Que pena do Doutor.

1 Capítulo Único - Você não sabe o que é amor.


Notas iniciais
Apenas na classificação para maiores de 16 anos por causa do início não ser completamente puro, apesar de não ter nada muito explícito.

Espero que gostem! Beijinhos!!!

"Que pena do doutor

Que não gostou quando me viu de baixo do teu cobertor

Vou te falar senhor

Você pensou que ela não podia provar do amor

Mas provou"

Astoria arfou o mais baixo que podia, enquanto o loiro beijava sua clavícula apaixonadamente, derramado de desejo entre os lençóis. O mais silenciosamente que ela conseguiu e se possibilitou ela gemeu um "Draco", que estava em algum lugar entre repreensão e amor cego ao desejo momentâneo.

— Sim, Storie? -ele sussurrou, perigosamente perto de mais de sua orelha, tão perto, que seu bafo de menta aquecia a região, lhe causando arrepios.

— Você sabe, você tem que ir, querido.-ela falou, seu lado são se esforçando para se desvencilhar do corpo nu do namorado.

— Tenho? Está me expulsando, pequenina?- ele provocou agarrando sua cintura por trás e descansado sua testa contra sua nuca.

— Bem,na verdade evitando que lhe expulsem. -ela diz, se levantando.

— Eu realmente não me importo.- ele fala, a puxando e praticamente a forçando a voltar para a cama,ele se deitou sobre ela, evitando que ela se levante, e realmente, aquilo só deixou o meio de suas pernas dolorido de êxtase.

Ela tinha que admiti: uma coisa que Draco era,realmente é chamado de teimoso. Ele queria ficar, ele queria ela,e ela não estava completamente contra a ideia. Mas se seus pais os apanhasse, eles estavam ferrados.

Draco Malfoy,após a guerra,não foi mais o sonho que toda família tinha para ser genro. Um ex — Comensal não era algo digno. Mas,quando Astoria o conheceu, ainda em Hogwarts, ele era um bebê infantil, mas, a guerra o fez virar um homem mais rápido, então a 7 meses, eles têm contido um relacionamento sólido e secreto.

Ela o amava, muito. E ela tinha praticamente certeza que ele a amava de volta com a mesma intensidade.

Era só mais uma noite, normal, ele escondido em seu quarto desfrutando do amor e prazer que ambos sentiam um por outro.

Ele se inclinou e a beijou novamente, desse vez mais calmamente.

— Astoria?- Uma voz por detrás da porta disse. Eles se assustaram, ela pulou de baixo dele, os olhos arregalados em pânico. -Astoria, sinceramente...- ele invadiu o quarto, sem mais nem menos. Os olhos verdes floresta que Astoria herdará estavam fixos na figura loira que estava ao seu lado na cama. Hyperion Grengrass estava atônito. Sua menina, sua pequeno Ast, na cama, com um homem, e esse homem, além de ser 2 anos mais velhos, era um ex- Comensal da Morte.

— Papai! — ela fala, seus cabelos pretos e cacheados caindo sobre seu rosto corado, seus olhos verdes olhando fixamente para o patriarca. Seu corpo era coberto apenas pelo lençol de seda egípcia antiga que ela possuía em sua cama,e tentava falhadamente cobrir mais o Draco com uma mão enquanto a outra segurava o lençol acima de seus seios.

— Eu posso saber o que está acontecendo aqui, Astoria? -seu tom de voz era gélido.

— Papai, eu... hmm...- ela estava embaraçada, Draco pelo menos, teve alguma reação. Ele ergueu seu corpo calmamente para fora da cama, alcançando suas vestes de baixo e as colocando, ele colocou suas vestes calmamente, sem fazer contatos visual com o senhor Grengrass. Após vestido, apesar da blusa social estar para fora da calça,com 4 botões desabotoados e a gravada estar desamarrada, ele se inclinou e beijou com carinho os cabelos de Astoria, sussurando contra eles um "Tchau" antes de desaparatar para a Mansão Malfoy.

— Quer me explicar, Astoria?- ele sussurrou firmemente. O Doutor do St. Mungus era firme com os namoros de ambas as filhas, e ele escolheu a dedo o marido de sua filha mais velha, Theodore Nott. E agora, Astoria o apunhalava da pior maneira que se podia imaginar. Sua filha tinha um relacionamento com um ex — Comensal da Morte; um Malfoy.

Ela não sabia o que dizer, então apelou.

—Papai,me desculpe, eu juro que eu iria lhe dizer sobre meu namoro com o Dra...

— Namoro? Que namoro? Eu não me lembro de ter permitido nada, e eu não acho que depois dessa cena eu vá.

— Papai, tente entender. Eu o...-ela foi interrompida novamente.

— O ama? Você não sabe de nada disso! Como você é ingênua, Astoria! Ele não a ama, e você não o ama. Isso são os hormônios da nova exploração de vida sexual. Você acha que o ama, mas na verdade é só atração pelo desejo que ele lhe proporciona. E ele está te usando, usando palavras de amor para que você possa abrir as pernas para ele na primeira oportunidade. Ele está com você pelo sexo. Assim que ele enjoar, vai lhe trocar por outra.

As palavras atingiram Astoria como um soco. Na verdade, ser estapeada ou murrada teria uma dor muito inferior comparada ao peso e sofrimento que as palavras duras de seu pai.

— Me desculpe, Doutor,mas isso o que o senhor está dizendo é uma completa mentira.- uma voz disse, ela olhou para perto de sua estante repleta de livros para encontrar Draco Malfoy parado,já devidamente apresentável e com sua melhor expressão de Malfoy. -Ou engano. De repente o senhor acredite no que disse; mas, de uma forma ou outra: Isto é uma mentira deslavada. Eu não sinto apenas atração pela sua filha, Doutor Greengrass. Eu a amo. E eu tenho uma grande crença que ela me ama de volta. Além do mais, eu nunca ouvi falar de parceiros de sexo que durem 7 meses, principalmente trocando palavras de amor,e com tamanha devoção que eu e Astoria temos um pelo outro.

— Aonde você quer chegar,Malfoy?- O patriarca cuspiu as palavras com raiva e repulsa.

— Só acho que o senhor precisava saber ... Bem, não só você,como também Astoria. Eu não vou a lugar algum. Eu vou permanecer amando sua filha, e a vendo. E o senhor não vai poder impedir.- ele riu. A ideologia do Doutor Greengrass era tão fechada e ciumenta,que Draco não podia deixar de achar graça.

— E eu posso saber o porquê? Não pense que vai se aproximar mais um instante de minha filha.

No mês seguinte, a próxima festa da sociedade do Sagrado Vinte e Oito estava acontecendo.

Draco via ao longe o rosto corado de raiva do Doutor Greengrass, e não podia deixar de querer soltar uma gargalhada.

Ele lançou para o pai da namorada um sorriso presunçoso e malicioso, que ficava cada vez maior a cada medida que ele serpenteava mais forte a cintura de Astoria. Ele tinha certeza de que Helena Greengrass, a mãe de Astoria, que por algum motivo tinha um grande amor fraternal por Draco, tinha colocado o marido contra a parede, e lhe proibido de fazer alguma coisa para impedir o relacionamento da filha com o herdeiro Malfoy.

Ele ficou feliz de não ter que sujar suas mãos.

Além de tudo o mais, Draco era um Malfoy. E um Malfoy era ambicioso. E ele tinha a ambição de ter Astoria Greengrass pelo resto de sua vida. E não era o pai da garota que iria entrar em seu caminho.

Você chegou ao fim do livro. Parabéns!