Quem Disse que Era o Fim?

14 Capítulo 14 Reunião de família


Notas iniciais
Espero que gostem! Agora já atualizei! Esse capítulo é bem surpreendente!

\"Minto! Onde está você?\" Gritava Masaya enquanto corria pelo zoológico atravessando apressado a multidão.

Ele estava começando a ficar exausto. Corria tentando olhar para todas as direções ao mesmo tempo, mas nada. Nenhum sinal de Minto em lugar nenhum. Se ao menos ele soubesse o que tinha feito de errado. Ele não tinha idéia, mas pensava que devia ser uma coisa bem grave para ela ter lhe dado um tapa e depois ter saido correndo daquele jeito.

Claro que, se tivesse mesmo feito alguma coisa errada, ele não tinha a intenção, mas não conseguia deixar de se sentir mal por tudo aquilo. Mal e... Cansado. Ele parou de correr um segundo para recuperar o fôlego e aproveitou para olhar melhor a multidão ao seu redor.

Todos pareciam tão envolvidos em sua diversão, olhando os animais, tirando fotos, tomando sorvetes, que nem sequer notaram a presença dele ou a possível presença de Minto. Eram pessoas não só de Londres, mas sim de vários outros lugares também.

\"Ah Minto...\" Murmurou ele olhando para o chão \"Sinto muito.\"

Ele começou a andar em direção á uma árvore enorme que tinha no meio do parque. Só de olhar para ela, sabia onde estava. O zoológico era gigante, por isso para não se perder Masaya tinha visto no mapa que a aquela árvore marcava exatamente o centro do lugar.

Ele continuou andando até lá. Embaixo da árvore tinha um banco de madeira que, aos seus olhos, parecia muito confortável. Até porque, ele estava correndo fazia um bom tempo.

\"Não vou acahar a Minto no meio dessa multidão toda. Ela provavelmente já deve até ter saido desse zoológico... É melhor eu me sentar e descansar um pouco...\" Pensou ele. Mas foi só chegar mais perto do banco que ele percebeu.

Tinha uma garota de cabelo azul sentada lá. Ela olhava fixamente para o chão e estava sentada na extremidade do banco. Tudo bem que ele estava vazio, mas esse era um sinal claro de que ela não queria ninguém perto dela.

Masaya logo notou que era Minto.

\"Ainda bem que eu achei...\" Suspirou ele.

Andou cuidadosamente para perto dela. Não queria fazer barulho nem nada, pois sabia que se o fizesse ela iria notar e sair correndo novamente. Sentou-se ao seu lado, mas ela pareceu não notar sua presença.

\"Minto.\" Disse ele e ela se sobressaltou.

\"O que?!\" Ela olhou surpresa para o lado e viu que era ele \"Ah, é você\"

Ela se levantou e estava pronta para começar a correr novamente, mas Masaya foi mais rápido e segurou-a pela mão.

\"Me solte agora!\" Ordenou ela tentando se livrar dele, mas estava segurando seu pulso com firmeza.

\"Minto, eu só quero saber o que eu fiz? Falei alguma coisa errada? Por favor...\" Pediu ele e ela baixou os olhos para o chão \"...Por favor, me diz o que eu fiz para te deixar tão magoada.\"

A cena pareceu congelar.

Tudo em volta se movia normalmente. As pessoas continuavam andando, as crianças correndo, casais se abraçando... Mas Masaya e Minto não. Eles pareciam congelados.

A franja de Minto tampava o seus olhos de modo que Masaya não podia vê-los, mas ele pode ver com clareza o sorriso triste que surigu no rosto de Minto.

\"Ora, você não sabe? É isso que me doí mais...\" Murmurou ela.

\"O que...\" Ele não acabou de perguntar. Por algum motivo não sabia o que fazer. Se o fato dele não saber a machucava, o que aconteceria se ele continuasse perguntando? Não quis arriscar.

\"Sente-se... E, respire um pouco.\" Foi o melhor que ele pode pensar.

\"Hum...\" Murmurou Minto.

Eles sentaram no banco novamente. Ele olhando para ela atentamente, e ela fitando o chão.

\"O que...\" Murmurou ela muito baixo.

\"Eu... Não pude ouvir o que disse.\" Falou Masaya bem devagar.

