Querido Diário... Coisa Mais Clichê!
17 Como pude ser tão tonta que não percebi antes?
Notas iniciais
1- Queria agradecer demais e demais duas pessoas em especial, Luana Kress e Uma Sonhadora, pelas perfeitas e maravilhosas recomendações que vocês me deram de presente. Cara eu surtei! Meu pai veio olhar o que eu estava fazendo e ficou super orgulhoso de mim. =P Obrigada gurias, vocês são perfeitas, só acho!
2- Acho que não demorei neste capítulo, certo? Na verdade eu tive muitos problemas com ele, sendo que reescrevi umas quatro vezes até sair este que estou postando e mesmo assim, não gostei muito.
3- Muito obrigada pelos review's passados, não sabem como me deixaram feliz, senti falta de algumas pessoas que não irei citar os nomes, mas tudo bem. Eu supero -sqn.
4. Vocês me disseram que o capítulo passado ficou bom, cara eu me surpreendi com isso. Juro!
5. Esse capítulo é para os fãs de Marcos, apenas dele. kkkk O próximo é do Thiago e do Marcos também.
Boa Leitura;
Estou apaixonada!
Simples assim, essas duas simples palavras transformaram meu mundo de cabeça para baixo. Simples assim. Agora você, diário, deve estar se perguntando se eu estou bêbada, ou estou drogada... Bem, não estou drogada. Agora estou bêbada!
Isso mesmo... Estou novamente bêbada e não me orgulho disso... Ou melhor, neste momento eu estou gostando desta sensação do álcool em meu corpo, me faz esquecer meus problemas que surgiram e me faz perceber que estou totalmente e perdidamente apaixonada... Pela segunda vez na minha vida.
Isso mesmo, segunda vez.
Eu menti para todos e menti para mim mesma. Eu sempre disse que nunca havia me apaixonado, eu havia simplesmente ignorado este sentimento, uma vez há anos que não voltam mais... Mas isso eu conto depois.
Por que estou bêbada? Simples.
Quando cheguei à escola, todos sussurravam e falavam de mim. Tive algumas provocações que foram resolvidas com tapas nos rostos das pessoas e isso me levou para a sala do diretor, novamente. Não me importava ultimamente não me estava importante com nada.
A dor de cabeça ainda estava em minha cabeça. Pensamentos ainda estavam me perturbando e tudo isso somado com o sumiço de Peter e Marcos, as declarações de Thiago para mim e as provocações de Julieta sem falar na viajem de ultima hora de Charlote para a casa de seu pai, tudo isso aconteceu de uma hora para outra.
Vou começar a te contar diário, a partir do momento que eu encontrei uma garrafa de bebido alcoólica em meu quarto, com um bilhete de meu irmão, dizendo para eu aproveitar a vida e deixar que a bebida resolva meus problemas.
Peguei a garrafa e entrei no meu quarto. Assim que tomei o primeiro gole, uma sensação de alivio veio rapidamente. Uma descarga elétrica estava passando pelas correntes sanguíneas e eu não conseguia mais parar de beber aquela coisa...
Daqui a pouco sou capaz de virar alcoólica.
Mas diário, está a ultima vez que coloco bebida alcoólica em minha boca.
Juro!
Não precisei de copo, bebia no gargalho mesmo. Quando eu já não sabia a diferença de uma janela para uma porta e é ai, que as coisas começam a ficar interessantes.
Tirei meus sapatos e coloquei uma roupa melhor, um short curto (curto mesmo, afinal eu pretendia ficar apenas no meu quarto) uma regata quase transparente da Charlote (somos amigas, eu pego suas roupas e vice versa) e estava descalça. Quando dei por mim, eu estava atravessando o dormitório das meninas rumo à porta para ver as estrelas.
Eu queria ver as estrelas.
Eu precisava ver as estrelas!
Andei sem olhar para os lados e parecia que ninguém estava no local, pois ninguém me barrou. Andei com a garrafa em minhas mãos e pés descalços. Deitei no gramado e olhei para o céu, lá estavam às estrelas que eu tanto queria ver. Brilhando. Longe de mim, longe de todos no planeta. A lua, brilhante estava magnifica está noite. Eu deveria ver mais a lua nos meus dias, ela é tão linda.
