Querido Diario da Minha Irmã!
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Boa leitura =)
Seu nome, Paola Carvalho, recém formada em direito. Seu pai era um mega empresário do ramo de bebidas! Uma jovem de 25 anos. Era rica, inteligente, determinada e absolutamente linda! Enfim, era dona de varias qualidades! E por onde passava arrancava suspiros...
Mas tinha um \"pequeno grande\" defeito, ela era altamente egoísta e nunca se apaixonava! Tratava as pessoas como experimentos sexuais. E não tava nem ai pra isso, ela só se importava com sua vida profissional, que era bem sucedida, diga-se de passagem! Ela só pensava em subir na vida. Visava ser a melhor entre tantos. Julgava-se capaz, e inatingível! Por isso achava que vida pessoal se resumia a sexo, compras e almoço de família aos domingos.
Ia pra balada só para \"caçar\", achava o \"boy\" mais belo, e gostoso, e se jogava! Abusava no jogo da sedução! Mas ela podia...
12/06/2010 – Dia dos namorados
Querido diário...
Hoje dias dos namorados decidi não passar sozinha, chamei umas amigas e fomos para uma boate. Lá me joguei na pista de dança, estava em perfeita sintonia com o ritmo da musica eletrônica, seduzia, encantava homens e mulheres que chegavam aos montes pra perguntar meu nome, telefone, \"se rola!\" (rs\')
Eu era de fato o \"centro das atenções\" de todos e todas, ou quase todos e todas. Na mesma boate vi uma garota, aparentava ter uns 21, 22 anos de idade. Estava distante, não me notava como os outros, era indiferente a meu jogo de sedução!
Fiquei intrigada, como alguém não me dava à devida atenção que eu merecia?
\"Essa garota é louca?! Não esta me vendo aqui?!\"- pensei.
Decidi que meu alvo da noite, diferente das outras noites a qual só \"pegava garotos\", seria aquela garota! Que por sinal era linda!
Fiz de tudo pra chamar sua atenção! Dançava sensualmente, como nunca havia dançado, fazia caras e bocas e nada, nem fui notada. A garota não tava nem ai. Só curtia a festa, a música e sua garrafa de Ice que ela trazia na mão. Era como se fosse sua ultima festa.
Não me conformei, decidi partir para uma abordagem mais drástica. Cheguei em uma amiga pedi uma garrafa de cerveja que ela havia acabado de abrir, praticamente tomei de sua mão. Aproximei-me dela e derramei a bebida “sem querer” em sua blusa...
- Desculpe!! Sinto muito! Não foi minha intenção! – Fingi arrependimento por tê-la molhado.
- Droga!! Olha o que você fez garota! Me molhou toda! – Ela disse sem paciência.
- Desculpa! De verdade... – Fiz cara triste. Sou uma excelente atriz!
- Ta! Não precisa fazer essa cara também! Esquece, eu vou ao banheiro limpar isso. – Sorri lindamente. Fiquei paralisada ao ver seu sorriso, era o sorriso mais lindo que já vi na vida.
- Qual seu nome?! – Perguntei quase em desespero, tive medo de nunca mais vê-la e não saber sequer seu nome.
- Ana. – foi em direção ao banheiro da boate.
Percebi que a garota não tinha perguntado meu nome, ou feito a menor questão de saber, dirigi-me ao banheiro atrás de Ana.
“Como eu não despertei nela nem a curiosidade de saber meu nome?!” – Pensava. Não gostava nada da idéia de existir alguém totalmente “imunizada” a mim.
Chegando ao banheiro, o qual estava vazio, ou quase, pois ali só havia Ana, de sutiã, tirou a blusa para passar água. Quando vi sua perfeita silhueta, seu lindo busto que parecia ter sido desenhado de tamanha perfeição. Não segurei o sorriso. Ana logo notou minha presença, onde era bem vista pelo meu reflexo no espelho e sorrindo disse...
- Veio me dar outro banho de cerveja?
- N-Não! – Gaguejei. Era inevitável a dificuldade em minha fala.
- Então veio me ajudar? – Sorri maliciosa. Pela primeira vez fiquei sem graça.
- Ér... Bom... Eu... – Não sabia o que dizer e quando tentava pronunciar algo, minha voz não saía, e se saia algo era incompreensível. Nem eu entendia!
- Vai ficar ai gaguejando, ou vai me ajudar a limpar onde derramou bebida? – Me encarou séria.
Me aproximei e tentei pegar a blusa para esfregar onde tinha uma mancha, onde seria o local que o liquido alcoólico havia sido derramado, estava na altura do busto...
- Não! Eu já esfreguei isso! Agora só falta limpar aqui. – Apontou pro seu busto. – Molhou aqui também! – Deu um sorrisinho safado.
Entendi seu recado e entrei na brincadeira – Nossa! Isso não pode ficar assim, tem que limpar logo! – Disse maliciosa. Seria a primeira vez que eu tivera qualquer coisa com uma mulher. E que mulher!
Avancei em cima de seu busto e comecei a “limpar” com minha língua, confesso que cerveja derramada no busto de Ana fica bem melhor! Ao contrario da cerveja normal, seu gosto na pele de Ana tornava-se doce. Eu não consegui parar até lamber até a ultima gota de cerveja que ali estava. Mas como eu ainda estava com uma long neck na mão e cheia, diga-se de passagem, eu teria muito trabalho pela frente ainda. Logo tratei de derramar mais um pouco entre seus seios, e com um pedido de desculpas e uma rápida eficiência comecei a “limpeza” novamente. Fui até a porta e a tranquei por dentro, que as outras garotas usassem outro banheiro! Voltei até minha doce Ana a deitei na espaçosa pia daquele banheiro e com minha inseparável garrafa de cerveja fiz um caminho derramando cerveja em cima de sua barriga, provocando-lhe um certo arrepio, confesso que fiquei excitada ao ver seus pelos eriçados! Eu a encarei para ver se ela aprovava o que eu estava fazendo, se eu não estava indo longe de mais, ela sorriu pra mim como se me desse permissão. Eu logo segui meu “perigoso caminho”, caminho esse que me levaria a um certo ponto que eu até então só conhecia por fora! Fui me demorando um pouco na região da barriga, percebi que era seu ponto mais sensível, ela gemia em resposta. Logo continuei a trilhar meu caminho, o que eu não sabia era que aquele seria o caminho de minha felicidade, e a dela também...
- Quê? Como assim?! A Paola curte meninas?! Choquei com essa...
- Pirralha o que você ta fazendo no meu quarto?! – Berrava.
Logo escondi o seu diário dentro de minha blusa, eu tinha que terminar de ler! Quero saber se o “bagulho é explicito!! Se ela foi tão longe!!
- Vaza do meu quarto pirralha!! Agora!!
- Calma maninha! To de saída já! Não precisa me chutar que nem sapo não! Fui! – caminhei até meu quarto.
Bom... Me chamo Luiza, e a senhora perfeição e pegadora, (pelo que acabei de ler) que citei antes é minha irmã mais velha! Tenho 19 anos sou o oposto de Paola, meus pais me acham a “ovelha negra da família”, cara isso é tão Rita Lee!! Mas tudo bem... Paola, senhorita perfeição, orgulho do papai, dengo da mamãe, lésbica? Interessante!
Ok! Eu também curto garotas, mas ela?! O símbolo da heterossexualidade! Bom acho que posso tirar algum proveito nisso...
Continua... (Ou não!)
Notas finais
Agradeço o HHenry que me ajudou horrores!
Bjão a todos q leram
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