Quase Normais
31 Quem pensa nem pensa
Notas iniciais
Diário da Nath
Quem pensa, nem pensa. Malditos ingleses com lábios de chá!
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Depois da aula, eu planejava voltar com a Nick, porém ela disse que Pedro precisava da ajuda dela. Eu, como uma boa irmã shipadora deixei ela ir (lerigoooou).
Confesso que o dia todo fingi estar bem e feliz, mas na real? Sinto falta do Lucas e sinto raiva de ver ele com outras garotas.
Se estou começando a me arrepender de ter começado aquela briga idiota? Sim ou claro?
Anyway, Nick reclamou comigo que o dinheiro estava acabando muito rápido, então tenho que me lembrar de procurar um emprego depois do clube.
Fiquei uma hora mais ou menos, esperando o clube “abrir” e fui pra sala. Abri a porta mó na inocência, esperando ver uma Isadora e um Murilo se pegando, mas quando eu abri a porta só tinha o Lucas pegando uma...
JUREMA!
E quando eu falo isso, não é no sentido de segurar, e sim no sentido de beijar. Ele se distanciou dela bruscamente e fingiu que estava a afinando – caso você não se lembre, Jurema é o baixo dele – quase fiz uma piada, mas aí lembrei que estamos brigados e desisti dessa ideia.
— Isadora e Murilo não vão vir — ele falou seco, já se livrando do rubor nas bochechas.
OBRIGADA UNIVERSO, PELA PARTE QUE ME TOCA! SEU VACILÃO!
Ficamos em um longo e constrangedor silêncio, mas aí eu pensei no motivo de estarmos brigados. Tipo, Lucas não quis me ouvir, eu peguei um monte de garoto, ele um monte de garota, não tem mais como eu ser a vítima, e nem ele...
Como sou orgulhosa vou dizer que o motivo da briga é ele. O Daniel me beijou e daí? Foi à força, soquei o Daniel, Lucas não quis me ouvir, peguei o Thiago na frente dele, ele pegou a Katy na minha frente, e assim foi...
Continuarei dizendo que a culpa foi dele... Se ele ao menos tivesse me ouvido a gente não estaria aqui brigado.
— Me desculpa por não ter acreditado quando você disse que o Daniel te beijou a força — ele começou. — Pedro chegou em casa gritando pra eu te ouvir — fiquei encarando ele, pensando no que tinha acabado de falar. — Não vai pedir desculpas por ter pego um monte de gente?
Porra, coopera pra eu não ficar brava com você. — Você também pegou um monte de gente e nem por isso eu to reclamando.
— É, mas eu posso, você não — ele disse. — Já que minha fama estava acabando, de qualquer jeito.
Lucas, Lucas, você é um imbecil, só pode.
— Acho que deveríamos acabar com esse assunto aqui — declarei irritada.
— Então nós estamos vol...
— Não, Lucas. Isso quer dizer que só vamos nos falar e ficar perto um do outro por causa do nosso círculo de amizade — cortei ele, que fez cara de indignado. — Acho que ambos não estávamos prontos pra um relacionamento sério.
Ele foi abrir a boca pra falar algo, mas eu saí e comecei a andar pela escola.
Eu fiquei irritada.
Irritada pelo fato de que ele poderia pegar garotas pra renovar a fama dele, e por eu não poder pegar garotos.
Irritada por ter aceitado aquele maldito desafio de quem fica com mais gente.
Irritada por tudo!
Enquanto eu caminhava pelos corredores, a minha raiva borbulhava, até que eu simplesmente soquei a parede com força, socando mais algumas vezes em seguida.
— Eita porra! — Gritou aquele garoto que está sempre com a Lia, acho que era Gabriel o nome dele. — Ta tudo bem, Nana?
— Eu e Lucas terminamos.
— Mas você já não tinham terminado? — o menino falou, depois reclamando do tapa que a lia deu no seu braço.
