Notas iniciais
Favoritem minha fic se vocês gostam dela! Isso ajuda muito!

Nós andamos pelo central park em silêncio. Passamos por vários ligares que ele me levava quando eu era criança. Chegamos a um restaurante que ficava na frente do central park. Era caro do jeito que meu pai gostava. Ele pediu a mesa de frente para a vista, que obviamente era mais caro que as outras.

Sentamos e ele pediu o cardápio.

– Bem pai, eu tenho muita coisa pra te falar. Um longa estória.

– Sou todo ouvido. — falou ainda olhando pra o cardapio.

– Pra começar, eu estou sem lugar pra morar.

– E o seu apartamento, que você dividia com aquela garota? — olhou pra mim confuso e ao mesmo tempo confuso.

– Nós brigamos. Eu preferi sair de lá. — o garçom trouxe o vinho e colocou o meu copo e o de meu pai.

– Faz quanto tempo? — tomou um gole do vinho.

– Um dia. Alias, obrigado por vir tão rapido. Eu achei que você demoraria meses pra vir. — sorri brevemente.

– Eu moro aqui em Nova York, esqueceu? Além do mais, você é o meu filho! — colocou a mão no meu ombro.

– Mesmo assim obrigado.

– Eu vou comprar uma casa mova pra você. Dessa vez não vai ser de aluguel, mas quando você se formar na faculdade eu vou te cobrar o dinheiro. Você precisa praticar a sua responsabilidade.

– Sim, eu irei te pagar sem falta pai.

– Vou resolver isso ainda hoje. Sua casa estará na sua mão na proxima semana.

O resto da noite foi só festa por estar junto com meu pai depois de tanto tempo sem ver ele. Comemos ate ficarmos cheios e bebemos até os nossos olhos não quererem mais se abrir. Nós combinamos de que nos veriamos mais vezes, e que nunca esqueceriamos da nossa amizade.

Voltei para a casa de Andrew de taxi. Já era bem tarde e decidi dormir sem nem dar boa noite a ninguem.

Acordei ja atrasado pra faculdade. Me arrumei correndo e sem me esquecer do encontro que eu teria mais tarde.

Chegando na faculdade, eu ja estava atrasado então fui direto pra sala.

O professor passou alguns trabalhose a aula foi curta. Quando todas as aulas acabaram eu sai da sala e fiquei esperando Kristen na porta da sala dela. Me encostei na parede e esperei.

– Meu gatinho? — a voz de Nichole arrepiou minha espinha.

Olhei para o lado e ela estava la, encostada na parede me olhando.

– Não sou seu gatinho!

– Ah, agora você é o gatinho daquela vadia? — apontou pra dentro da sala.

– Você é muito infantil. Você esta me cobrando de uma coisa que você não cumpre, e pra sua informação ela não é uma vadia. Ela é minha namorada!

– Como é? — Kristen respondeu saindo de dentro da sala.

– É Josh, explica isso!

– Vem Kristen, eu te explico isso lá fora. — comecei a andar e ela me seguiu.

– Olha, a estória é longa por isso é melhor falarmos no lugar onde quero te levar.

– Tudo bem, mas é bom a explicação ser boa.

Chamei um taxi e falei o destino bem baixo pra ela não ouvir. No meio do caminho ela encostou a cabeça em meu ombro e eu segurei sua mão. Ao chegarmos, tapei os olhos dela com as mãos e parei na frente do lugar. Tirei a mão e deixei ela falar!

– Ai meu Deus! Um parque de diversões! — Sorriu o me abraçou forte.

– Você gostou? — beijei seu rosto.

– Adorei! A ultima vez que vim aqui eu ainda era criança. Na verdade nem me lembro qual parque eu fui mas eu era pequena.

Abracei ela com tanta força que sentu sua respiração sair apertada. O perfume do seu pescoço era doce.

Ela saiu andando na frente e parou em uma barraquinha de mine games. Tinha que jogar a bolinha em um alvo e assim ganhar um urso.

– Eu jogo, e vou te dar um ursinho lindo — disse a ela que não parava de sorrir.

Tentei 2 vezes e finalmente acertei o alvo.

– Escolha o que quiser — disse o cara da barraca apontando pra uma montanha de ursos. Peguei um cachorro branco e bem grande e dei pra ela.

– Que lindo Josh! — Abraçou o urso e cheirou ele.

Pegamos dois algodões doces e fomo na roda gigante. A roda parou no topo.

– Uau, a vista daqui é linda! — falou enquanto ficava boquiaberta.- Bem Josh, esta tudo lindo mas você me deve explicações.

– Tudo bem. Eu briguei com Nichole e sse sai de casa. Agora ela me odeia e te chama de vadia.

– Qual o problema dela?

– Eu não sei, mas quando ela te chamou de vadia eu disse que você era minha namorada...foi quando você chegou.

– Ah, entendi.

– Mas tem algum problema nisso? — me virei pra ela e me aproximei.

– Se foi pra me defender acho que não. — sorriu. Ela se aproximou mais que o normal. Não me segurei e roubei um beijo dela.

Senti sua respiração acelerar e meu corpo ficar quente. Puxei seu corpo pra mim, mas acabei deixando meu algodão doce cair. Ela jogou o dela fora e segurou meu pescoço com força. Ela não me interrompeu nem me empurrou. Simplesmente continuou a me beijar com um fogo que não cessava. Por fim a roda voltou a girar e nós paramos de nos beijar mas não nos separamos.

– Você é tão boa pra mim! — alisei seu cabelo.

– Não vai se animando não. Ainda somos só amigos até que você me prove o contrário. — sorriu maliciosa.

– Você esta me propondo uma amizade colorida?

– Talvez!

– Eu me recuso a isso. De amizade colorida pra mim chega. — dei mais um selhinho. — Eu só gosto de você.

A roda finalmente chegou ao chão e nós descemos. Segurei sua cintura e ela não reclamou. Eu finalmente estava me sentindo 100 % confortável.

Levei ela até uma barraquinha de churros que a proposito estava muito bom. Voltamos a andar sem destino.

– Você beija bem garoto! — me deu um beijo.

– Ah se eu disser que você beija bem vai ser um insulto ao seu beijo.

– Para seu besta!

Depois de brincarmos na montanha russa e eu tomar um banho de refrigerante no mesmo, levei ela pra casa.

– Subo ou não? — ri alto.

– Melhor não, nós ja tivemos o suficiente por hoje. — riu maliciosa.

– Tudo bem....

– Quer saber de uma? Vem! — me puxou pela camisa pra dentro do ap dela!

( continua )

Notas finais
O que será que vai rolar la dentro? Hahaha!