Que O Jogo Comece...

42 Finalmente sua...


Notas iniciais
Oie leitores lindos do meu coração! *----------*
OMG, OMG, OMG! Eu ganhei outra recomendação, nem acredito! Sim, ganhei! Muito obrigada Kah Belicov, esse Cap. é dedicado totalmente a você, linda! Amei a recomendação de verdade. *-----*
Ah! Eu estou postando na data estipulada hoje, viram?! *-------* E... Bom... Acho que a minha indireta das notas finais do Cap. anterior não foi muito eficaz, mas não liguem. kk Então... Aproveitem o hot! Kk Dessa vez é verdade, ok?! Sim! Wow! A dieta acabou! Kk
E voltando ao Cap... É totalmente P.O.V. Amy, e eu só queria lembrar que a Amy não tinha como ter certeza dos sentimentos do Nate por ela, já que ela só sabia o que ele dizia e da existência de uma aposta, então não fiquem bravas com ela por causa da demora em se render ao Nate, ok? Por que infelizmente para ela, ela não lê os P.O.V.s do Nate. Kk
Ah! Mais uma coisa... Como eu não tenho experiência prática nenhuma nisso, embora eu já tenha escrito hentais, eu peço que relevem se o Cap. não estiver tão bom assim, ok?
E eu conto com vocês para me dizerem se eu consegui começar bem a primeira noite da Am e do Nate, tudo bem?
Bom... Sem mais delongas... Espero que gostem. ^^

P.O.V. Amy



Nada mais importava naquele momento a não ser eu e ele, juntos... De uma maneira que eu antes julgava ser impossível. O amor que eu sentia por ele era tão grande... Eu não queria mais resistir. Queria ser inteiramente e completamente dele. Embora ele não soubesse disso... Eu sempre fui... Só dele.


Nós estávamos nos beijando cada vez mais intensamente na minha varanda. Eu o segurei pela cintura, o conduzindo para dentro da minha casa devagar enquanto eu andava de costas e ele me segurava firme contra ele, sem cessar o nosso beijo. Nós entramos dessa forma na minha casa e então ele fechou a porta com o pé dele, batendo-a forte. As mãos dele me puxavam contra ele com força, eu queria estar cada vez mais próxima a ele. Ele me empurrou levemente contra a porta da minha casa enquanto ele direcionava os lábios dele ao meu pescoço e me apalpava firme na cintura, parecendo desesperado por mim como eu por ele. Ele começou a beijar meus lábios novamente, mas agora com mais vontade ainda.

Nossas línguas disputavam por espaço e ele dava leves mordidas no meu lábio inferior, o puxando para os lábios dele. Eu acariciava a nuca dele com a mão direita e passava a minha mão esquerda entre os cabelos dele, pressionando mais a cabeça dele contra meus lábios. Eu tinha sede dos lábios dele. Ele alisava o meu corpo com mãos famintas e toques desesperados, deslizando as mãos dele por minhas curvas e me acariciando de diferentes formas que me excitavam e me faziam sentir amada por ele. Nós continuamos nos beijando dessa forma até que precisamos de ar e separamos levemente nossos lábios, colando nossas testas e ficando com nossos lábios a centímetros de distância, mergulhados nos olhos um do outro e com nossas respirações ofegantes.

- Eu preciso de você, Nathaniel. – eu disse à ele olhando naqueles olhos azuis claros que me desconcertavam. Era a mais pura verdade. Eu sentia necessidade de ser dele, que ele me tomasse para si.

Ele sorriu meigo e admirado, ele tinha entendido à que me referia. – Eu preciso mais de você, Amy. – um sorriso enorme encheu meu rosto, assim como ao dele.

Ele se abaixou me segurando no colo, beijando meus lábios logo depois disso. Minha perna direita descia e subia sutilmente pelo lado direito do corpo dele, acariciando-o com delicadeza enquanto ele me levava no colo em direção à escada e depois ao meu quarto e até a minha cama. Sem cessar o nosso beijo ele me deitou gentilmente sobre a mesma, se colocando em cima de mim, com os seus braços e pernas ao redor do meu corpo. Eu já prendia gemidos involuntários, mesmo sabendo que estávamos apenas começando.

