Que O Jogo Comece...

36 Dose dupla de Vodka e Tequila


Notas iniciais
Oie leitores lindos do meu coração!!! *-------*
Aqui estou eu com mais um Cap. para vocês!^^ Me desculpem por não ter postado ontem, mas, para compensar, esse Cap. é mais grandinho. kk' Uhuu! Ok, eu estou meio "Amy em festa" hoje. Comi chocolate, foi isso. kk'
Bom, esse Cap. é P.O.V. Amy e eu espero que gostem da loucura da Amy! ^^
Boa leitura, lindos!!! ^^

P.O.V. Amy


Eu e a tia Crystine conversamos mais naquela noite. Eu contei para ela tudo o que eu sabia a respeito do Nathaniel. Só não contei sobre a aposta. Depois de muito conversarmos e comermos uma pizza deliciosa e sorvete de chocolate de sobremesa nos preparamos para dormir e eu fui até o quarto de hóspedes que era praticamente meu, já que a tia Crys o tinha separado principalmente para quando eu a visitasse.

Deitei-me sobre a cama e ele voltou aos meus pensamentos. Sim, Nathaniel. Mas eu não me importei. Pelo contrário, pensaria muito nele até adormecer por que no dia seguinte, eu não queria lembrar a existência dele. O dia seria meu e só meu. Acabei adormecendo lembrando o sorriso dele.

Acordei-me muito bem na sexta-feira. Sentia-me bonita já ao acordar e era difícil isso acontecer. Olhei-me no espelho do quarto de hóspedes e sorri alegre, afinal, aquele era meu dia.

- Bom dia, tia Crys! – eu disse entrando no quarto dela e puxando as cortinas, permitindo que a claridade do Sol penetrasse no quarto.

- Bom dia. Vejo que já está mais feliz. – ela disse abrindo os olhos e se espreguiçando.

- Acordei bem. – eu respondi sorrindo e dando de ombros.

- Então aquilo do Nathaniel não te afeta mais? – ela perguntou sorrindo e arqueando uma sobrancelha.

- Quem é Nathaniel? Por favor, tia, não tente me deixar confusa. – eu respondi com o humor e o sorriso intactos.

- Essa é a minha sobrinha! – a tia Crys continuou divertida se levantando da cama. Eu sorri.

- Mas... Tia... Como vai ser essa festa? A senhora... Quero dizer... Você não me disse nada sobre a festa. – eu disse pausadamente. A tia Crys não gostava que eu a chamasse de “senhora”. Até por que ela só tinha vinte e seis anos.

- A festa vai ser em residência particular... No salão de uma casa no centro da cidade. – ela disse escolhendo suas roupas no guarda-roupas.

- Então vai ser uma festa familiar tediosa? – eu perguntei divertida para irritá-la. Eu sabia que uma festa jamais seria entediante com a tia Crys como organizadora.

- Engraçadinha como sempre, minha querida sobrinha. – ela disse sorrindo sarcástica. – A festa é a comemoração do aniversário de dezenove anos do filho de um dos homens mais importantes do país. – ela sorriu vitoriosa. – Não pode ser tediosa. Até por que o aniversariante pediu aos pais como presente, que eles não comparecessem à festa. — ela riu da situação. – O garoto foi quem tratou tudo para a festa comigo e minha querida sobrinha... Eu acho que vocês combinam. – ela sorriu maliciosa.

- E como ele é? – eu perguntei interessada.

- Ele tem a pele branca, cabelos castanhos e olhos negros. Tem um rosto inteligente e uma presença notável. – ela disse ainda sorrindo.

- Interessante. – eu respondi pensando bem. Inevitavelmente eu me lembrei do Nathaniel. Eu não conseguia esquecê-lo.

- Mais do que isso, querida. – a tia Crys completou. Eu continuei sorrindo.

Conversamos um pouco e depois de tomarmos café nos arrumamos para ir ao shopping. Embora a tia Crys já estivesse preparada para a festa, eu não tinha um vestido.

