Quando te conheci
13 Capítulo 12 - " Meu marido, minha esposa."
As horas passaram e eles se arrumaram para receber Inês e Victoriano. Patrício ficou brincando com Luiza e os casais foram para a sala conversar. Refúgio estava sentada ao lado Inês, refúgio usava um longo vestido azul e Inês uma blusa vermelha e uma calça justa jeans.
REFÚGIO ‒ O que foi, Inês? Você passou o jantar inteiro zangada com ele. O que esse homem fez para você hoje? ‒ elas duas conversavam baixo pois não queremos ser ouvidos por eles dois que estavam do outro lado da sala.
INÊS ‒ Ele estava olhando uma mulher quando estávamos cavalgando e a maldita mulher foi falar com ele quase esfregando os peitos na cara dele.
REFÚGIO ‒ E você acha que ele ia fazer isso na sua frente, Inês? ‒ ela sempre tentava ser o mais sensata que podia com essas questões embora entendesse o ciúme da amiga.
INÊS ‒ Ele fez, ficou lá de papo com ela, esse desgraçado. ‒ ela olhou o marido de lado.
REFÚGIO ‒ Inês, você é uma mulher tão bonita tão inteligente porque acha que seu marido faria isso? Estão com problemas? ‒ ela falou educada tomando um pouco da bebida que estava em sua taça.
Ela suspirou e olhou Refúgio.
REFÚGIO ‒ Me conta tudo, ele não te procura como mulher? Por isso está insegura?
INÊS ‒ Ele não me toca há muito tempo, até já esqueci quando foi a última vez. ‒ Ela olhou a amiga. ‒ Nosso casamento sempre foi maravilhoso.
Refúgio ficou apavorada e olhou nos olhos dela. Aquela informação era realmente complicada e bombástica.
REFÚGIO ‒ Mas porque o que foi que aconteceu?
INÊS ‒ Eu não sei, ele se afastou, se afastou de mim. Deixou de me procurar.
REFÚGIO ‒ Inês e você não o procura? ‒ ela falou completamente tensa com aquela realidade não podia imaginar o marido distante dela daquele modo. ‒ Eu nunca ficaria com uma situação dessa. ‒ ela estendeu sua mão e segurou a mão da amiga. ‒ Eu sinto muito se eu tiver alguma coisa que eu possa ajudar.
INÊS ‒ Eu o procurei, mas depois de algumas recusas dele, eu desisti.
REFÚGIO ‒ E ele não disse o por que?
Ela suspirou e apertou a mão dela.
REFÚGIO ‒ E você o ama, Inês? Você me ama ainda depois desse tempo todo.
INÊS ‒ Claro que eu amo, sou completamente apaixonada por meu marido.
REFÚGIO ‒ Tem o que? Um ano? Talvez ele esteja doente e não queira te contar, já tentou conversar com ele perguntar se está passando alguma coisa.
Ela arregalou os olhos.
INÊS ‒ Doente? Acha que Victoriano está doente?
REFÚGIO ‒ Você é bonita é saudável, ele não se separou de você alguma coisa está acontecendo porque se ele não gostasse de você, eu já teria ido embora. Vocês dois têm dinheiro se se separar os dois ficam bem, porque seu marido estaria com você se não te amasse? Está doente, Inês é isso? Quantos meses está acontecendo já tem um ano? Ele perdeu peso? Está sem apetite?
Ela suspirou e o coração apertou, ficou preocupada, o marido estava doente e ela não tinha percebido.
REFÚGIO ‒ Pode ser isso pode ser algo que ele esteja reagindo a você.
INÊS ‒ Sim, ele perdeu peso, aconteceu a uns meses, não sei acho que ele come da mesma maneira.
REFÚGIO ‒ Você ficou doente recentemente ou ficou sem fazer sexo com ele por algum motivo ginecológico? Se ele achou que estava te machucando, você achou que você estava doente ele pararia de tocar na mesma hora. De repente ele não está doente, é você que ele acha que está e por isso não está te tocando e quando você tentou fazer amor com ele e ele nem ligou foi para te cuidar, porque achou que você estava fazendo por obrigação para dar atenção a ele. Os homens são estranhos, Inês, meu marido não me deixa a hora nenhuma por ele fazemos amor o dia todo todas as vezes que ele tem vontade. ‒ Ela olhou para Victoriano do outro lado da sala sorrindo. ‒ Ele não me parece um homem que deixaria a mulher dele e feliz mas também não me parece alguém te cobraria atenção se ele não estiver doente pode pensar que você está.
Ela o olhou e suspirou.
