Notas iniciais
Oiii galera, mais uma vez atrasada. Tenho sérios problemas de esquecimento, ai acabei esquecendo mesmo. Bom, feliz dia das mães se tiver alguma mãe por aqui. Vamos logo ler que eu sei que vocês estão se roendo de curiosidade kkkkk.

– Pois é, menino. Que coisa, não – Falei me virando para a Rose – O que ele está fazendo aqui? — Sussurrei para ela.

– Você disse que não queria segurar vela, o Edward ia ficar sozinho em casa... Uma coisa levou a outra – Encolheu os ombros.

– Obrigado por me convidar, Bella. No começo fiquei surpreso, mas fiquei feliz – Disse ele.

– Ah, eu te convidei? — Sorri de uma forma mortal para Rose – Quer saber, vamos entrar logo antes que eu desista.

– Vamos por aqui, eu conheço o dono do parque – Falou Alice.

– Claro que conhece – Falei para mim mesma e sai marchando.

– Por que ela ficou brava? — Escutei Emm perguntar.

– Ah, é uma longa história – Disse Rose. Assim que paramos em frente ao portão, conseguimos entrar, deixando uma fila de revoltados para trás.

– Onde vocês querem ir primeiro? — Perguntou Alice, saltitando que nem uma gazela.

– Montanha-russa – Gritamos eu e Emm ao mesmo tempo. Tá vendo, rapaz. Eu disse que a gente ia se dar bem.

– Falamos ao mesmo tempo, que irado. Bella, te convido a ser a minha mais fiel, melhor amiga.

– Aceito – Batemos as mãos.

– Terra chamando os viajantes, terra chamando os viajantes – Edward passou a mão em frente a nós.

– Fica na sua, Edwin.

– Edwin – Emm gargalhou – Adorei esse nome.

– Enfim, vamos para a montanha-russa, então – Eu e Emm fomos na frente e o resto do pessoal nos acompanhou. Demorou um pouco para chegar a nossa vez, mas conseguimos. O Emm foi o único que aceitou ir na frente comigo, os demais foram mais para trás. Não parei de rir um minuto dos gritos histéricos do Jazz e da Alice, não sei quem era o pior. O carrinho fez a segunda volta e ficamos de cabeça para baixo.

– Ai meu Deus, eu vou morrer – Escutei Jazz gritar – Eu quero descer, eu quero descer!!! — Gritava sem parar. Eu só não ria mais, porque não tinha como. Que irmão mais boiola eu fui ter. Infelizmente chegamos ao fim e sai super animada.

– Nossa, isso foi demais. Essa montanha-russa é mil vezes melhor que a outra.

– Concordo, agora quero ir no outro ali do lado – Disse Rose, já se dirigindo para lá. Assim passamos a noite, revesando e fazendo de tudo para ir em todos. O Emm passou mais tempo comigo do que com a Rose, o que acho que não a agradou muito. Que se dane, somos inseparáveis agora. Perdi as contas de quantas vezes fomos no carrinho bate-bate e na montanha-russa. Tinha um disco que estávamos nele e ele simplesmente girava e chacoalhava de um lado para o outro.

– Ai, não quero ir mais nesse – Sai de lá e corri direto para a lata de lixo.

– Tudo bem ai, Bella? — Gritou Jazz de longe. Fiz o sinal de joinha e voltei quando me sentia melhor.

– Podemos ir comer? Só falta um brinquedo que é a roda-gigante, e eu não gosto. E estou morrendo de fome.

– Tudo bem, tem uma praça de alimentação bem ali – Apoiei-me na Rose e fomos. Cada um pegou seu cardápio e fez seu pedido.

– Eu quero dois hambúrgueres com molho branco, uma coca e um milkshake de baunilha e chocolate – Falei. O garçom me olhou torto, mas nada falou. Comemos comentando os micos que cada um pagou durante as brincadeiras, a maioria sobre mim. Só porque levei uns quinhentos tombos e no último, levei uma criança comigo. Ela se esquiva toda vez que me ver, agora.

– Eu quero ir na roda-gigante, podemos ir? — Disse Alice.

– Só um momento – Jazz se levantou num pulo – Emmett, vem comigo – Saíram em dispara e pouco tempo depois, voltaram com balões em formato de coração.

– Alice, isso já faz parte de uma andada na roda-gigante, não poderia deixar faltar. Isso é para você – A entregou e ela quase chora de emoção. Fiquei encarando os dois com uma careta e segurei o riso.

– Ursinha, eu também te trouxe isso. Quero que seja especial – Se ajoelhou a entregando.

– Que bosta de apelido, é esse? — Gargalhei — Vocês são tão radioactivos. Vão embora, logo.

– Você não vem?

– Dispenso, acho entediante demais – Recostei na cadeira – Espero por vocês aqui.

– Também vou ficar, estou cheio demais – Edward se manifestou.

– Não se comam – Advertiu Emm – Pelo menos, não em público – Sorriram.

– Cara, depois que a gente come, dá uma preguiça – Disse tentando puxar assunto. Simplesmente fale um “unrum” e voltei a encarar as pessoas que passavam.

