Quarantine baby

1 Quarantine baby


Notas iniciais
Dedicado para Ana (@wolfsweasley)
Feliz aniversário xuxuzinho! Que você possa realizar todos os seus sonhos e que essa história traga um sorriso em seu rosto. Amo você! ♥

Hermione estava farta dessa quarentena. Ela não gostava de ficar confinada no apartamento, de não ter permissão para sair — e tudo porque havia uma epidemia de uma nova versão de varicela dragonina na comunidade mágica e ela não podia ser exposta a isso, e isso tudo por culpa de Fred.

— Como pode ser minha culpa? Eu não fiz nada de errado desta vez. — Fred disse, tentando ser razoável com Hermione, mas ela estava inflexível.

— Se você não tivesse me engravidado, eu não teria precisado ficar trancada neste apartamento pelos últimos três meses! — Hermione quase gritou, apontando para sua barriga ligeiramente protuberante, cruzando os braços sobre o peito e olhando na direção dele.

— Ei, se bem me lembro, era você quem queria um bebê! — Fred respondeu para ela, tentando não rir, mas ele achava que Hermione ficava adorável quando estava com raiva, especialmente com sua pequena barriga no caminho.

— Eu queria um bebê, eu quero esse bebê, eu só não quero mais ficar presa dentro de casa. — Hermione disse, seu lábio inferior tremendo, e ela sabia que estava a momentos de chorar horrores. Malditos hormônios!

Hermione e Fred começaram a namorar logo após o fim da guerra, e não muito depois disso, eles se casaram. Haviam se passado seis anos desde aquele dia fatídico e eles finalmente decidiram que era a melhor época para trazer uma criança para seu novo mundo; Fred jurou que não tinha nada a ver com George e Luna esperando um bebê. Hermione estava animada para se tornar mãe, mas não esperava que sua gravidez ocorresse durante a irritante quarentena.

—Vem cá, amor. — Fred disse, abrindo os braços, e Hermione quase correu para o lado dele. Ele sempre soube como acalmá-la quando ela estava em um de seus humores. Ele era um santo e isso a fazia amá-lo mais a cada dia. — Eu sei que é uma pena ficar presa dentro do nosso apartamento quando aposto que você preferia comprar livros sobre gravidez... ou mesmo coisas que você quer decorar o quarto do nosso bebê, mas vocês dois são preciosos demais para mim arriscar você sair e ser infectada.

Hermione não conseguiu evitar que as lágrimas escapassem; seu marido era o homem mais doce do mundo, e ela teve uma sorte incrível de tê-lo em sua vida. — Eu te amo, eu sinto muito por todas as coisas ruins que eu disse e que provavelmente vou dizer no futuro.

— Está tudo bem, Mi, eu sabia de tudo isso quando te pedi em casamento. — Fred deu uma risadinha, que Hermione pode sentir isso reverberar em seu peito, fazendo seu coração se apertar de amor pelo ruivo. — Precisamos nos concentrar em você e em nossa garota, não em seu humor.

— Não sabemos se é uma menina. — Hermione disse, olhando para ele por baixo dos cílios. — A medibruxa disse que era muito cedo para saber.

— Me desculpe, mas eu sei que vai ser uma menina e ela vai ter o seu nariz de botão e seu sorriso, e ela vai ser a garota mais bonita do mundo inteiro. — Fred disse com tanta convicção de que Hermione estava começando a acreditar que eles teriam uma menina. Ela só esperava que ele não quebrasse o coração se eles acabassem tendo um filho em vez de uma filha.

— Algum outro desejo que você tem para o meu útero? — Hermione perguntou, divertida, começando a relaxar. Ela sabia que Fred sempre ajudaria a aliviar seu estado de pânico.

— Nada demais, mas aposto que nossa garotinha terá meus olhos e o cabelo ruivo Weasley, e ela será tão amada por todos em nossas famílias que vamos precisar de um cronograma para ver quem vai amar ela a que horas. — Fred disse com um sorriso bobo que fez Hermione beijar sua bochecha.