As mãos dele, agora livres, corriam desinibidas, mas cautelosas e carinhosas sobre a pele da minha cintura. Eu o envolvia pelo pescoço e acariciava a nuca dele suave e delicadamente, seu ponto fraco. Ele gemia assim contra meus lábios. Os gemidos dele eram tão lindos...

Ele sorriu contra meus lábios e ergueu meu tronco da cama levemente com a mão direita enquanto nos apoiava em sua mão esquerda, logo sussurrando no meu ouvido: — Eu ainda não descobri seu ponto fraco... Mas não se preocupe, Am... – a mão dele que me apoiava subiu cada vez mais pela minha coluna, fazendo com que eu me erguesse e ficasse mais perto da boca dele, mal respirando. -... Não passa de hoje. – ele continuou. A voz dele continha intenções insinuativas e ao mesmo tempo misteriosas, a rouquidão e o desejo nela expressos me deixavam delirar com pensamentos estonteantes. Ele me deitou sobre a cama novamente. Depois de ver o sorriso malicioso dele mantive meus braços imóveis sobre a mesma.

Ele começou a beijar o meu pescoço com avidez, passando sua língua sobre a pele nua e sensível do mesmo. Eu sentia um doce prazer invadindo as veias do meu ser e já me fazendo sentir arrepios deliciosos pelo meu corpo inteiro.

- Não é o seu pescoço. – ele disse logo sorrindo por causa das minhas reações.

- É, acho que não. – dei a mesma resposta que da primeira vez que ele me disse aquilo, mas agora a minha voz estava num tom diferente. Excitado e abafado.

Ele deslizou a mão direita dele pelo meu quadril, até chegar à minha cintura, onde ele começou a me acariciar de leve, descobrindo as curvas do meu corpo. A mão esquerda dele o apoiava na cama enquanto os seus lábios levemente cheios e sedutores beijavam os meus, que imploravam silenciosos por aquele toque primeiramente suave, mas que depois se tornou ousado e desesperador. A língua dele percorria a minha boca inteira, deslizando pela minha gengiva e dentes, travando uma batalha com a minha própria língua que tentava acariciar a dele. Nós dois ficamos sem ar e nos afastamos sutilmente, olhando nos olhos um do outro e tentando buscar o ar que parecia ter se dissipado do ambiente em que estávamos.

As minhas mãos estavam disponíveis, mas eu continuava com elas imóveis... Estava nervosa demais para pensar em movê-las. Eu acho que ele percebeu isso, pois logo ele olhou fundo nos meus olhos e disse: — Não fique nervosa... – ele sorriu. Aquele sorriso me acalmou. –... Eu te amo, Am. E eu vou fazer de tudo para que seja perfeito para você... Como já está sendo para mim. – o olhar dele era muito sincero e suas palavras... Tão doces... O que me fez derreter figurativamente. Ele me beijou ternamente, mal encostando nossos lábios de início. Fechei meus olhos saboreando aquele beijo tão atípico e amoroso. O impacto daquelas palavras foi imenso para mim. Como se um fardo tivesse sido tirado de sobre o meu corpo.

Aquele beijo singelo foi com o tempo adquirindo alvoroço novamente, mas agora minhas mãos massageavam as costas dele e o traziam para mais perto do meu corpo. O Nathaniel passou a mão direita no meu ombro esquerdo, deslizando-a pelo meu braço. Eu me arrepiei com aquela carícia enquanto ainda nos beijávamos.

Nós dois ainda estávamos totalmente vestidos, o que me garantia certa tranquilidade... Ninguém nunca tinha visto meu corpo completamente, eu sentia vergonha de mostrá-lo e tinha medo de que ele não me achasse satisfatória. Aos poucos ele foi abrindo os botões da minha camisa enquanto beijava o canto da minha boca e depois perto da minha orelha. Eu respirava aos arquejos e soltava leves gemidos. Ele gemia contra a minha pele, produzindo um som excitante para mim.

Ao ponto que as costas das mãos dele encostavam levemente na minha pele antes encoberta pela camisa eu começava a ficar mais atônita. Ele já tinha me visto de lingerie, mas a situação agora era bem diferente. Abri meus olhos, observando as ações dele. Ele ainda me beijava, passando a ponta da língua dele pelo meu pescoço... Minha pele ardia com o prazer que eu sentia por causa dos lábios e principalmente da língua dele, que fazia movimentos inebriantes.