Fomos até o shopping e compramos um vestido para mim. O vestido era lindo. Era um vestido de chiffon de seda preto e frente única com pouco decote e que ia até a altura do joelho. Voltamos para a casa da tia Crys depois disso. Ela ainda tinha que fazer algumas ligações para conferir alguns detalhes da festa.

À tarde, quando a tia Crys estava ocupada com a preparação da festa, eu me deitei na cama do quarto de hóspedes e fiquei pensando no Nathaniel. Mesmo com tudo o que tinha acontecido, eu não conseguia parar de pensar nele. E eu também não queria. Levantei-me da cama e fui tomar banho. Tentei tirá-lo dos meus pensamentos, mas eu não conseguia de maneira alguma. Com a água morna que escorria pelo meu corpo as minhas lágrimas também me banhavam. Mas qual era o meu problema, afinal? Por que eu estava chorando novamente por um homem que nunca se importou comigo? O único que eu amei e o mesmo que nunca me considerou. Hoje tinha que ser diferente. Eu não queria mais chorar.

Saí do banho e logo coloquei o vestido que a tia Crys comprou para mim. Meus cabelos caíam soltos e úmidos modelando meu rosto. Coloquei brincos de esfera em ouro e fiz uma maquiagem leve. Usei pó facial, um gloss labial, sombra preta cintilante e blush. Eu me sentia linda. Mas do que adiantava se o Nathaniel não iria me querer de qualquer maneira? Era só ele que eu queria e eu sabia que não adiantaria ir para festa alguma... Meus sentimentos por ele não mudariam. Mas também... Era melhor tentar esquecê-lo. Eu não podia viver para um homem que não me amava.

Coloquei novamente um sorriso no rosto e saí do quarto depois de colocar a sandália de salto alto também preta. Essa hora meu cabelo já estava praticamente seco.

- Está linda, querida. – era a tia Crys, que me observava.

- Muito obrigada, tia. – eu agradeci. – Também está linda. – eu continuei. A tia Crys estava com um vestido de cetim cinza de tirantes e uma maquiagem mais expressiva, que combinava perfeitamente com sua pele branca e cabelos e olhos castanho-claros.

- Obrigada, querida. Vamos? – ela perguntou com um sorriso.

- É claro, tia. – eu respondi.


Entramos no carro da tia Crys e ela dirigiu até a casa que parecia mais uma mansão. Quando entramos no salão eu notei o quanto tinha me enganado. Seria uma festa inesquecível com toda a certeza, como só a tia Crys conseguia organizar.

- Querida, eu vou ter que rever algumas coisas. Aproveite a festa. Vemo-nos mais tarde. – ela disse e saiu rapidamente.

Eu fui até a área das bebidas.

- Dose dupla de Tequila, por favor. – eu disse depois de sentar em um dos bancos do balcão do barman.

- Dupla? Tem certeza? Parece tão... Delicada. – o barman disse como se me cortejasse.

- Eu tenho certeza, obrigada. – eu não acreditava. Todos sempre tinham que achar que eu não aguentava nada? É só uma dose dupla de Tequila.

Ele me entregou a bebida e eu a tomei de uma vez logo pedindo outra dose e me pondo a observar as pessoas no salão. Tinham várias pessoas naquele local, bebendo e conversando. Algumas pessoas dançavam com o som alto emitido pelas caixas sonoras das laterais do salão. Muitas garotas se exibiam com vestidos vulgares e gestos provocantes enquanto alguns garotos as cortejavam e eram dispensados com palavras duras. Perdi-me naquela realidade peculiar.

- Que deplorável. – eu disse para mim mesma bebendo a outra dose de bebida. – Agora eu quero uma dupla de Vodka. – eu disse sorrindo para o barman que me olhou espantado.

- Dose dupla de Vodka saindo. – ele disse jogando o copo e o fazendo escorregar levemente pelo balcão.

