Que O Jogo Comece...

19 Meu mais novo colega


Notas iniciais
Oie leitores do meu coração!
Estou tão feliz! Cheguei aos cem reviews! Muito obrigada à todos.*-*
Eu também queria agradecer à linda da Dani Somerhalder que me deixou uma recomendação. Muito obrigada fofa, amei!^^
Bom, esse é um P.O.V. Amy e não está muito bom, mas eu espero que gostem.
Boa leitura!
Dica de leitura:
Te beijar ou te matar?: https://www.fanfiction.com.br/historia/222258/Te_Beijar_Ou_Te_Matar

P.O.V Amy

Durante o restante do tempo que o Nathaniel ficou comigo na enfermaria até o intervalo acabar ele parecia desatento. Logo que ele saiu da enfermaria os meus pais chegaram lá, já que a enfermeira os havia avisado da minha situação.

Meus pais me levaram ao hospital e depois de esperar um tempo fui atendida pelo doutor. Ele me examinou e afirmou que eu estava anêmica e precisava de descanso e também me receitou um remédio à base de ferro. Depois disso, meus pais me levaram para casa e desde então eu fiquei assistindo televisão na sala de estar.

Ouvi a campainha tocar. Quando fui me levantar do sofá para atender a minha mãe já tinha atendido, mas eu não consegui identificar quem era, eu não ouvia bem a voz. Depois de um tempo eu descobri.

— Com licença. – era o Nathaniel.

— Nathaniel? – eu estava surpresa, apesar de tudo.

— Como se sente? – ele perguntou com um olhar doce e colocou as mãos nos bolsos do casaco.

— Bem, obrigada. Sente-se. – apontei para uma poltrona. O olhar dele era muito meigo, o que me fez sorrir como boba.

Ele se sentou na poltrona.

Conversamos mais e ele pareceu preocupado quando eu fiz uma brincadeira de que eu morreria em duas semanas. Ele se ajoelhou e segurou a minha mão o que me deixou muito feliz. Eu me senti mal depois, eu só tinha feito a brincadeira por que eu estava nervosa. Eu sempre estava nervosa perto dele. Mas embora ele tenha aparentado ficar um pouco chateado, logo ele já estava sorrindo aquele sorriso maravilhoso dele. Assim, eu também sorri.

Conversamos um pouco mais e depois ele me perguntou se eu gostava de jogar xadrez, eu amo xadrez. Logo ele se aproximou do sofá e beijou a minha testa. O que ele disse a seguir me fez congelar:

– Até mais minha namorada. – namorada?! Namorada?! Como assim namorada?! Seria sorte demais...

— O quê? –foi só o que eu consegui perguntar e também nem sabia o que falar.

Ele sorriu. – Para a enfermeira e para a sua mãe é isso o quê somos.

— Por que a minha mãe tem que ser assim? — sempre a minha mãe. Ele somente sorriu.

A campainha soou.

— Eu atendo para você. – o Nathaniel disse.

— Não precisa, eu estou bem. – fui me levantar do sofá, mas infelizmente ou felizmente fui impedida.

— Não. – ele falou e eu o olhei surpresa e nervosa. Ele me cercou com aqueles braços fortes antes que eu pudesse me levantar do sofá e depois fez algo que me fez entrar em choque, ele colocou os joelhos em torno da minha cintura, totalmente sugestivo. Ele se aproximou do meu corpo cada vez mais, fazendo com que eu fosse me deitando no sofá. Eu não tirava os olhos dos dele que estavam alegres e com aspecto malicioso, enquanto ele sorria um sorriso largo. Ele estava perfeito, como sempre, ou melhor, mais perfeito do que nunca. Eu estava surpresa, com medo, mas também estava amando a aproximação dos nossos corpos. Eu sentia a minha pulsação pela minha veia jugular, de tão acelerado que estava o meu coração e eu mal conseguia respirar. O Nathaniel aproximou o rosto dele do meu e eu pensei que ele fosse me beijar, mas ele apenas colou nossas testas. Mas como se não fosse o suficiente ele mirou o meu pescoço e eu por impulso (não sei de onde), virei meu rosto dando espaço a ele.