— Agora é pra valer.
— Você não está triste? — a loira perguntou preocupada.
— Eu to é irritada. Fui eu que terminei e se for pra alguém ficar triste, que seja aquele embuste!
— Ela sabe que “embuste” não tem o significado que ela quer, né? — Biel sussurrou para a Lia.
— Cale a boca — está aí alguém com o mesmo nível de paciência que eu, Lia.
Me despedi deles e fui pra saída da escola.
Comecei a andar pela rua com raiva, chutando umas pedrinhas, as vezes latinhas...
Na verdade eu chutava tudo o que eu encontrava pela rua.
Depois que eu e Lucas termos terminado, certeza que fui chutada da banda, então estava com uma esperança de encontrar algum cara aleatório que me cedesse um emprego.
Quando já estava perdendo minhas esperanças, senti um toque no meu ombro. — Ei, mocinha, com licença. — eu viro e vejo um cara asiático que aparentava ter uns vinte e poucos anos. — Você não é aquela guitarrista que apresentou num festival de praia algumas semanas atrás?
— Pera, a banda que tinha um cara alto e uma cantora de cabelo colorido? — perguntei.
— Essa mesma! — ele exclamou. — É você?
— Sim... — eu realmente estou com medo. Vai que é um estuprador...
Um estuprador muito bonito por sinal...
Que? Disse nada não.
— É que tipo, eu sou dono desse bar e o cara que eu contratei furou de última hora. Você pode cobrir ele pelo de Santo Deus?
Cara, seria isso exatamente o que eu pedi? Valeu aí Universo, eu estava errada sobre você!
Só posso ter sido uma discípula de Jesus, não to acreditando na minha sorte!
— Sim... Espera... agora?
— É sim! Eu estou com alguns clientes agora, vamos ver se eles gostam — concordei e entrei no bar junto com ele. Era aquele típico clichê, paredes escuras, iluminação fraca, e várias mesas e cadeiras espalhadas. Fui direto no palco e sentei no banquinho, arrumando o violão no meu colo e o microfone na minha altura.
— Oi, eu sou a Nathalie — falei tentando chamar atenção para mim. Alguns continuavam bebendo e outros olharam para mim de relance. Decidi cantar uma das musicas que me sinto mais a vontade, Shape of You do Ed Sheeran. — Espero que gostem.
Percebo que, enquanto eu cantava, algumas pessoas começavam a prestar atenção, e quando acabei de cantar a maioria aplaudiu. Comecei a tocar outras músicas por torno de uma hora, logo desci do palco e fui falar com o atendente do bar.
— Com licença, onde é que o dono está? — perguntei.
— Ele foi buscar mais bebidas, daqui a pouco ele volta — respondeu e continuou a limpar o balcão, mas logo abriu a boca pra falar algo. — Você canta muito bem, qual é o seu nome? ‘
— Nathalie, obrigada — falei com um sorriso bem aberto. — E o seu?
— Fernando — ele era muito lindo 100or, tinha cabelo preto e olhos pretos, era alto e tinha pele clara.
— Então, Fernando — o dono falou brotando na conversa e colocando os braços por cima dos meus ombros. — Já conheceu a nova garota do clube? Ela ganhou a plateia e o meu coração — falou com a mão no peito.
— Se mata — Fernando falou, me fazendo rir levemente.
— A propósito, meu nome é Mauricio, e o seu?
— É Nathalie, mas pode chamar de Nana...
— Você nem sabia o nome dela?! — Fernando perguntou e Mauricio deu de ombros.
— A gente tava sem tempo — disse indo para o caixa. — Vou de dar o cachê agora, okay?
— Okay!
— Alias Fernando, por que seu primo furou? — o asiático perguntou.
— Ele terminou com a namorada e ficou revoltado com o universo, então pediu demissão — nossa, que garoto otário, saindo do emprego só por algo fútil assim.