- Oi, qual é o seu nome? – um garoto de cabelos castanho-escuros e pele clara me tirava de meus pensamentos.

- Amy Hansen. – eu respondi com um grande sorriso. Esse tipo de coisa me divertia e bebendo eu sempre ficava mais feliz. Mas era muito difícil que eu ficasse bêbada. Beber para mim era como comer chocolate. – E o seu? – perguntei por educação.

- Ryan Miller. Prazer em conhecê-la. – ele disse a última parte muito sugestivo. Eu odiei isso com toda a minha alma e apenas sorri sarcástica. Não poderia dizer o mesmo. – Que tal dançar comigo, gracinha? – tudo bem, essa foi a pior coisa que alguém poderia dizer. Eu tinha que fazer alguma coisa, um bem para a humanidade.

- É claro... – eu fingi que ia descer do banco e continuei sorrindo. Ele sorriu muito largo. Eu não acredito que ele realmente acha que eu iria dançar com ele... Nem se eu estivesse completamente bêbada eu faria uma coisa dessas. -... Mas... Só se me responder uma pergunta corretamente. – eu disse movendo os lábios devagar e sorrindo maliciosa depois disso. Eu percebi que ele ficou satisfeito achando que eu realmente iria passar a noite com ele.

- É claro, linda. – ele continuou malicioso. – Pode perguntar o que quiser. – ele ainda sorria sozinho.

- Tudo bem. Vou te fazer uma pergunta fácil, está bem? – eu aproximei mais o meu rosto do dele.

- Tudo bem. – ele disse olhando para os meus lábios. Eu sorri. Aquilo era tão divertido...

- Quanto é cinco vezes quatro mil, oitocentos e noventa e seis? – o olhei desafiadora voltando a uma grande distância dele.

- Está brincando, não é? – ele perguntou como se fosse um neandertal.

- É claro que não. Essa é uma pergunta muito fácil. – eu continuei sorrindo.

- Eu não sei... – ele começou.

- Que pena, seu tempo já acabou. Talvez em uma próxima ocasião, não é? – eu disse me virando para o balcão das bebidas.

- Qual era a resposta? — O barman apenas ria da situação olhando para mim. Ele até era bonito, mas era nada comparado ao Nathaniel. Droga! Por que eu não conseguia esquecê-lo?! Ninguém parecia tão bom quanto ele. Tenho certeza que ele saberia responder essa pergunta. Eu ia responder, mas alguém se adiantou.

- A resposta é vinte e quatro mil, quatrocentos e oitenta. – um garoto que estava sentado em um banco à minha esquerda respondeu ao barman. Mas a resposta parecia para mim. Eu olhei para ele e me admirei de certa forma. Eu ainda não o tinha notado. Ele tinha um olhar marcante com seus olhos negro-azulados. A pele era clara e ele tinha um aspecto inteligente, mas também sedutor. Era lindo.

- Certo. Como sabia a resposta. – eu perguntei interessada.

- Qualquer número vezes cinco é a metade do número em questão com resposta exata com a adição de um zero. – ele disse confiante. — Isso é lógico. – completou. Eu apenas sorri. O jeito seguro de si dele era interessante. Ele se levantou do banco e estendeu a mão para mim. – Vamos dançar? – parecia uma pergunta retórica.

- Por que eu deveria? – perguntei sorrindo desafiadora e logo bebendo mais da Vodka.

- Eu tinha que responder uma pergunta, não é? Eu respondi. – ele disse sério e sedutor, como se estivesse determinado. Eu estendi a minha mão, segurando a dele e sorri.

- É. Da próxima vez serão duas perguntas. – eu disse divertida. Ele sorriu malicioso e encantador. Ele conseguia não ser vulgar de alguma maneira e sim sedutor. Lembrava-me o Nathaniel.

- E então, Amy Hansen... Quem te trouxe aqui? – ele perguntava agora mais casual.

- Minha tia é a organizadora da festa, eu sou apenas uma intrusa. – eu disse com humor.