— Você tem que estar totalmente saudável para o que eu quero fazer com você. – eu fiquei imóvel com aquelas palavras. Eu pude ver os pensamentos dele e perceber definitivamente que eu amo a perversão e a malícia dele. — Você esqueceu que você seria minha hoje depois da aula? – eu estremeci. — Então apenas descanse e deixe que eu cuide de você. – essa última frase foi tão doce. Ele baixou mais a cabeça e afundou-a nos meus cabelos que estavam esparramados na almofada do sofá. Logo ele saiu de cima de mim, o que me deixou aliviada.

— Até amanhã Am. –ele sorriu. Eu não respondi absolutamente nada, não conseguia. Só fiquei lá atirada no sofá digerindo tudo o que havia acontecido. O que para mim, era demais.

Um pouco depois a Jenna entrou na sala.

— Oi Am! – ela disse eufórica. – O que estava fazendo aqui sozinha com o Nathaniel? Hein?! Quero saber de tudo! – ela continuava. – Am, você está bem?

— Estou. – falei me sentando no sofá ainda estranha e tremendo. – Jen, ele quase me matou.

— O quê?! O que o Nathaniel fez? – ela perguntou preocupada.

Contei tudo à Jenna e ela começou a rir.

— Então quer dizer que o vizinho gostoso praticamente te agarra na sua sala de estar e você fica paralisada?! Você devia ter correspondido e tomado o controle da situação! Nem precisava se importar me atender. Eu não me importava em ser esquecida por um bem maior ou um prazer maior no caso. – ela disse e sorriu maliciosa.

— Jen! – a repreendi.

— Está bem, mas a pergunta mais importante é: — Você gostou do vizinho gostoso “por cima”? – a Jen sempre conseguia me fazer rir.

— Na verdade... Eu adorei. – admiti baixo e depois tapei meu rosto com as mãos envergonhada com o que eu tinha acabado de falar.

— A Amy que era santinha, né?! Agora está se revelando. – ela ria demais. A Jen sempre soube que eu tinha um lado pervertido, mas que eu nunca o deixava evidente.

— Cala a boca, Jen! – eu ria juntamente com ela.

— Mas olha, por falar em garoto gostoso, você devia ter visto o garoto que entrou na nossa sala hoje. Eu tenho um namorado lindo e maravilhoso, mas você está solteira e o garoto parece ser muito legal, além de ser o seu tipo. – então ele é irmão gêmeo do Nathaniel?

— Como ele é? – perguntei curiosa.

— Ele é loiro, mas num tom mais escuro meio puxado para o castanho. Tem olhos azuis claros e tem um rosto muito meigo, mas um olhar marcante e até meio sedutor. Perfeito para você. – ela estava bem animada.

Eu sorri. Agora que eu estava mais próxima do Nathaniel era quase impossível que eu gostasse de outro garoto. Mesmo assim, eu estava curiosa a respeito desse novo colega.

Fiquei em casa no outro dia também e então à tarde decidi escutar música e escrever o meu romance. Eu sempre costumava cantar junto com as músicas que ouvia, era meio que sem querer. Eu recém tinha terminado de cantar quando alguém bateu na porta do meu quarto.

— Pode entrar. – eu disse.

— Nathaniel? – ele tinha dito que viria no dia anterior, mesmo assim eu me surpreendi de vê-lo entrando no meu quarto. Me acomodei na minha cama ficando apresentável e tirei meus fones de ouvido também.

— Oi, desculpe atrapalhar. Eu trouxe o jogo. – ele disse entrando no quarto e mostrando-me uma sacola com um tabuleiro.

Eu sorri. Eu estava muito feliz por ele estar comigo, muito mesmo. – Não está atrapalhando. – coloquei o meu caderno em cima da cômoda sem sair de cima da minha cama. O que depois eu percebi ter sido uma má ação, pois aquela seria uma posição estranha para o garoto que eu amo e que me disse aquelas coisas maliciosas enquanto me cercava na minha sala me ver. — Sente-se. – eu fiz um gesto para que ele sentasse na beira da cama.

