Quem Diria?

23 Capítulo 23


Notas iniciais
Gente, deixa eu falar uma coisa que para muitos vai ser um pouco chata: tenho quase certeza que será apenas mais esse capítulo e talvez mais um ou dois. Sinto que perdi o rumo da fic, foram tantos problemas que ocorreram nesses últimos dois meses, briga para estudar para o enem, arrumar um emprego urgentemente e a minha luta interna para descobrir que curso quero fazer na faculdade. E algumas outras coisas. Então, acabei perdendo o foco, a fic não está exatamente como eu queria, mas acho que pelo menos está agrandando a vocês. É por esse motivo que estou dando encerrada a fic, vou fazer como disse lá encima e darei o ponto final antes que eu acabe estrangando a fic de um jeito muito ruim. Espero que sejam todos compreensivos e me apoiem. Não vai ser o fim, estou com outra fic a caminho, só não sei o mês que vou postar, pois vou focar agora em terminar o meu livro original que está a um bom tempo parado kkkkkk. Mas vamos sossegar por agora, ainda temos tempo. Simbora ler e se apaixonar ainda mais.

Faz meia hora que estamos parados no trânsito infernal, em um barulho de buzinas infernais e ainda estou durante esta bendita meia hora escutando o Edward perguntar se está tudo bem mesmo e se não fiquei zangada pela cena que presenciei mais cedo.

– Meu amor, você quer aquele seu bolo favorito?

– Caramba, homem, eu já disse que não estou chateada – Bato minhas mãos em minhas pernas, não aguentando mais ele com essa paranoia – Se você tentar mais uma maldita vez, eu vou mesmo descer desse carro.

– É só que... Você está tão quieta.

– O trânsito está me deixando com um péssimo mau humor – Resmungo.

– Olha lá, está começando a andar – Suspiro aliviada e volto a recostar a cabeça no banco.

– Eu aceito aquele bolo agora – Falo depois de um longo silêncio e o Edward sorri.

~.~

– Aproveitando que está todo mundo reunido – Papai limpa sua boca com o guardanapo e sorri – Estaremos saindo da cidade e indo para a casa dos avós de vocês em Montana.

– Vamos para a casa do lago do vô em Bigfork? — Pergunto animada.

– Exatamente. O papai disse que lá está um clima muito bom, o lago não está congelado, então podemos aproveitar bastante – Mamãe parecia tão animada quanto eu.

– Isso é ótimo, respirar novos ares e tomar banho no lago vai ser bom. Quando partimos? — Pergunta Rosie.

– Amanhã cedo, temos que ajudar com o jantar e tudo o mais.

– Ai mãe, quão cedo? — Já faço um muxoxo de preguiça.

– Temos que estar no aeroporto as 8:00 horas – Eu, Rosie e Jazz gememos em protesto.

– Mãe, posso levar a Alice?

– Sobre isso... Convidamos a todos, aproveitamos para comemorar nossa última semana livre de trabalho. Todos confirmaram presença – Charlie me fita – Menos o Edward.

– Como assim, menos ele?

– Não sei, ele só disse que não podia dar certeza agora se iria – Mas o que está acontecendo agora? Terminamos de jantar e logo cada um pegou seu rumo, sentei na sala e fiquei esperando o Edward aparecer. O que não demorou muito a acontecer, logo escutei a campainha ser tocada e logo ele estava no meu campo de visão.

– Boa noite – Sentou ao meu lado e beijou minha bochecha – Olha o que eu te trouxe – Peguei a pequena caixa que estava em sua mão.

– O que é? — Estava desanimada, pensativa porque o Edward não tinha aceitado o convite dos meus pais.

– Abre – Abri ainda desanimada, mas quase caiu para trás quando percebo o que é.

– Edward – Ponho a mão na boca, depois no coração – Eu não acredito, é a editação ilimitada e quase extinta do livro Sonhos de Uma Noite de Verão, o original – Sorriu orgulhoso – Como... como conseguiu isso?