- Então se sinta convidada a partir de agora. – ele disse sorrindo de canto.

- Você é... – eu não imaginava que pudesse ser ele.

- Willian Griffiths, o aniversariante. – ele disse com o sorriso intacto. Eu estava certa.

- Feliz aniversário. – eu disse observando as expressões dele.

- Obrigado. – ele disse sorrindo mais meigo agora. Começamos a dançar a música ”For your entertainment” de “Adam Lambert” ( http://letras.mus.br/adam-lambert/1576932/traducao.html ) que ecoava por todo o salão. Ele dançava muito bem, mas não melhor que o... Droga! Eu não queria lembrar dele. – Amy... – ele me chamou me fazendo observá-lo.

- Sim, Willian? – eu perguntei.

- Você me trouxe um presente? – ele perguntou simplesmente. Eu já sabia onde aquela conversa chegaria.

- Não, me desculpe. – eu já esperava pelo cortejo sem graça previsível.

- Tudo bem, então. – ele me surpreendeu, mas acho que esse era o intuito. Eu sorri. Eu estava gostando dele.

De repente no meio da música ele me puxou pela cintura contra ele, colando nossos corpos. Eu tenho que admitir que aquilo foi bom. Mas... Felizmente... Eu não o sentia excitado.

- Willian? – eu chamei a atenção dele.

- Sim, Amy? – ele perguntou me olhando nos olhos com aquele olhar intimidador, mas eu não fiquei intimidada. Pelo contrário, o olhava tentando descobrir o que ele tentava esconder no olhar.

- Por que estava sentado em um banco do bar se esse é o seu aniversário? – ele sorriu de canto.

- Por que eu gosto de beber. – ele disse com humor. – E também por que eu não conheço metade das pessoas que estão aqui. Ficar sentado analisando os comportamentos é algo que eu gosto de fazer. – ele disse olhando nos meus olhos o tempo todo.

- Entendo. – ele tinha descrito o que eu estava fazendo antes. Eu não entendia se ele queria que eu soubesse que ele estava prestando atenção em mim ou se apenas queria mostrar coincidências entre nós. Por isso, nem mesmo disse que era o que eu fazia antes. Ele sorriu mais me observando e uniu ainda mais nossos corpos, fazendo com que nossas testas ficassem coladas. Eu não tive medo que ele me beijasse, mas ele não fez isso.

- Você dança bem. – ele disse inclinando a cabeça e chegando perto dos meus lábios, como se fosse me beijar. Eu não me movi, fiquei olhando nos olhos dele sem mover meu rosto e ele não me beijou. Eu sabia que ele não iria me beijar, por algum motivo, perecia que eu conseguia ler os pensamentos dele. Eu gostei disso.

- Eu sei. – eu disse o envolvendo pelo pescoço. Esse jogo de confiança e sedução era atraente para mim.

- Quer mais Tequila ou Vodka? – ele realmente estava me observando o tempo todo.

- É claro. – eu disse sorrindo e o soltando. Ele segurou a minha mão, me conduzindo novamente até o bar. Sentamos-nos novamente nos bancos do balcão.

- Duas doses duplas de Vodca com gelo. – ele disse ao barman de antes.

- A minha é sem gelo, por favor. – eu retifiquei o deixando sem graça. – E não tente me embebedar para que eu durma com você. Eu não fico bêbeda facilmente. – eu sorri. — E... Se eu for mesmo fazer isso... Eu quero estar em meu pleno juízo. – eu disse essa última parte mais baixo, de modo que só ele ouviu. O sorriso malicioso dele era lindo, mas não era irresistível.

- Você sempre é assim? – ele perguntou me admirando.

- Não. Eu só sou assim em festas. Somente não acredito muito nas pessoas quando seus hormônios falam mais alto que sua inteligência. – eu disse pegando a Vodka que o barman me alcançou e sorri para ele em agradecimento. – E você? É sempre assim? – eu perguntei olhando para a bebida.

