DIONÍSIO– Não!- ele sorriu, mas quando ele segurou a esposa e começou a beijar rindo, Olívia entrava em casa com uma amiga da escola e os dois se afastaram com Refúgio vestindo a blusa rapidamente.

As meninas entraram falando e a jovem olhou Dinísio descendo Refugio da pia e sorriu chupando sensualmente o pirulito que estava em sua boca.Dionísio olhou a menina em seguida a filha.

DIONÍSIO – Olá, chegou cedo hoje filha, o que aconteceu?– Ele viu a filha sorrir e o beijar

OLÍVIA – Tá tudo bem pai só chegamos mais cedo para estudar.

A menina sorriu para ele e a filha também e as duas subiram. Refúgio ficou olhando para a cara dele.

REFÚGIO – Perdeu alguma coisa? Uma pequena saia dela? – Falou com os olhos carregados de ciúme.

DIONÍSIO – Que? – Ele a olhou. – Do que está falando mulher?

REFÚGIO – Estou falando de você babando. – Ela se ajeitou e terminou de abotoar a blusa.– Vou terminar de fazer as coisas que estava preparando.– Ela lavou as mãos e voltou a fazer a sobremesa dele já com o rosto mais sério.

DIONÍSIO – A única pessoa que eu babo é você! – Ele falou a olhando. – Deixe de bobagens!

REFÚGIO – Eu não vou te dizer nada só para não me aborrecer que eu estou grávida!Não posso ficar me aborrecendo com besteira.– Ela suspirou frustrada por não ter conseguido fazer amor com ele.

DIONÍSIO – É besteira mesmo, eu não quero nenhuma franguinha não. Eu tenho um mulherão na minha cama! – Ele falou sério a olhando.

Ela abriu o meu sorriso para ele não disse nada, ele era um homem maravilhoso.

REFÚGIO – Eu quero que você fique feliz com a notícia! Eu estou feliz! Estou muito feliz em saber que serei pai outra vez.

DIONÍSIO – Temos três filhos, e sempre fico mais feliz que a anterior.

REFÚGIO – Amor, como assim três filhos? Patrício, Augusto, Olívia e o que está chegando! Você já pode colocar o bebê na contagem!– Ela sacaneou ele. – Porque ele vai ser mais exigente que todos os outros desde a barriga!

Ele sorriu para ela.

DIONÍSIO – Sim, já estou vendo. Nem nasceu e está me pondo louco já!

REFÚGIO – Senta aí que eu vou fazer alguma coisa para você comer, vai voltar ao trabalho?

REFÚGIO – Você está com fome?

DIONÍSIO – Estou sim com fome!Não, não voltarei! Está tarde já.

REFÚGIO – Então, senta que eu vou fazer alguma coisa.Augusto está bem?

Ele sentou e a olhou.

DIONÍSIO – Sim, ele está, saiu com uma das amigas dele.– Dionísio riu.

REFÚGIO – Amigas não, peguete né! O nosso filho vive por aí e você não fala nada mas é só Olívia pedir alguma coisa que você já quer que a menina fica em casa. Eu já te disse que os direitos são iguais e que você não precisa ser machista com a nossa filha.

Ela começou arrumar as coisas todas e prepara um macarrão para ele. Quando terminou colocou na mesa, arrumou tudo e colocou um pouco de refrigerante para ele junto com a comida que Ela Sentou para comer também. Já era quase hora da janta mas mesmo assim ela quis comer com ele.

DIONÍSIO – Eu não sou machista! Nem com ela, nem com ninguém!– Ela continua comendo.

REFÚGIO – Eu sei que você não é você só vigia.

Ele suspirou.

DIONÍSIO – Eu sou vigia, sim, fui treinado, sou um policial.– Ele comeu sem a olhar.

REFÚGIO – De minha parte não precisa se preocupar não tem nada para você vigiar! É só isso aí que você está vendo. Uma mulher apaixonada e mãe de quatro filhos!

Ele sorriu pra ela.

DIONÍSIO – Sim, meu amo, só isso!

