Notas iniciais
Hey. Desta vez eu demorei só cinco dias, hein? kkk Este capítulo já estava pronto e eu quis postar logo ele. Poisé.
Antes de mais nada agradecimento mais do que especial para Dehbi e BrLoira pelas lindas recomendações. Obrigada! Cap. dedicado a você. Também quero agradecer a Mandy por ser uma fofa e me colocar no perfil dela (vc é perfeita, já disse?) e Bels que escreveu um capítulo grande, mas lindo. Obrigada!
Quero dar as boas vindas tbm para os leitores novos (e fantasmas) e as pessoas que favoritaram a história... Obrigada.
AVISOS.
Como devem ter percebido eu não gosto de colocar nomes de marcas, músicas, bandas nem nada que relacione a vida real, certo? Está história é bem neutra. Porém, eu queria uma música e eu não tenho talento para inventar uma decente e minha irmã não queria escrever uma decente para mim.. Então, eu procurava uma música da banda Siste Hazel (amo!), mas não achei nenhuma que combinasse... E por algum motivo estranho, eu encontrei esta "I Think I Love You" de "The Partridge Family" que era perfeita para o momento. Não gostei de como ela é cantada, mas fiquei apaixonada pela letra. Ela nem tinha tradução, então dei um jeito, por isso peço perdão por algum erro.
FIM DE AVISOS.
Boa leitura!
PS: MUDEI O NOME DO CAP. TÁ? ANTES ERA "EU ACHO QUE TE AMO" (:

Marcos me olhou mais uma vez com um sorriso de dar inveja a qualquer pessoa que não havia recebido um sorriso de tirar o folego daqueles. Eu retribuo o sorriso. Ele abriu a boca e começou a cantar. E eu nem sabia que ele tinha essa façanha de cantar e tocar.

Marcos, mil e uma utilidades!

“I'm sleeping
And right in the middle of a good dream
Then all at once I wake up
From something that keeps knocking at my brain
Before I go insane
I hold my pillow to my head
And spring up in my bed
Screaming out the words I dread ....
"I think I love you!"

(I think I love you)”

Eu estou dormindo

E bem no meio de um sonho bom

Então, de repente eu acordo.

De algo que mantém batendo em meu cérebro

Antes que eu fique louco

Eu prendo meu travesseiro na minha cabeça

E surgi em minha cama

Gritando as palavras que eu temo...

"Eu acho que eu te amo!"

(Acho que eu te amo).

“This morning, I woke up with this feeling

I didn't know how to deal with

And so I just decided to myself

I'd hide it to myself

And never talk about it

And did not go and shout it

When you walked into the room…

"I think I love you!"

(I think I love you)”

Esta manhã, eu acordei com esse sentimento.

Eu não sabia como lidar

E assim eu decidi-me

Eu escondi isso para mim mesmo

E nunca falar sobre isso

E não ir e gritar

Quando você entrou no quarto...

"Eu acho que eu te amo!"

(Acho que eu te amo)

“I think I love you

So what am I so afraid of?

I'm afraid that I'm not sure of

A love there is no cure for

I think I love you

Isn't that what life is made of?

Though it worries me to say

I've never felt this way”

Eu acho que eu te amo

Então, o que eu estou com medo de quê?

Tenho medo de que eu não tenho certeza de

Que não exista uma cura para o amor

Eu acho que eu te amo

Não é isso que a vida é feita?

Embora isso me preocupe a dizer

Eu nunca me senti assim

“Believe me

You really don't have to worry

I only want to make you happy

And if you say

Hey, go away, I will

But I think better still

I'd better stay around and love you

Do you think I have a case?

Let me ask you to your face

Do you think you love me?”

Acredite em mim

Você realmente não tem que se preocupar

Eu só quero fazer você feliz

E se você diz:

“Hey... Vá embora”, eu vou.

Mas eu acho que melhor ainda

É melhor eu ficar por aí e te amo

Você acha que eu tenho um caso?

Deixe-me perguntar-lhe a sua cara

Você acha que você me ama?

“I think I love you

So what am I so afraid of?

I'm afraid that I'm not sure of

A love there is no cure for

I think I love you

Isn't that what life is made of?

Though it worries me to say

I've never felt this way”

Eu acho que eu te amo

Então, o que eu estou com medo de quê?

Tenho medo de que eu não tenho certeza de

Que não exista uma cura para o amor

Eu acho que eu te amo

Não é isso que a vida é feita?

Embora isso me preocupe a dizer

Eu nunca me senti assim

“I don't know what I'm up against

I don't know what it's all about

I've go so much to think about

Hey! I think I love you!