Ele sentou na cama e começamos a jogar. Eu venci a primeira partida e ele a segunda, logo começamos a conversar.

— Gostando de poder ficar em casa? – ele perguntou.

— Amando. — O colégio é importante obviamente, mas eu gosto muito de ficar em casa. – completei.

— Você não está perdendo nada. Afinal, você poderia dar aula aos professores. – ele disse simplesmente. Eu ficava cada vez mais envergonhada, mas eu amava quando ele me elogiava.

Eu sorri. – Não acha que está exagerando um pouco? – perguntei meio sem jeito.

— Não. – respondeu sorrindo. Eu sorri novamente e depois toquei o meu ombro que estava dolorido.

— O que foi? Está doendo? – ele perguntou se importando.

— É, eu acho que dormi de mau jeito. – respondi. Eu vi um sorriso malicioso passar pelo rosto dele rapidamente, deve ser a minha imaginação.

— Deixa que eu te ajude com isso. Sou muito bom com massagens. – disse se sentando atrás de mim na cama.

— Não precisa. – eu disse envergonhada. Eu queria muito receber uma massagem dele, mas eu ficaria muito envergonhada com as reações que o meu corpo teria.

— Eu faço questão. – ele disse e esfregou as mãos. Logo, tocou em meus ombros. Sentir as mãos dele passando pelos meus ombros era ótimo, magnífico. Ele começou a massagem fazendo movimentos circulares. Aquilo era, definitivamente, delirante. Ele fazia movimentos firmes e suaves. O que me incomodava era pensar que ele já tinha feito isso e muito mais em outras garotas. Mas eu não queria pensar em quantas garotas aquelas mãos fortes já tinham tocado e quantas garotas já tinham sentido aquilo que eu sentia naquele momento por que pensar nisso me perturbava. Eu queria me centrar nas sensações maravilhosas de suas mãos percorrendo minhas costas, passando pela minha coluna e me fazendo gemer, o que me fez ficar com vergonha, mas eu estava amando. Eu me arrepiava com o toque dele, principalmente quando ele decidiu mudar os movimentos da massagem, me fazendo sentir muito prazer, e involuntariamente, gemer mais alto. Ele começou a passar a mão em meu pescoço de maneira carinhosa, eu não entendia por que ele estava fazendo tudo isso, eu não conseguia acreditar na possibilidade de que ele gostasse de mim. Quando ele aproximou seu rosto do meu pescoço eu pude sentir a respiração dele e eu estremeci. Logo, ele parou a massagem.

— Gostou? – perguntou retomando o lugar em que estava antes com um sorriso largo no rosto.

— Sim, obrigada. – eu mexi os ombros, minha voz estava diferente devido às sensações que ele me provocou.

— De nada, você merece. – ele disse com um lindo sorriso no rosto, me olhando de maneira carinhosa com aqueles mares azuis. – Eu já vou. – ele se levantou da minha cama e me beijou na testa, eu ainda estava meio paralisada por causa da massagem. Mas ele me abraçou, me confortando, o que me fez voltar à realidade. Eu amava aquele abraço. – Até mais Am. – ele disse no meu ouvido e beijou a minha bochecha. Ele se levantou e saiu do meu quarto. – Até mais... Meu amor. – falei com um sorriso olhando para a porta um pouco depois de ele sair, ele não tinha escutado. Eu estava realizada. Ele havia me pedido para deixá-lo cuidar de mim e ele realmente estava tomando conta de mim e me alegrando mais a cada dia.

Aquele final de semana passou com uma velocidade impressionante. Talvez tenha sido por que eu não parava de pensar no Nathaniel e assim, uma hora parecia um minuto.

Segunda-feira... Término do descanso... Aula.

Isso era estranho, mas eu queria que a hora da aula chegasse rápido, queria que novamente ele me levasse ao colégio. Mas eu não sabia se eu ia com ele, afinal, ele não disse se me levaria hoje.

Li um livro de biologia, escutei música e depois fui tomar banho. Me arrumei para o colégio e desci para almoçar.

— Vai com o Nathaniel para a aula, filha? – sempre a minha mãe.

— Eu não sei. – respondi concisa.

