Dia seguinte

(Apartamento da Riley)

C: — Você precisa ir para a aula, Riley, levante.

R: — Eu não quero.

C: — Topanga!

T: — Por que você não quer ir, amor?

R: — Eu fiquei a madrugada toda sem dormir, por favor, eu estou morrendo de sono. Você que eu durma na sua aula, pai?

C: — Hum... Pode ficar em casa. Eu acho. — Olha para a Topanga.

R: — Por favor, hoje eu não tenho nenhuma aula importante.

C: — Isso doeu.

T: — Ok, mas Riley, é só por hoje. E nunca mais me diga que uma aula não é importante.

R: — Eu amo vocês, muito muito muito obrigada! — Diz em euforia.

Os pais de Riley vão para o trabalho. Riley recebe algumas mensagens.

Mensagens on

Oi, podemos conversar? — Lucas

Riley, já está pronta? — Maya

Melhoras, Riles! Para tudo, mesmo. Espero que sua vida se resolva, eu sei que ela está meio complicada agora, mas você é forte. E por favor, não fuja. Não estou afim de ter que passar por tudo de novo. — Farkle

Mensagens off

R: — Será que eu respondo o Lucas? Ah, vamos ver o que ele quer. Eu só sei que eu quero dormir, porém a galera não para de enviar mensagem. Aff, quando você quer, ninguém te manda mensagem, agora quando você não quer, até fadas começam a te mandar mensagens. — Ela responde todos. — Ótimo, nem o Lucas nem o Farkle foram para aula. Eita! Isso significa que a Maya... Não, ela nunca iria para a aula sem mim, eu acho... — Lucas toca a campainha e ela atende.

L: — Riles...

R: — Que foi?

L: — Eu te amo.

R: — Eu também.

L: — Então, por que não podemos ficar juntos?

R: — Exatamente por isso, eu te amo tanto que dói.

L: — Mas juntos, nós podemos superar isso.

R: — Quem sabe...

L: — De qualquer jeito, não era sobre isso que eu vim falar.

R: — Sobre o que você quer falar, então?

L: — Eu quero te explicar o porquê eu não te contei sobre meu "filho."

R: — Você não precisa. Ele não é nem seu filho.

L: — Mas eu não quero que você guarde algum tipo de rancor sobre mim.

R: — Eu não estou com nenhum rancor de você. Eu só acho que você deveria falar com sua mãe. Ele ficou muito preocupada.

L: — Já falei com ela.

R: — E ela deixou você faltar aula e falar comigo?

L: — Não exatamente.

R: — Lucas! Você tem que ir para a aula! Meu pai me disse que você deveria se preocupar mais com a escola, com base no resultado dos seus últimos testes.

L: — Não mais.

R: — O que você quer dizer?

L: — Minha mãe exigiu que eu fizesse ensino em casa.

R: — Ah não. Por quê?

L: — Porque ela disse que era isso ou me mudar.

R: — Será que eu posso estudar com você em casa?

L: — Queria.

R: — Não importa, você não saiu da escola ainda, certo?

L: — Sim, mas isso não altera em nada.

R: — É, todavia podemos aproveitar seus últimos dias. Uau. Isso é tão estranho. Eu não vou te ver de manhã.

L: — Mas nós sempre poderemos nos encontrar à tarde.

R: — E os trabalhos em grupo/dupla? Agora eu não tenho a possibilidade de ficar com você.

L: — Que fofa. A gente está em casa sozinhos, né?

R: — Sim, por quê?

L: — Eu não sei se é muito cedo, mas eu queria fazer isso. — Ele a beija intensamente, com paixão e saudade.

R: — Nem um pouco.