\"O que... O que sente quando vê Kisshu e Ichigo juntos?\" Perguntou ela ainda fitando o chão.

\"Eu... O que?! Bem...\" Ele não esperava por essa pergunta.

\"Não venha me dizer que não liga... E nem eles não ficam juntos... Quero saber o que você sente.\" Falou ela com um tom triste, porém sério.

\"Olha, bem... Eu não sei ao certo.\" Ele olhou para a multidão passando de um lado para o outro na frente deles.

Minto sorriu tristemente de novo.

\"É mais fácil fingir que não vê, não é?\" Perguntou.

Masaya ficou em silêncio por alguns segundos e depois respondeu.

\"Sim, é.\" Ele surpreendeu-se ao ouvir suas próprias palavras.

\"Talvez...\" Murmurou ela \"Talvez eu não seja muito diferente de Kisshu... Aposto que para ele deve ser muito difícil ver você e Ichigo juntos o tempo todo.\"

\"Aposto que deve, mas no que isso torna você igual a ele...?\" Foi aí que Masaya entendeu tudo.

Minto suspirou sem nunca tirar os olhos do chão.

\"Nossa... Sou eu não, sou? Eu sou o culpado por tudo isso...\" Falou Masaya se sentindo mal consigo mesmo.

\"Não ao todo... Eu também tenho culpa nisso. Se não gostasse da pessoa errada...\" Murmurou ela.

\"Minto...\" Falou Masaya.

\"O que... Foi?\" Perguntou ela.

\"Me desculpe... Pelo que eu disse... Antes. Chamar Kisshu de idiota por continuar gostando da Ichigo... Você...\" Tentou explicar, mas Minto levantou sua mão em sinal de \'pare\'.

\"Tudo bem... Não teve a intenção. Mas... Preciso te perguntar uma coisa...\" Falou ela.

\"O que?\" Perguntou ele.

\"Como se sentiria se fosse ao contrário?\"

\"Como ao contrário?\" Perguntou sem entender.

\"Se fosse Kisshu quem namorasse Ichigo. Como se sentiria vendo isso? Continuaria gostando dela?\" Perguntou.

\"Minto eu...\" Ele não sabia o que dizer.

\"Responde!\" Minto levantou o rosto e fitou Masaya. Nos seus olhos algumas lágrimas se formavam.

Agora foi a vez dele fugir o olhar dela. Ele se sentia envergonhado de ter de responder aquela pergunta.

\"Eu... Não sei o que faria... Por que você está me perguntando isso?!\" Exclamou ele olhando para ela. Não disse isso assim tão alto como parecia... Sua voz estava falhando.

\"Porque... Porque eu não sei o que eu devo fazer. Não sei se deveria fazer o mesmo que Kisshu faz, ou se isso é pura idiotice...\" Ela começou e deixar as lágrimas escaparem.

Ele segurou delicadamente sua face e a fez olhar em seus olhos.

\"Eu acho... Que nunca é idiotice se é o que o seu coração fala...\" Murmurou ele, mas nem mesmo ele tinha certeza.

Eles passaram alguns segundos se olhando, mas por fim, Minto quebrou o silêncio.

\"Bem... Acho que sei o que fazer.\" Seus olhos não estavam mais molhados, mas sim sem brilho.

\"O que vai fazer?\" Perguntou ele.

\"Sabe...\" Ela levantou-se devagar e ele acompanhou \"Quando amamos alguém e não podemos estar com essa pessoa o que nos resta é... Ficar felizes por ver essa pessoa feliz. Mesmo que seja com um outro alguém...\"

\"Eu...\" Masaya tentou falar, mas não sabia o que dizer.

\"Agora já chega. E...\" Minto olhou para ele \"Você pode me fazer um favor?\"

\"Po-posso.\" Respondeu.

\"Me ajude a tirar fotos dos animais.\" Ela lançou-lhe um sorriso, mas esse ainda tinha um tom de tristeza.

\"Tu...Tudo bem.\" Falou ele.

Os dois caminharam devagar em direção ás jaulas dos animais.

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(Enquanto isso, no mesmo zoológico...)

\"Por aqui! Por aqui!\" Falava Pudin apontando o caminho.

\"Calma aí! Você quer esperar?!\" Reclamava Taruto.

\"Ei vocês dois! Não se percam ouviram?\" Avisou Zakuro.

