Quando te conheci
10 Capítulo 9 - Você não se lembra?
Escrita com meu amor JulianaRamosAzevedo
Dionísio sorriu e correspondeu o beijo depois a olhou.
DIONÍSIO ‒ Eu também nunca pensei que pudesse amar alguém assim! Você mudou minha vida, meu amor!Me fez pai, me deu tudo o que eu sempre quis, uma família! Um amor de verdade!
REFÚGIO ‒ Eu sempre quis que o meu filho tivesse um pai te amasse ele, que gostasse dele por muito tempo eu permanecer com Guilherme porque eu achava que ele seria essa pessoa. ‒ Os olhos dela encheram-se de lágrimas por lembrar de toda a dor que tinha sofrido naquela casa. ‒ Mas ele não foi bom para o meu filho.Nem foi bom para mim, eu quero deixar tudo isso para trás e quero que você saiba uma coisa muito importante. Eu quero ser mãe de um filho seu Dionísio, eu sei que você ama o meu filho como sendo o seu. E ele vai ser seu o resto da vida porque ele te ama como pai, mas eu quero te dar alegria de ter um filho do seu sangue!
Ela Segurou o rosto dele com as duas mãos e disse com coração totalmente livre.
REFÚGIO ‒ Eu quero te dar quantos filhos você quiser meu amor porque eu sou a mulher mais feliz do mundo com você.
Ele chorou emocionado e a beijou.
DIONÍSIO ‒ Eu quero ter muitos filhos com você! Muitos! Prometo te fazer a mulher mais feliz do mundo para sempre!
REFÚGIO ‒ Eu sei que você promete e você vai cumprir porque você é maravilhoso, meu amor! É um homem perfeito e eu te amo mais que tudo! Você só perde para o Garotinho de pintinho duro! ‒ Ela começou a rir enquanto o beijava ele se lembrando dos comentários do filho e das coisas que tinha acontecido no banho.
Ele sorriu mais ainda.
DIONÍSIO ‒ Ele esta curioso, meu amor!
REFÚGIO ‒ Que bom que você está aqui, meu amor, para poder me ajudar porque eu não sei como explicar determinadas coisas para ele.E ele adora conversar com você.
DIONÍSIO ‒ Eu sempre vou ajudar no que puder!As vezes, não vou saber como dizer as coisas certas, mas vou tentar!
REFÚGIO ‒ Meu amor, tudo que você disser é melhor do que ele está sozinho ou ter uma referência ruim. ‒ Ela sorriu alisando o rosto dele. ‒ Toma seu vinho, eu coloquei para você.
Ele sorriu e bebeu a olhando, passou a mão no corpo dela com carinho.
DIONÍSIO ‒ Você quer mesmo ter mais filhos? Não quero que tenha só por minha causa.
REFÚGIO ‒ Eu quero mais dois meninos e uma menina! ‒ Ela falou sorrindo e era verdadeiro.‒ Eu sempre quis ter muitos filhos, meu amor!
DIONÍSIO ‒ Ótimo, então, meu amor, também quero muitos filhos com você!
REFÚGIO ‒ Agora eu encontrei o pai que é perfeito, eu posso ter muitos filhos. Só acho perigoso meu amor porque você vive na mira dos bandidos. Eu tenho medo de acontecer alguma coisa com você! Não gosto que seja policial.
Ele suspirou.
DIONÍSIO ‒ Eu vou me afastar, está bem! ‒ Ele beijou a testa dela. ‒ Vamos embora daqui para outra cidade longe de tudo isso. ‒ Ele sorriu apaixonado. ‒ E seremos muito felizes...
REFÚGIO ‒ É verdade, meu amor. ‒ Ela falou toda cheia de felicidade porque tudo que mais queria era que ele não ficasse em perigo naquela profissão tão complicada dele. ‒ Dio, eu não quero que você deixe de fazer o que gosta só porque eu tenho medo, mas preciso que você se cuide!‒ Ela sentiu o coração palpitar quando conversava com ele.
DIONÍSIO ‒ Eu gosto de ser policial, mas eu te amo! Você e nosso filho são o mais importante em minha vida.
REFÚGIO ‒ Vamos encontrar um jeito de conciliar tudo, você não pode abandonar o que você ama só por nossa causa!Não seria justo com você e nem comigo porque depois vou ficar triste achando que tirei sua felicidade. Além do mais, homens bons precisam estar juntos!
Ele suspirou e logo riu.
DIONÍSIO ‒ Minha felicidade é você, meu amor. Você e nosso filho!E eu tenho que cuidar dos meus negócios.
REFÚGIO ‒ Meu amor, eu nunca perguntei para você, mas o que são seus negócios.‒ Ela bebeu a taça de vinho de uma vez não sabia beber.