– Tenho meus contatos – Deu de ombros – Não fique brava, mas um dia estava mexendo no seu notebook e vi que você procurava por esse livro. Então, eu tenho um amigo que trabalha com esse tipo de coisa e entrei em contato com ele.

– Você é incrível, Deus te pague pelo resto da sua existência – Pulo em seu colo e o beijo fervorosamente – Obrigada, muito obrigada – Deito a cabeça no vão do seu pescoço e suspirei.

– Está tudo bem? — Balanço a cabeça – Bella?

– Meus pais disseram que você não aceitou o convite deles para viajar conosco – Confesso.

– Ah, então é isso – Faz com que eu o encare – Tenho uma boa razão.

– É?

– Sim – Virou-me de costas e encostei em seu peito – Tenho que resolver umas coisas, documentos, no escritório amanhã e provavelmente ficarei o dia todo. Esse maldito do meu chefe não me dá descanso nem nas minhas férias, estou pensando seriamente em pedir demissão.

– Se você me garantir que vai no outro dia, eu posso ficar aqui com você.

– Eu adoraria, mas não adiantaria muita coisa. Vou passar o dia todo no escritório, você iria ficar sozinha – Virou meu rosto em sua direção e tinha um grande sorriso – Mas obrigado pela pela oferta, fico feliz que tenha pensado em ficar comigo.

– É o mínimo que posso fazer. Mas você promete que vai me encontrar no outro dia?

– Estarei lá o mais breve possível.

– Você vai ter que se preparar, meus tios e seus filhos estarão lá e eles podem ser bem piores que o Emmett, Tânya e Alice juntos. Acredita que eles já pensaram em fazer uma rádio ou tentar fazer um canal no Youtube falando sobre sexo? — Gargalhamos – Eles são muito sem noção.

– Eu amo a sua família, cada vez mais se superando – Rimos e ficamos abraçados conversando sobre outras coisas.

~.~

– O vovô não deveria estar nos esperando aqui com aquela mini van ridícula? — Jasper fala impaciente.

– Ele já deve estar chegando – Charlie é sempre o mais otimista.

– Não sei vocês, mas aquela loja de doces está me chamando. Vou dar um pulo lá, querem alguma coisa? — Negaram – Ok – Caminho até lá e vou para o lado das guloseimas mais práticas. Encho a cestinha com algumas coisas e ainda de cabeça baixa, me viro para o lado e esbarro em alguém, espalhando todas as coisas que estavam em seus braços.

– Caramba, me desculpe. Eu não te vi ai – Falei e abaixei junto para lhe ajudar.

– Tudo bem, princesa – Reviro os olhos ao ouvir essa porcaria de nome.

– Aqui – O dei o último produto que apanhei – Acho que está tudo ai.

– Não tudo – O encarei confusa – Eu ainda não tenho seu número de celular – Sério? Esse cara tem o quê? Uns 50 anos?

– Nossa, rápido você, não?

– Para que perder tempo, não é mesmo? — Ele acha que seu sorriso é sexy.

– Não, obrigada – Começo a me afastar dele, indo para o caixa.

– Hei, vamos lá, só um encontro, uma única noite.

– Eu tenho namorado, idiota.

– É só um encontro.

– Você vai adorar o meu punho bem no meio da sua fuça – Não lhe dou mais atenção e pago minhas compras, me juntando logo a minha família.

– Que cara é essa? — Jazz tenta pegar um doce e bato em sua mão.

– Esse maldito mundo onde você não pode mais ser gentil com um cara que ele já pensa que você quer dar para ele – Ele ri.

– Não deixa isso te tirar a paciência, homens são assim, idiotas, quando perto de uma mulher linda – O encaro e sorriu sínica para ele.

– Jasper, devolve a minha barra de chocolate.

– Meu Deus, que mulher ruim.

– Não reclama, eu perguntei se queria alguma coisa. Agora se dane e fica longe dos meus doces.

– Graças a Deus – Renée fala e vejo meu avô andando em nossa direção.

