Notas iniciais
Desculpa por ter ficado sumida todo esse tempo. ♥

Dia seguinte

(Topanga's)

S: — Amor! Amor, seu lindo!

F: — Você está se referindo a mim?

S: — Sim. Eu já falei que te amo?

F: — Hoje?

S: — Não importa. Eu amo.

F: — Eu também.

R: — Own. Por que não podemos ser fofos como eles, Lucas?

L: — Obrigada pelo mérito.

R: — Eu estava brincando. Você sabe que eu te amo.

L: — Eu também, meu coelinho.

M: — Abandonada por você! — Diz cantando. — Gente, vocês não sabem como é legal ficar de vela.

R: — Por que você não chamou o Josh?

M: — Ele tinha coisas de faculdade para fazer. E nós dois decidimos que o melhor seria que ele vivesse a vida dele. E quando eu terminasse o Ensino Médio, eu fosse procurá-lo.

R: — Então você está solteira?

M: — Solteira sim, sozinha não.

S: — Não é importante. Todo mundo sabe que a Maya têm várias opções para ficar.

M: — Tenho?

S: — É claro. Você é uma mulher extraordinária. Mas isso não é importante agora. Galera, eu preciso fazer um anúncio.

L: — Vá em frente.

S: — Eu preciso que vocês ajudem a creche.

M: — Com o que?

S: — Com o que puderem. Toda ajuda é necessária.

R: — Eu sei bem disso.

S: — Riley!

R: — Smackle!

S: — Ok. Farkle, será que teria alguma possibilidade de seu pai nos ajudar?

F: — Eu acho que podemos tentar. Me mostre algumas fotos. — Ela o mostra as fotos. — Então... Difícil.

S: — Muito?

F: — Eu duvido muito que ele aceite fazer uma reforma em lugar desse jeito.

S: — Nem se pagássemos?

F: — Talvez. Não se preocupe. Pensando bem, eu vou fazer isso por você. Eu já te decepcionei uma vez, não quero que isso se repita. — Eles se beijam.

M: — Ew! Precisa da minha ajuda?

S: — Sim. De todos, espalhem para todos que conhecem. Maya, eu sei como você acha que sua vida é ruim, mas acredite, tem pessoas em piores condições e elas precisam de você. Você sabe o quão ruim foi ter que passar pelo que você passou. Você realmente quer que outros passem por isso também?

M: — Ok. Eu vou ver o que eu consigo fazer.

R: — Ótimo. Eu vou recolher algumas roupas e doar um pouco de dinheiro e comida..

S: — Obrigada.

L: — Se o Farkle não conseguir convencer o pai dele, eu sei um pouco de carpintaria. Não conseguiria reconstruir uma casa, mas quem sabe uma parede?

S: — Isso é ótimo. Eu vou fazer os panfletos. As crianças vão adorar conhecer vocês.

R: — Que?

L: — Quando?

S: — Agora mesmo. Tudo bem por vocês?

Todos: — Sim.

(Orfanato)

L: — Então é aqui?

M: — Fica quieto pedaço de pão.

F: — É, bem que as fotos não estavam erradas.

S: — Não se preocupem, é seguro aqui.

R: — Ahn... Você tem certeza? — Aponta para dois caras fumando perto da lata de lixo do lado de fora do orfanato.

S: — Só ignora. Eu sei que é horrível, mas podemos mudar isso.

D.M: — Smackle! O que está fazendo aqui? Seu turno é só amanhã.

S: — Eu sei. Eu só queria te apresentar meus ajudantes no projeto e queria que eles conhecessem as crianças também. Ah, e nós trouxemos lanche.

D.M: — Ok, vou chamá-los. Crianças, desçam! Temos visitas. — Diz a última parte gritando.

Z: — Oi, Smackle! Estava ficando com saudades. — Farkle faz uma cara de enciumado.

S: — Que isso! Você fala como se eu fosse tudo isso.

Z: — Você é.

F: — Prazer, eu sou o namorado dela, você seria?

Z: — Zack, prazer. Farkle, certo? Ela me contou sobre você.

F: — É...

R: — Eu sou a Riley, aquele é o Lucas, meu namorado, e aquela é a Maya.

Z: — Vocês são tão lindos. Essas são Lila, Duda e Bibi. E os meninos são, Jonas e Isak.

R: — Quantos anos vocês têm?

Z: — Meninas: 13, meninos:14. Só eu que tenho 16. — Riley cutuca Maya. — Vocês estavam aqui para que mesmo?

S: — Nós vinhemos mostrar que já estamos tentando fazer de tudo para que vocês tenham o que merecem.

Z: — Obrigado, vocês são pessoas maravilhosas. Não sei o que faria sem vocês, principalmente você, Smackle.

S: — Maya, o Zack gosta de desenhar que nem você. Por que você não a mostra seus desenhos?

M: — É, tá, tanto faz.

S: — Eu vou preparar o lanche.

R: — Eu também quero ajudar.

L: — O que você sabe sobre cozinhar?

R: — Muito mais do que você. E açúcar, açúcar, açúcar deixa tudo bom.

L: — Ok, eu preciso ver isso.

(Quarto do Zack)

M: — Ótimo buraco. Eu costumava ter um no meu quarto.

Z: — O que aconteceu?

M: — Eu conheci essas pessoas e elas me ajudaram.

Z: — Isso é bom. Às vezes, é bom saber que ainda tem esperança, mesmo que não seja para você.

M: — Você acredita em alguma coisa?

Z: — Eu acredito em um mundo melhor, mas parece tão distante.

M: — Sei como é. — Ele pega uma folha e a mostra o desenho de uma lua com o mar.

Z: — Já esteve alguma vez no mar?

M: — Sim.

Z: — É impressionante, a natureza, o mundo, tudo. Infelizmente, só fui na praia uma vez, e era fantástico como a lua iluminava a praia, e as estrelas brilhavam. E eu estava lá, assistindo aquilo. Isso me mudou bastante, me deu forças para continuar. Porque enquanto ainda estiver uma estrela ou uma lua no céu, eu não vou parar.

M: — Uou. Eu te entendo. — Ela o abraça. E Riley entra.

R: — Oi! Desculpa, eu posso voltar outra hora.

Z: — Não, está tudo bem.

R: — Vocês estavam chorando?

M: — É, nada importante...

R: — Se você diz, o lanche está pronto.

M: — Ótimo, estava morrendo de fome. Me carrega.

R: — Ok.

Z: — Ela te aguenta?

M: — Está me chamando de gorda?

Z: — Não, não. É só que ela é tão fininha.

M: — E eu sou o que?

Z: — Linda. Riley, relaxa. Eu levo ela dessa vez.

M: — É, eu gosto disso. (N/A: Eu gosto disso, isso é muito adulto. Desculpa, tenho problemas mentais)

(Cozinha)

M: — Que porra aconteceu aqui?

R: — Nada demais.

L: — Aham, para você! Você me destruiu.

R: — Para e ser um frangote. Eu só passei um pouco de farinha em você.

L: — Sério isso? Só?

F: — Só nele?

R: — Ok, mas o bolo ficou delicioso.

L: — Só não é mais doce que meu amor.

R: — Meu bolo. Pronto, vamos comer.

S: — Antes, eu queria agradecer a todos aqui presentes. Eu nunca pensei em vir trabalhar em um lugar como esse, e não me arrependo. Cada um de vocês são únicos para mim. Trabalhar aqui está sendo uma das melhores experiências da minha vida. Obrigada. Agora, comida!