\"Certo! Mas vamos logo Zakuro! Nós queremos ver os macacos!\" Pediu Pudin pulando de um lado para o outro inquieta.

\"Nós quem?! É você quem quer vê-los!\" Protestou Taruto emburrado.

\"Engraçado.\" Falou Pai com sua expressão de sempre \"Você antes estava ansioso para vir para cá. O que aconteceu?\"

\"Eu não estava ansioso nada! Me deixa em paz!\" Ele cruzou os braços e fez um biquinho.

\"Típica pirraça...\" Murmurou Ryou.

\"O que disse?\" Perguntou Taruto.

\"Disse para você ir logo ver os pandas, e os macacos com a Pudin. Ou quer que ela se perca e alguma coisa aconteça com ela?\" Ryou estava fazendo uma certa pressão psicológica. E pelo visto estava dando certo. Taruto piscou os olhos sem acreditar no que tinha ouvido.

\"Acontecer alguma coisa com a Pudin?\" Perguntou ele para Ryou \"Ei! O que você quer dizer?\"

\"Acho que você me entendeu. Olha só para ela.\" Taruto e ele olharam para Pudin que estava pulando entre as pessoas de um lado para o outro para ver os animais nas jaulas sem nem mesmo prestar atenção na conversa deles dois \"Ela é tão distraída quanto está animada desse jeito, que seria muito fácil ela se perder, ou... pior.\"

\"Pior?!\" Assustou-se Taruto.

\"Sim. Pior.\" Assentiu Ryou, agora ajoelhando para ficar mais perto de Taruto. Ele colocou as mãos do lado da boca, como quem conta um segredo \"Ela pode ser raptada por um estranho!\"

\"Um estranho? Raptada?\" Repetiu Taruto.

\"Sim, um estranho. \'Os estranhos\' geralmente andam em lugares que tem muita gente e levam criancinhas para longe e nunca mais as devolvem.\"

Taruto parecia estar ouvindo uma história de terror.

\"E... O que os Estranhos fazem com elas?\" Perguntou assustado.

Zakuro, Pai, Keiichiro e Lettuce olharam para ele esperando sua resposta.

\"Eles... Fazem elas... Comerem... Brocolis!\" Ryou falou a palavra \'brocolis\' com um tom sombrio que fez Taruto engolir em seco.

Por um segundo Ryou ficou lá esperando pela reação dele, mas nada. Só depois Taruto virou as costas para ele e começou a marchar de um jeito duro á uns 5 passos de distância e parou.

\"Pudin! Não vou deixar que nenhum Estranho te seqüestre e te faça comer brocolis!\" Anunciou ele tremendo um pouco \"Vamos ver os macacos idiotas juntos!\"

\"O que?\" Perguntou Pudin sem entender nada.

Taruto segurou a mão dela com força e saiu puxando-a em direção ás outras jaulas.

\"Se vocês se perderem nos encontrem na saída, certo? Não vão muito longe!\" Falou Lettuce e Pudin falou que sim.

\"Taru-Taru, você vai ver os macacos comigo! Que gracinha!\" Elogiou ela sorrindo.

\"Gracinha nada! E não me chame de Taru-Taru, senão vou te deixar um Estranho te levar!\" Reclamou ele.

\"Estranho?\" Perguntou sem entender, mas não se incomodou com isso.

Os dois sairam correndo para ver os macacos. Eles passaram bastante tempo procurando, mas não acharam nada. Só alguns pássaros estranhos, umas serpentes, e uns felinos.

\"Ah... Taruto, eu queria ver os macacos...\" Choramingou Pudin.

Taruto se comoveu ao vê-la daquele jeito.

\"Corta essa sua chorona! Nós ainda vamos achá-los. Vem.\" Ele saiu puxando-a novamente e, algumas jaulas depois acharam o lugar.

\"Você achou!\" Comemorou Pudin correndo em direção ás barras da jaula dos macacos \"Olá macaquinhos! Então, o que estão fazendo?\"

\"Pudin... Eles não vão te responder...\" Taruto tentou avisar, mas ela estava tão entretida com os macacos que ele resolveu deixar pra lá.

