daqui a pouco seus problemas irão se transformar em uma grande bola de neve e você vai morrer soterrada nela se não agir. – Charlote disse.
- Valeu por dizer que vou morrer com meus problemas! – Digo
- Você entendeu o que quis dizer e sabe muito bem o que deve fazer agora! – Ela disse se levantando da cama e abrindo a porta. – Tá na hora de você ir lá fora e enfrentar seus problemas, sozinha!
- Mas...
- Nem mais, nem menos. Anda. Não tenha medo do que te aguarda e você sabe que sempre pode contar comigo.
Levantei da cama e fui até onde ela estava. Sorri um pouco e decidi que estava na hora de agir e acabar com tudo de uma vez por todas, antes que eu morresse soterrada conforme Charlote. Antes deu sair pela porta, Charlote me puxou e me falou.
- Amy... Não sei como te falar isso... Hm... Você está apaixonada! – Ela disse e fechou a porta na minha cara.
Bem delicada essa minha amiga, não acha?
E quanto a ultima frase dela, ela estava completamente errada! Eu não estava apaixonada, nunca estarei apaixonada. É a lei da vida que decidi seguir e vai ser assim até que eu esteja bem velhinha morando em um asilo imaginando fadas em minha volta. Simples assim.
Deixei as loucuras da minha amiga de lado e segui novamente para o dormitório dos meninos. Eu acho que eu devo me mudar para lá, por que eu vivo naquele lugar. Os garotos já devem até me conhecer e tal. Andei até o quarto do meu irmão. Alex Parker, o destruidor de almas jovens e incapaz de amar um ser humano. Isso é hereditário, eu acho.
- Alex, temos que conversar! – Gritei batendo na porta do seu quarto.
Depois de cinco longos minutos ele abriu a porta e sorriu para mim.
- Veio visitar parentes, pedir uma identidade falsa ou quis saber quais os segredos das drogas, sexo e rock in roll?
- Cala a boca! – Digo o empurrando e entrando em seu quarto. Como era de se esperar, estava bagunçado (ganhava até do meu), e tinha uma vadia em cima de sua cama. – Sai daqui, quero conversar com meu irmão.
- Nã... – Ela tentou falar, mas eu aquela raiva de mais cedo havia voltado para meu corpo, não pensei duas vezes. Puxei seu cabelo, joguei suas roupas nela e a fiz ir para o corredor.
- Pode ir andando já. – Eu digo – Algum ai vai te querer enquanto eu falo com o idiota aqui. – E fecho a porta.
- Isso foi surpreendente! – Alex fala sentando na sua cama e me olhando. – O que você quer?
- O que Thiago Brown fez?
- Já te disse.
- Não, você não disse. – eu digo com toda aquela adrenalina de raiva em meu sangue. Isso era bom! – Você me deixou mais confusa do que o normal.
- Problema é seu!
- O que Thiago Brown fez? – Repito a pergunta.
- E se eu não quiser falar? Vai fazer o que? Chorar ou me bater?
- Vou ligar para o papai agora mesmo e dizer que você está sendo um menino muito mal criado e dizer para ele que você me fez perder a virgindade com seu amigo drogado de 23 anos para ganhar uma aposta! – Eu falo sem perceber minhas reais palavras.
Fred me olha assustado e com raiva ao mesmo tempo. Eu reflito sobre minhas palavras e percebo que exagerei um pouco. Que culpa eu tenho se o momento que estou vivendo pedem medidas desesperadas?
- Vai falar ou não vai?
- Ok. Eu te conto! – Fala por ultimo Alex.
- Pode começar.
- Hm... Thiago veio para cá por causa de seus pais. – Alex falou e eu disse que disso já sabia e ele brigou comigo por atrapalhar – Quando nos encontramos pela primeira vez brigamos, digamos assim. Fiquei com raiva e pedi para o meu amigo delegado investigar seu passado, bem... Ele foi preso uma vez por furto de lápis de cor, cara ele é animal, acho que foi o único que foi preso por isso, ganhou o meu respeito...
- Alex, foco! – Disse. – Espera lápis de cor?
- Sim, ele é dos manos! – Alex disse olhando para o teto com cara de idiota, versão piorada.
- Tá continua! – Eu digo esquecendo por um minuto dos lápis de cores e seu roubo.
- Ah, tá... Hm... Onde eu estava? Ah, sim... Bem, depois que descobri desse furto sem cabimento, descobri que ele foi expulso de três escolas diferentes e duas na mesma escola, ou seja, cinco expulsões entre 10 e 15 anos. – Alex disse – Bem, na outra vez que nos encontramos brigamos mais uma vez e ele disse que queria que você fosse sua namorada e pediu minha ajuda. É obvio que eu disse que não, não quero você se metendo com esse tipo de gente, ele roubou lápis de cor!
- Era para ser fofo? – Digo levantando uma sobrancelha.
- Não... Bem, ele disse que você seria sua namorada a todo custo e eu disse que você não seria tão idiota de namorar ele, afinal você tem um rolo com o Marcos Stuart, só para deixar minha opinião, eu não aprovo. Stuart é o cara certo que parece errado. – Alex começou a falar.
- Não quero saber disso no momento e você não tem nada haver com minha vida. Agora por favor, continue falando sobre Thiago! – Falei.
- Tá maninha... – Ele disse se levantando da cama e se sentando na cadeira perto da onde eu estava. – Com isso eu disse você nunca iria namorar ele e Thiago propôs uma aposta.