— Que bosta em — o dono falou. — Ei, Nathalie, você toca algum outro instrumento?
— Eu toco todos os instrumentos que você puder imaginar — devolvi. — E alguns dos que você não puder também.
— Caralho, contratada — ele falou.
— Serio?! — perguntei alegre.
— Serio! — respondeu no mesmo tom. Comecei a dar uns pulinhos de felicidade e ele deu também, me fazendo rir muito. Fernando apenas olhou pra nós e continuou limpando o balcão como se nada tivesse acontecido.
— Nana? —Virei e vi o japinha que roubei o primeiro beijo... é... eu posso explicar... Mentira, posso não. — O que você está fazendo aqui?
— O dono quer me contratar, e você o que faz aqui?
— O dono é o meu irmão — ele fez uma cara de poucos amigos e olhou pro irmão como se atirasse facas nele.— Eu tenho que ir estudar, tchau.
Ele seguiu reto pra o fundo, mas antes foi parada pelo irmão q o segurou e deu um cascudo na cabeça dele. Os dois começaram a brigar em japonês e aquilo foi tão fofo! Asiáticos porque conseguem ser fofos até brigando?
Aviso o Mauricio que tinha que voltar pra casa e depois conversávamos mais, peguei o dinheiro, sai do bar e olhei pro lado. Olhei pro outro lado e cheguei numa conclusão.
Onde caralhinhos eu tô?
Talvez eu nunca chegue em casa! Vou ter que começar a viver na rua, posso dormir naquele banquinho ali... ou naquele que é maior. Gzuis como que eu vou ver os novos episódios de Steven? Pera, aquele ali é o Logan? É o Logan sim palhaços!
—Ei! Você é o Logan, não é?— perguntei na maior simpatia.
—É... não — ele falou com uma cara de poucos amigos e de um jeito como se fosse óbvio que ele não é o Logan.
—Se você não é o Logan... quem é você?
—Sou o Felipe.— Cada segundo que passa ele me olha como se eu fosse louca, talvez eu seja.
—Ata... tchau Felipe.— Se alguém perguntar isso nunca aconteceu. Me afastei lentamente e sai correndo, minha sorte é que eu nunca mais irei encontrá-lo... espero.
Aonde eu parei? Ah é, ONDE É QUE EU TÔ?!
Será que eu tô em Alagoinha ou será que eu estou em algum canto deserto por aí no matagal? Pera, não tem matagal.
Estou torcendo pra aquele menino ser o Carlos, porque se não for eu desisto da minha vidinha.
—CARLOS!— Eu gritei, ele virou e arregalou os olhos e se ajoelhou ficando em posição fetal.— Cara, você tá bem?
—Não me bate, eu juro que eu só falei uma vez com o Daniel.— Por favor, pray for Carlos.(para leigos em inglês, "ore por Carlos.")
—Eu não ia te bater, eu vim perguntar onde é que eu to.
— Ah veio?— fiz que sim com a cabeça.— Eu estava indo pro colégio, você mora lá perto, né?
— Obrigada Carlos, você acabou de me salvar... Você é tipo... O mapa da Dora!
— Que porra? — perguntou com as sobrancelhas arqueadas.
E então foi aí que eu descobri que para chegar no colégio só tinha que seguir uma quadra reta e depois virar a esquina. Eu definitivamente odeio o senso de direção da minha família.
E no tempo entre seguir uma quadra e virar uma esquina, eu descobri que Carlos é irmão da Ana Flávia! E que ele estava indo buscar as provas que ela esqueceu na escola.
Me despedi da minha bussola humana e comecei a seguir o caminho pra casa, quando escutei uma voz grave gritando:
—Hey Nana!— era o Thiago.— Eu pedi pro Murilo e a Isa não irem pro clube hoje, pra deixar você é o Lucas se acertarem, então deu certo?
—A gente terminou pra valer, e de combo eu acho que acabei saindo do clube...
—Desculpa... — falou se sentindo culpado.
