Notas iniciais
Oiê! ^^ Está tudo bem com vocês? Amores, eu estou viva e eu estou achando que vocês estão querendo me matar e.e mas finalmente to d férias, passei esse últimos meses estudando p concurso público, aprimorando meu estudo em inglês e ainda arranjando tempo para escrever o meu romance, sem contar a escola, mas to d volta e espero q vcs gostem do cap xD

“—E... Agora que eu cheguei, não pretendo ir embora tão cedo...—Murmurou a Haruno, arregalando as orbes verdes, parecendo uma louca.”

Naruto Uzumaki:
Logo depois de dizer aquilo, Sakura desapareceu de nossa vista, num piscar de olhos e antes que eu pudesse fazer alguma coisa, a vi atacar Kagome como um animal selvagem e demoníaco. A sacerdotisa usava um mantra para se proteger da rosada até que Inuyasha tomou-lhe as dores. Eu encarava tudo aquilo como um espectador, perplexo demais com a nossa mais nova e complicada inimiga. A Haruno estava diferente em relação as outras vezes, nem parecia mais a mesma... Suas unhas estavam semelhantes a garras, e por entre seus lábios, guinchos e urros podiam ser escutados a distancia, além da espuma de cólera que pingava como veneno de seus dentes de aspecto animalesco. Sua face sempre angelical e amiga, agora estava em uma mascara horrenda e deformada emoldurada por uma juba rosada.
Dava para notar que ao lutar, Inuyasha mais se defendia do que atacava, não desejava matar a garota, mesmo aquilo soando quase impossível naquela situação. Enquanto isso Naraku gargalhava e batia palmas, como uma espécie de criança macabra que se divertia vendo algum espetáculo circense. Corri até ele, já preparando o meu rasengan, mas instantes antes de alcançá-lo com o meu golpe, o moreno incrivelmente segurou o meu pulso, não se deixando ser atingido.
Tentei com todas as minhas forças fazer com que o meu rasengan o ferisse, mas a força desse cara era extrema, impedindo qualquer movimento meu, sem esforço algum, me encarando como se eu fosse apenas um pirralho idiota e irritante.
—Não atrapalhe a minha diversão, moleque...—Decretou ele, seus olhos escarlates perfuravam a minha alma.
Sasuke vinha ao meu auxilio, mas gritei antes que se aproximasse:
—Cuide da Sakura!
Naraku soltou aquela risadinha bem cínica e canalha ao dizer para mim com um ar de superioridade:
—Ela não é mais a mesma garota com a qual vocês cresceram. Ela é minha...—Sussurrou sadicamente, rindo ao perceber seu objetivo alcançado, já que os olhos de Sasuke se tornaram vermelhos, brilhavam de modo maquiavélico, prontos para arrancar sangue de seus oponentes.
Continuei a encará-lo quando o vi com uma kunai na mão, a segurando com tanta força que até pensei que ele poderia quebrar a própria mão daquele jeito. Eu não hesitei ao vê-lo daquele jeito, sabia que a fúria era um grande alimento para a força de Sasuke, ainda mais se envolvesse a Sakura.
Eu sabia que nada que eu falasse agora impediria Sasuke de matar Naraku... Então eu deveria parar a rosada, mas ao mesmo tempo, eu não fazia a menor ideia de como fazê-lo, e a primeira coisa que eu fiz depois de me soltar de Naraku foi tentar imobilizá-la, saltando em suas costas.
Foi ago idiota, mas foi tudo o que eu consegui fazer... ficar me segurando nela como um idiota agarrado num touro mecânico, enquanto ela tentava me derrubar de suas costas, rosnando e me arranhando.