— Nathaniel? – perguntou meu pai. Ele não sabia que atualmente eu e o Nathaniel somos amigos.

— Nathaniel Collins. – eu demorei um pouco para responder.

— Que bom que estão se dando bem. – aquela, definitivamente, não era a resposta que eu imaginava ouvir, mas foi um alívio. Meu pai me surpreendeu, chegou a ser estranho.

Permaneci em silêncio até terminar de almoçar e subi para terminar de me arrumar. Quando eram 13:15 peguei minha bolsa, meus livros e desci.

— Já vai filha? – a minha mãe estava na cozinha lavando a louça.

— Sim, eu já vou. Tchau mãe. – respondi.

— Tchau, filha. – ela continuou o que estava fazendo.

Saí de casa e logo vi o Nathaniel encostado no carro dele, com os braços e as pernas cruzados. Ele abriu um sorriso quando olhei para ele, o que fez com que o meu coração batesse mais forte, ao mesmo tempo que um sorriso bobo invadiu o meu rosto como sempre. Me aproximei dele e ele sorriu ainda mais.

— Como se sente hoje? – ele perguntou ainda escorado no carro.

— Completamente bem. Obrigada por tudo. – agradeci.

— Não precisa agradecer, Am. Eu não fiz nada. – ele disse.

— Você foi um ótimo amigo cuidando de mim. – respondi um pouco envergonhada, olhando para o chão.

Ele puxou carinhosamente uma mecha do meu cabelo e colocou atrás da minha orelha. Logo, a mão dele levantou meu queixo, fazendo-me olhar para ele. – Para mim é um prazer poder cuidar de você. – a cada dia e a cada segundo ele ficava mais doce. Eu não acredito que ele possa estar gostando de mim. Mas sinceramente, os olhos dele me confundiam, mesmo que eu não possa ter certeza de nada, já que eu sempre acabo me iludindo. – E então? Vamos? – ele perguntou me acordando de meus devaneios.

— É claro. – respondi e ele abriu a porta do carro para que eu entrasse no mesmo. Depois ele fez a volta e do mesmo modo, entrou no carro. Ficamos em silêncio na maior parte do percurso, às vezes o Nathaniel me observava e virando o rosto sorria para o nada. De igual forma eu o olhava e sorria até que olhamos nos olhos um do outro por um breve momento e depois sorrimos ainda mergulhados na imensidão de nossos olhares. Os olhos dele estavam castanho-esverdeados, o que o deixava com um ar mais meigo. Eu gostei do olhar dele assim, mas, eu amava quando os olhos dele estavam azuis.

— Seus olhos são lindos. – ele falou olhando para frente ainda sorrindo.

— Os meus olhos? – falei um pouco surpresa. – Os seus olhos mudam de cor. Um dia azuis, outro dia verdes e também castanhos... Os seus olhos são lindos.

— Pode ficar com eles se quiser. – ele respondeu achando graça.

— Se eu pudesse trocava com você. – continuei e ele voltou a sorrir.

— O seu olhar é sincero, meigo e apaixonante. Os seus olhos te expressam e eu acho que eles são perfeitos. Eu não mudaria nada em você, você é perfeita assim. – o que eu poderia falar se eu não conseguia pensar? Perfeita... embora essa palavra tenha me atormentado por tanto tempo eu amava ouvi-lo me chamar assim. Ele não tinha esboçado aquele sorriso malicioso que ele esboçava para me irritar quando me chamava de “senhorita perfeita”, ele tinha sorrido de maneira doce, terna... Perfeitamente.

Não falamos mais nada até chegarmos ao colégio. Quando chegamos lá ele saiu do carro e abriu a porta para mim. Novamente, todos olhavam para nós. Tive a mesma sensação que na quarta-feira.

No colégio tem um lugar que é como que “reservado” aos populares, pois todos os garotos desejados vão para lá com suas “ficantes”. O lugar é lindo, é uma rampa pouco inclinada à cerca de uma entrada para as quadras de esportes perto do ginásio. Eu, mesmo sendo considerada uma intrusa, gostava de ficar lá deitada escutando música sob a luz do sol na hora do intervalo quando a Jenna não vinha à aula. Aquele lugar era tranquilo.