— Você é um tolo, Fred Weasley, e essa é uma das razões pelas quais eu te amo. — disse Hermione, abraçando-o.

— E eu te amo, Hermione Granger Weasley. — Fred sussurrou em seu ouvido, abraçando-a mais perto dele.

Hermione suspirou, pensando que ela poderia sobreviver à quarentena por um pouco mais de tempo se ela tivesse Fred ao seu lado; não devia ser muito difícil.

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Ela definitivamente não poderia sobreviver à quarentena e ela estava farta disso; ela só queria sair e respirar fundo o ar fresco, e então ela estaria bem em voltar para o confinamento de seu apartamento, mas Fred não tinha tanta certeza disso.

— Amor, eu sei que você quer sair, e eu sinto falta de estar lá fora também, mas eu já te disse que não vou te arriscar nem um pouco. O melhor que posso fazer é sairmos para o nosso telhado, e isso já é arriscado. — disse Fred do sofá, observando sua esposa andando de um lado para o outro na sala de estar como um leão em uma jaula.

— Não é a mesma coisa, Fred! Eu só quero sentir o cheiro do ar fresco e ir para aquela loja de chá perto da Floreios e Borrões e passar algum tempo navegando para ver os novos livros que eles têm. — Hermione fez beicinho, tentando não chorar. Ela sabia que estava sendo um pouco irracional, mas não conseguia evitar seus sentimentos.

— Mi, amor... quando nossa garota aparecer neste mundo louco em que vivemos, essa quarentena provavelmente vai ter acabado, e vamos precisar de uma quarentena própria para manter nossa família longe de entrar correndo por aquela porta. — Fred riu, e Hermione sorriu um pouco com sua declaração, esfregando sua barriga. — Você sabe que estou certo.

— Você está certo, querido, eu estou cansada dessa quarentena... até mesmo as compras de supermercado são feitas por você hoje em dia, e eu provavelmente deveria ser grata por isso, já que eu estou ficando maior a cada dia. — Hermione disse, sentando-se perto de Fred no sofá. Ele esticou o braço direito sobre o encosto do sofá, e ela se aconchegou contra ele como estava acostumada a fazer.

— Eu sei que você quer sair, mas querida — as pessoas estão loucas lá fora! — Fred arregalou os olhos, fazendo Hermione rir de seu jeito. — Você deveria estar grata por estar protegida aqui, porque eu vi uma senhora dar um tapa em um jovem no mercado só porque ele pegou o iogurte que ela queria.

— Você é um mentiroso, Fred Weasley. — Hermione disse com um sorriso e revirando os olhos em sua direção, tentando se aproximar dele, mas sua barriga ficou no meio do caminho. — Desculpe, bebê, seu pai está sendo travesso.

— Eu sendo travesso é como acabamos nessa situação, se não me engano. —Fred disse com um brilho nos olhos, coçando a barba. Hermione pensou que não gostava de homens com barbas, mas quando Fred cresceu uma, ela não se conteve: no momento em que viu sua barba totalmente crescida, ela pulou sobre ele e, como dizem, o resto era história.

— Não, a razão pela qual estou grávida é você deixar crescer a barba e eu ser incapaz de resistir a ela. — disse Hermione, passando os dedos pela barba dele. Ela não podia evitar, seus hormônios a estavam deixando louca.

— Você não consegue resistir à minha barba agora, não é? — Fred perguntou, divertido, vendo o jeito que Hermione estava olhando para ele como se quisesse o escalar e fazer o que quisesse com ele; não que ele se opusesse a isso. — Que tal irmos para o nosso quarto, eu lhe fazer uma massagem e deixar as coisas escalarem a partir daí?

— Esta é a melhor sugestão que eu ouvi o dia todo. — Hermione disse, levantando-se do sofá rapidamente — bem, o mais rápido que pôde em seu estado — e agarrou as mãos de Fred, arrastando-o para o quarto.

