Notas iniciais
Mais uma capítulo para vocês liebes!!!

P.O.V. Bill

Gustav: — Você está me sufocando!

Bill: — Você merece coisa pior que isso...

P.O.V. Paula

Paula: — Bill chega, vamos sair daqui logo! – Me levantei do chão.

Bill: — Espera, eu ainda tenho que resolver alguns assuntos com esse cara! – Achei estranho o Bill ter chamado o Gustav de “cara”... Era como se eles não se conheciam!

Gustav aproveitou a distração e chutou o Bill, que sem saber direito o que havido acontecido, caiu no chão!

Em seguida Gustav tirou algo do bolso da calça e veio até mim e apontou um estilete no meu pescoço.

Paula: — Gustav já chega, você não precisa mais me ameaçar.

Bill: — Larga ela Gustav! – Ele se levantou em um pulo.

Gustav: — Não! Eu quero o poder dela para mim.

Bill: — Isso nunca vai dar certo!

Gustav: — Isso é o que você acha.

Bill: — Você está sabendo de algo que eu não saiba?

Gustav: — Sim, de muita coisa, amigo.

Bill: — Do que?

Gustav: — Você acha que vou te falar?

Bill: — Precisamos conversar... Mas solta a Paula antes.

Gustav: — Não vou soltar ela.

Bill: — Por qualquer coisa Gustav, mas solte-a.

Ichigo: — Por que ele é tão teimoso? – Ichigo parecia ser a pessoa mais inocente que eu já vi.

Gustav: — Eu troco a Paula pela Ichigo.

Bill: — Ichigo? O que você vai querer com ela?

Gustav: — A Paula pela Ichigo.

Nem eu tinha entendido o porquê ele queria fazer essa troca.

Bill: — Gustav, eu realmente não te entendo.

Ichigo: — Para mim tudo bem. Ele não parece uma pessoa que faria mal para mim.

Paula: — Ichigo, do que você está falando?

Ela ficou quieta.

Bill: — Não, eu não aceito essa troca.

Ichigo: — Não, eu vou com ele.

Antes que eu ou Bill falássemos algo, ela começo andar na minha direção e do Gustav.

Paula: — Ichigo não faça isso.

Ichigo: — Está tudo bem, eu aceito essa troca.

Gustav me empurrou e pegou no braço da Ichigo.

Paula: — Bill não podemos deixar ela com ele.

Bill: — Paula está tudo bem... Ele não vai fazer mal a ela, também tenho certeza disso.

Paula: — Como vocês podem ter tanta certeza disso?

Bill: — Confie em mim! Só te peço isso agora... Vamos embora logo.

Paula: — Tome cuidado Ichigo. – Falei indo em direção do portão com o Bill.

Antes de sair, olhei para trás e vi Ichigo caindo, desmaiando e Gustav pegando ela no colo. Na hora me desesperei, mas Bill falou para eu ficar calma. Como eu ia ficar calma sabendo que tinha uma adolescente nas mãos de um... Será que posso chamar o Gustav de assassino?

Bill: — Vamos logo Paula.

Paula: — Por que você se matou?

Bill: — Falamos nisso mais tarde... – Entramos no carro ele foi dirigindo.

Paula: — Bill, o seu braço, ele...

Bill: — Sou um vampiro!

Quando ele falou isso senti um arrepio.

Bill: — Vamos para a minha casa... Assim você pode aproveitar e pegar as suas coisas que você deixou lá... – Percebi que o tom da voz dele havia mudado.

Paula: — Pode ser.

Depois disso não falamos mais nada, até entrarmos na casa dele. As garotas ainda estavam lá.

Paula: — Oi! – falei meio desanimada.

Todos me responderam.

Georg: — Eu não acredito que o Gustav foi capaz de fazer isso!

Paula: — Vocês estavam sabendo?

Cinthia: — Eu vi cada coisa que você passou nesses dias.

Paula: — Se não se importam, eu quero descansar – Na verdade eu não queria falar sobre isso – Bill vamos?

Bill: — Ah! Claro.

Subimos as escadas e fomos para o quarto dele.

Bill: — Pode ficar a vontade e pegar o que for seu. – Ele falou olhando para baixo.

Paula: — Sim! Obrigada.

Bill: — Bem, acho que vou tomar banho. Vou deixar você mais a vontade. – Assim que ele acabou de falar ele se retirou.

Comecei a juntar as minhas coisas, não eram muitas, então foi rápido.

Já estava quase saindo do quarto dele quando vi uma espécie de carta, amassada, jogada no chão. Peguei-a e vi que ela era destinada a mim.

Eu queria saber o que se tratava e sem pensar duas vezes guardei sem falar nada para o Bill.

O Bill ainda estava no banho e não queria esperar muito para ir embora.

Desci as escadas e despedi de todos.

Paula: — Fala para o Bill que já fui. Depois falo com ele direito

Georg: — Claro, até mais Paula, quer que eu te leve?

Paula: — Não precisa se incomodar. Tchau!

...

Eu já estava na minha casa, quando lembrei da carta. Comecei a ler.

Então foi por isso que ele se matou. Ele realmente estava sofrendo e eu era a culpada.

Notas finais
No próximo capítulo você vão saber o que o Bill escreveu nessa carta. Uma prima minha que escreveu e achamos que ela se encaixava perfeitamente na fic.
Bjsssssssss!