- Nem sempre. Só estou tentando impressionar a mulher mais linda que eu já vi. Mas acho que ela não precisa disso. – ele disse sorrindo para mim. Eu sabia que embora ele parecesse meigo e sincero nessa última frase, tudo isso era apenas para me levar para a cama dele. Eu ia jogar esse jogo, sou muito competitiva.

- Espero que não seja nenhuma daquelas garotas lá. – eu apontei para onde eu observava antes. – Elas parecem ser das do tipo bem difícil, sabe? – eu disse com humor. Ele sorriu ainda mais largo.

- Eu gosto de garotas com bom humor. – ele disse segurando a minha mão e a acariciando.

- Eu gosto de garotos que gostam de mim. – eu disse me aproximando dele, que sorriu ainda mais malicioso.

- Então... Por que não vamos para o meu quarto? – ponto para mim! Eu sabia.

- Talvez seja interessante. – eu dei de ombros sorrindo. Ele me conduziu até a escada na lateral do salão e fomos até o quarto dele, que era bem próximo ao salão de festas da casa.

- Você é muito linda. – ele disse fechando a porta do quarto dele. Eu não estava nervosa. Sentia que tudo correria bem. Sentei na cama dele, que era muito confortável.

- Você também não é nada mal. – eu disse sorrindo provocante. Ele sorriu e sentou na cama, se aproximando de mim e beijando meu pescoço devagar. Uma mão dele estava enterrada em meus cabelos enquanto a outra me puxava mais contra ele pela cintura. Deitamos-nos na cama e ele ficou em cima de mim. Eu não queria aquilo, não com ele. O olhando em cima de mim eu me lembrava de quando o Nathaniel tinha beijado meu pescoço no meu quarto, de como ele estava lindo deitado na minha cama, de como me desejava e da minha satisfação em somente ser beijada por ele, o homem que eu amava. Eu sabia que não ia conseguir fazer isso. Eu não consegui me entregar totalmente ao homem que eu amava. Como iria me entregar a um desconhecido? Era impossível... Porque eu ainda amava o Nathaniel.

O Willian tentou beijar meus lábios, mas eu virei meu rosto, dando à ele acesso ao meu pescoço novamente. Eu devia estar bêbada para ter subido ao quarto dele. Tudo bem, eu sabia que não estava bêbada. Mas eu não ia conseguir nem ao menos beijá-lo porque assim, eu não trairia apenas o homem que eu amo, mas também a mim mesma. O Nathaniel era o único homem que eu tinha beijado em toda a minha vida. Eu o empurrei de cima de mim. Eu iria sair dali, mas, eu tinha curiosidade. Eu tinha que fazer aquilo.

- Por que me empurrou? – ele perguntou confuso.

- Por que agora é a minha vez de ficar por cima. – eu fingi. Ele expressou muita felicidade em um sorriso malicioso. Eu fiquei de joelhos na cama ao lado dele e o vendei com a gravata que ele usava. Eu abri o zíper da calça dele e a alegria dele ficava cada vez maior pelo sorriso que ele expressava. Eu já podia ver um volume na calça dele, mesmo antes de abri-la. Eu vi uma cueca boxer branca, mas não o toquei de maneira alguma, eu não faria isso. Puxei a cueca dele pelas laterais do corpo dele e vi o membro dele ereto.

Eu posso jurar que tentei, mas eu não consegui prender a risada... Era minúsculo. Eu comecei a rir sem parar, eu não conseguia parar de rir. Toda aquela confiança para aquilo?!

- O do Nathaniel é maior do que isso premido pela calça. – eu tinha tocado por acidente no Nathaniel quando fui a casa dele o ajudar com Física, por isso disse isso. Eu comecei a imaginar qual seria o tamanho do membro do Nathaniel normalmente, devia ser grande. Eu tinha que parar com isso. Acho que a bebida estava finalmente fazendo efeito. Também... Depois de duas doses duplas de Tequila e duas também duplas de Vodka... O que eu iria querer? O Willian tirou a gravata que estava cobrindo seus olhos e olhou para mim parecendo confuso e indignado ao mesmo tempo.