– Bella – Respirou fundo – Eu sei que você não gosta muito de mim, ok, talvez muito. Mas, a gente podia tentar se entender. Eu não gosto do clima que fica entre nós todas vez que temos que nos encontrar. Eu sou uma pessoa brincalhona, adoro me divertir, mas eu nunca sei como me comportar perto de você – Apenas fiquei o encarando – Também já percebi que você não quer nada de envolvimento por agora, e eu entendo. Mas será que podemos, pelo menos, tentar sermos amigos?

– Amigos? Fala sério, Edwin.

– É Edward, sua peste. Para de me chamar assim de propósito.

– Quem te garante que é de propósito? Eu não sou boa em lembrar de nomes, Edwin – Segurei o riso.

– Enfim, podemos tentar um clima de paz? Se não amigos, pelo menos colegas?

– Edwin, para com isso. Você não vai me conquistar com esse charme barato – Escondi o riso – Ok, eu não vou ficar aqui olhando para esse rostinho bonito, vejamos o que podemos fazer – Analisei o ambiente – Já sei – Chamei o garçom – Vocês tem alguma bebida com álcool?

– Temos cerveja, vodka e o mais forte é a tequila.

– Ótimo, doze doses de tequila, por favor.

– Vai querer o sal e o limão? — Assenti e ele se retirou.

– É o seguinte, Edwin, eu te desafio a tomar seis doses de tequila. Se você conseguir sem colocar um pingo sequer para fora, eu posso pensar em te dar uma chance – Sorriu – Para sermos amigos, não vá se animando.

– Isso vai ser mole.

– Não cantaria vitória antes do tempo, querido. Eu nunca perco esse jogo – Sorri.

– Eu quero dobrar para doze doses para cada e não seis.

– Nossa, ousado. Já ganhou um ponto comigo – Fiz sinal para o garçom e ele nos serviu.

– No três, viramos – Colocamos um pouco de sal na mão e preparamos o limão para ser espremido. Viramos com tudo e colocamos os demais na boca. Foi fácil, ainda é a primeira dose. Na décima dose, o Edward já mostrava que a bebida não queria entrar mais. A essa hora, já tinha uma pequena plateia ao nosso redor, alguns apostaram em mim e outros apostaram que o Edward vomitaria antes de finalizar.

– Algum problema, Cullen? Seu estômago está querendo expulsar tudo? — Soltei um arroto perto da sua cara e ele engulhou – Não vai vomitar, vai? — Sorri. Eu estou no meu controle, eu já fiz isso tantas vezes que até hoje ninguém conseguiu me vencer. Nem bêbada eu fico mais, só se ultrapassar os meus limites. Isso aqui? Não é nem o começo do começo.

– Você não vai me vencer, Swan. Quero virar duas de uma vez só, no três – E assim fizemos, no momento que ele depositou o segundo copo na mesa, virou para o lado e vomitou nos pés de uma garota que estava ali. Gargalhei descontroladamente e o pessoal que ganhou a aposta festejou.

– Droga, seu idiota – Deu um tapa em seu rosto. Encolhi-me e continuei rindo muito.

– O que está acontecendo aqui? — Escutei Rose no meio da multidão.

– Edward, meu Deus – Alice correu ao seu socorro e o ajudou a se limpar.

– Bella, o que danado você fez?

– Eu só queria saber se ele era forte o suficiente para andar comigo – Ri.

– Isso não se faz e você sabe muito bem – Jazz me olhou feio – Não quando eu não posso ver – Rimos – Caramba, ele vomitou igual uma mulherzinha.

– Edward Cullen, você é uma vergonha para nossa família. Acabou de perder para uma mulher, cara.

– Já deu, melhor irmos para casa – Disse Alice – Emmett, ajuda o Edward a chegar no carro – Emm o sustentou e o carregou. Alice foi ao seu alcance e se esquivava quando Edward fazia menção de vomitar.

– Eu consegui? Eu sou um vencedor! Isabella, você é minha agora – Edward gritava enquanto o Emmett tentava o colocar dentro do carro – Olha, um pônei colorido – Alice me encarou e caímos na gargalhada, tive que me apoiar em meus joelhos para ver se minha barriga doía menos. Rose e Jazz entraram no carro e dei partida, chegamos em casa mais rápido do que quando fomos. Esparramei-me no sofá, tirando as botas e relaxei. Apoiei minha cabeça no encosto e fechei os olhos. Confesso, essa tequila é das braba, mais um pouco e eu ficaria bêbada. Senti o sofá afundar ao meu lado e esperei a Rose começar com sua tagarelice.

– O que você deu para o menino? Ele estava completamente fora de si – Riu – Você não presta, Bella.

– Eu sei disso.

– Está fazendo aquilo – Disse uns minutos de silêncio depois.

– O quê? — Levantei a cabeça, a fitando.

– Está agindo como uma cretina sem coração para espantar ele. Você está com medo de se apaixonar, pode dizer.

– Não pira, Rose.

– Sem xingamentos? Mais um sinal de que você está perdida – Sorriu.

– Não estou perdida, só estou cansada demais para discutir. Estou indo dormir, te amo – Fui para meu quarto e cai na cama do jeitinho que estava.



Notas finais
Maaaas gente, que Belinha mais danada! Eu me diverti horrores com esse capítulo. Sou a única que se acaba de rir com as próprias besteiras que escrevo? kkkkkkk O que acharam? A Bella está mesmo perdida? Não percam o próximo e vamos comentar meu povo. Recomendações serão sempre bem vindas, beijão