Que a verdade do meu coração seja dita!
22 Notícia inesperada!
Notas iniciais
O que o Gustav fazia ali? Eu não estava entendendo mais nada.
Gustav: — Paula? O que você faz aqui?
Paula: — Eu que te pergunto isso... Você tem que me ajudar, fui sequestrada e....
Gustav: — Cadê o Marcello?
Paula: — Você o conhece? Não... Me fale que você não tem nada a ver com isso.
Gustav se levantou e veio na minha direção e segurou nos meus braços.
Gustav: — Você não vai fugir daqui!
Paula: — Gustav, pelo amor de Deus, me deixe sair – Comecei a chorar novamente.
Gustav: — Guarde essas lágrimas para você, querida!
Paula: — Eu não entendo, por que você está aqui?
Gustav: — Você não entendeu ainda? Nossa às vezes você é meia lerdinha, nem sei como o Bill gostava de você.
O Bill... Será que vou ouvir dele o resto da minha vida? Marcello queria me contar algo dele...
Paula: — E o Bill?
Gustav: — Você quer saber dele?
Fiz que sim com a cabeça.
Marcello: — SUA VAGABUNDA! – Olhei para ele. A mão dele estava na cabeça, mas dava para ver que ela sangrava.
Gustav: — Nossa, a Paula vez isso com você?
Marcello: — O que você acha?
Gustav: — Deveria ter te falado antes qual era o poder dela...
Marcello: — Agora que você percebeu?
Paula: — PAREM DE FICAREM FALANDO DE MIM COMO SE EU NÃO ESTIVESSA AQUI!
Marcello: — Não precisa gritar também... Mas você vai pagar caro por ter feito um buraco na minha cabeça.
Paula: — Eu deveria era ter esmagado ela quando pude.
Marcello: — CALA A BOCA SUA IMPLESTAVEL!
Paula: — VOCÊ NÃO MANDA EM MIM, ESTÁ ACHANDO O QUE?
Marcello: — ESTOU ACHANDO QUE VOU MATAR VOCÊ!
Gustav: — Certo chega de gritos aqui, não sou obrigado a ouvir a discussão de duas crianças.
Marcello: — Quem que você acha que é para me chamar assim?
Gustav voou na direção do pescoço dele – UM VAMPIRO!
Marcello: — Você não teria coragem de me matar.
Gustav: — Tem certeza? Sabe, faz bastante tempo que não bebo o sangue de um ser humano.
Marcello: — Gustav, pare com a brincadeira, eu já entendi, me solta agora.
Gustav: — Você deveria ter pensado nisso antes. – Sem pensar duas vezes Gustav mordeu o pescoço do Marcello até ele desmaiar e cair no chão.
Gustav olhou para mim, os olhos dele estavam demonstrando ódio e desprezo. A sua boca escorria sangue.
Eu estava com medo, nunca tinha presenciado uma cena dessas. As pessoas que eu achava que mais eram “normais” estavam me mostrando que eram exatamente o contrário.
Ele passou a mão na sua boca tentando limpá-la.
Gustav: — Desculpe pela cena, mas eu não aguentava aquele moleque mimado!
Paula: — Eu deveria estar acostumada com isso!
Gustav: — Chega de conversa, acho melhor você voltar para o seu quarto.
Paula: — Então era você que estava por trás disso?
Gustav: — Agora que você percebeu... Paula, você tem que ser mais esperta... Mas quer saber? Você não vai viver até que isso aconteça, então continue do jeito que você é!
Paula: — Eu nunca achei que você era tão frio!
Gustav: — Desculpe por ter mostrar uma imagem errada de mim! Chega de conversinhas que não vão fazer diferenças agora!
Ele veio até mim com um sorriso malicioso e segurou nos meus braços novamente me puxando para o quarto novamente. Tentei várias vezes me soltar, mas como sair das “garras” de um vampiro? Nem eu, que tinha muita força, conseguia fazer com que ele me soltasse.
Gustav: — Nossa você não desiste tão rápido, né? Mas eu também não sou de desistir, e vou conseguir o que quero!
Chegamos ao quarto em que eu ficava.
Gustav: — Droga, não faço idéia de onde está as chaves daqui... Bem, você vai ficar nesse outro quarto...
Ele abriu a porta e me jogou lá dentro, me fazendo cair sentada.
Gustav: — Sabe, você fica linda com essa cara de assustada.
Paula: — Vá se ferrar também!
Gustav: — Não me xinga não “cunhadinha”, sabe, eu considerava o Bill como o meu irmão. Pena que ele se foi!
Paula: — Ele se foi para onde? – Perguntei com medo da resposta.
Gustav: — Paula, tenho uma péssima noticia para te dar. O Bill se matou!
Notas finais
Küsses!!!
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