- Você só vive de aposta? – Pergunto.
- Quer saber da história ou não?
- Desculpa! Continua.
- Bem, dai eu apostei é claro com ele. E parece que para ele conseguir o que quer e ganhar de mim, ou seja, mil reais ele fez com que todos te ignorassem...
- O QUE?
- Eu sei maninha, a verdade machuca! – Alex disse indo em minha direção e batendo levemente no topo da minha cabeça; Aquilo era para me consolar?
Espera o que estou falando... Acabo de saber que o garoto que eu confiava que eu beijei e que queria ele neste exato momento era realmente o começo de todos os meus problemas? Ele fez com que todos simplesmente me ignorassem e esperava que eu ficasse bem assim? E tudo por causa de uma estupida aposta?
- Quer dizer... – Comecei a falar, mas as lágrimas surgiram do nada em meu rosto – Que tudo não passou de uma aposta?
- Você achou mesmo que ele gostava de você? – Perguntou Alex se virando para mim. – Oh! Não... Droga! – Disse Alex vindo em minha direção enquanto eu chorava – Droga, não chora Amy. – Ele disse me abraçando.
- O que mais eu devo saber? – Pergunto entre lágrimas e soluços.
- Quer mesmo que eu continue? – Perguntou ele ainda me abraçando.
Apesar de tudo que estou vivendo, ou seja, das descobertas que minha vida é uma mentira, acho que pela segunda vez Alex Parker está sendo meu irmão. Digo pela segunda vez, pois a primeira foi quando eu era pequena. História para outro dia.
- Sim... – Digo com dificuldade. — Pode continuar! – Digo limpando algumas lágrimas.
- Depois que ele fez com que todos te ignorassem, houve alguns problemas em seu plano. – Alex disse me largando e olhando sua camisa – Droga Amy, molhou toda a minha camisa.
- Des... cul... pa. – Tento dizer antes de começar a soluçar.
Não de onde vinha tanta lágrima, mas saia e isso de alguma forma me ajudavam a tentar superar tudo.
- Tá. Mas não conta para ninguém que eu andei ajudando minha irmã com seus choros por idiota. – Ele disse e eu assenti. Ele me puxou mais uma vez contra seu peito e recomeçou a falar. – O primeiro deles foi o fato de Peter não aceitar ficar longe de sua melhor amiga, minha opinião: para que rotular essas coisas? Se é ou não melhor amigo? Desnecessário! Então para fazê-lo aceitar essa nova “regra” imposta pelo ladrão de lápis de cor, Thiago convenceu os pais de Peter a mandar Guilherme para outro colégio, diga-se de passagem, internato. Isso assustou Peter que estava com medo de ficar longe de você e da namorada e ele concordo com tudo, por enquanto.
- Coitado do Guilherme!
- O segundo problema foi o castigo que o trio amoroso levou. Ele não pode fazer muita coisa em relação a isso o que o deixou possesso, ele até quebrou algumas coisas no corredor, foi assustador. – Alex disse como se estivesse se lembrando de algo estranho e engraçado. – Dai, quando foi falar com Marcos para ele se afastar de você... Stuart não concordou, eles brigaram e até hoje ele se odeiem. Não se ache muito Amy, os dois nunca se gostaram mesmo, apenas mantinham uma relação de paz, agora é guerra.
- Marcos não quis parar de falar comigo? – Perguntei
- Eu fiquei espantado com isso também... Mas dai eu pensei e percebi que fazia um pouco de sentido. Veja os dois se odeiam certo? Então Marcos faria de tudo para não seguir as ordens do marginal mirim, o irritaria e de quebra iria entrar na aposta e tentar de conquistar.
- Nossa, me sinto melhor sabendo disso. Que o outro me odeia mais ainda, entra na aposta e o que me deixa mais arrasada é que o garoto que eu estou gostando faz de tudo por uma quantia muito baixa, mil reais apenas? Achei que valia mais! – Digo me separando de Alex e limpando minhas lágrimas.
- O garoto que você gosta? – Alex pergunta tirando sua camisa e colocando outra seca no local.
- Eu não falei isso! – Digo
- Falou sim! – Alex disse abrindo a porta. – Agora que você sabe o básico, adeus!
- Nossa, que irmão você é!
- Você já estragou uma camiseta minha já fiz o meu papel de irmão!
- Tá né!
- Adeus Amy, sorte ai com seus problemas... Garoto que você gosta como as garotas podem ser tão burras para cair nestas coisas... – Alex fala antes de fechar a porta.
Notas finais
Bem, aos leitores que sempre deixam review e que favoritaram a história CARA VOCÊS ARREBENTAM! E a mina linda que deixou uma recomendação VOCÊ É SHOW U.U ok. acho que estou com problemas depois que a vi a perfeição em pessoa hoje na rua. quem quiser saber sobre essa história manda um review perguntando que eu respondo u.u
Ah, não tem o que responder? Diga-me qual é o seu seriado favorito u.u ou sua salada favorita e me responda BATATA É LEGUME? eu não sei. Dudah e eu não sabemos, exatamente u.u Acho que é sso. Por favor, comentem. e se quiserem seguir o mesmo exemplo da Jullie, mandam recomendação u.u
Beijos.
ps: o próximo sai quando eu tiver pelo menos cinco reviews hein u.u
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