Ele abriu completamente a minha camisa e depois eu me ergui acanhada, o ajudando a tirá-la. Meu rosto ferveu naquele momento. Percebi no rosto dele um largo sorriso enquanto por um momento ele observava atentamente os meus seios ainda parcialmente cobertos pelo meu sutiã rendado roxo e sorri também. Ele parecia gostar do que via e eu gostava de vê-lo feliz daquela maneira, ainda mais sendo por causa do meu corpo. Mas ele não tocou em meus seios naquele momento.

Ele foi até o meu ouvido e lambeu o lóbulo da minha orelha, o mordendo levemente depois: — Você é perfeita, Am. – aquela palavra que tanto já tinha me atormentado agora me atordoava de alegria.

Nesse momento ele fez um percurso com a boca dele até bem perto dos meus seios. Por onde os lábios dele passavam, minha pele ardia em chamas. Hora ele me mordia levemente, hora ele apenas lambia com a língua contraída, hora ele arrastava seus lábios sobre a minha pele... Tudo era altamente prazeroso. Eu sentia uma parte do meu corpo aquecer gradualmente em prazer. Aquilo era tão bom... Tudo era fantástico e extasiante. Eu queria fazê-lo sentir tudo o que eu sentia... E eu iria. Mas eu estava com muita vergonha já que aquela era a minha primeira vez e ele era tão experiente.

Eu tomei coragem e me erguendo na cama segurei na barra da camisa dele. Eu o olhei e ele fez um sinal afirmativo juntamente com um sorriso largo, levantando os braços e assim me ajudando a despi-lo. Eu olhei corada para o abdômen definido dele tão próximo de mim e admirada... Como o Nathaniel era gostoso... Senti vontades e desejos que nunca tinha sentido antes. Eu queria fazê-lo sentir o prazer que eu já sentia naquele momento. Eu fiquei o admirando sem saber o que fazer. Ele colocou a mão esquerda nas minhas costas enquanto me deitava na cama com a sua testa colada na minha. Senti uma pressão boa que cresceu desde a minha barriga até meu tronco, fazendo com que eu erguesse mais meu tronco e meus seios ficassem em maior evidência. Ele os olhou atentamente. A respiração dele era ofegante, assim como a minha. Os olhos dele estavam num azul profundo vidrados nos meus. Eu ficava cada vez mais excitada com seus toques, beijos e olhares.

Eu podia ver que ele sentia o mesmo devido a um volume aparente em sua calça, que me deixava mais nervosa e feliz em saber que ele me desejava. A excitação dele estava me tentando. Eu tinha agora, além de curiosidade, uma vontade súbita de tocar e acariciar o membro dele, eu sabia que isso daria a ele muito prazer, o que me faria satisfeita. Ele notou que eu encarava seu membro com ansiedade e logo tratou de me acalmar, deixando seu rosto muito próximo do meu: — Não tenha medo de me tocar se é o que quer Am. Meu corpo é seu agora. – ele beijou a pele atrás da minha orelha. A voz dele continha uma excitação diferente. Não somente eu queria tocá-lo como ele parecia ansiar pelo meu toque.

Minha mão deslizou até a coxa dele, mas eu não toquei em seu volume, que ainda me deixava muito nervosa. Embora eu já o tivesse tocado na casa dele, foi um acidente. Ele gemeu contra meus lábios quando a minha mão chegou bem perto da masculinidade dele. Eu pousei minha mão na coxa dele, bem perto do membro dele e comecei a acariciar a coxa dele com a ponta dos meus dedos. Ele parecia estar apreciando minha carícia, já que ele me beijava mais intenso a cada segundo e gemia mais seguido contra meus lábios enquanto a mão direita dele me acariciava desde a extremidade entre os meus seios até o meu pescoço. Eu tirei a minha mão da coxa dele, acariciando-lhe o rosto.

