Quem É Aquela No Balanço?
1 Capítulo 1
Notas iniciais
— Stephanie, vamos. Vamos acabar perdendo o onibus se você não se apressar.
— Calma amor, já estou terminando de arrumar minhas coisas.
— Estou calmo, mas não dar para você ir mais rápido não? — Então ele se aproxima dela e á da um selinho bem calmo.
— Seu bobo. — Ela fala ao se afastar.
— Amor deixa de ser lenta, o onibus já já vai passar e nós vamos ter que adiar nossa ida para mais um dia. Não aguento mais, quero morar logo com você.
— Pronto, acabei. Vamos? — Risos.
Então os dois foram, estavam tão felizes, iam finalmente morar junto. Eles ficaram na parada, e o ônibus não chegava; A garota já estava cochilando, quando sentiu um assompro em seu ombro. Rapidamente olhou para trás.
— Samuel, você sentiu isso?
— Isso o que, amor?
— Esse vento frio por trás de nós dois.
— Não amor, não senti absolutamente nada.
Então ela releva e acredita que foi só o vento. Finalmente o ônibus chega, os dois abrem um sorriso, que a cidade toda ficaria feliz em os ver tão feliz. Ela entra no ônibus e logo se acomoda em sua cadeira e deita a cabeça sobre o ombro dele. Ela cochila a viagem toda, até que chegam na cidade e os dois descem do ônibus.
— Ei amor, chegamos! — Ele á acorda.
— Já?
— Sim bebê. Levanta.
E ele pega suas coisas e ela as dela e saem do ônibus. Olham para um lado para outro, o silêncio toma de conta. Da para escultar até o barulho do estômango de cada um. Logo logo eles acham sua casa, mas antes dela, há uma praça, com um balanço, que está balançando.
— Amor, vamos naquele balanço? — Ele fala á puxando.
— Vamos, você já está me puxando mesmo!
Então eles chegam lá, se sentam. Novamente a garota sente um assompro, dessa vez mais perto. Toma um susto.
— Você sentiu isso?
— Isso o que amor? Você só pode estar ficando maluquinha.
— Não tem graça, eu estou com medo.
— Amor relaxa, deve ser só o vento.
— Aqui não tem vento, Samuel. Estamos derretendo!
— Ah amor, deve ser a camada de osonio. — Ele ri.
— Idiota.
— Amor vamos para nossa casinha?
Então ele á levanta e vai andando de mãos dadas com ela até a sua casa. Ficaram tão empolgados com isso de ir, que acabaram esquecendo uma das bolsas lá, mas mesmo assim foram. Chegaram na casa, ela era absolutamente linda. Tinha dois andares, piscina, jardim, enfim, era realmente linda, e ficava de frente para praça.
— Amor, vamos tomar banho de piscina? — Stephanie falou.
— Vamos amor, vai pegar sua roupa!
Então ela foi para o quarto se trocar, e logo desceu.
— Cadê minha sacola?
— Não tá no nosso quarto? Eu trouxe todas.
— Não, acho que esquecemos na praça! Eu vou lá pegar.
Então ela foi, assim que abriu a porta da casa deu um passo para frente a porta rapidamente se fechou, ela se assustou mas mesmo assim não ligou. Quando foi para praça viu o balanço se balançando, não era se balançando baixo, ele estava como se estivesse alguém lá. Ele ia alto, e voltava. Então ela se abaixou e pegou sua sacola, quando estava voltando para casa, sentiu uma mão em seu ombro, ela gritou,e começou a correr para sua casa.
Tentou abrir a porta, mas não abria, e começou a gritar.
— Samuel... Samuel... Abra a porta. Samuel!
Por incrível que pareça, ele estava na sala, a apenas 3 metros da porta, e não conseguiu ouvir nada. Se passou meia hora, e ela ainda não tinha voltado, então ele abriu a porta e quando viu, ela estava desmaiada em sua porta. Bateu em seu rosto, ela não acordou, até que viu o seu ombro, estava sangrando... Com marcas de unha.
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