INÊS ‒ Eu não sei o que dizer, nem o que pensar, estou tão temerosa, não sei como arrumar isso, eu amo meu Marido, quero voltar a ter o mesmo casamento com ele.
REFÚGIO ‒ Eu vou te ajudar Inês vou te ajudar a seduzir Victoriano e vamos descobrir o que ele tem. ‒ ela segurou a mão do amiga e prometeu com os olhos cheios de tristeza.
Do outro lado da sala, Vitoriano sorria com as piadas de Dionísio e por fim Dionísio fez a pergunta a ele.
DIONÍSIO ‒ O que está acontecendo, meu amigo?
VICTORIANO ‒ Eu quero minha mulher, Dionísio, é isso... ‒ ele suspirou e a olhou de onde estava. ‒ Tão linda... tão especial...
Dionísio olhou também e depois suspirou falando.
DIONÍSIO ‒ E por que não tem? Estão afastados?
VICTORIANO ‒ Não trepo com minha esposa a meses, Dionísio. Estou louco de desejo por ela, mas ela me fala tanto de ciúmes, reclama de tudo que eu faço brigamos sempre fomos nos afastando e quando eu vi estava nos longe. Aí percebi que ela não parecia bem, nem sei o que pensar.
DIONÍSIO ‒ Acha que ela está doente? Que tem algo?
REFÚGIO ‒ Sim, está, minha esposa é fogosa, gosta de ser tomada, ela não está bem.
Ele suspirou.
DIONÍSIO ‒ Tentou falar com ela, meu amigo? Conversou com ela sobre o que está acontecendo?
VICTORIANO ‒ Eu fui para casa na noite comprei flores chocolates e cheguei disposto a conversar depois de quase dois meses de distância, mas ela cismou que eu estava levando aqueles presentes porque eu tinha feito algo errado. Nós brigamos, eu não conseguir perguntar mais uma vez dormimos separados. Depois fiquei esperando por ela e ela demorou tanto que quando chegou, eu discuti estava morto de ciúmes não sabia onde ela estava. Foram quatro ou cinco vezes que eu tentei conversar e nós dois sempre fazemos algo errado. Eu sou louco por ela, mas acho que ela esta com problemas que não quer me contar! ‒ ele sentiu vontade de suspirar cada vez mais pesado com coração apertado.
Dionísio apertou o ombro do amigo.
DIONÍSIO ‒ As coisas vão se resolver você vai ver, meu amigo.
VICTORIANO ‒ Preciso, eu não posso ficar nessa situação.
Ele gargalhou.
DIONÍSIO ‒ Tenho dó de você, eu e Refúgio fazemos amor sempre. Todos os dias, todas as horas!
VICTORIANO ‒ Não deboche de mim, meu amigo, porque você está em lua de mel e eu já tenho quase 13 anos de casamento. Na verdade eu tenho 10 anos com Inês porque dois anos e poucos foram de namoro.
DIONÍSIO ‒ Eu e minha mulher seremos sempre assim. Quero fazer amor com ela o resto da minha vida, todos os dias, não quero parar. Não quero deixar de fazer amor com ela um só momento. ‒ Ele sorriu e olhou Victoriano.
VICTORIANO ‒ Que assim seja, meu amigo, eu desejo de verdade que você consiga, mas as mulheres mudam mudam muito tempo e você vai ver que nem quando você tenta agradar nem sempre isso acontece. Que o diálogo que você tem com ela hoje vai ficar escasso se você não aprender a conversar. ‒ Ele suspirou eu dou para Inês de novo. ‒ Não basta só amar a pessoa.
Ele suspirou olhando a mulher.
DIONÍSIO ‒ Não fale assim, não quero nem pensar em ter uma relação ruim com Refúgio.
VICTORIANO ‒ Não estou dizendo que ter amigo e nem quero que isso aconteça de jeito algum, mas o casamento é algo tão complicado, você precisa ir cuidando dela aos poucos porque as relações vão mudando por mais amor que você tenha o silêncio é algo terrível no casamento e acontece.
DIONÍSIO ‒ Sim, eu só quero ser feliz, só quero pensar em ser muito feliz.
VICTORIANO ‒ E você será você já está sendo feliz, mantém sua vida do jeito que tá.
Ele sorriu.
DIONÍSIO ‒ Vamos ver nossos amores, tudo vai se resolver meu amigo, pega ela de jeito... Tasca um beijo nela que ela não resiste.
VICTORIANO ‒ Talvez eu não deva ser gentil. Pegar logo pelos cabelos e montar. ‒ Ele riu alto. ‒ Mas se ela estiver doente?