REFÚGIO – Eu te amo muito, meu amor, isso não muda são muitos anos juntos eu quero que você seja feliz. – Ela segurou a mão dele com todo carinho do mundo porque sabia que o marido tinha ficado em seguro.– O que está acontecendo porque ficou inseguro? Nunca foi homem de me seguir. Estou deixando de fazer algo que demonstre meu amor? Ou foi só uma relação masculina intempestiva.?

DIONÍSIO – Não tem nada disso intempestivo!Você estava me escondendo algo e eu percebi, só não sabia o que era.

REFÚGIO – Amor, você não é assim eu quero saber se estou deixando de fazer alguma coisa.

DIONÍSIO – Você não está!Não está deixando de fazer nada.– Ele falou calmo. – Não há nada a mudar.

REFÚGIO – Eu sou sua mulher!

Ele continuou a comer.

REFÚGIO – Se você quiser alguma coisa é só dizer eu tento fazer tudo para te agradar!

DIONÍSIO – Eu sei disso, eu sei bem disso.

Os dois ficaram ali conversando por algum tempo e depois Eles terminaram e foram se sentar na sala juntos como namorados se beijando como gostavam de fazer. Ele estava se deitando sobre ela aos beijos, acariciava a perna dela com tesão. Ela abraçava ele e beijava ainda mais dando espaço para ele, mas ficar assim junto com seu amor. Ele mordeu os lábios dela e desceu os beijos pelo colo dela, louco de prazer, cheio de desejo e de paixão.

REFÚGIO – Não aqui, amor, alguém pode ver!– ela sorriu porque ele adorava o perigo.– Não, não amor!– mas não soltava ele.

Dionísio colocou a mão por dentro da saia dela e moveu os dedos com veemência.Ela gemeu alto estava nervosa, assustada e tinha medo das coisas.Ele beijou o pescoço dela e subiu sussurrando em seu ouvindo.

DIONÍSIO – Relaxa amor, relaxa e goza!

REFÚGIO – Amor!Aqui não, as meninas estão aqui! Se elas descerem no quarto, tenho medo que elas nos vejam aqui.

DIONÍSIO – Xiii, não vão, não vão! – Ele moveu mais os dedos.– Você é deliciosa, meu amor!

REFÚGIO – Ahhhhh, meu amor, ahhhh, por favor, meu amor!– ela sorriu e fechou os olhos mordendo os lábios.

Ele foi preciso e desceu abrindo a blusa rapidamente e sugando um seio.

REFÚGIO – Meu amor, eu adoro quando me toque! Quando te sinto assim delicioso em mim...

Ele suspirou e a beijou mais cheio de amor e de paixão.

REFÚGIO – Entra amor, entra em mim!– ela puxou a roupa dele liberando o membro.

Ele puxou a saia dela e se encaixou, duro e forte, o membro estou com força.

REFÚGIO – Aiiii, amor, que isso?– ela riu dele com o modo como estava excitado, estava querendo muito, ela riu dele.Ele suspirou se movendo com desejo e intensidade, a amava e a queria cada segundo mais.– Te amo, te amo, me dá tudo que eu tenho direito!

Ele segurou na cintura dela e estocou com força, cada segundo mais forte e mais apaixonado por ela.Refúgio o recebia e sentia as mãos fortes, o amor dele por ela era perfeito, ela se abriu mais para ele, que foi mais e mais até ela gozar e ele logo atrás! Ficou sobre o quarto dela a agarrando e a beijando.

REFÚGIO – Amor, você está com tanto fogo, tanto fogo!– ela sorriu e sentiu o corpo todo relaxar naquele momento de amor.

DIONÍSIO – Sim, eu estou, subindo pelas paredes de desejo de você, meu amor.

Sorriu e beijou mais ele.

REFÚGIO – Eu estou aqui, eu sou sua, sempre fui sua, meu amor!

Ele suspirou e beijou o pescoço dela.

DIONÍSIO – Vamos subir, meu amor.– Ele se afastou no corpo dela vestindo a calça e a pegou no colo. – Vamos para nosso quarto que faremos amor até amanhã!