—Está tudo bem Thiago, não tem nenhum problema, obrigado por se importar.
—Vou te acompanhar até a sua casa, se não tiver nenhum problema — falei que não e fomos para a minha casa.
Fomos até a minha casa em silêncio, mas o silêncio com o Thiago não é desconfortável. Quando eu vi, ele já estava dentro de casa comigo, ele foi pra cozinha dizendo que iria fazer café. Meu celular começou a tocar e eu atendi.
—PORQUE CARALHOS VOCÊ DEU O MEU NÚMERO PARA O SEU CHEFE?—Nick nem esperou eu dizer oi.
—É... eu não sei o meu — olha não é minha culpa se tem muitos números.
—Eu passei o seu número pra ele — não preciso ver ela pra poder dizer que ela está fazendo um facepalm — Ele vai te mandar mensagem combinando o dia que você pode ir, e eu estou muito feliz por você ter ido atrás de um emprego.
—Tá, tá, tchau.— eu desliguei e me taquei no sofá suspirando. O dia de hoje foi tão cansativo que eu estou muito estressada.
—Então não tem mais Lucas, de verdade?— Thiago seu lindo, seu belo rosto não te impede de me irritar.
—Aham.
—Bom saber... — ele disse e deitou em cima de mim, abri os olhos assustada. Ele estava tão perto que pude ver as perfeições e imperfeições dele. Ele fitava a minha boca e eu a dele.
PORRA NANA VOCÊ NÃO PODE FAZER ISSO! VOCÊ ACABOU UM NAMORO AGORA E ALÉM DISSO O THIAGO GOSTA DE VOCÊ!
Quem se importa? Eu não vou resistir esse homão da porra que está em cima de mim.
Os lábios dele estavam quentes e tinham gosto de chá verde, ah maldito ingleses!
Se tem uma coisa que é boa nesse mundo é o beijo desse ser humano, as mãos dele seguravam a minha cintura e as minhas estavam na sua nuca. E, diferente do beijo de ontem, esse foi calmo e sem pressa, e porra Thiago porque você beija tão bem? Eu fiz algo que nunca fora comum na minha posição, beijei o pescoço dele e dei leves mordidas.
Eu sei, eu sei, to acostumada a levar beijos no pescoço e não dar, mas isso era com o cuzão do Lucas.
E finalmente eu entendi o porque o Lucas gostava tanto de fazer isso. Inverti as posições e fiquei por cima, uma mão permanecia na minha coxa e a outra na minha bunda, nquanto as minhas uma brincava com a barra da blusa a outra continuava na nuca. Até que algo acontece e nos da um susto.
Quem bate na porta de outra pessoa nesse momento?
Sai de cima do Thiago e fui atender à porta, abri e vi um Iago sem camisa e com uma cara de revoltado.
—Não pode ser que você não esteja ouvindo esse barulho infernal! —agora que ele falou eu to ouvindo o barulho da chaleira.
—A ÁGUA!—Thiago saiu correndo e desligou fazendo o barulho se cessar, ele apareceu atrás de mim.
—Quem...?— o olhar do Iago intercalava entre mim e o inglês.— Achei que você estava com o moreno.
—Longa história.— eu disse suspirando.
—Tá, eu não vim aqui apenas pra falar da chaleira ou pra olhar as marcas no pescoço desse rapaz — Thiago ficou sem graça e olhou pra baixo.— Eu vim tomar banho, a água da minha casa acabou e eu não sei o motivo.
—Mi casa es tu casa — eu disse em espanhol e ele entrou sem pestanejar. — Primeira porta do corredor, toalhas no primeiro armarinho.
E ouvi a porta se bater, fechei a porta da frente e fui atrás do Thiago que já estava fazendo o café, sabe quando bate aquele profundo arrependimento de quando você faz algo sem pensar? Essa sou eu nesse exato momento, eu sei como Thiago se sente em relação a mim e eu não posso ficar brincando com ele.
