Quando tudo mudou
2 Capítulo 2
(Em Nova Iorque)
Lucas: Oi. — Diz sem graça para Maya.
Flashback on
(Fogueira)
Maya: — Lucas, eu gosto de você.
Lucas: — O que você quer dize?
M: — Nada. — Olha para baixo. Ele pega o queixo dela. — O que você está fazendo? — Lucas se move para mais perto dos lábios de Maya, porém não a beija.
L: — Desculpa.
Flashback off
Farkle: — Algum de vocês tem notícia da Riley?
M: — Não, a última vez que a vi foi no início dessas férias. Às vezes me pergunto para onde ela foi e porquê. — Diz a última parte tristemente.
L: — Ela nunca mais me mandou uma mensagem. — O sinal bate.
F: — Nem para mim. Acho que está na hora de irmos para sala.
(Na sala)
Professor: — Bom dia, alunos.
L: — O que aconteceu com o senhor Matthews?
Professor: — Se transferiu para Flórida, mas ainda não sabemos se sua estadia lá é permanente. Continuando...
A aula acaba e vão almoçar.
L: — Sinto falta do meu raio de sol. — Chega uma mensagem.
F: — Hum, quem será que é? — Diz malicioso.
L: — É da Riley! — Diz alegremente.
M — Leia!
L: — Desculpa por ter mudado sem os avisar, não se preocupem, estou bem, na verdade melhor.
M: — A gente deveria ir para Flórida amanhã sábado. Mas de qualquer jeito, que estranho, se ela está bem porquê teria se mudado?
L: — Uma coisa mais estranha ainda foi a última mensagem que ela me mandou: fogueira, o seu caminho está livre. — Maya percebe tudo.
M: — Que droga... ela se afastou por minha culpa.
F: — Como assim?
M: — Ela se afastou para que eu pudesse abrir os meus sentimentos.
F: — Você ainda tem estes sentimentos?
M: — Eu não sei! — Diz confusa.
F: — Melhor você descobrir logo, se quiser a Riles de volta.
(Na Flórida)
Ms: — Ok, vamos começar o treinamento. Diga alguma coisa ruim sobre mim.
R: — Como eu poderia? Mesmo eu tendo ficado entre você e o Lucas, ainda está me ajudando.
Ms: — Você vai dar trabalho... — Diz revirando os olhos.
R: — Tá, eu vou tentar. O seu suéter é menos bonito que o seu colar, porque eu nunca vi nada tão bonito.
Ms: — É alguma coisa.
(Sábado Nova Iorque)
M: — Vamos, gente, quanto mais rápido formos, mais tempo teremos com ela. Guarda Rick, não é o Texas, não precisa levar suas botas de caubói.
L: — É claro que sim, pois como eu poderei nos rodeios da Flórida sem minhas botas?
F: — Parem de palhaçada, já era pra gente estar no aeroporto.
Dá tudo certo, eles chegam na Flórida e vão para um hotel.
(No quarto)
L: — Agora que já estamos aqui, onde encontraremos a Riley?
M: — Eu falei com o pai dela, ele me disse o endereço do apartamento, não é muito longe daqui. Me acompanhem. — Eles a seguem.
(No apartamento de Riley)
Topanga abre a porta.
T: — O que vocês estão fazendo aqui? Obrigada por virem, mas se estão à procura da Riley, acho bom se prepararem.
F: — Podemos entrar?
T: — Sempre, agora arrumem esse bagunça, seja lá o que tiver sido para mudar-la de uma hora pra outra. — Riley entra na sala.
(Roupa da Riley)

L: — O que aconteceu? — Diz preocupada e chocado com sua aparência, assim como todos.
R: — Nada, eu apenas estou crescendo.
M: — Não parece você, eu te conheço, eu sou sua melhor amiga. Se quiser me contar qualquer coisa, é só falar.
R: — Na verdade tem uma coisinha que eu quero te contar... Sua saia é horrível, desculpa tinha que falar.
M: — Reunião dos que ficaram em Nova Iorque! — Eles formam um círculo. — Essa não é a Riley que conhecemos, alguma coisa muito errada está acontecendo.
R: — A única coisa errada aqui são vocês, eu estava muito bem e aí vocês apareceram.
L: — Nossos momentos juntos não significaram nada para você?
R: — Deixa eu pensar... não, pois não foram verdadeiros.
F: — Ok, estamos indo embora, nos avise se você achar que algum momento foi verdadeiro.
R: — Tem um. — Eles abrem um sorriso. — Eu batendo a porta na cara de vocês. — Bate a porta.
Riley pensamento on
Odeio ter que fazer isso, dói mais do que eu imaginei. Eu os amo. Mas tenho que deixá-los serem livres. Não quero que eles se machuquem, então acho que é melhor ser grossa e fria com eles, assim eles não sentirão tanto minha falta.
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