Queen Of Blood Os Ramos Do Pecado
4 Capítulo 4
Notas iniciais
Sinto muito pelos erros e o tamanho C* do capitulo...
Espero que tenham uma boa leitura.
Terceira Pessoa POV:
Voldemort estava impressionado com o poder da garota. Assim como todos os seus seguidores que presenciaram a cena no armazém.
Assim que Isabella desmaiou Voldemort ordenou a seus comensais que a levassem para a mansão e que curassem seus ferimentos. Ele estava irritado por ela ter se machucado. Pelo que percebera no galpão ela tinha inúmeras cicatrizes, embora ele achasse que caíram perfeitamente bem nela, fazendo-a parecer algum tipo de guerreira ancestral, ainda mais com todo o seu poder, mesmo que ele sentisse que grande parte do poder dela estava trancado por algum tipo de barreira, ele ainda se sentia furioso ao pensar que aquela vampira juntamente com diversos outros, que foram capturados ao chegarem momentos depois que Isabella desmaiasse, e mais alguns bruxos a mando de Dumbledore.
Porque o velho concordaria em torturar alguém assim tão sem escrúpulos? Porque justamente ela? O que ela era? Porque ele não conseguia entrar em sua mente? Porque ele tinha vontade de matar todos que ousassem machucá-la? Isso certamente seria porque ela era muito poderosa e seria muito benéfico tê-la ajudando em sua causa não é? E a estranha atração que ele tinha por ela... Devia ser o fato de que ela exalava magia escura e poderosa.
Ele duvidava que ela sabia que era uma bruxa... Isso mesmo. Depois de alguns testes em seu sangue para tentar descobrir o que ela era, eles tiveram dois resultados. Um desconhecido e muito poderoso, e outro como uma bruxa, uma bruxa de sangue puro, com magia bruta e puramente escura.
Ah sim, certamente quem a tivesse do seu lado nesta guerra seria o lado vencedor. Ele só tinha que garantir que ela soubesse que Dumbledore havia dado seu aval para que ela fosse torturada, e ele também apostava que fora o velho quem havia colocado uma barreira em seus poderes. Tudo estava ao seu favor. Ele agora só precisava convencê-la...
[...]
Cinco dias se passaram até que Isabella acordasse novamente. Ela sentiu-se estranha, principalmente por sentir uma cama confortável abaixo de si. Normalmente ela dormia no chão com algum cobertor sujo que Victória deixara em sua cela, mas agora, ela estava em uma cama confortável, em um lugar que tenha uma janela a julgar pela luz que vinha através de suas pálpebras fechadas. Era um lugar limpo e pelos ruídos... Era dia e ela estava sozinha.
Fez uma rápida análise em seu corpo e estranhou não sentir nenhuma dor, ela ainda sentia as cicatrizes que tinha por quase todo o seu corpo, mas as cicatrizes lhe davam uma sensação de segurança, como se fosse um tipo de prova de que ela era forte o suficiente para ter passado pela dor de adquiri-las e ainda ter sobrevivido sem danos maiores... Bem... Sem contar a parte do seu senso de sanidade, e sua personalidade fraca... Ela havia perdido essas duas coisas depois dos primeiros meses.
Segura de que tinha feito as análises corretas e curiosa para descobrir onde estava Isabella abriu os olhos lentamente acostumando-se com a claridade em seu rosto. Ela sentou-se com cuidado na cama, testando mais uma vez seu corpo em busca de algum ferimento, afinal ela tinha certeza de que antes de desmaiar tinha algumas costelas quebradas, um pulso torcido, vários cortes em seu estômago, em suas pernas e em seus braços, sem contar os arranhões e farpas...
Quanto tempo ela teria dormido para já estar curada? Olhou ao redor estranhando o quarto desconhecido embora o achasse confortável.
A cama era uma King size com lençóis macios e negros. Vários travesseiros e almofadas estavam em sua cabeceira, onde numa pequena estante acima disso continha vários frascos estranhos com líquidos que não pareciam apetitosos.
Uma poltrona negra estava localizada perto da janela, de frente para a cama como se quem a usasse estivesse observando a pessoa que adormecera na enorme cama, em seu sono.
