Quatro Dias e Uma Paixão
1 Uma boa sensação
Notas iniciais
Senri, um grande líder de ginásio, está na cidade de Mishiro para passar 4 dias de ferias na casa de seu amigo Profº Odamaki em companhia de seus filhos May, de 16 anos, e Max, de 11 anos.
Max não parece muito entusiasmado com a viagem, pois preferia ficar na sua cidade jogando videogame, mas May estava feliz, pois tinha o pressentimento de que coisas boas viriam pra ela.
Chegando à estação de trem de Mishiro, Senri foi telefonar para o amigo a fim de que ele venha buscá-los já que não sabia onde era sua residência e enquanto isso os seus filhos esperavam no corredor.
MAY — Eu estou sentindo uma boa sensação dessa cidade, você não acha Max?
MAX — Eu não sei por que está falando isso, pois preferia ficar em casa e jogar vídeo game do que vim para essa cidade.
MAY — Não fale assim seu pirralho! O papai precisava de uma folga do ginásio e deveríamos ficar felizes com o fato de ficarmos hospedados na casa do amigo dele o grande Profº Odamaki.
MAX — Grande por quê?
MAY — Como por quê?! E você se diz um treinador de pokemons e nunca ouviu falar nele.
MAX — Fala logo quem ele é e para de me encher, May.
MAY — Ta bom maninho. Eu vou lhe explicar de uma forma que até você com seu cérebro de caroço de pitanga consiga entender.
MAX — Cérebro de pitanga quem tem é a mãe de seus filhos.
MAY – Max! Max! Você perdeu a noção do perigo? Eu sou maior que você.
Nesse momento Senri chegou ao local e interrompeu a briga de seus filhos com sua autoridade dando um sermão em cada um.
SENRI – May! Você é a mais velha e devia mostrar exemplo de como deve se comportar em uma discussão. (ele olha para Max) – Você, Max, deveria ter mais respeito por um homem como Odamaki que um dos maiores entendidos sobre pokemons.
MAY e MAX — Sim senhor!
SENRI — Agora vamos esperar até que ele chegue e ele vai vim de jipe para nos buscar.
Senri, May e Max ficaram esperando por cerca de 20 minutos até que finalmente Odamaki apareceu em seu jipe chamando a atenção das outras pessoas que estavam na estação.
SENRI — Há quanto tempo Odamaki? Vejo que continua fazendo suas entradas triunfantes.
PROFº ODAMAKI — Muito tempo querido amigo. (ele olha para May e Max) — Esses dois são seus filhos? Como são grandes.
SENRI — Pra vê como o tempo passa, mas deixa-me apresentá-los, essa é minha filha mais velha May e esse é o Max.
MAY — Muito prazer senhor Odamaki.
MAX — Muito prazer senhor.
PROFº ODAMAKI — O prazer é todo meu, mas agora eu vou levá-los para minha casa e será um prazer acomodá-los lá por 4 dias.
Senri e seus filhos subiram no jipe e naquele instante um rapaz de camisa preta com um colete azul acaba de desembarcar na estação com um Pikachu no ombro chamando a atenção de May e que fez seu coração disparar, pois nunca tinha visto um rapaz tão bonito em toda sua vida, mas para o azar dela Odamaki já tinha ligado o jipe e eles partiram sem que May ao menos soubesse o nome daquele rapaz que a deixou completamente desorientada com sua beleza.
Finalmente chegando á casa do professor, Senri e seus filhos se acomodam na residência para descansar da viagem.
PROFº ODAMAKI — Podem ficar a vontade e considerem minha casa como sua casa.
SENRI — Obrigado amigo, mas não queremos incomodar.
MAY — É isso mesmo, mas mudando de assunto pai, eu poderia ir agora ao CP (centro pokemon).
May estava louca para ver de novo o rapaz da estação, pois achava que ele apareceria no CP por que carregava um Pikachu e teria que passar por lá para que a enfermeira Joy o examinasse.
SENRI — Tudo bem filha pode ir e você Max não quer ir com sua irmã.
MAX — Eu não se, pois se eu aparecer com ela vai queimar meu filme. (risos)
MAY — Max! Se você não tem amor por mim deveria ter amor a seus dentes.
SENRI — Já chega vocês dois! Eu já estou cansado dessa briguinha. Se não quer ir com sua irmã apenas diga ‘não’ e acabou o assunto.
MAX — Sim senhor! E mudando de assunto, professor. O senhor tem vídeo game aqui?
PROFº ODAMAKI — Tenho sim e você quer jogar?
MAX — Demorou, vamos lá.
PROFº ODAMAKI — Mas eu não posso, pois tenho que ir CP falar com a enfermeira Joy e por isso eu poderia levar você May, o que acha?
MAY — Por mim não tem problema.
PROFº ODAMAKI — Então enquanto eu levo sua filha comigo pode ficar a vontade com seu filho, Senri. E pode deixá-lo jogar vídeo game.
SENRI — Obrigado mais uma vez.
Então enquanto Senri ficou na casa do amigo com seu filho, May foi ao CP acompanhada de Odamaki e ela gostou do fato de Max não querer ir, pois achava que ele iria atrapalhá-la na tentativa de conhecer o rapaz da estação.
Chegando ao CP, May se decepcionou com o fato de não encontrar o rapaz e enquanto Odamaki olhava uns pokemons ela perguntou discretamente para a enfermeira Joy se não tinha o visto um rapaz de camisa preta e a simpática enfermeira deu a direção em que ele foi.
Depois disso May disse ao professor Odamaki que iria passear um pouco pela cidade, mas na verdade ela queria é encontrar o rapaz e andando pelo caminho ela se deparou com um balão com um R desenhado sobrevoando o local e ele estava de posse com um Pikachu que era o mesmo do rapaz á estação.
MAY — Aquele parece o Pikachu daquele rapaz, mas quem está com ele naquele balão? É melhor eu segui-los, pois me parecem suspeitos.
Próximo capítulo = Ash, um amor de primeira viagem
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