– Hei, desculpem a demora, a van quebrou no meio do caminho – Cada um pegou suas coisas e andamos até a van. Uns 20 minutos depois, chegamos na casa do lago e escolhemos os nossos quartos. A casa era muito grande e cada um podia ficar com o seu, claro, tínhamos que dividir com os nossos namorados e maridos, mas isso é só detalhe. Por falar em namorado, vou ligar para o meu. Disco seu número e ele atende quando penso que já ia cair na caixa postal.

– Oi – Falo sorrindo – Está muito ocupado?

– Na verdade estou – Fala sem jeito.

– Ah, tudo bem. Só liguei para dizer que cheguei bem e para saber como você está.

– É bom ouvir sua voz e saber que você está bem. Também estou bem e com saudades – Ri. Adoro quando ele diz que sente minha falta.

– Eu também. Tente vir o mais rápido possível amanhã, ok?

– Pode deixar. Agora tenho mesmo que ir.

– Senhor Cullen – Escuto alguém o chamar e seu suspiro de frustração.

– Viu, não tenho sossego nem para beber um copo de água. Tenho que ir, eu te ligo depois, beijos.

– Vou ficar esperando. Ah, deixei o meu travesseiro na sua cama para que você durma pensando em mim – Riu.

– Como essa minha namorada é boba – Ri – Mas obrigado, vai ser muito útil.

– Senhor Cullen!!!

– Tenho mesmo que ir, até depois – Desliga sem esperar que eu responda. Fico um pouco encostada na soleira da porta principal, observando a paisagem verde bem a minha frente.

– Sei que está apaixonada, mas seus avós não merecem um pouco de amor seu? — Viro-me sorrindo para os dois dramáticos e corro para os abraçar.

– Oi, minhas paixões – Eles me abraçam apertado.

– Estávamos com saudades.

– Eu também, eu sei que tenho sido uma péssima neta, mas eu estava arrancando os cabelos com a minha graduação – Bufo.

– Tudo bem, vamos aproveitar bastante esses dias.

– Vamos sim – Os beijo na bochecha.

– Onde está o famoso Edward? Já conhecemos o namorado da Rosie e a namorada do Jazz, só falta você.

– Pois bem, vão ter que esperar até amanhã. Ele teve que fazer umas horas extras no trabalho.

– Que pena – Fala o meu vô com a mão na cintura.

– É sério que o senhor está com essa arma na cintura? — Reviro meus olhos e minha vó ri.

– Não está carregada, era só para ver se o homem era macho, mesmo – Acabo rindo.

– Como foi com o Emm?

– Suou frio igual um porco – Caímos na gargalhada.

– Cadê a vagina mais nova da família – Pois bem, conheçam a minha tia.

– Estou bem aqui – Falo rindo, mas já cobrindo minhas partes íntimas. Ela tem essa mania de ficar nos apalpando para ver o tamanho das nossas coisas.

– Olha só ela ali – Correu para me abraçar e não conseguir evitar a molestamento nos meus seios.

– Oi, tia Brooke – Já estou acostumada, nem ligo mais.

– Vejo que os seus seios não evoluíram, mas está linda, meu amor.

– Ela sempre foi linda, deve está colecionando vários pênis por onde passa.

– Oi, tio Apollo – Vão se acostumando, é sério. A tendência é piorar – Cadê os malucos dos meus primos?

– Bem aqui – Fitei a porta da frente e lá estava os dois: Beckan e Roy.

– Oi meninos – Nos abraçamos em grupo. Logo estava todo mundo reunido na sala e eu me senti bem, por mais que estivesse faltando alguém, um dos mais importantes, eu estava em casa e minha felicidade era tamanha gratificante, que me peguei rindo muito e pensando o quanto senti falta de estar com todos eles assim, livres, sorridentes e nos divertindo.

Notas finais
E ai? Deixem seus comentários my cookies e muuuuuuito obrigada por todos que comentaram, aos novos que chegaram agr, obrigada pelo apoio e sintam-se em casa. Beijão para todos vocês e até semana que vem