So what am I so afraid of?

I'm afraid that I'm not sure of

A love there is no cure for

I think I love you

Isn't that what life is made of?

Though it worries me to say

I've never felt this way”

Eu não sei do que eu sou contra

Eu não sei o que é sobre tudo

Eu tenho muito para pensar

Ei, eu acho que eu amo você!

Então, o que eu estou com medo de quê?

Tenho medo de que eu não tenho certeza de

Que não exista uma cura para o amor

Eu acho que eu te amo

Não é isso que a vida é feita?

Embora isso me preocupe a dizer

Eu nunca me senti assim

“I think I love you!

So what am I so afraid of?

I'm afraid that I'm not sure of

A love there is no cure for

I think I love you

Isn't that what life is made of?

Though it worries me to say

I've never felt this way”

Eu acho que eu te amo!

Então, o que eu estou com medo de quê?

Tenho medo de que eu não tenho certeza de

Que não exista uma cura para o amor

Eu acho que eu te amo

Não é isso que a vida é feita?

Embora isso me preocupe a dizer

Eu nunca me senti assim.

Ele terminou de cantar soltando as ultimas palavras com um sussurro apenas para eu ouvir, o que foi meio difícil já que estávamos no meio de um circulo com a escola inteira ouvindo sua declaração para mim...

Eu não tinha palavras para descrever o que estava sentindo naquele momento. Era um misto de felicidade, prazer e amor que sentia. Cada sentimento bom que eu havia em meu corpo atropelava um ao outro me deixando eletrizante, eufórica.

Ele tirou o violão colocando ao lado do banco que estava sentado. Andou até minha direção com aquele seu andar de moleque, ou melhor, ele parecia mais que estava desfilando enquanto vinha em direção. Ele passa suas mãos pela mina cintura em um movimento rápido que me pega de surpresa e me trás mais para perto dele com um sorriso. Fiquei encostada em seu peito.

Ele tem pegada! Isso eu não posso negar!

Escuto sua risada de criança quando eu faço uma careta por algumas palavras bobas que ela havia soltado no meu ouvido. A rodinha entre a gente ainda está feita e todos esperam por alguma coisa além... Algo a mais. E Marcos não é de decepcionar o público.

Ele coloca sua mão na minha nuca me puxando para um beijo calmo, apaixonante... Mas ao mesmo tempo de tirar o folego, como se necessitasse de mim naquele momento. Bem, ele tinha um jeito de me beijar que apenas ele conseguia fazer isso. As pessoas em nossa volta explodiram em uma sinfonia de gritos, assovios e palavras sem nexo. Consegui até ouvir um “até que enfim” de alguém.

Marcos se separa de mim. Buscamos ar e ele me beija novamente, quase um segundo depois. E eu não tenho palavras para descrever o momento que vivo agora. Depois de alguns segundo a mais e ele se solta de mim e sai andando. Tipo, o garoto me beija até eu ficar sem ar e depois sai andando. Quando eu estou pronta para protestar, percebo que tem um “porque” dele sair.

Ele anda do mesmo jeito de antes até a capa do violão esquecida contra uma parede e tira uma coisa de dentro dela. Percebo que não é nada relacionado ao violão quando está voltando em minha direção. Havia uma caixinha de veludo com a cor verde em sua mão.

Ele me entrega e eu sem esperar mais um minuto a abro tomando cuidado devido à delicadeza da caixinha. Assim que eu abro, meu rosto se ilumina de uma maneira que deixa claro que não tinhas palavras. Pareciam que os raios do sol estavam em meu rosto irradiando alegria.

Dentro da caixinha havia uma folha dobrada em dois, colocada propositalmente ali dentro com todo o cuidado para que seja amassada dentro da caixinha de veludo. Levantei a folha e encontrei algo que eu nunca pensei que veria. Encontrei um pingente em formato de pato colorida. Isso mesmo, um pingente.

– Você lembrou? – As únicas palavras que saem da minha boca.

– Como eu poderia esquecer? – Ele responde com outra pergunta e eu nem me importo com isso. Marcos pega uma mecha de meu cabelo e coloca para trás da minha orelha enquanto ainda admiro o presente.

Há uma história atrás do tal pingente.