— Eu amo seus hormônios. — disse ele, beijando seu pescoço e fechando a porta de seu quarto.

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— Você perdeu um pouco de sua frustração reprimida? — Fred perguntou enquanto eles se aninhavam na cama mais tarde. Ele esfregou a barriga dela, tentando sentir o bebê deles, já que Hermione já estava com seis meses.

—Sim, obrigada. — Hermione agarrou sua mão e beijou seus dedos. — Acho que seu bebê está me fazendo perder a cabeça, não me lembro de ficar com tanto tesão no início desta gravidez.

— Então agora é só meu bebê? — Fred perguntou, divertido, ao que Hermione apenas bufou. — Pelo que me lembro, você estava com tesão desde que começamos a namorar, não culpe a pequena Ava.

— Ava? — Hermione perguntou, curiosa, colocando o queixo no peito dele e olhando em seus olhos.

— Já que vamos ter uma menina, gosto do nome Ava... acho que esse deveria ser o nome dela. — Fred disse, beijando sua testa.

— Ainda não sabemos se vamos ter uma menina ou não. — Hermione sorriu quando ele apenas discordou dela. — Por que você está tão inflexível em ter uma garota?

— Eu sei que vamos ter uma menina, Mi, você simplesmente não chegou lá ainda. — Fred acariciou sua cabeça como se ela fosse um Pygmy Puff. — Não se preocupe, Ava, a mamãe vai entender um dia que o papai está sempre certo.

— Em primeiro lugar, você nem sempre está certo, e em segundo lugar, ainda não sabemos se vamos ter uma menina ou um menino, então você não pode dizer que está certo. — disse Hermione com um tom presunçoso que irritava Fred quando ele era mais jovem, mas agora isso o excitava na maioria das vezes.

— Querida, você pode tentar distorcer isso da maneira que quiser, mas você sabe que na maioria das vezes eu estou certo. — Fred adorava as brincadeiras que ele e Hermione faziam e, às vezes, se tornavam suas preliminares.

— Você está delirando se pensa que está certo na maioria das vezes. — disse Hermione, tentando se sentar na cama, mas Fred teve que ajudá-la. — Obrigada, mas isso não o faz estar certo, você sabe.

— Mi, eu te amo, mas às vezes, você está simplesmente errada, sabe? — Fred disse com um brilho nos olhos que Hermione não percebeu.

— Não estou errada, mas você não está certo na maioria das vezes, e você não pode ter certeza se vamos ter uma menina ou um menino, e... — Hermione não conseguiu terminar a frase quando Fred a beijou no os lábios; ela se desfez com seus beijos, como era sua intenção. Hermione sempre disse que seus beijos foram o que a fizeram se apaixonar por ele, e cada vez que se beijavam, ela se apaixonava por ele ainda mais.

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Hermione estava quase dando à luz, mas a quarentena estava longe de terminar, e ela estava ficando ansiosa a cada dia. Ela falou via coruja com a Sra. Weasley sobre o tipo de parto que ela queria, e ela mandou uma mensagem para St. Mungo’s sobre ter uma medibruxa vindo a sua casa para ela ter um parto domiciliar, mas Hermione só queria sair de casa.

— Você e Ava têm isso em comum porque aposto que ela também mal pode esperar para sair. — Fred riu da própria piada, perdendo o olhar que Hermione lançou em sua direção.

— Isso não é engraçado, Fred! Estou enorme e não posso sair e tenho uma dor que não passou nas últimas duas horas e estou com vontade de tomar aquele sorvete da loja perto da casa dos meus pais... e eu só quero chorar. — Hermione disse apressada, esfregando suas costas.

— Espere, você acabou de dizer que está com dor? Está nas suas costas? Você acha que está na hora...? — Fred perguntou, olhando para a barriga dela com apreensão. Ele mal podia esperar para conhecer seu filho, mas estava com medo ao mesmo tempo.