DIONÍSIO ‒ Se ela estiver vai falar, senão falar é porque não tem, as vezes está afastada e não sabe como voltar pra você assim como você também não sabe, meu amigo.
VICTORIANO ‒ Ah eu acho que isso tudo é muito complicado. Mas eu vou ver o que faço meu amigo e agradeço o seu modo de me dizer as coisas, ando com a cabeça anuviada.
Os dois foram até hoje e começaram a conversar coisas do dia-a-dia e por fim quando Refúgio foi buscar um vinho com Dionísio Vitoriano do para Inês ao seu lado e pegou na mão dela beijando.
VICTORIANO ‒ Podemos deixar a nossa filha aqui hoje?
INÊS ‒ Deixar nossa filha aqui? Por que? Eles estão em lua de mel, Victoriano.
VICTORIANO ‒ Porque eu quero a minha mulher só para mim. ‒ ele a puxou e deu um beijo nela sem pestanejar, estava seguindo o beijo quente dela.
Ela correspondeu e colocou as mãos nos cabelos dele o apertando se apertou contra ele o beijando mais.Ele desceu a mão e suspirou, ela beijava tão bem, estava em choque com os lábios deliciosos dela. Ela o apertou mais.
INÊS ‒ Eu te amo... ‒ ela falou entre o beijo.
VICTORIANO ‒ Eu também, minha vida. ‒ ele puxou para ele e disse bem calmo. ‒ Por que está tão longe de mim?
INÊS ‒ Eu achei que não quisesse mais, que não quisesse estar comigo. ‒ ela o olhou. ‒ Toda vez que eu me aproximava você se afastava.
VICTORIANO ‒ Como pode pensar algo desse modo, Inês?
INÊS ‒ Você estava longe... Eu pensei que não gostasse mais de estar comigo, de fazer amor comigo.
VICTORIANO ‒ Por Deus, Inês, por que não disse nada?
INÊS ‒ Porque você se afastou... E depois ficava se esfregando naquelas mulheres. ‒ ela falou ficando com raiva.
VICTORIANO ‒ Me esfregando em quem, Inês? Por Deus, você está dizendo coisas que não são.
INÊS ‒ Eu vejo, eu vejo as coisas, Victoriano, não finja.
VICTORIANO ‒ Eu não tenho interesse em mulher nenhuma nem olha para o lado direito Inês por causa desse ciúme. Desde que nos casamos você tem esse ciúme tudo de mim para que.
INÊS ‒ Porque eu cuido do que é meu e você é meu, eu te amo e te cuido e eu vejo as mulheres perto de você, se esfregando em você.
VICTORIANO ‒ Inês, não tem ninguém fazendo isso eu apenas converso com as pessoas. Se você passar mais tempo junto comigo vai perceber que eu não está acontecendo isso, eu canso de te chamar para fazer as cavalgadas comigo para fazer as coisas junto comigo e você não quer, tudo que eu peço para você fazer comigo você não.
Ela suspirou.
INÊS ‒ Então, a culpada de você olhar outras mulheres sou eu? Eu não saio com você e você olha outras mulheres. ‒ Se afastou dele.
VICTORIANO ‒ Não distorça minhas palavras, Inês Huerta Santos, eu disse que se você sair comigo vai ver que nada disso aconteceu, que não estou me esfregando em ninguém, em mulher alguma! Você parece que não entende!
Ela o olhou com raiva.
INÊS ‒ Eu conheço os homens, sei como eles são, sei como você é, você não vive sem sexo e estamos a meses sem... Você não me toca a meses! Eu sei como as coisas são, eu sei bem como são!
VICTORIANO ‒ Você acha que eu fiz o quê? Que eu sai por aí procurando alguma coisa que não tinha com você? É isso que você está dizendo, Inês? É por isso que você está assim afastada porque acha que eu estou com alguém, eu não estou com ninguém hoje eu sou casado sou fiel. Eu não quero estar com ninguém mas sinto desejo de ficar com ninguém.
Ela bufou e se afastou.
INÊS ‒ Ótimo, então, se você é muito fiel, eu acredito.
Ele se encostou no sofá me perdeu de vez a paciência sem gritar. Se ela queria invés de fazer as pazes ficar discutindo ia falar sozinha porque ele não ia discutir com ela.
VICTORIANO ‒ É melhor irmos para casa! Luíza, meu amor, despede seu amigo.
Ela foi atrás dele o rosto vermelho.
Luiza olhou o pai.
LUIZA ‒ Papai, deixa eu dormir aqui, Patrício disse que eu posso e eu quero jogar!