Eu continuava muito feliz. Tirei as sandálias e saí do quarto dele ainda sorrindo. – Até mais, querido. – eu disse abrindo a porta e saindo do quarto dele com um aceno de despedida.

- Amy! – eu o ouvi me gritando, eu apenas sorri mais descendo a escada. Cheguei à área das bebidas ainda rindo da situação e vi o barman simpático que tinha me atendido.

- Viu uma mulher linda de vinte e seis anos? – eu perguntei a ele ainda sorrindo.

- Não. Você não estava com o aniversariante? – ele perguntou sorrindo, como se soubesse da resposta.

- Ele não faz o meu tipo. – eu disse o fazendo sorrir ainda mais. – Me desculpa, mas eu ainda não sei o seu nome. – eu disse.

- Logan Stevens. – ele respondeu estendendo a mão.

- Amy Hansen. – eu apertei a mão dele. – Só mais uma dose dupla de Tequila. – eu disse e ele logo me entregou sorrindo como sempre. Eu tomei tudo de uma vez só. – Bom... Até nunca mais Logan Stevens. – eu disse com um sorriso sincero e saí caminhando, já que o Willian vinha descendo a escada gritando o meu nome enquanto segurava as calças.

- Até logo, Amy. – pude ouvir o Logan dizer e o olhei. Ele sorria me admirando de longe. Eu me afastei cada vez mais, passando pelo meio de todas aquelas pessoas e me misturando à multidão, não permitindo que o Willian me encontrasse. Cheguei até a recepção ainda com as sandálias nas mãos.

- Tia, eu já vou sair. – eu disse sem conseguir parar de rir.

- Mas já? – ela perguntou. – A festa mal começou. – ela continuou. Logo nós ouvimos o Willian gritando o meu nome novamente. A tia Crys olhou para mim e sorrindo balançou a cabeça em sinal de negação.

- Eu já me diverti bastante por hoje. – eu disse a ela que sorriu ainda mais percebendo que eu estava até mesmo descalça.

- Sempre sabendo se divertir em festas. Não é, querida? Puxou à sua tia. – ela disse sorrindo.

- Eu vou chamar um táxi. Até mais, tia. Vemo-nos mais tarde. – eu disse saindo rápido do salão.

Eu chamei o táxi e voltei para a casa da tia Crys. Eu tinha uma chave reserva. Então não tive problemas para entrar na casa. Logo que cheguei fui tomar um banho para relaxar. Aquela já tinha sido uma longa noite. Saí do chuveiro e depois de colocar roupa, penteei meus cabelos e os sequei. Atirei-me em cima da cama e comecei a pensar novamente no Nathaniel. Não adiantava o que eu fizesse... Eu não conseguia deixar de amá-lo. Eu não podia esquecê-lo, porque mesmo depois de tudo... Ele ainda era o homem que eu amava. E já que eu não conseguia mesmo ficar longe dele, eu aproveitaria os momentos que eu pudesse ter ao lado dele, mesmo com os fingimentos. Pois seriam únicos e depois do término da aposta... Eu tentaria viver sem ele.

Toquei em meus lábios lembrando o beijo que eu havia dado no Nathaniel no colégio e logo comecei a sorrir. Amanhã eu o beijaria novamente no baile de Outono, eu o aproveitaria ao máximo enquanto estivéssemos sozinhos.


Notas finais
E aí?! Gostaram?! kk' Espero que sim. ^^
Podem me dizer o que acharam da Amy nesse Cap, por favor?! kk'
Muito obrigada, leitores lindos! *----*
E leiam essa fic mais do que perfeita, maravilhosa, excepcional : https://fanfiction.com.br/historia/250509/Te_Beijar_Ou_Te_Matar_Segunda_Temporada/
Beijos, lindos! ^^