— Eu acho que saberia se fosse a hora de nosso bebê nascer, mas agora não é — UUUUGH! — Hermione disse, tentando não gritar, mas a dor era muito forte para ela. Fred estava ao seu lado antes que ela soubesse o que estava acontecendo e sustentou seu peso, o que ajudou a acalmar sua mente. — Entre em contato com o St. Mungo's AGORA! Este bebê está chegando hoje!

No início, Fred entrou em pânico, mas ele sabia que precisava ser equilibrado no momento, ou então Hermione provavelmente iria azarar seu saco. Ele a ajudou a se sentar no sofá enquanto ela ofegava e tentava controlar a respiração, então Fred ligou para o St. Mungo’s.

Hermione começou a ver uma medibruxa antes da quarentena começar, e a medibruxa Maggie James se correspondeu com Hermione através de corujas. Felizmente, ela estava de plantão naquele dia; depois de fazer os feitiços de esterilização e os outros procedimentos, ela passou pelo Flu e encontrou Hermione sibilando para Fred porque sua dor estava aumentando a cada minuto, alegando que era tudo culpa dele.

— Ei, Hermione, parece que seu bebê não queria esperar que a quarentena terminasse, hein?! — Maggie disse com um sorriso, vendo que Hermione estava fazendo as técnicas de respiração que ela tinha lhe ensinado.

— Pelo menos ela pode deixar sua quarentena, ao contrário da sua mãe. — Fred disse, tentando melhorar o clima, mas Hermione apenas olhou para ele. —Entendi, meu trabalho aqui é apenas oferecer suporte e não dizer coisas engraçadas.

— Eu te amo, Fred, mas agora eu te odeio por isso. — Hermione disse com os dentes cerrados, respirando fundo, tentando aliviar sua dor. — E eu te amo, bebê, mas mal posso esperar para que você nasça.

— Ok, Hermione, vamos trabalhar para que seu bebê faça sua entrada neste mundo. — Maggie disse, esfregando seu braço e dando-lhe um sorriso tranquilizador. — Você mencionou que queria um parto na água, certo? Você tem a piscina pronta?

— Já enchendo enquanto falamos, achamos que deveríamos esperar um pouco mais, já que a bolsa de Mi ainda não estourou. — Fred nunca gostou de ver Hermione sofrendo, mas essa foi uma das únicas vezes em que ele não pôde fazer nada por ela, além de lhe dar o apoio de que ela precisava.

— Tudo bem, eu posso ajudar com esta parte. Por que não chegamos à piscina e continuamos de lá? — Maggie disse naquele mesmo tom tranquilizador.

— Vamos, Mi, e logo nosso bebê estará aqui conosco. — Fred disse, ajudando-a a se levantar e caminhar até o banheiro, onde a piscina de parto estava esperando.

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O trabalho de parto de Hermione não demorou muito, e antes que eles percebessem, seu bebê havia feito sua entrada no mundo. Ava Georgina Weasley nasceu no dia 22 de julho, em um dos verões mais quentes da Inglaterra, durante uma quarentena que parecia nunca ter fim, e seu nascimento trouxe alegria para a casa de seus pais assim como para seus corações.

— Ela é linda, Mi, assim como eu sabia que ela seria. — Fred disse em um tom abafado, olhando para o bebê nos braços de Hermione. — E olhe, ela tem seu nariz e meu cabelo! Como eu disse, ela seria uma garota linda.

— Tudo bem, você estava certo o tempo todo, eu não deveria ter discordado de você. — disse Hermione com um sorriso, nunca tirando os olhos de sua filha. —Quanto você quer apostar que George vai chorar quando descobrir o nome do meio dela?

— É uma aposta segura dizer que ele vai chorar muito e provavelmente vai tentar roubar Ava para levar para casa com ele. — Fred riu baixinho, pensando na reação de seu gêmeo. — Enviei um patrono para a família para informá-los sobre a nova adição, então devemos esperar algumas corujas nas próximas horas.