- O que você está fazendo? – Alguém perguntou.
- Estou vendo as estrelas. – Respondi sem me importar em saber quem havia perguntando.
A tal pessoa deita-se ao meu lado e puxa a garrafa de minhas mãos e bebe um longo gole. Viro-me para ver que foi a pessoa que teve a ousadia de tirar a garrafa de mim, e me deparo com a ultima pessoa que eu poderia imaginar ali, comigo.
Era Marcos Stuart.
Marcos estava deitado ao meu lado bebendo minha garrafa. Sentei-me rapidamente e tirei a garrafa de sua boca.
- O que você está fazendo aqui? – Pergunto ficando brava.
- Estava sem nada para fazer... – Respondeu Marcos sentando-se ao meu lado e arrancando de minha mão a garrafa e bebendo outro gole. – Por quê? Agora é só você que pode ver as estrelas?
- Fique a vontade. – Eu digo me levantando, mas caiu logo em seguida. Motivo? Tinha ficado tonta.
- Acho que alguém ainda não se acostumou com a bebida. – Comentou Stuart bebendo outro gole.
- Cala a boca! – Falei e puxei a garrafa para mim.
Eu sei... Conversa de bêbado!
Mas no momento era o que eu era.
Bêbada e mal amada.
- É melhor saber o caminho de volta para seu quarto, pois não irei te ajudar desta vez.
- Eu não pedi sua ajuda. – Respondo irritada.
Outro gole que eu ingiro.
- Por que está aqui? – Pergunto novamente.
- Já respondi. – Ele fala tirando a bebida de minha mão e bebendo.
- Agora fala sério. – Eu falo arrancando com força a garrafa que faz derramar um pouco na minha roupa.
– Não devia andar com essa roupa enquanto está bêbada.
- E desde quando você se importa?
- Desde o dia em que virei seu amigo.
- Faça-me rir. – Eu falo rindo falsamente. – Desde quando é meu amigo?
- Isso não é relevante... O fato é que eu ando muito preocupado com você e isso me perturba. – Ele fala deitando-se na grama.
- Deve ser um sentimento novo mesmo, pensar em outra pessoa que não seja você mesmo. – Eu ironizo bebendo mais um gole.
Aquela bebida era interminável.
- Você tem razão... – Stuart concorda comigo. – É estranho ficar preocupado com você... Ainda mais com você.
- Vou fingir que não foi uma coisa ruim.
- Você me entendeu. – Ele comenta bebendo mais um gole da minha bebida. – Nos odiamos desde aquele incidente na segunda serie, e sempre infernizamos a vida um do outro... Até...
- Até você entrar naquela aposta ridícula e fingir que é meu amigo. – Completo com uma careta.
Acho que se estivesse sóbria, eu já teria ido embora daquele lugar... Mas como não estou.
- Exatamente... – Ele fala. – Tudo foi apenas pelo prazer de infernizar a vida de Thiago, e de quebra a sua.
- Como você é sensível. – Ironizo.
- Muito engraçado Parker. – Ele fala. – O caso é que depois que vi você naquele baile e no outro dia em que apareceu no meu quarto, comecei a cada vez me importar com você...
- Acho que não irei me sentir importante. – Eu comento deitando em seu lado.
- É melhor mesmo, pois você jamais será importante na minha vida! – Ele comenta com mais um gole.
- Eu te odeio sabia? – Eu falo ficando de uma forma que eu o olhasse.
- Você me diz isso desde a segunda série. – Ele comenta. – Eu também te odeio!
- Ótimo! – Eu falo bebendo mais uma vez.
Ficamos naquele silêncio por um bom tempo até eu ter uma ideia e me colocar de pé no gramado em um salto e olhar para o idiota bêbado agora olhando para o céu com uma cara de abestado.
- Estamos bêbados, certo? – Eu pergunto, mas não espero a resposta obvia. – Por que não temos um momento de trégua deste nosso ódio e não nos divertimos por ai?