Sasuke Uchiha:
Eu estava cansado, cansado de lutar contra um oponente que além de ser rápido e forte, não parecia se cansar. Mas agora, arfando e encurvado como um fracote, eu me sentia mais cansado do que tudo, muito mais do que antes... Eu me sentia cansado de todo aquele pesado, cansado de toda aquela dor...
Respirei profundamente, encarando mortalmente Naraku, enquanto ele nem ao menos tirara o sorriso de seus lábios. Desembainhei a minha katana, a Kusanagi e avancei contra Naraku. A lâmina logo começou a ficar pulsante de chackra, de energia, de faíscas de relâmpago, estralando a todo momento, como se ansiasse para cortar meu oponente, que agora, recuava, o que me dava cada vez mais coragem e força para continuar a luta. Em um golpe muito bem calculado, o atingi em seu braço, e o mesmo caiu como se fosse feito de papel, sem nenhum sinal de sangue. Enquanto ele urrava de dor, eu vi, abismado, confesso, seu membro se desfazer, derretido em uma gosma marrom que eu não pude reconhecer o que era de imediato.
—É terra!— Gritou Kagome, em uma felicidade ensurdecedora, enquanto corria para perto de mim e ao ver a minha cara confusa.— Ele foi feito de terra e ossos, não é nada além de um cadáver ambulante.
—É tipo o Edo Tensei?—Indaguei.—Mas... quem o invocou então?—A sacerdotisa não pareceu ter entendido nada do que eu falei, mas respondeu:
—É bem parecido na verdade, mas eu não perderei tempo te explicando as singularidades. Só acabe com ele com esse seu raio, sei lá, isso desestabiliza a terra de seu corpo e ele desmembra...
Nessa hora, o homem recuperou-se de sua dor, e nos encarou, mas agora ele estava diferente. Uma mecha de seu cabelo impecável caiu em frente ao seu rosto pálido e doentio, a veia em sua testa saltava, assim como seus olhos arregalados que só faltavam cair de suas orbes. Seus lábios não mais exibiam o mesmo sorriso arrogante e superior, estavam disformes, rachados e pálidos, combinando com a careta que seu rosto formara. Agora ele não parecia tão ameaçador e indestrutível, mas parecia menos racional e mais imprevisível.
—Eu jamais serei derrotado por vermes rastejantes como vocês!— Urrou Naraku, sua cólera o fazia cuspir enquanto falava.
De dentro de seu kimono, surgiram coisas semelhantes a tentáculos, que assumiram o papel de suas pernas e o deixaram mais alto, mais longe de meus ataques. Com um manejo de mão, incontáveis insetos saíram de dentro de sua manga larga, na hora pensei ser um enxame de abelhas e pouco me importei, continuei avançando, mas logo notei que eram maiores que abelhas e me vi tendo que lutar contra elas primeiro. Eu escutei a risada de Naraku ao fundo quando uma delas afundou o seu ferrão em meu braço. A dormência em meu braço foi imediata e a minha firmeza para segurar a lâmina se esvaiu mais rápido do que eu gostaria de admitir.
Uma flecha passou zunindo por mim, sem ter nenhum alvo certo, mas a aura da mesma teve seu resultado, destruindo boa parte dos insetos.
—Deixe esses bichos asquerosos comigo!—Berrou Kagome, disparando outra flecha brilhante.
Tive que fazer uma força quase sobre humana para voltar a empunhar a minha katana de um modo digno. Avancei contra Naraku, desviando de seus tentáculos, os cortando quando possível, vendo com satisfação quando uma delas caia ao chão, se derretendo em terra. Usando toda a força que conseguia, consegui cortar o outro braço, e aquilo demarcou o fim eminente de nosso oponente. No chão, mutilado e ultrajado, o homem quase dava pena, parecia um lunático, e em um tom quase desesperador, gritou por ajuda:
—Jóia! Me ajude!
Sakura, que lutava contra Naruto, correu até seu companheiro, que já a aguardava com um sorriso esperançoso nos lábios. Mas foi então que a rosada fez algo que surpreendeu a todos, chutou o que restava do corpo moribundo de Naraku para o precipício, como se não fosse nada além de lixo. O grito do moreno ecoou durante a queda, e somente a Haruno não parecia ouvir o horror da morte carregando Naraku, exibindo um sorrisinho cínico ao dizer:
—Não preciso de inúteis perto de mim, Naraku e serviu bem, mas é hora do adeus.

Notas finais
Bem, esse é penúltimo capítulo dessa minha fanfic e já estou sentindo isso no meu coração T.T odeio finalizar fics... mas e então, o q vcs acharam? :*