Riley's pov

Tentamos ir a casa da Maya, mas no caminho alguns homens se aproximaram da gente e não conseguimos escapar, tentei contatar o Lucas, porém antes que eu pudesse terminar a mensagem, um homem me agarrou e prendeu-me com uma na cadeira. É nessas horas que queria ser mais, de qualquer jeito, Maya também não conseguiu escapar, estávamos desesperadas.

Home: — Bob, o que vamos fazer com essas duas?

Bob: — Bom, elas parecem de qualidade, acho que o chefe vai gostar delas.

R: — Ah, obrigada!

M: — Alana!

R: — Han?

M: — Olha, seja lá o que vocês querem fazer com a gente, te garanto que não vale a pena.

Homen: — Bom, vale muito a pena, 1000 por cada uma.

R: — Como assim? Eu tenho preço?

Homen: — Você é muito valiosa, chefinho vai adorar te ver.

R: — Então traga ele aqui.

Homen: — Ótima ideia.

M: — Alana!

R: — Barbequera!

M: — Ok, eu odeio isso. — Os homens vão chamar o chefe. — Vamos tentar sair daqui o mais rápido possível.

R: — Por que? O chefe deles vai gostar da gente.

M: — É, porque ele espera que a gente dê algo em troca à ele.

R: — Mas eu só tenho minhas roupas... Ah! Maya, que nojo!

M: — Exatamente, vamos sair daqui.

R: — Como?

M: — Me agradeça depois, sempre carrego um canivete comigo.

R: — Maya, eu te amo. — Nesse momento, Maya sentiu borboletas em seu estômago, quase parou de respirar por um segundo, tinha um nó na sua garganta.

M: — Também te amo, Riles! — Finalmente tinha falado depois de muito tempo refletindo se deveria ou não falar isso. — Consegui. Já vou te tirar daí. — Tira Riley e tentam fugir.

Chefe: — Aonde essas belezuras estão indo?

M: — Não é da sua conta.

Chefe: — Bom, meus colegas me falaram de uma morena e loira que estavam loucas para me conhecer.

M: — Desculpa, cara, não somos elas.

Chefe: — Tanto faz, peguem elas! Estou entendiado, preciso de alguém para me fazer companhia.

R: — Por que você é tão sozinho?

Chefe: — É o que a vida faz com você à medida que você vai crescendo.

R: — Isso é tão triste.

Chefe: — Então, por que você não me anima?

R: — Como?

Chefe: — Sente-se ao meu lado, converse comigo.

M: — Ela amaria fazer isso, mas temos coisas à resolver.

R: — Ah é! Desculpa, vai ter que ficar para próxima, porém espero que possamos ser amigos eventualmente. — Elas vão embora para casa da Maya/Katy.

Homens: — É isso, vai deixar elas irem embora sem mais nem menos?

Chefe: — São boas garotas, não merecem um velho chato como eu.

Homens: — Nunca vimos esse lado de você antes.

Chefe: — É o que o amor faz com a cabeça da gente.

(Maya/Katy casa)

R: — Você não vai tratar sua filha assim! — Percebe o silêncio e a porta aberta. — Alguém em casa?

M: — Mãe, eu voltei, eu sei que provavelmente você não me quer mais, mas será que dá para ser educada e falar com a Riley? Ela não fez nada para você, na verdade, ela me ajudou. — Escutam lágrimas vindas do banheiro e vão para lá.

R: — Senhora Hart?

K: — Oi, Riley. Tudo bem? — Diz em prantos.

R: — Aparentemente melhor que você. O que aconteceu?

K: — Eu realmente me arrependo do que disse para Maya, não a vejo há tempo, sinto falta dela. Não quero que ela se vá.

M: — Que bom, pois também não quero ir. — Elas se abraçam.

K: — Você me perdoa?

M: — É claro, eu sei que é difícil lidar com a situação, está tudo bem, estou aqui agora.

K: — Fico feliz que esteja. Meninas, não deveriam estar na aula?

(Escola)

L: — Ok, Lucas se acalme, alguém deve ter roubado o celular dela, no máximo. Ai, não aguento pensar na minha precisa triste, chateada. Farkle, você é um gênio.

F: — É o que dizem?

L: — O que nós fazemos?

F: — Esperamos, tenta ligar para ela de novo.

L: — Ok. — Liga para Riley.

C: — Melhor achar meu bebê logo, senão te dou 0 no boletim.

L: — Ela atendeu... Oi, tudo bem, amor? Haham... Que ótimo, você me deixou preocupado. É claro que senti sua falta na escola hoje, você é minha heroína. Ok, te amo, beijos.

C: — E aí?

L: — Ela está bem.

C: — Aonde está minha filha, bastardo?

L: — Na casa da Maya.

C: — Estou mais aliviado, mas uma coisa que não faz sentido é aquela mensagem incompleta.