Quem sou e quem és, poesia.
1 Eis-me.
Doce Ana, que amas tão convicta que serás correspondida.
Crescestes imaginando o lado bom da vida,as flores que cativas estão murchando.O tempo está se esvaindo, e seu pensamento nele confunde-se.Ao imaginar teu sorriso, teus braços a te acolher, como um guardião guardar-te.Afogar-te ao raso, esperando que haja nele um oceano não encontrado.Não se iluda, doce menina.Pare com esses afins e dê-lhe um fim,em tua mente, em teu coração, nas memórias.Pois por fim, acorde! Ana, eu não lhe criei assim!Ana Raquel BelgaVocê chegou ao fim do livro. Parabéns!
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