Ela Segurou o pescoço dele começou a rir, estava muito feliz eu gostava muito daqueles momentos com ele porque ele era sempre o marido maravilhoso, mais do que estar com ele era viver com ele. Dionísio a levou para o quarto a colocando sobre a cama e voltou fechando a porta, nos passos até a cama ele se despiu a olhando, sorria largamente para ela, mais que apaixonado.

REFÚGIO – Eu te amo, meu amor, meu marido, papai, tira a minha roupa!

Ele estava nu em frente a ela e aos beijos, ele começou a despi-la com rapidez e logo estava entre as pernas dela passando o membro no clitóris dela para a incendiar. Ela gemia como louca, ela sentia o corpo todo cheio de amor e de desejo, era mais que um amor, era o seu homem, seu amor, seu companheiro.Ele segurava os braços dela para cima e logo começou a sugar os seios dela com desejo e paixão.

DIONÍSIO – Eu te amo Refúgio, te amo muito, meu amor!– Ele gemeu e voltou a sugar.

Ela se deixou ir por ele, se deixou amar e se deixou estar com ele, era maravilhoso saber que mesmo depois de todos aqueles anos ele ainda era seu amor, o homem com quem ela queria estar. Ele gemeu e ele apertou ela mais e mais se movendo e a ouvindo gemer até que ela gozasse.

Refúgio arranhou ele com toda paixão daquele momento compartilhando com ele todo prazer. Ele sorriu mais sentindo ela e se encaixou investindo nela devagar, mas precisão apertando e gemendo. Ela rebolou para ele, estava pegando fogo, o corpo todo respondendo, estava cheia de amor e de desejo. Ele gemeu mais se empurrando contra o corpo dela.

Ela o enlaçou com as pernas pela cintura e sorriu e gemeu, ele era um homem maravilhoso e quanto estava apaixonado daquele modo, era mais delicioso ainda.Ele a beijou nos lábios e depois a olhou.

DIONÍSIO – Você é maravilhosa, teremos outro filho, estou tão feliz meu amor, tão feliz!

REFÚGIO – Eu também, meu amor, eu também estou!– ela sorriu e sentiu o corpo todo sacudir por ele, pelo desejo dele e por seu amor!

Ele gemeu mais e estocou mais forte e mais rápido, beijou o pescoço dela a jurado amor.

REFÚGIO – Eu sou seu amor e você é o meu! – ela disse toda feliz.

DIONÍSIO – Você é maravilhosa, a melhor coisa que me aconteceu.– Ele falou calmo a olhando.

REFÚGIO – E você é meu anjo, o meu anjo da guarda! – ela sorriu.

DIONÍSIO – Quando te conheci, minha vida foi mais feliz... – Ele a beijou a apertando.– Meu amor, minha vida!

Ela sorriu sentindo ele, estava cheia de amor daquele homem, ele era especial. Se moveu em busca do clímax de ser dele e ele dela. Sentia seu amor se mover de um jeito todo especial com uma fome no seu corpo que ela nem podia de escrever. Era maravilhoso estar ali. Ele se moveu mais forte, apertando o corpo dela, sentindo o prazer que ela causava em seu corpo.

REFÚGIO – Amor, amor! – ela disse sentindo o corpo ser sacudido por ele.– Você é o melhor, Dio, eu te amo! – ela disse sentindo que ia gozar forte com ele, o amava.

DIONÍSIO – Eu também te amo, Refúgio, te amo muito!– Ele se moveu ainda mais forte. – Você é minha mulher, minha vida.

REFÚGIO – E você o meu amor maior!– ela sorriu movendo o quadril e sentindo corpo explodir no gozo com ele, estava entregue e quando gozou parou de se mover respirando pesado.

Ele se moveu mais um pouco e também gozou deixando o corpo cair sobre o dela, que o abraçou alisando e tomando seu amor em seus braços, o amava de todo coração. Era seu amor e seu amigo, sorriu sentindo o rosto dele em seus seios.

REFÚGIO – Estava querendo em amor!

