Quando tudo acaba... O que acontece?
2 Saga do Santuário – Parte 2
Notas iniciais
No oriente, Seiya se divertia com Mino e as crianças do orfanato. Faziam dois dias que tinha voltado e estava aproveitando o momento de relaxar. Shun estava conversando com Ikki, querendo convencê-lo a ficar com ele e os outros; o que não deu certo.
Ikki sempre estaria lá para lutar se Shun precisasse e seus amigos também – mesmo parecendo frio e insensível em algumas ocasiões. Porém, não era seu estilo ficar em grupo com todos e a espera de algo para fazer. Shun não gostava dessa situação e se esforçava para compreender os motivos de Ikki e aceitar sua decisão.
Shiryu tinha feito uma pequena escala no caminho de volta para passar nos Cinco Picos Antigos de Rozan e fazer uma rápida visita a Shunrei e ao Mestre Ancião. Chegando no caminho que levava para a Grande Cachoeira de Rozan foi recebido por um abraço bem apertado de Shunrei e uma pequena bronca por preocupa-la.
No curto caminho até a pedra onde o Mestre Ancião se mantinha sentado Shunrei fazia várias perguntas a Shiryu sobre como estava se sentindo e se havia conseguido resolver seus assuntos no Santuário. A descontraída conversa se seguiu até alcançarem Dohko e o cumprimentarem formalmente.
Feliz pelo retorno seguro e crescimento de seu discípulo, o Mestre Ancião decidiu comemorar a ocasião. Shunrei estava muito animada fazendo um prato especial para comerem juntos na casa que dividiram por tanto tempo desde que Shiryu veio para treinar. Ele ainda não sabia quanto tempo ficaria lá, mas esperaria pelo menos até as armaduras ficarem prontas em Jamiel.
Hyoga também havia ido por outro caminho. Voltaria para Sibéria para cumprimentar seus companheiros da vila, deixar mais um buque de flores para sua mãe e conversar com seu falecido mestre, o cavaleiro de cristal, sobre sua jornada nas Doze Casas e os ensinamentos de seu mestre Camus – além de se desculpar por ter matado o mestre de seu mestre.
.............................................................
Enquanto os cavaleiros aproveitavam seu merecido descanso, Mu estava com muitas armaduras para reparar em Jamiel. As armaduras de Pegasus, Dragão, Cisne, Andrômeda, Fênix, Aquário, Peixes, Gêmeos, Câncer, Capricórnio e Águia estavam urgentemente pedindo por reparos. E, depois que as terminasse, levaria seus materiais para o Santuário e faria os reparos necessários para as armaduras dos outros cavaleiros de ouro que precisavam de alguns retoques.
Ele começou pelas armaduras dos cavaleiros de bronze, depois pela armadura de Marin e por último fez as armaduras de ouro que trouxe consigo. Enquanto trabalhava deixava Kiki ajudar em algumas fazes, explicava-lhe passo a passo e fazia algumas perguntas para saber o quanto ele já havia aprendido.
Mu havia decidido localizar os cavaleiros e enviar-lhes suas respectivas armaduras. A de Fênix, em particular, foi um desafio! Encontrar Ikki era difícil. Mas o encontrou – e ainda onde menos esperava: na Ilha da Rainha da Morte. Mesmo a ilha tendo sido devastada, ele estava lá e Mu se surpreendeu pelo motivo.
Ikki estava colocando uma coroa de flores que cresciam na ilha em torno de uma cruz improvisada de madeira que tinha o nome Esmeralda escrito. O tumulo original devia ter sido destruído na batalha contra os cavaleiros negros e por isso ele estava lá refazendo o descanso eterno de Esmeralda. Respeitando seus sentimentos, Mu enviou a armadura e o deixou em paz.
A armadura de Pegasus ele teve que encontrar a casa de Seiya para deixa-la lá! Ele estava no orfanato e não podia tele transportar uma armadura em meio a um pátio cheio de crianças. As armaduras de Shun, Shiryu e Hyoga foram fáceis. Hyoga ainda estava na Sibéria, Shiryu em Rozan e Shun na casa nas montanhas que pertencia a Saori.
Terminados os envios e as reformas das armaduras ele decidiu enviar as outras armaduras de volta as suas casas e liberar Kiki para visitar Saori. Enquanto isso ele se retiraria para um pequeno descanso em seu castelo e repararia alguns pequenos danos em sua armadura.
......................................................................................
Os cavaleiros pensavam estar em paz, mas isto estava prestes a mudar. Dohko avisou Shiryu que sentia que algo ruim se aproximava de Athena e o avisou para ir vê-la. Hyoga a dias estava com a sensação que algo estava errado lhe perturbando e tirando o sono; então decidiu voltar – assim como Ikki que sentia algo de ruim aflorar quando viu um reflexo da estrela Polaris na Ilha da Rainha da Morte (coisa que não era normal).
No oriente Shun e Seiya sentiam uma agitação no cosmo de Saori e que seus companheiros de bronze estavam usando os seus também e foram o mais depressa averiguar. La eles encontraram um novo inimigo e uma nova batalha prestes a estourar em uma direta declaração que Hilda de Polaris, a representante de Odin na Terra e regente de Asgard, iria derrotar Athena e seus cavaleiros para assumir o controle da Terra.

Fale com o autor