Quando tudo mudou
36 Capítulo 36
Semana seguinte
(Escola-sala)
C: — O que está acontecendo com o Lucas? Não tenho o visto à uma semana.
R: — Nem a gente. Eu sei que ele deve ter ficado magoado, mas não achei que fosse tanto assim.
F: — Pois é, a mãe dele já abriu um caso à procura dele, porém até agora não foi resolvido. Os oficias não acharam nenhuma pista até agora.
M: — Talvez, ele tenha percebido o quão idiota ele foi e decidiu não encarar os medos.
R: — Maya! Não, eu acredito que ele tem que estar por perto. Eu sinto isso.
C: — Eu também. Todavia, eu também sinto que preciso ensinar. Uma pessoa se perde, como isso pode afetar os outros? A história...
Bate o sinal e Riley, Farkle e Maya vão para Topanga's
(Topanga's)
R: — Chega! Eu cansei de ficar fora do caso, apesar de toda a dor que ele me causou, nos causou, não consigo parar que a razão dele não estar aqui possa ter sido causada por mim.
F: — Também. Eu já mandei mensagens, cartas, emails, tudo. Ele não responde. Por que todo mundo aqui gosta de fugir? Primeiro a Riley, depois a Maya, agora o Lucas. Parece que eu só a única pessoa sã aqui.
Riley e Maya em uníssono: — Ou!
M: — Nunca pensei que iria dizer isso, mas o Ranger Rick realmente tem uma influência em nós. Ugh...
R: — Eu sempre soube disso.
M: — Repito, ugh!
F: — Tanto faz. Eu digo que rastreemos o celular dele.
R: — Ok. Como?
F: — Gênio. — Diz se gabando.
M: — Haha.
F: — Hum... Estranho.
R: — O que foi?
F: — Aqui diz que o celular dele está em Alphabet City, um bairro com uma má reputação.
M: — Presente.
F: — Ha! E diz que ele está em uma das partes mais pobre de lá.
R: — O que ele poderia estar fazendo lá?
F: — Eu não sei, mas temos que descobrir.
M: — Não.
R: — Farkle, não podemos sair assim, sem contar a ninguém, não é certo.
F: — Não precisamos fazer o que é certo, mas sim o que é necessário.
R: — Os policiais estão tomando conta do caso, não devemos nos entrometer.
F: — E o que eles resolveram até agora?
R: — Ok, mas se alguma coisa ruim acontecer, eu...
F: — O que?
R: — Maya!
M: — Ela vai mandar uma amiguinha dela estrangular você.
F: — Ok, vale a pena. Temos que ajudar e lembrar que um dia ele era nosso amigo.
(Alphabet City)
F: — Ali.

R: — Han.. você tem certeza que quer entrar ali?
F: — É pelo nosso amigo. — Eles entram no flat.
(Flat)
R: — Olá. Tem alguém aqui? — Ninguém responde.
M: — Eu tenho os negócios. — Sussurra.
R: — Maya!
M: — Shhh! Eu sei o que estou fazendo. — Uma pessoa abre a porta.
R: — Oi... — Ela percebe que quem atendeu a porta foi Lola com o seu filho, Malcom.
Lola: — Droga. Vocês têm ou não os negócios?
M: — Com certeza. E você também. Por que não adentramos a casa? — Eles entram, era um lugar imundo cheio de baratas, ratos e outras coisas nojentas.
R: — Ele é seu filho?
Lola: — Sim.
M: — Uau, você não é muito nova para ter um filho?
R: — Maya!
Lola: — Tudo bem, todos me perguntam isso. Então, você vai me passar o negócio ou não?
M: — Claro, só tenho que preparar a mistura.
R: — O que você está fazendo? — Sussurra.
M: — Confie em mim. — Enquanto isso Farkle estava olhando os cômodos sem Lola perceber. — M: — Aqui. — Entrega o chá com umas ervas em cima, as quais na verdade eram as ervas que tinha dentro do sachê do chá.
Lola: — Delicioso.
Malcom: — Mamãe, o papai vão brincar com a gente hoje?
Lola: — Eu não sei, amor.
R: — Por acaso, você não viu o Lucas, viu?
Lola: — Não o vejo desde uma semana. — Farkle manda uma mensagem para as garotas.
Mensagem on
É pior do que eu esperava.
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