Notas iniciais
Espero que gotem!!

O que o Gustav fazia ali? Eu não estava entendendo mais nada.

Gustav: — Paula? O que você faz aqui?

Paula: — Eu que te pergunto isso... Você tem que me ajudar, fui sequestrada e....

Gustav: — Cadê o Marcello?

Paula: — Você o conhece? Não... Me fale que você não tem nada a ver com isso.

Gustav se levantou e veio na minha direção e segurou nos meus braços.

Gustav: — Você não vai fugir daqui!

Paula: — Gustav, pelo amor de Deus, me deixe sair – Comecei a chorar novamente.

Gustav: — Guarde essas lágrimas para você, querida!

Paula: — Eu não entendo, por que você está aqui?

Gustav: — Você não entendeu ainda? Nossa às vezes você é meia lerdinha, nem sei como o Bill gostava de você.

O Bill... Será que vou ouvir dele o resto da minha vida? Marcello queria me contar algo dele...

Paula: — E o Bill?

Gustav: — Você quer saber dele?

Fiz que sim com a cabeça.

Marcello: — SUA VAGABUNDA! – Olhei para ele. A mão dele estava na cabeça, mas dava para ver que ela sangrava.

Gustav: — Nossa, a Paula vez isso com você?

Marcello: — O que você acha?

Gustav: — Deveria ter te falado antes qual era o poder dela...

Marcello: — Agora que você percebeu?

Paula: — PAREM DE FICAREM FALANDO DE MIM COMO SE EU NÃO ESTIVESSA AQUI!

Marcello: — Não precisa gritar também... Mas você vai pagar caro por ter feito um buraco na minha cabeça.

Paula: — Eu deveria era ter esmagado ela quando pude.

Marcello: — CALA A BOCA SUA IMPLESTAVEL!

Paula: — VOCÊ NÃO MANDA EM MIM, ESTÁ ACHANDO O QUE?

Marcello: — ESTOU ACHANDO QUE VOU MATAR VOCÊ!

Gustav: — Certo chega de gritos aqui, não sou obrigado a ouvir a discussão de duas crianças.

Marcello: — Quem que você acha que é para me chamar assim?

Gustav voou na direção do pescoço dele – UM VAMPIRO!

Marcello: — Você não teria coragem de me matar.

Gustav: — Tem certeza? Sabe, faz bastante tempo que não bebo o sangue de um ser humano.

Marcello: — Gustav, pare com a brincadeira, eu já entendi, me solta agora.

Gustav: — Você deveria ter pensado nisso antes. – Sem pensar duas vezes Gustav mordeu o pescoço do Marcello até ele desmaiar e cair no chão.

Gustav olhou para mim, os olhos dele estavam demonstrando ódio e desprezo. A sua boca escorria sangue.

Eu estava com medo, nunca tinha presenciado uma cena dessas. As pessoas que eu achava que mais eram “normais” estavam me mostrando que eram exatamente o contrário.

Ele passou a mão na sua boca tentando limpá-la.

Gustav: — Desculpe pela cena, mas eu não aguentava aquele moleque mimado!

Paula: — Eu deveria estar acostumada com isso!

Gustav: — Chega de conversa, acho melhor você voltar para o seu quarto.

Paula: — Então era você que estava por trás disso?

Gustav: — Agora que você percebeu... Paula, você tem que ser mais esperta... Mas quer saber? Você não vai viver até que isso aconteça, então continue do jeito que você é!

Paula: — Eu nunca achei que você era tão frio!

Gustav: — Desculpe por ter mostrar uma imagem errada de mim! Chega de conversinhas que não vão fazer diferenças agora!

Ele veio até mim com um sorriso malicioso e segurou nos meus braços novamente me puxando para o quarto novamente. Tentei várias vezes me soltar, mas como sair das “garras” de um vampiro? Nem eu, que tinha muita força, conseguia fazer com que ele me soltasse.

Gustav: — Nossa você não desiste tão rápido, né? Mas eu também não sou de desistir, e vou conseguir o que quero!

Chegamos ao quarto em que eu ficava.

Gustav: — Droga, não faço idéia de onde está as chaves daqui... Bem, você vai ficar nesse outro quarto...

Ele abriu a porta e me jogou lá dentro, me fazendo cair sentada.

Gustav: — Sabe, você fica linda com essa cara de assustada.

Paula: — Vá se ferrar também!

Gustav: — Não me xinga não “cunhadinha”, sabe, eu considerava o Bill como o meu irmão. Pena que ele se foi!

Paula: — Ele se foi para onde? – Perguntei com medo da resposta.

Gustav: — Paula, tenho uma péssima noticia para te dar. O Bill se matou!

Notas finais
Prometo não demorar tanto da próxima vez!!!
Küsses!!!