Quando estávamos na sétima série, fomos obrigados a fazer pares na sala para uma festa da escola. O único problema era que a professora que escolhia os pares e como o universo conspira contra mim, meu par foi Stuart. Nem eu nem ele estávamos felizes com a hipótese de apresentar um trabalho juntos, de dançar juntos e de passar uma noite juntos. Obvio que reclamamos para a professora, diretora, porteiro, tia da faxina, tia da cantina e até um eletricista que veio concertar o ar condicionado da sala. Mas não obtivemos nenhum sucesso quanto a isso.

Na noite da tal festa, eu estava muito triste e isso era perceptível pela minha cara e pelos meus suspiros que eu largava volta e meia. Marcos que parecia irritado comigo já, decidiu perguntar.

– O que aconteceu? Quebrou a unha? – Marcos pergunta deixando escapara uma risada sem humor.

– Não é da sua conta! – Eu respondo irritada.

– Por que não me conta o que é? Vai ver que eu ajude a melhor seu rosto, por que você está afastando as pessoas de nós com essa cara de bunda. – Marcos fala me olhando – E eu quero ganhar pontos, caso você não queria.

– Tá... Tá... Tá... – Concordo com ele. – Hoje eu fui numa loja por que tinha chegado uma coisa que havia encomendado, só que quando cheguei lá ela tinha vendido para outra pessoa.

– Que coisa é essa? Uma maquina do futuro? – Ele pergunta debochado. – Por que parece ser muito importante.

– É um pingente em formato de pato! – Eu falo e Stuart começa a rir sem parar me deixando mais irritada e ruborizada.

– É por isso que você está assim? – Ele pergunta e eu apenas faço sim com a cabeça, já que não confiava nas palavras que eu poderia dizer para ele. – Então, se você for um pouco mais simpática hoje, eu prometo que compro um pingente para você.

– Promete?

– Sim!

Bem, aquela promessa foi esquecida ali. Eu nunca encontrei mais o pingente que queria, e ele não lembravam mais da promessa e não seria eu quem o lembraria. O tempo passou e nenhum dos dois lembrava-se daquela “trégua” que tivemos...

Até agora!

Passei os dedos pelo pingente sentindo-me mais do que feliz. As pessoas ainda continuavam ali esperando o show terminar, elas sabiam que ainda vinha algo por ai. E eu nem me importava que houvesse mais pessoas assistindo nosso desempenho naquele momento. Na minha cabeça, só havia duas pessoas no mundo: Eu e Marcos.

Voltei minha atenção então para o papel dobrado cuidadosamente. O peguei na mão e o abri. Havia três frases escritas nele com uma caligrafia cuidadosa, mas ao mesmo tempo demostrava relaxamento.

“Quer namorar comigo?” Era a primeira frase, riscada com uma caneta.

“Vamos sair para comer alguma coisa?” Dizia a segunda frase, riscada também.

“Olhe para mim neste momento!” Está era a terceira frase. Não estava riscada e deixava claramente que era o que ele queria quando eu lesse a frase.

Levantei meus olhos para aquele ser que estava sorrindo.

Naquela hora eu soube, quando meu coração ficou mais acelerado quase saindo do meu corpo, quando minhas mãos ficaram frias sendo que estava calor, quando meu cérebro não pensava em nenhuma outra coisa, quando eu sorria que nem boba por motivos que eu nem sabia direto... Quando eu levantei meus olhos para encarar aqueles olhos castanhos que eu amava tanto admirar... Eu soube que ele era o cara.

Ali na minha frente estava o cara da minha vida.

Ali estava o cara que eu queria sempre ao meu lado apesar de tudo.

Ali estava o cara que é errado de um modo certo.

Ali estava o cara que eu amo e sei que sempre amarei.

– Quer namorar comigo? – Pergunta ele sussurrando no meu ouvido antes mesmo deu perceber seu gesto e me fazendo arrepiar como nunca antes.

Notas finais
Gostaram? Mereço review? Está música não é mais do que perfeita? Cara ei estou apaixonada por ela. kkkk masok.
Quero dizer que o próximo é o penúltimo capitulo (sem contar com o extra) e a fica acaba :( Quando escrevi o ultimo capitulo eu chorei cara, sério. bubu Afinal, Q.D.C.M.C é tipo... Minha vida! Sei lá quantos meses passei escrevendo ela e agora vai terminar. masok.
Espero pelo menos um "gostei" ou um "odeie" neste capítulo, por favor. Estou sem muitas ideias para colocar aqui como perguntas, então deixo a critério de vcs mas assim mesmo quero toda a cambada reunida para passar dos 20 review's (novamente o/)
Acho que é só... Por enquanto.
beijos e até o próximo!!
ps. cap. postado com mais de 20 review's. (:
Amo vcs u.u