— Eu acredito que vocês dois têm uma grande família? — Maggie perguntou, terminando de limpar as coisas que ela usou, enquanto ela ficava de olho no bebê e na mãe.

— Sim, Ava vai ter que lidar com sua avó agitada, e todos os seus tios e tias que mal podem esperar para conhecê-la. — disse Fred, sem tirar os olhos de Ava. —E ela precisará aprender a lidar com o fato de que um de seus tios se parece com o papai.

— A pobrezinha provavelmente vai chamar George de papai algumas vezes. — Hermione riu levemente, não querendo perturbar sua filha. — Você já disse a ele o nome que escolhemos?

— Eu não consegui segurar, e aposto que ele vai nos ligar pelo Flu esta noite para ver essa belezinha. — Fred disse com tanto amor em sua voz que Hermione fungou um pouco. —Posso segurá-la?

— Claro, amor, segure a cabeça dela. — Hermione disse, passando Ava para seus braços. Ela podia ver que ele estava se apaixonando por Ava a cada segundo, e ela não pôde deixar de sorrir.

Eles estavam tão focados em seu bebê que não ouviram a comoção vinda da sala de estar, mas viram alguém entrar no quarto vestindo uma máscara e luvas, com o que poderia ser chamado de fantasia de roupa de Curandeiro.

— Olá, sou a assistente da medibruxa James e estou aqui para ver esta linda garota e abraçá-la para ver se está tudo bem. — a pessoa disse com uma voz modificada, tentando agarrar o bebê.

—Eu não tenho assistente, quem é você? — Maggie disse com uma carranca, olhando para o recém-chegado com um olhar irônico. — E o que você está vestindo?

Hermione suspirou e riu um pouco. — Sinto muito, Maggie, este é o gêmeo de Fred, George. Não pensei que ele fosse tentar vir aqui tão cedo, mas pelo menos ele está usando uma máscara.

— Georgie... O que você está fazendo aqui? Você não pode segurar Ava, não até que Maggie diga que está tudo bem para você segurá-la. — Fred disse a seu irmão gêmeo que ainda estava tentando se aproximar do bebê.

— Não sou esse tal de George de quem você fala, embora tenha a sensação de que ele é um homem muito bonito. — George disse, ainda mascarando a voz. —Estou aqui apenas para abraçar Ava Georgina Weasley e cheirar seu cheiro de bebê e trazê-la para casa comigo porque ela é linda.

— Maggie, você pode fazer um feitiço de esterilização neste idiota para que ele possa segurar sua afilhada? — Hermione perguntou, divertida, ao que George arregalou os olhos e desistiu.

— Mione! Eu sabia que havia um motivo para você ser minha cunhada favorita! — George disse com uma voz feliz. — Mas como você sabia que era eu?

— Você se esqueceu de cobrir o cabelo, gênio! — Hermione riu de George, enquanto ele passava a mão no cabelo e fazia um gesto com as mãos, sinalizando que sentia muito. — Tudo bem, Georgie, deixe Maggie fazer o feitiço de esterilização e você pode segurar Ava, mas ainda não pode levá-la para casa.

George gritou de alegria e Maggie riu da reação dele, enquanto executava o feitiço; Fred não conseguia parar de sorrir enquanto passava sua filha para os braços abertos de seu gêmeo e sorriu ainda mais quando viu que seu irmão estava chorando por Ava.

— Eu disse que ele ia chorar. — Fred murmurou baixinho no ouvido de Hermione, o que a fez revirar os olhos.

— Sim, sim, você estava certo. — Hermione disse com uma voz parcialmente irritada, mas sorriu mesmo assim. — Eu te amo, obrigada por permanecer nessa quarentena comigo e não ficar louco.

— Eu te amo, Mi, isso é a coisa mais importante para mim. — Fred beijou sua têmpora, e eles assistiram juntos George chorar por sua afilhada.

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