Quando tudo mudou
25 Capítulo 25
(Depois do teatro)
R: — Aonde nós vamos agora?
L: — No The Venetian Room, para jantar.
R: — Esse não é tipo um lugar super romântico?
L: — Sim, amor. Eu me lembro que você me disse que sempre quis um lugar romântico para jantar.
R: — Isso é história, passado. Vamos à Pizza Hut ou à Domino's.
L: — Que pena, lá tinha sua sobremesa favorita.
R: — Torta de chocolate com pedaços de morango? — Ele balança a cabeça.
L: — Eu até já reservei a mesa perto da janela, a qual tem uma vista linda. Dá para a gente ver as estrelas de lá.
R: — Eu te amo. Podemos ir, amor.
S: — Tem certeza?
L: — E por que ela não teria?
F: — Não é como o Lucas fosse um cara qualquer, um estranho que ela nem conhecesse, alguém que ela não saiba como essa pessoa é. Ela o conhece, nunca a machucaria, fisicamente ou psicologicamente.
Nesse momento, ela percebeu que Farkle estava certo, Lucas não é qualquer. Ele esperaria se eu não estivesse pronta. Só queria ter percebido isso antes.
(No restaurante)
R: — Tem certeza que é melhor separar nós dois deles?
L: — Riley, o que você está com tanto medo?
R: — Nada.
L: — Eu te conheço, pode falar.
R: — Não ria, mas sabe quando você falou da surpresa depois do jantar e a história de deixar o quarto só para nós dois?
L: — Sei. Você não tem que se preocupar, o que tiver que acontecer vai acontecer?
R: — Quais são suas intenções com isso?
L: — Passar a última noite aqui com a pessoa mais especial do meu pequeno mundinho.
R: — Mas passamos a maior parte do tempo do juntos.
L: — Isso não é suficiente. Daqui a pouco, voltamos para Nova Iorque, vamos estar ocupados com trabalhos, provas, Maya...
R: — O que?
L: — Com ela, você tem menos tempo para mim.
R: — Você quer que eu termine minha amizade com ela? Pois saiba que se é isso que você quer, não vai acontecer.
L: — Por favor não, minha princesa. Eu só quero que a gente aproveite esses momentos que estamos vivendo, pois eles são preciosos.
R: — Acho bom que seja isso.
Garçom: — Seus pratos. — Ele coloca uma salada para Riley e um macarrão para Lucas, e também duas taças com espumante. Então sai.
R: — Como você sabia que eu amo salada Caprese?
L: — Eu te amo, presto atenção em tudo que você faz, fala, escuta...
R: — Obrigada. — Ela toma um gole da taça. — Que bebida é essa?
L: — Você gostou?
R: — Eu adorei.
L: — Então o nome dela é Lucas.
R: — Bobo. Por que eu nunca tomei isso antes?
L: — É um refrigerante de guaraná, difícil de encontrar nos Estados Unidos. (N/A: Safado)
R: — Tão difícil quanto encontrar você na aula de ciências?
L: — Sim. — Eles ficam conversando por horas e decidem ir para o hotel.
(No corredor dos quartos)
S: — Está pronta?
R: — Sim, eu quero ficar ao lado dele. Esse é o nosso último dia antes voltar para todo os estresse de Nova Iorque, só quero aproveitá-lo com ele.
S: — Fico feliz por você.
R: — E você e o Farkle?
S: — Ele tem sido um garoto muito malvado, sem beijos para ele hoje.
F: — Linda, você não escutou o que a Riley disse?
S: — Escutei, e também escutei que você disse que eu engordei.
R: — Farkle! — Diz o repreendendo. — Tem certas coisas que não se diz à uma mulher.
F: — Mas o que eu disse era verdade.
R: — Eu tentei te ajudar. Foi bom te conhecer. Agora se me dá licença, tenho que ficar ao lado do meu menino mau.
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