Ele parou de acariciar meu pescoço e abriu a minha calça devagar, sem tirá-la. Enquanto isso beijava a porção dos meus seios que não estava coberta pelo sutiã. Eu queria secretamente que ele se divertisse nos meus seios e como se ele lesse meus pensamentos... Foi isso o que ele fez. Ele abriu meu sutiã me erguendo e logo me deitando novamente na cama e olhando em meus olhos, como se me pedisse permissão para tocá-los. O sutiã ainda estava encaixado nos meus seios, ainda cobrindo-os. Eu segurei a mão esquerda dele que há pouco me erguia e a mão direita dele, na qual antes ele se apoiava na cama e as trouxe até meus ombros, as colocando sobre as alças do meu sutiã já aberto.

O rosto dele continha uma expectativa muito grande. Eu estava com medo e nervosa, mas eu queria que ele me visse. Ainda segurando as mãos dele eu as deslizei levemente pelos meus braços. Com as mãos dele, as alças do meu sutiã vinham soltas. Soltei-o e deixei que ele terminasse de me despir. Fechei meus olhos novamente ansiosa... Tive muito medo da reação dele, além de muita vergonha. Quando os abri novamente o vi me admirando com um grande sorriso nos lábios e um brilho diferente nos olhos. Sorri juntamente com ele realizada. – Como você pode ser tão linda? – ele beijou meu seio direito, arrastando seus lábios. Aquele toque simples dos lábios dele me fez sentir um grande prazer. Eu gemi inevitavelmente e depois mordi meu lábio inferior. Ele gemeu logo depois de mim contra a minha pele e me olhou malicioso. – Parece que eu achei seu ponto fraco. – ele disse sorrindo malicioso massageando meu seio esquerdo com a mão direita em movimentos circulares e cuidadosos enquanto dirigiu sua boca ao meu seio direito. Céus... Meu corpo incendiava.

Os movimentos da mão dele eram suaves e carinhosos enquanto os da língua dele eram ousados e instigantes. Ele brincava com o meu mamilo, passando sua língua em torno dele e depois lambendo desde a base do meu seio. Eu gemia alto enquanto ele se deliciava nos meus seios, fazendo trajetos de fogo com a ponta da língua e passando sua face entre eles. Ele beijou meus dois seios ainda os massageando e acariciando e depois abocanhou meu seio direito. Eu apenas gemia de prazer... Incontrolável. Ele gemia contra a minha pele, o que me deixava mais excitada e com vontade de gritar ainda mais.

As sensações diversas que ele me provocava faziam com que eu chegasse cada vez mais profundamente em excitação. Ele apalpou a parte interna da minha coxa direita, subindo cada vez mais e chegando cada vez mais perto de minha feminilidade que abrasava esperando pelo toque dele. Minhas pernas tremiam levemente, eu não conseguia controlá-las.

Ele levantou a cabeça e sorriu de maneira maliciosa para mim... Ele só podia querer que eu tivesse um ataque. Eu via nitidamente a intenção naqueles olhos azuis marotos... Ele queria me enlouquecer. E estava conseguindo. Ele apalpou o meu bumbum ainda coberto, logo o apertando com vontade. Ele gemeu rouco contra a minha coxa, a qual ele mordeu sobre a minha calça, enquanto eu tentei prender um gemido alto de dor e prazer que a minha garganta produziu involuntariamente. Fechei os olhos e mordi o lábio inferior com força quando percebi qual seria seu próximo passo... Minha intimidade.


Notas finais
Oie de novo! *-------*
A pedido da linda Alanna Gomes eu estou mudando minha pergunta final, ok? Kk
Então:
Eu gostaria irrepreensivelmente de averiguar através de suas experiências e preferências se a matéria empregada neste capítulo está condizente com o que diz respeito aos seus gostos particulares.
Em outras palavras... E aí?! Gostaram?! Kk Por favor, não liguem, eu estou muito feliz hoje. Eu nem acredito que eles estão tendo sua primeira vez. *----------* Bom, me desculpem pelas brincadeiras. Desculpa, Alanna? Eu tenho que parar com isso.
Dicas espetaculares de leitura:
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Te Beijar Ou Te Matar: https://fanfiction.com.br/historia/250509/Te_Beijar_Ou_Te_Matar_Segunda_Temporada
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When I See Your Face: https://fanfiction.com.br/historia/255061/When_I_See_Your_Face.
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Uma Nova Vida!:http://fanfiction.com.br/historia/249960/Uma_Nova_Vida/
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Aquela Noite...:http://fanfiction.com.br/historia/265040/Aquela_Noite.../ageconsent_ok
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