- O que está pensando em fazer? – Ele perguntou ficando de pé ao meu lado.
- Corre! – Eu falo a primeira coisa que vem em minha cabeça.
Com isso eu começo a correr e quando olho para o lado ele estava ao meu lado correndo e rindo com uma criança brincando de “pega-pega” na escola e eu não estou diferente dele. Corremos pelo gramado todo, parece que a escola inteira não estava a fim de olhar pela janela e descobrir o que estávamos fazendo, melhor para nós, não?
— Você não me pega... – Eu grito quase sem folego depois de quase meia hora nós correndo.
- Pego sim... – Ele respondeu.
Com isso eu fui parando e ele também. Quando vimos estavam de um em frente do outro rindo a toa, tomando folego da nossa corrida idiota. Eu o olhei e ele me olhou, um sorriso travesso surgiu em seus lábios e quando dei pelo tempo Marcos havia me derrubado para o chão ficando assim em cima de mim.
Seus cabelos estavam suados por causa da nossa corrida e também por causa da bebida. Não eram apenas seus cabelos, ele todo estava suado igualmente a mim. Podia ouvir sua respiração em cima de mim. Seus olhos castanhos me olhavam de uma forma estranha e eu não conseguia desviar o olhar.
Maldito problema que tenho... Sempre me hipnotizo por olhos de garotos.
Por que, hein? Hein, diário?
- Peguei... Você... – Ele falou com dificuldade puxando ar para seus pulmões e eu dei um sorriso.
- Agora pode sair de cima de mim já. – Eu digo e ele sai se colocando ao meu lado. – Acho que não fazia isso há muito tempo... – Comento.
- Parei de brincar de qualquer coisa, com doze anos.
- Nossa! – Eu exclamo e ele faz uma careta. – E desde lá você tem aproveitado sua vida com várias garotas não é?
- Não acredite em tudo que dizem a meu respeito, docinho! – Ele fala e eu faço uma careta com o docinho. – O que quer fazer agora?
- Não sei... – Eu falei. – Queria fazer alguma coisa que ferrasse a vida de Thiago da forma que ele ferrou a minha. – As palavras saíram da minha boca sem eu perceber.
- Quando estiver sóbria vai pensar em alguma coisa. – Ele falou se colocando em pé e me ajudando a ficar de pé também. – Enquanto isso vamos aproveitar o nosso momento de trégua com bebida.
Eu concordei com um sorriso e um aceno. Depois disso ele pegou minha mão e começamos nossa “aventura”. Ele me levou até o parquinho das crianças e nos embalamos nos balanços. Depois colocamos terror na sala onde alguns estudantes estavam tentando estudar. Os que estavam em seus dormitórios dormindo ou fazendo nada de tão importante... Furtamos panelas e talheres da cozinha e saímos correndo e fazendo barulho nos corredores do dormitório masculino e feminino, assim que as portas começavam a se abrir corríamos para não ser pegos. Subimos em uma arvore para espiar a sala do diretor que roncava que nem um porco. Pulamos corda, ou melhor, tentamos pular, mas sempre caímos. Claro que tudo isso acompanhado com a nossa bebida dada de presente pelo meu odiado irmão.
Quando por fim terminamos de fazer nossas brincadeiras, eu estava encostada em sua porta do lado de fora esperando o idiota que havia entrado em seu quarto para fazer alguma coisa, mas não me deixou entrar alegando que queria que fosse surpresa. Eu estava bebendo os últimos goles da imensa garrafa, ou seja, não sabia mais o que era uma janela, Marcos me fez cair no chão abrindo sua porta.
Quando eu o coloquei em minha visão, comecei a rir desesperadamente. Ele me puxou para dentro de seu quarto e trancou a porta. Ele ordenou para eu parar de rir tanto, pois não queria acordar mais os outros. Ele me informou que eram duas horas da manhã já. Tentei ficar o máximo quieta possível, mas não foi fácil.