\"Porque vocês não se animam um pouco, ein?\" Perguntou Pudin ao ver os macacos se movendo lentamente de um galho para o outro \"Parecem tão tristes...\"

\"Hum...\" Taruto se aproximou da jaula \"Acho que também me sentiria triste se ficasse preso que nem eles...\"

\"Presos?!\" Surpreendeu-se Pudin \"Mas eles não estão presos... Eles só...\"

\"Mas é claro que estão presos, sua tonta! Olha só! Para que acha que são essas barras?\" Perguntou Taruto.

\"Não pode ser!\" Exclamou Pudin \"Ah!\"

\"O que foi?\" Perguntou Taruto, e surpreendeu-se ao ver Pudin agarrando as barras e tentando puxá-las para trás \"O que está fazendo?!\"

\"Soltem os animais! Soltem eles! Isso é uma prisão!\" Berrava Pudin enquanto tentava destruir as barras.

\"Pudin! Desce daí já!\" Gritou Taruto olhando em volta e vendo que as pessoas estavam encarando eles.

\"Não até eles não soltarem os macacos! Isso é injusto! Vou livrar eles dessa prisão!\" Exclamava ela.

\"Você vai é descer dai agora!\" Ordenou ele.

\"Não!\" Gritou Pudin. Ela estava pendurada nas grades da jaula.

\"Agora!!\" Berrou ele agarrando sua cintura e puxando-a para baixa, mas Pudin fazia força para se manter lá.

\"Solta! Tenho que salvar eles!\" Reclamava ela.

\"Você tem é que tomar um bom remédio, sua louca!\" Protestava Taruto \"Todos estão olhando para gente, Pudin! Desce logo daí!\"

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(Nesse mesmo momento, só que em outro lugar...)

Ela ainda estava completamente acabada. O último ataque tinha sido forte demais.

\"Kisshu... Eu nem pude me despedir de você... Eu nem pude fazer nada por ninguém...\" Pensava ela ainda no chão \"Mas espera... Eu ainda estou viva?...\"

Ela foi abrindo os olhos cautelosamente e o que ela viu a surpreendeu.

Como ela estava no chão a primeira coisa que viu foram dois pares de botas pretas. Idênticas as de Mika, mas... Não. Não podia ser. Ela tentou então se erguer, mas o máximo que conseguiu foi ficar sentada no chão. Mas desse jeito ela pode ver o que tinha acontecido.

Nada daquela cena fazia sentido.

Na frente dela, á uns dois metros de distância, tinha uma de cabelo preto comprido que iam quase até o pé. Só que suas roupas eram totalmente diferentes... Como as da primeira vez que Ichigo a vira. Na cabeça ela usava a mesma bandana laranja de antes com uma moeda de ouro costurada. Usava uma camisa branca com mangas até o cotovelo cheia de babados e uma saia laranja igual a da bandana que ia até o joelho.

Na frente da garota tinha uma carta enorme na sua frente que ia desde o chão até uns 2 metros de altura, como uma porta. Foi aí que Ichigo entendeu que se tratava de um escudo. Mas porque aquela garota tinha protegido ela? E... Aquela não era a Mika?! Mas... Mika estava flutuando perto do alto teto da igreja, olhando para as duas naquele exato momento.

\"Ichigo.\" Falou a Mika com roupas laranjas.

\"E... Eu...\" Respondeu Ichigo ainda surpresa demais para falar algo.

\"Você está bem?\" A voz da Mika parecia séria, porém mostrava um pouco de preocupação.

\"Sim... Quase...\" Respondeu Ichigo.

\"Ótimo.\" Mika fez um sutil movimento com a mão, apontando-a para o chão e isso fez com que a carta \"escudo\" caísse no chão. O barulho da queda ecoou por toda a igreja.

\"Argh! Porque?!\" Protestou a Mika que estava voando \"Porque você sempre tem que se intrometer?! Só sabe estragar tudo!\"

\"Estragar tudo?! A culpa não é minha que você esteja do lado errado.\" Falou a outra Mika em resposta \"Mas não posso deixar que você machuque a Ichigo, ou nenhuma das outras mew mews!\"

\"Você não passa de uma traidora! Igual ao Kisshu!\" Acusou a outra Mika que agora estava descendo do teto até aterrissar suavemente no chão.

