Novamente, começamos com o cenário da Yorozuya.

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-Isso de novo...

-Relaxa, Shinpachi, cada cinco minutos disso, são cinco minutos que a gente não vai se meter em confusão, já parou para pensar nisso?

-É... Você tem razão, Gin-san.

-Sim, sim, claro que sim, agora crie algum assunto para preenchermos esse tempo.

-Gin-chan! Gin-chan! Eu esqueci de te dizer algo!

-Ahn? O que foi, Kagura?

-A velha disse que nós vamos ter que trabalhar no bar por algum tempo.

-O que?!

-É... Por causa do computador que quebramos!

-Você quebrou.

-Gintoki! Você e seus amigos estão atrasados! – A voz de Otose era ouvida, acompanhada de estocadas que ela dava no teto com uma vassoura.

-Isso é mal!

-Nós deviamos ter começado hoje cedo.

-Droga, garota chinesa esquecida, apenas vamos logo para lá!

-Mas... Gin-san... E os cinco minutos de imagem congelada?

-Quem liga para isso, Shinpachi? Cada minuto aqui será um minuto que teremos que trabalhar a mais!

Logo os três estavam a disposição de Otose, prestando serviços para a mesma no bar. Na hora do almoço, o movimento começou a ficar maior.

-Kagura, leve esse arroz com carne para a mesa dois. – ordenava Catherine.

-Ok! – A garota pegava a bandeja e se dirigia ao cliente. – Aqui está o seu arroz, aru!

-Você comeu metade do meu arroz! – O cliente esbravejava.

-Eu podia imaginar que seria assim.... – Gintoki falava para sí mesmo.

-Ei, Gintoki, não fique ai parado, veja o que a mesa sete quer! – Grita Otose.

-Hai, hai... – Gintoki, desanimado, concorda e vai até a mesa.

-ZURA?

-Yo, Gintoki!

-O que você está fazendo aqui? E sem se disfarçar? Eu vou ligar para o Shinsengumi agora!

-Não! Não faça isso! – Zura segurava o kimono de Gin. – Eu estou mostrando a cidade para o líder das operações interestaduais do Jouishishi.

Zura passava seu braço pelos ombros de um homem ao seu lado, que mantinha um fixo olhar para baixo, não se mexia e não falava, segurava um copo de bebida, apesar deles não terem pedido nada até agora.

-Ele é o Herrardo! Herrardo, esse é o Gintoki! Ele será um membro do Jouishishi em breve.

-Não serei! E você tem certeza que esse homem pelo menos te conhece? Parece que é só alguém que você sugou a alma...

-É claro que me conhece, eu e Herrardo somos grandes amigos, não é Herrardo-kun! – Zura ria, sacudindo Herrardo, que não esboçava nenhuma reação, com seu braço

-Certo, o que você vai querer pedir seu estranho?

-Talvez um sakê... O que? – Katsura direcionava seu olhar para Herrardo. – Ah, sim, ok. Gintoki, dois sakês.

-Ok ok... Um sakê para vivo e um sakê para semi-vivo...

Gintoki entregava o papel com o pedido para Tama e logo após pode ser ouvido o som do telefone tocar.

-Gintoki, atenda o telefone! – A velha gritou.

-Ok...Ok... Alô?

-Alô! Yorozuya-san! Quando você me chutou no último capítulo me mandou para um lugar que eu não sei aonde é. – A voz era de Hata-oji. – Parece ser uma floresta... Bem assustadora... Por favor, venha me buscar.

-Mude-se logo para o D.Gray-Man, príncipe aberração! – Gintoki gritava, desligando o telefone imediatamente.

Tama chegava com os sakês e dá eles a Gintoki, para que entregasse a Katsura.

Gintoki chega na mesa e nesse momento o telefone toca novamente. Katsura exibi um sorriso de canto de boca quase imperceptível.

-Deixe os sakês na mesa, eu vou ao banheiro. – E se levantava.

-Gintoki, venha cá! – Otose chamava

Gintoki se aproximava e recebia a notícia de que iria fazer uma entrega. Uma das bebidas mais caras que Otose tinha no bar, então ele deve fazer tudo para protegê-la no caminho.

-Esse bar faz entregas, velha?

-Não, mas o cliente é uma pessoa do governo muito importante, então faremos dessa vez.

-Ok. Isso aqui é algo muito caro, não é? É melhor eu não estragar tudo.

Otose cobria a grande garrafa com um papel, como se fosse um presente e coloca em uma sacolada, dando a para Gintoki, junto com o endereço. O local era uma embaixada.

Gintoki julgou melhor ir a pé, pois podia sofrer um acidente com sua lambreta.

Ele saiu e caminhou metade do caminho, até que foi interrompido.

-Gintoki, agora eu acho uma boa hora para negociarmos sua entrada no Jouishishi!

-Zura!
-Não é Zura, é Katsura! – Ele protestava. – Mas enfim, aliste-se para o Joui nesse exato momento.

-Não!

-Nesse caso, terei que usar isso. – Katsura saca a espada que carregava. – Minha nova espada com a lâmina feita de metal que corta muito bem o vidro de garrafas de bebidas caras!

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.