VICTORIANO ‒ Meu amor, não sei se podemos deixar você aqui. Eu não quero atrapalhar Dionísio, nem Refúgio. ‒ antes que ele terminasse de falar Dionísio veio e disse.
DIONÍSIO ‒ Meu amigo, claro que ela pode ficar aqui. ‒ ele sorriu e deu um tapa nas costas dele. ‒ Deixe ela aqui e vá aproveitar sua noite.
Ele pegou a filha no colo e beijou muito e depois disse a ela com carinho.
VICTORIANO ‒ Tudo bem, meu amor, te amo linda vai ficar com você aqui, mas precisa me dizer que vai respeitar os dois.
LUIZA ‒ Eu vou papai, juro, juradinho ‒ ela beijou os dedos.
Ele beijou mais ela.
VICTORIANO ‒ Amanhã bem cedo para pai vem buscar você, porque eu não quero que você se acostume a ficar aqui na casa do tio Dio, senão. ‒ Ele riu. ‒ Não vou perder minha filha para vocês.
Dionísio riu.
DIONÍSIO ‒ Já perdeu, né, Lulu.
Luiza riu pra ele.
VICTORIANO ‒ Perdi nada.
LUIZA ‒ É muito legal aqui.
VICTORIANO ‒ Então, aproveite, minha filha, porque amanhã o papai vai vir te buscar. ‒ beijou ela depois beijou Patrício, adorava ele e Patrício agarrou ele pelo pescoço pulando. Depois ele se despediu de Dionísio de refúgio. ‒ Muito obrigada pela noite maravilhosa.
REFÚGIO ‒ Não tem de quê, Vitoriano vocês dois estão convidados a vir sempre que quiserem.
Ele sorriu para Refúgio e depois cumprimentou amigo.
DIONÍSIO ‒ Volte aqui mais vezes, meu amigo. Volte sempre que quiser. ‒ Ele abraçou o amigo.
Eles se despediram e por fim ele aguardou a esposa entrar no carro depois de abrir a porta e ele entrou também.Ela colocou o cinto de segurança o olhou e depois suspirou.
VICTORIANO ‒ O que foi, Inês?
INÊS ‒ Nada, não foi nada... ‒ ela bufou.
Ele dirigiu até em casa sem conversar absolutamente nada e quando desceram ele foi até a porta do carro e de seu ela puxando e quando ela tentou resistir ele pegou no colo.
INÊS ‒ Me coloque no chão. ‒ ela bateu nas costas dele. ‒ Me coloque no chão!
VICTORIANO ‒ Não coloco, não vou colocar. Eu quero que pare de se comportar como se fosse uma criança mimada, estamos casados há quase quinze anos, essa altura da vida nós dois estamos aqui brigando quando crianças por favor. ‒ ele abriu a porta com raiva e trancou e a colocou no chão olhando para ela. ‒ Eu te amo Inês e não vou permitir que você fique longe de mim nunca mais. ‒ Avançou nela rasgando a blusa rasgando, rasgando o sutiã puxando a calça dela.
Ela reagiu se assustando pela selvageria dele.Sem falar nada e arrancou sua roupa e ficou nu em segundos e avançou sobre ela os beijos, já estava sem a blusa com sutiã aberto ele deitou no sofá e puxou a calça dela arrancando com força deixando o Inês só de calcinha.Ela gemeu e gritou de susto.
VICTORIANO ‒ Eu te amo, vaca brava. ‒ Foi tudo que ele disse antes de tomar os lábios de Inês num beijo no louco deitado sobre ela no sofá e acariciando suas pernas e seus braços, ela era seu amor sua mulher e ele é queria com ela todo tempo. ‒ Você me abandonou, Inês, me abandonou, meses e me deixar tocar em você carinho.
INÊS ‒ Você também me abandonou, me deixou sozinha, por que não me procurou? ‒ ela fechou os olhos.
VICTORIANO ‒ Achei que você estava doente, meu amor eu, tentei falar com você e você brigando comigo. Tentei me desculpar pela distância eu trouxe flores e chocolate presentes e você dizendo que eu estava com outras mulheres. ‒ ele começou a beijar seu amor cada vez mais descendo até a barriga dela e puxando a calcinha com força. ‒ Eu não posso esperar, Inês, eu não posso! ‒ ele se acomodou entre as pernas dela massageou para ver se estava pronta para ele, quando viu que estava ele perdeu a perna dela em laçando em sua cintura e entrou nela gritando, entrou nela urrando e segurando o quadril e olhou para ela depois de respirar fundo parado dentro dela. ‒ Você me viciou nisso! Você me deu a deliciosa companhia da minha esposa. ‒ ele desceu com corpo tudo sobre ela e sussurrou agarrando-se a sua mulher e movendo forte o quadril entrando e saindo dela. ‒ Eu devia te castigar não te dando prazer, você me negou isso.