Stuart estava parado na minha frente vestido de Batman. Isso mesmo, ele estava fantasiado. O que tornava tudo mais ridículo o fato dele fazer suas posses “sensuais” para mim.
Depois de um bom tempo deu rindo junto com ele, caímos em sua cama arfando de tanto rir. Lagrimas estavam no meu rosto, mas era por que eu estava feliz, mesmo sobre o efeito do álcool, eu estava feliz. Ele tirou sua fantasia ficando apenas de bermuda e deixando seu peito nu.
- O que? – Ele perguntou quando eu o encarei.
- Nada! – Eu falei colocando a garrafa sem nada no chão. – Acho que tenho que ir para o quarto...
- Fica mais um pouco... – Marcos falou pegando minha mão e segurando com força. – Eu gosto de ter você aqui.
- Eu gosto da sua companhia, quando não é aquele egocêntrico e idiota. – Eu falo sem tirar sua mão da minha.
- Oh. Um avanço para nós! – Ele diz rindo e eu o acompanho. – Se quiser pode passar a noite aqui. Eu prometo que irei me comportar.
- Eu acho melhor não... – Eu falo sem levantar da cama e sem tirar sua mão da minha. – Não terei como explicar amanhã minha presença aqui...
- Como se ninguém tivesse nos visto pela escola. – Marcos fala revirando os olhos.
- Não importa. – Eu digo me colocando de pé.
Eu havia conseguido “enganar” a dor de cabeça e a tontura agora, ou seja, não sentia ela por algum tempo... Talvez viesse amanhã de manhã, não sei.
- Ok. – Marcos falou levantando e destrancando a porta.
- Tchau! – Eu falo indo em direção à porta, mas antes deu sair...
Marcos me puxa contra ele e fica me olhando com seus olhos castanhos. Posso sentir sua respiração ofegante se misturando com a minha. Minhas mãos vão direto para o seu peito e eu posso sentir seu coração acelerado. Ele abre sua boca para falar alguma coisa, mas logo se cala e apenas fica me encarando.
Dou um passo para trás e me bato com a porta. Marcos dá um passo para frente e suas mãos vão para a minha cintura. Não faço nada. Meu coração acelera e eu estou sentindo minhas mãos ficarem frias, embora eu esteja morrendo de calor. Marcos aproxima mais seu rosto no meio e uma gota de seu cabelo cai em meu nariz de tão pertos que estamos. Ele me olha mais uma vez nos olhos, antes de nós fecharmos eles... Marcos me beija. Seus lábios estavam colados aos meus, sua língua pedia passagem e eu dei.
O beijo começou calmo e foi ficando cada vez mais rápido. Estava de olhos fechado apenas sentindo o gosto de sua boca na minha, apenas sentindo sua respiração na minha. Suas mãos em minha cintura puxou-me mais contra ele, fazendo nosso corpo ficar colado. Minhas mãos involuntariamente vão para o seu cabelo.
Como eu pude ser tão idiota de não ter percebido isso antes? Como eu estava ignorando esse fato importante da minha vida? Por que eu estava mentindo para mim mesma? Claro que eu estava apaixonada e não era por outro garoto, não era por Thiago como achei ontem... Era por Marcos e eu não sabia como explicar esse fenômeno que me assustava.
Marcos Stuart era o meu primeiro e segundo amor. Sim, na segunda série eu havia sido apaixonada por ele, mas quando o vi com outra garota eu desisti dele, depois de alguns acontecimentos começamos a nos odiar cada vez mais, até chegarmos ao ensino médio, assim...
Eu sempre menti a mim mesma e a todos que nunca havia me apaixonado, mas eu mentia até para mim mesma. Eu havia criado uma regra que eu achava que poderia seguir ela “Nunca se apaixonar”, eu consegui a seguir por uns longos e bons anos, mas eu apenas estava atrasando o inevitável...
Eu havia me apaixonado... Eu havia sim me apaixonado, duas vezes pela mesma pessoa que eu havia odiado por tantos e tanto anos, agora estava me beijando e eu estava adorando. Podia sentir todas aquelas sensações que os livros descrevem. Neste momento eu estava sentindo.