\"Kisshu!\" Surpreendeu-se a Mika do escudo \"O que você fez com ele?!\"

\"Deixa isso pra lá, Mika-baka.\" Ela fez uma careta de nojo \"Ele está desacordado ali atrás. Deveria se preocupar mais com o que vai acontecer com você e com ela!\"

\"Você é um monstro, Miyako!\" Protestou Mika.

\"Miyako...? Então ela não é Mika...?\" Perguntou Ichigo confusa.

\"Eu sou Mika.\" Mika virou-se e olhou para ela.

Ichigo olhou para ela e logo depois para Miyako, que estava no final da igreja de cara emburrada.

\"Quem você pensou que ela fosse?\" Perguntou Mika confusa.

\"Bem... Mika.\" Respondeu Ichigo.

Do outro lado Miyako fez uma careta.

\"Eu, Mika! Argh! Ela é Mika!\" Protestou Miyako \"A insuportável e única.\"

\"Ela é a minha irmã gêmea, por isso algumas pessoas se confundem. Não ligue para ela.\" Explicou Mika gentilmente \"É que ela queria antes fazer parte do grupo de aliens que ajudariam Deep Blue. Só que não pode, pois Kisshu, Pai e Taruto foram na frente. Por isso ela é meio irritada.\"

Mais 6 cartas explosivas foram lançadas na direção de Mika, mas não surtiram efeito pois Mika, mesmo de costas, fez um movimento leve com a mão e a carta \"escudo\" subiu novamente protegendo as duas do ataque. Uma corrente de vento resultou-se da explosão contra o escudo, o que fez a bandana de Mika voar, revelando que seus olhos eram cinzas e não azuis como o de Miyako.

\"Aaaaah! Não venha falar de Kisshu, Taruto e Pai! Aqueles grandes traidores idiotas! Eu nunca entendi porque papai mandou eles para essa missão e não eu!\" Miyako parecia uma menina mimada de 5 anos batendo o pé no chão em protesto.

\"Papai?!\" Exclamou Ichigo chocada.

Elas duas eram filhas do Deep Blue?!

Mika baixou a carta novamente.

\"Você é uma tola! Machucar humanos não vai ajudar em nada! Já temos o nosso planeta, agora deixe-os em paz!\" Pediu Mika.

\"Você não podia ser mais cega! Dominar a Terra não seria bom só para o papai, Mika! Seria ótimo para nós também. Mas você tem sempre que ser a ovelha negra da família...\" Miyako revirou os olhos.

Ichigo podia notar que aquilo estava virando uma discussão familiar. Ela conseguiu se erguer aos poucos. Pôs-se de pé e olhou a cena.

\"Alguém tem que tentar por juízo na mente de vocês dois, antes que acabem machucando gente inocente!\" Protestou Mika.

\"Quem é inocente?! São culpados de destruir o próprio planeta, e você ainda nos chama de monstros?! Só queremos proteger esse tesouro de vermes que nem o humanos!\"

\"Ainda sim não é justo!\" Exclamou Mika.

\"Não ligo se você acha injusto ou não! Papai me deu essa missão e eu não vou desapontá-lo!\" Miyako estalou os dedos e o som ecoou pelo lugar \"Agora vou terminar de destruir você, Ichigo! Enquanto meus predadores destroem a cidade!\"

\"O que quer dizer com isso?!\" Perguntou Ichigo preocupada.

Miyako sorriu de um jeito sombrio.

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\"Solta Pudin!\" Pediu Taruto ainda puxando ela das grandes.

\"Não vou soltar! Olha como os animais estão tristes!\" Falou Pudin, mas então ela olhou de novo.

\"O que?\" Perguntou Taruto. Ela tinha parado de fazer força contra ele e acabou soltando as barras.

\"Olha Taru-Taru! Eles estão mais alegres!\" Animou-se Pudin.

\"Bem... Mais alegres?\" Perguntou ele.

Os dois viram que os macacos começaram a se agitar. Agora eles pulavam de um lado para o outro fazendo um enorme barulho.

\"Não parecem felizes, Pudin... Eles estão é mais agitados... Mas o que é isso?!\" Assustou-se Taruto.

Eles estavam começando a aumentar de tamanho e a investir contra as grades.

\"O que está acontecendo com eles?\" Perguntou Pudin preocupada.

\"Estão virando predadores.\" Respondeu Taruto.

Notas finais
O que acharam? R.E.V.I.E.W.S!