A janela em si era enorme, embora ela pudesse ver as grades que certamente a impediriam de pular. Não que ela fosse fazer isso afinal pelo que vira estava a pelo menos uns cinco andares do solo. Através da janela era possível vêr um longo e extensivo jardim com inúmeras rosas vermelhas, negras e vinho. Ela nem sabia que existiam rosas com essas duas ultimas cores...
Em frente a cama estava um baú grande, de aparência antiga a qual Isabella não conseguiu abrir. Tinham várias prateleiras ao redor do quarto, com livros e alguns objetos estranhos. Tinha uma escrivaninha no canto junto com um elegante cadeira localizada em frente a um enorme e bonito tapete. As paredes eram de uma cor verde escura com detalhes negros e em prata. Na verdade, analisando tudo outra vez, as únicas cores visíveis em toda a decoração do quarto eram essas.
Existiam três portas no quarto. Uma delas Isabella não conseguiu abrir, então assumiu que fosse a porta de saída. A outra era um enorme e sofisticado banheiro, embora parecia muito com aqueles que se viam em filmes com mansões vitorianas. E a ultima porta era um closet cheio de roupas do seu tamanho, todas em verde e preto.
Isabella bufou irritada quando depois de quinze minutos tentando abrir a porta de saída não teve nem um resultado. Ela não queria ser mantida como prisioneira novamente... Não queria ser o brinquedo de mais ninguém. Então decidira que esperaria alguém entrar no quarto e então atacaria. Ela atacaria e daria um jeito de fugir dali. Ela estava agradecia pelo fato de não ter sido dopada. Mesmo que ela conseguisse manipular os ramos do pecado sob o efeito dos remédios, sua mente ainda ficava um pouco mais lenta que o normal atrapalhando seu raciocínio.
De repente a maçaneta da porta se mexeu num segundo os ramos do pecado estavam girando ao seu redor, prontos para atacar quem quer que fosse entrar no quarto. A porta abriu revelando um homem moreno em vestes negras, mas Isabella não se deu tempo para analisá-lo o atacando fazendo-o voar para fora do quarto. O baque de seu corpo colidindo com a parede do corredor ecoou, e um outro homem entrou no quarto, dessa vez ela o reconheceu era o cara que golpeara no beco em Phoenix. Isso apenas reforçava sua determinação para sair daquele lugar, porque muito provavelmente ele iria querer vingança, provavelmente aquela mulher também estava aqui já que ela dissera que era esposa dele... Ela precisava sair dali o mais rápido possível.
Atacou o homem com os ramos do pecado lançando-o para fora da sala, mas um segundo depois o primeiro homem entrou na sala disparando raios azuis em sua direção. Ela nem ao menos hesitou quando a dor da maldição a atingiu e o atacou novamente enquanto recuava para um canto do quarto. Quantas vezes ela tinha que lançá-lo na parede para fazê-lo ficar desacordado? Ela não entraria em uma luta corporal com ele já que não sabia o quão curada estava, e não podia arriscar ficar incapaz fisicamente ou não conseguiria fugir. Principalmente porque eles tinham a vantagem da magia.
Mais bruxos vestidos em roupas escuras apareceram, estando em desvantagem numérica Isabella manipulou os ramos do pecado para girarem em alta velocidade ao seu redor criando uma barreira que impedia os feitiços lançados em sua direção de acertarem o alvo, também impedia que qualquer um se aproximasse, a única desvantagem era que ela não podia ver nada por fora do circulo feito pelos ramos do pecado, apenas podia ouvir o baque dos corpos dos bruxos que tentavam se aproximar dela.
Alguns minutos depois a sala pareceu ficar silenciosa exceto pelo ruído do movimento dos ramos do pecado. Sem outra opção Isabella lentamente Diminuiu os ramos do pecado deixando apenas os chicotes em suas mãos e em sua nuca caso precisasse atacar alguém. A sala estava vazia, exceto para ela e um homem parado na porta com um sorriso misterioso. Era o mesmo do galpão com aparência de serpente.
Engolindo em seco repentinamente Isabella sentiu-se acuada em sua presença. Ao mesmo tempo em quem sentia que podia confiar nele. E agora? O que fazia? Atacava-o ou Esperava para ver o que acontecia?
Fim do Capitulo.
Fale com o autor