No dia seguinte

T: — Riley, alguém muito especial quer te visitar.

R: — Quem é? Ainda são 6 horas da manhã. — Diz mal-humorada.

C: — Ok, se você não quiser seu pai de volta.

R: — Pai! — Ela o abraça. — Você vai poder voltar à dar aula?

C: — Não antes de abraçar meu filho. Auggie! — Ele vem e o abraça correndo.

R: — Então isso significa que você vai voltar?

C: — Isso significa que agora faltam apenas 2 horas para você me reencontrar. Eu senti tanta falta de vocês, me contem o que está acontecendo.

A: — Bem, eu estava passando na escola da Riley, só que eu só vi alguém engolindo-a.

C: — Quem era? — Diz como o pai super protetor que é.

R: — Auggie! Então ele também tem algumas coisas para contar.

A: — Eu não sei quem era, deveria ser outra pessoa, não a Riley.

T: — Não é maravilhoso estarmos aqui todos juntos?

C: — Falando de todos juntos, cadê a Maya? Ela sempre está aqui por essa hora. — Riley fecha a cara.

R: — Ela não está mais aqui.

C: — Para onde ela foi? Eu nunca pensei que ela fosse ir sem você.

R: — Eu também não.

C: — Desculpa, amor, é a vida. Algumas pessoas entram na sua vida para te ensinarem e depois, quando já fizeram seu trabalho, elas vão.

R: — Ela não terminou o trabalho.

C: — Tenho certeza que ela voltar. — Riley vai para o seu quarto.

A: — Ela não está bem, será que você poderia não falar muito no nome da Maya?

C: — O que você quer dizer?

A: — Ela não vai voltar, ela partiu, para outro mundo.

C: — Oh, obrigado. O que eu faria sem você?

A: — Eu não sei, mas não seria bom.

(Na escola)

F: — Oi, gente. Alguma coisa nova?

R: — Não.

L: — Riles, você esqueceu?

R: — Do que?

L: — A gente ia comemorar meu aniversário amanhã.

R: — Não, eu só pensei que você tivesse falado pro Farkle.

L: — Eu já falei, só queria te testar.

R: — E eu só queria testar esses lábios.

F: — E eu só queria testar a aula.

R: — Ele está certo.

L: — Sem lábios? — Diz com carinha de cachorro abandonado.

R: — Você vai receber seu presente no tempo certo.

(Na sala de aula)

C: — Olá, pessoal. Sentiram minha falta?

F: — Sim, eu te amo. Opa, isso é estranho. Todo mundo esquece o que eu falei.

C: — Tudo bem, eu também te amo. Então, o que iremos fazer nessa aula de retorno?

F: — Bélgica!

C: — Não! Mais alguém?

R: — Alguma coisa a ver com nossas vidas?

C: — Provavelmente. Para isso, eu preciso saber, o que está acontecendo com essas?

L: — Bom, já que estamos aqui. Eu gostaria de pedir a sua permissão para levar sua filha para a Disney, nesse feriado de uma semana.

C: — Isso depende da Riley, e eu estou seguro de que ela não vai querer ir, ao invés disso, ela vai preferir ficar com o pai que acabou de sair do hospital.

R: — Pai... Já falei como você está bonito hoje?

C: — Você acha? Não! Não vou cair nesse jogo.

R: — Por favor, eu preciso de m pouco de tempo longe dessa realidade.

F: — Eu os vigio.

C: — Ok, você não vai sair de perto deles nem por um minuto.

F: — Sim, senhor.