Eu estava apaixonada!
Uma simples frase composta por três simples palavras alegravam meu coração e clareavam a minha mente. E não era delírio por causa da bebida, não... Era real e eu podia sentir isso naquele momento.
Marcos e eu nos separamos do nosso beijo. Estávamos no mesmo lugar de antes. Quando abri a boca para falar alguma coisa, ele falou primeiro no meu ouvido fazendo com que eu me arrepiasse.
- Passa a noite aqui! – Ele falou e antes mesmo deu responder ele havia me beijado novamente...
Desta vez não era aquele beijo de antes. Agora era mais feroz, mais rápido e mais quente. Suas mãos continuavam em minha cintura e as minhas em seu cabelo brincando com seus fios. Ele começou a me puxar com suas mãos em minha cintura em direção a sua cama beijando meu pescoço e me fazendo ficar arrepiada. Quando dei por mim, eu estava em cima de sua cama e ele estava em cima de mim. Suas mãos dançavam em meu corpo e eu não queria parar, como eu fiz com o Thiago. Não, eu queria que ele me quisesse... Pena que não foi isso que eu demostrei com meus atos.
Quando ele passava suas mãos em meu corpo e eu o mesmo fazia, eu parei de lhe beijar o que deixou ele com um olhar de interrogação, como havia feito com Thiago, mas desta vez não fiz o mesmo com Thiago, afinal com ele era tudo diferente, devia ser diferente. Sai de baixo de Marcos sentando-me ao seu lado na cama. Olhei para ele, cujo me olhava sem entender ainda. Beijei-o mais uma vez de uma forma calma e clara e ele me retribuiu... Fiquei de pé e baixei minha blusa (agradeci que estava de sutiã). Dei um sorriso para ele e andei até a porta. Antes de sair eu falei:
- Eu te odeio!
Ele me olhou e sorriu. Ele havia entendi os sentidos de minhas palavras e sorriu com aquele seu sorriso que quase nunca dá o de menino brincalhão.
- Eu também te odeio! – Ele respondeu e fechei a porta.
Andei cambaleando até meu quarto. A bebida de meu corpo parecia não me afetar mais. As imagens que eu acabei de vivenciar estavam nítidas em minha mente aparecendo todo o momento de distração enquanto andava até meu quarto. Devia ser quase três da manhã e todos dormiam tranquilamente e eu andando sem fazer barulho até chegar ao meu quarto.
Entro e tranco a porta. Caiu no chão em encostada na porta e começo sorrir sozinha. Não tenho palavras para descrever o que estava sentindo naquele momento, mas era algo bom... Algo que eu estava precisando na minha vida.
Eu havia o perdoado por ter mentido para mim, pois quem ama sempre perdoa. Mas era apenas ele que eu havia perdoado. Thiago ainda estava engasgado na minha garganta e Alex havia ganhado alguns pontos pela bebida.
Joguei-me na cama como estava mesmo e adormeci com um sorriso no rosto e uma frase em minha cabeça: “Estou apaixonado por Marcos Stuart!”.
Notas finais
6 - Estou aguardando review's ansiosa para saber o que estão achando da fic, o que acharam deste capítulo e o que querem que eu mude.
7 - Para as pessoas que nunca tem o que comentar na minha fic e que favoritam e nunca deixaram um review aqui vão algumas sugestões: Qual é a sua cor favorita? E o seu programa favorito? Qual é o seu escritor favorito ou você prefere livros do Brasil ou dos estrangeiro?
8 - Eu postei uma nova fic, e estou super insegura quanto a ela. É neste mesmo estilo, mas não é um diário. Se chama "Meu Namorado de Mentira". É comédia e tem romance no meio... Típico que nem esse. Se puderem dar uma olhada, agradeceria.
9 - Se alguém quiser seguir o exemplo das fofas da Luana e da Uma Sonhadora e me deixarem feliz com uma recomendação, eu amaria. Juro!
10 - O próximo capítulo sai quando eu tiver mais de sete comentários, hein?
Beijos e até mais!
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