Por ter uma grande árvore ao lado dessa rampa, esse lugar por isso também era conhecido.

Eu e o Nathaniel fomos conversando até lá e nos sentamos perto da árvore. Depois de um tempo o sinal soou. Ele me levou até a porta da minha sala de aula, que era a última do lado esquerdo do corredor e depois foi para a dele que era a última do lado direito. Entrei na sala de aula e me sentei no fundo, como normalmente. Eu me sentia melhor no fundo da sala já que podia ficar mais à vontade. A Jenna em seguida chegou e se sentou na fila do canto da sala, ficando à minha direita. A professora de Geografia entrou na sala e logo entrou um garoto que eu não conhecia atrás dela.

— Am, esse é o nosso novo colega que eu te falei. – a Jen sussurrou. E a Jen estava certa no que tinha dito... Ele era lindo.

O garoto que eu não conhecia se sentou na última classe da segunda fila à direita, atrás de mim. Eu às vezes sentia que ele estava me observando, mas como eu estava na classe à frente da dele era normal que ele estivesse olhando na minha direção. Um tempo depois ele falou comigo:

— Oi, qual o seu nome? – a professora ainda não tinha feito a lista de presença então ele não podia saber quem eu era. A expressão dele era muito meiga.

— Amy Hansen. E o seu? – eu disse depois de uma breve pausa.

— Nikael Cooper. Prazer em conhecê-la. – ele estendeu a mão.

— Igualmente... – respondi apertando a mão dele. — ... Nikael. – falei apreciando o nome dele.

— É um nome estranho, não é? As pessoas sempre esquecem. – ele disse sorrindo.

— Não, não é estranho. É apenas diferente... Mas eu não irei esquecer. – como eu poderia esquecer o nome que é como uma junção do apelido do meu irmão com o nome do garoto que eu amo?

Ele sorriu. – Eu fico muito feliz. Mas pode me chamar de Nik.

— O apelido do meu irmão é Nick. Eu posso te chamar de... – pensei um pouco. — ...Nel?

— Pode me chamar como quiser desde que me chame. — ele falou com a expressão mais doce que eu já vi. Eu fiquei corada e logo virei para frente, pois a professora havia pedido atenção.

A professora explicou um pouco da matéria e logo olhou na minha direção:

— A aula não está interessante? – ela perguntou. Eu podia jurar que ela estava perguntando para mim, mas logo percebi que não.

— Desculpe professora, é que eu não consigo me concentrar direito na aula com uma garota tão linda na minha frente. – ele disse e toda a sala olhou para ele, exceto eu. Ele estava falando... De... Mim?

— Agora que está prestando atenção pode me responder qual a menor fronteira do mundo e qual a maior fossa oceânica? E também me diga qual o nome da primeira capital da Finlândia. – aquelas não eram perguntas comuns e a professora não havia falado nada sobre essas questões, mas eu sabia as respostas. Eu ia responder, mas:

- A menor fronteira do mundo é a que separa o Vaticano de Roma, com apenas 4,07 Km. A maior fossa oceânica é a fossa das Marianas. Tendo 11.034m de profundidade. E o nome da primeira capital da Finlândia é Tykkään Tästä, ou como é chamada no nosso idioma, Turku. Mais alguma pergunta professora? — ele sorriu, mas não de maneira provocativa. Apenas meigo.

A professora apenas balançou a cabeça em sinal de negação com um olhar surpreso e com um pouco de raiva. Logo ela continuou a escrever no quadro.

Eu me sentia mais atingida ainda por olhares, mas agora de todos. O que ele disse foi muito doce, eu admito. Mas não consigo pensar nele como a Jenna sugeriu. Eu nem o conheço. Ele é inteligente, lindo, tem charme, mas eu já amo o Nathaniel. E não pretendo nem conseguiria esquecê-lo. Mas... Ele parece ser o tipo de melhor amigo ideal, que eu sempre quis ter.

Notas finais
E aí?! Gostaram?! Espero por reviews, ok?!
Obrigada por tudo gente. ^^ Beijos.