—Eu sei onde eu estou me metendo, nana.— Ele leu os meus pensamentos.— você não está brincando com os meus sentimentos.
Poxa Thiago, você deixou aquele clima pesado, olha só o que você fez.
—Sabe de uma coisa Thiago?
—O que?
—Sua bunda é muito bonita.— eu disse enquanto a apertava, senti ele se enrijecer.
—Holy Shit!— ele disse gaguejando e ficando vermelho.— Don't touch my ass with your little hands... I'm kidding, you can touch as much you want.
—Saudades português.
—I don't give a fuck, you do things that drive me crazy! And if you can touch my ass I can do that thing.— ele fez algo que minha irmã, Lia, Gabi e Isa faziam em mim. Pegou na parte de baixo dos meus peitos, levou para cima e soltou, me fazendo ficar vermelha.— I-I-I'm sorry, I wanted to saber como era fazer this. Forgive me, please.
—Tá, só não faça mais isso.
—É que as girls always do this com você.— é tão fofo ver ele misturando inglês com português, comecei a rir e ele ficou mais sem graça.
Sentei em cima da bancada e fiquei observando ele passar o café. Ele, a propósito, ficava muito bonito quando concentrado, e agora vem a pergunta: porque eu fui gostar do Lucas e não dele?
O problema é que Thiago gosta de mim e eu não quero ficar com ele só por ficar, não quero machuca-lo.
—Sabe Thiago? Eu não quero te machucar.— ele terminou de passar o café e ficou me olhando.— Eu não quero que você pense que possa existir algo entre nós e...
—Nana, eu sei.— ele veio em minha direção e ficou na minha frente.—Vamos pensar nisso como uma amizade colorida.
Então ele me beijou novamente e mesmo se eu quisesse resistir, não dava. O beijo do Thiago era irresistível, minhas mãos estavam na nuca dele e as mãos dele na minha cintura, me trazendo mais perto. Eu fiz o meu novo fetiche, beijar o pescoço dele e dei leves mordidas, mas me certificando de deixar marcas. Desse jeito nunca vou conseguir terminar de falar ago sério pra ele, essa criatura sempre me interrompe com um beijo!
— Que nojo — Nick falou fazendo a gente se afastar rapidamente. — E quanto ao Lucas?
— Longa história — eu disse ficando vermelha e descendo da bancada.
— Eu quero conversar com você sobre isso — ela apontou pra mim e depois apontou pro quarto, chegando lá ela fechou a porta — Nana, você é minha irmã, mas eu gostaria que você não iludisse o Thiago... além disso, o que aconteceu com o Lucas?
—Eu estava disposta a esquecer a nossa briga e reatar as coisas, mas ele é um babaca, então brigamos e terminamos pra valer. E eu falei pro Thiago que eu não queria magoa-lo, mas ele disse que não se importava e que veria isso como uma “amizade colorida”.
— Esse Thiago não colabora também, né! — Nick falou brava e saiu do quarto, mas logo depois eu ouvi um grito. — PORQUE TRM UM IAGO DE TOALHA NA NOSSA CASA?
— Oi pra você também, Nick. A água de casa acabou então eu vim tomar banho aqui.
Saí do quarto e encontrei um Iago se despedindo e uma Nick totalmente perdida, fomos pra a cozinha e tomamos café com o Thiago até umas 8 horas da noite. Depois do menino ter ido embora eu recebi uma mensagem do meu novo chefe perguntando se eu podia trabalhar na sexta e no sábado por 250 cada "showzinho", concordei e começarei a trabalhar semana que vem. Conversamos também dobre eu dar uma passada lá de vez em quando durante a semana já que eu não tinha mais meu clube mesmo, mas eu iria embora mais cedo.
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A noite foi normal então só fiquei vendo Miraculous Ladybug com a minha irmã até nos duas cairmos no sono na sala mesmo.
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