DIONÍSIO – Sim, meu amor, eu sempre quero, sempre meu amor!– Ele sorriu.

Sorriu alisando ele, Dionísio, você mudou a minha vida toda, você me fez a mulher mais feliz do mundo.

REFÚGIO – Eu te amo muito!

DIONÍSIO – E você me fez e me faz o homem mais feliz do mundo! – Ele sorriu e a beijou.

REFÚGIO – Eu quero estar sempre do seu lado, junto a você e amando nossa família.– ela sorriu.

DIONÍSIO – Sempre, meu amor, sempre juntos, nos amando!

REFÚGIO – Você sabe o que Augusto falou com Patrício, amor? Que ele que ele quer ter um amor como o nosso!

Dionísio virou na cama a deixando sobre seu corpo.

DIONÍSIO – Não, meu amor, eu não sabia disso não!

REFÚGIO – Ele disse, amor e estava sorrindo com o irmão, dizendo que vai ser tão feliz quanto o pai e a mãe dele.

DIONÍSIO – Sim, ele vai, meu amor! – Ele acariciou as costas dela. – Um amor tão lindo quanto ao nosso!

Ela sorriu e colocou a mão nas costas dele.

REFÚGIO – Dio, você disse que ia tirar férias quando o bebê nascer é um bom momento, amor.

DIONÍSIO – Sim, eu vou, meu amor! Quero ficar com você e te cuidar!

REFÚGIO – Eu quero, ser mimada, ser cuidada e ficar junto a você.– ela sorriu.– O que será em, amor?Será que é mas uma menino? Essa casa cheia de homens!

DIONÍSIO – Eu quero uma menina, mais uma menina!– Ele riu leve.

REFÚGIO – Eu quero com saúde, amor, vou ficar gordíssima não mais uma menina! – ela riu e suspirou. – Você vai ficar louco que eu sei!– ela estava se referindo ao fato dele ficar louco de desejo por ela grávida.

DIONÍSIO – Sim eu vou, eu já sou louco por você.– Ele segurou na cintura dela e apertou leve em suspiro.

REFÚGIO – Amor, você fica enlouquecido, fica fora de si.– Ela achava graça e sentia o coração cheio de amor por ele.

DIONÍSIO – Sim, eu fico! Porque te amo muito!

Ela riu.

REFÚGIO – Eu sei que ama, mas quando você me pedia para fazermos amor sempre quando estava grávida de Augusto, eu me assustei...– ela sorriu.

DIONÍSIO – Você grávida, fica ainda mais deliciosa!

Ela soltou uma gargalhada alto com ele, estava sempre feliz na companhia do marido e faziam quase tudo juntos todo tempo. Ele riu leve e a apertou em seus braços.

DIONÍSIO – Eu te amo Refúgio, te amo muito!

Ela sorriu o beijando, estava sempre cheia de amor.

REFÚGIO – E eu mais e mais.

Os dois ficaram ali se amando e se cuidando como sabiam fazer tão bem.Mais tarde quando os dois estavam abraçados de banho tomado e de roupão a filha entrou no quarto, a amiga já tinha ido embora, ela sorriu e foi ate eles abraçando. Dionísio sorriu para a filha..

DIONÍSIO – Como está, Olívia?

OLÍVIA – Papaizinho, a mamãe brigou comigo! – fez dengo como se fosse criança.

Refugio olhou para ela. Ele olhou para a esposa e depois para a filha.

DIONÍSIO – Como assim, filha? O que aconteceu?

REFÚGIO – Minha mãe, minha mãe nem me deu um dinheiro, papai!

Ele olhou para a esposa.

DIONÍSIO – Por que não deu, amor?

Refúgio deu um tapa no braço da filha e disse com a mão firme para do outro.

REFÚGIO – Safada, fala a verdade, queria sair a noite e eu não deixei.

Dionísio olhou a filha.

DIONÍSIO – Então, sua mãe está certa! – Ele falou simples, não gostava que a filha saísse a noite. – Mas aonde você queria ir, Olívia? Você está namorando?