Ela gemeu forte e fechou os olhos.
INÊS ‒ Victoriano, eu te amo.
VICTORIANO ‒ Eu sei... Eu te amo muito mais, Inês, Inês e se você não voltar para mim direito?
INÊS ‒ Eu sou sua, toda sua, eu te amo!
VICTORIANO ‒ Nunca mais ficar longe de mim mas é minha obrigação te dar prazer, eu sou seu marido. ‒ Ele continuou agarrado a ela, se movendo mais forte e podendo ouvir o barulho do seu corpo batendo entre as pernas dela.
Enterrou os braços em baixo dos braços dela segurando as costas e fazendo um laço apertando Inês junto a ele enquanto se movia mais rápido dentro das pernas dela bem abertas.
INÊS ‒ Ahhh, meu amor, meu amor. ‒ ela sentia o coração no peito, cheia de felicidade. ‒ Louca de prazer. ‒ O apertou mais e mais, gemendo mais, ela se sentia feliz e completa ao lado dele, depois de muito tempo longe dele. O beijava e o apertava sempre, amava ele mais que tudo, sempre o tinha amado e para sempre o amaria.
Ele realizou o desejo mais encantador que era estarem juntos e assim os dois se abraçaram se amaram se cuidaram durante a noite o que eles queriam estar juntos. Victoriano tinha muitas perguntas para fazer mas ele preferiu ficar em silêncio só fazer amor com sua mulher.Ele não queria saber de nada só de ser amado e te amar aquela mulher tão perfeita e linda que ele tinha.Os dois fizeram amor várias vezes estavam abraçados deitados no sofá adormecidos depois de tanto prazer.
NA CASA DE DIONÍSIO...
Refúgio e Dionísio estavam de pijama deitados abraçados depois de terem colocado Patrício e Luiza na para dormir.
DIONÍSIO ‒ Meu amor, você conversou com Inês? Ela falou o que estava acontecendo?
REFÚGIO ‒ Amor, eles não fazem sexo há meses ela acha que ele tem uma amante porque ele não tem mais interesse por ela. ‒ ela alisou o peito dele com carinho. ‒ Disse que tentou várias vezes ele não quis ela. ‒ ela deu um suspiro triste como se lembrasse de alguma coisa naquele momento.
Ele a olhou.
DIONÍSIO ‒ O que foi?
REFÚGIO ‒ Eu não sei como eu reagiria se você não me quiser. Se você dissesse que não me quer como mulher ou me rejeitasse quando eu tentasse te beijar. Amor não gosto de pensar essas coisas mas eu não ia ficar com você de jeito nenhum se você me quisesse direito.
DIONÍSIO ‒ Isso nunca vai acontece, não pense nisso.
REFÚGIO ‒ Eu espero que não, meu amor, porque eu não quero me sentir mal.
DIONÍSIO ‒ Isso nunca vai conhecer, nunca, eu te amo mais que tudo.
REFÚGIO ‒ Ainda bem, meu amor, porque eu não estou pronta para perder você.
DIONÍSIO ‒ Nem vai, nunca.
REFÚGIO ‒ Ah, meu amor, eu gosto tanto de estar com você que eu nem consigo imaginar não estando e sem dizer mais nada ela começou a abrir o pijama do marido e se sentou sobre ele já sou seu corpo e desejando que dá segurança com força o que ele fez em seguida em sua cintura. ‒ ela foi tirando a camisola e afastou a calcinha já puxando o membro dele para fora da cueca e colocando dentro do seu corpo, foi tudo tão rápido e só naquele momento ela entendeu que ele já estava excitado estava duro desde que ela deitou na cama ou não conseguiriam fazer amor tão rápido.
Ela subiu sobre o mastro dele e rebolou várias vezes e foi e voltou o quadril forçando enquanto os braços e as mãos estavam espalmadas no peito dele.Ela foi acelerando cada vez mais batendo seu corpo no corpo dele fazendo com que ele abre gasto todo aquele membro dentro dela e gritando de prazer de gozo de desejo por um homem que sabia como f** uma mulher.
Ele gozou a apertando, puxou ela para seus braços e a beijou mais, forte mordendo os lábios dela em um prazer sem igual a queria, queria essa mulher em sua vida.
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