Serviu mais uma taça para ele e mais para ela. Tudo sem sair do colo dele. Ela sorriu. Bebeu de novo a taça toda. Ele tocou a mão dela com carinho. Ela serviu mais e bebeu mais, estava bebendo rápido, não sabia beber.
DIONÍSIO ‒ Amor vai ficar bêbada... ‒ Ele riu e bebeu sua taça.‒ Eu tenho negócios na área de exportação, trabalho com a exportação e importação.
Ela ficou conversando com ele por mais alguns minutos, beberam a garrafa de vinho, ela quase toda sozinha e depois sem que ele percebesse, ela se levantou. Retirou sua camisola de uma vez só e se ajoelhou de frente a ele.
REFÚGIO ‒ Amor... eu quero você.
Tocou o membro dele. Abriu as calças dele e com a ajuda do marido assustado surpreso...Desceu a cueca...Ela olhou e começou a sorrir e disse olhando para o membro dele.
REFÚGIO ‒ Você é grandão! Bem grandão!
Ele estava surpreso com ela sentiu o membro se erguer em resposta a ela...
DIONÍSIO ‒ Refúgio, o que vai fazer? ‒ Ele perguntou se controlando.
REFÚGIO ‒ Vou fazer meu marido feliz!‒ Segurou o membro dele e desceu a cabeça colocando os testículos na boca enquanto movia a mão no membro dele...
Ele gemeu forte e segurou a lateral da cadeira apertando.
DIONÍSIO ‒ Ahh, Refúgio, meu amor!
Ela chupou forte e massageou mais, estava adorando fazer aquilo. Depois soltou e trocou acariciava os testículos e colocou o enorme membro em sua boca, indo e vindo até onde conseguia. Ele gemeu mais e segurou os cabelos dela a ajudando.
DIONÍSIO ‒ Meu amor!
Ela moveu e chupou com tanto gosto com a boca quente. Era o momento de agradar alguém que sempre agradava a ela. Era o momento de mostrar que era especial e que ela faria por ele tudo o que ele faria por ela. Ele gemeu mais, alucinado a sentindo, adorando aquela sensação, sentiu que ia gozar e de imediato puxou os cabelos dela.
DIONÍSIO ‒ Meu amor, eu vou gozar... Ahhh
Ela não soltou e fez movimento até ele gozar e engoliu tudo.
Mas como estava excitada demais, ficou de pé na frente dele.
REFÚGIO ‒ Tira minha calcinha, amor. ‒ Sussurrou.
Ele a olhou embriagado de desejo e se levantou da cadeira pegando o corpo dela com rapidez a colocou sobre a mesa.Beijou a barriga dela e subiu sugando um dos seios. Arrancou a calcinha dela e colocou dois dedos dentro dela empurrando os dedos forte indo e vindo. Ele sugou o outro seio e moveu o dedo a ouvir gritar de prazer.
Depois desceu os beijos mordendo a pele dela, sentia o corpo dela arrepiar em resposta chegou até a intimidade dela e sugou com fúria sem tirar os dedos a sugando cheia de desejo sem querer terminar.Sentia o corpo dela tremer e os gritos dela ecoarem a casa, ele sorria e sugava mais. Estava excitado novamente. Sem parar de sugar a viu gozar aos gritos puxando os cabelos dele e prendendo as pernas deixando o rosto dele no meio delas.
Dionísio colocou a mão abaixo do traseiro dela e sugou mais. Sugou mais e a viu gozar outra vez.Saiu das pernas dela e a virou na mesa a fazendo ficar empinada para ele. Os pés dela não encostavam no chão e ele sorriu.Beijou o traseiro dela e mordeu várias vezes.
REFÚGIO ‒ Ahhhhhhhhh!‒ Gritou louca de tesão por ele.
Dionísio tocou a intimidade de Refúgio a vendo mais que excitada.
REFÚGIO ‒ Amor, me possui logo!‒ Gemeu se contorcendo.
Ele gemeu e a invadiu com força, indo e vindo cheio de prazer.Ela estava no céu. Nunca tinha se sentido daquele modo com ninguém que já tinha tocado durante toda a sua vida. Guilherme tinha sido o único homem com quem ela tinha dividido a cama mas nem mesmo seus namorados e interiores ela tinha sentido beijos tão intensos como os que tinha com Dionísio.
As mãos dele eram divinas tinham um toque que fazia Refúgio se sentir pegando fogo, o corpo todo dela naquele momento respondi a ele como uma serva fiel ao prazer que ele proporcionava ela. Ele moveu mais forte e beijou as costas dela.Sentia que ela tentava rebolar mais não tinha apoio pra isso. Ele sorriu e segurou a cintura dela e no ouvido sussurrou...
DIONÍSIO ‒ Você quer mais forte?
Ela grunhiu.
REFÚGIO ‒ Eu quero bem forte, amor. ‒ Cravou as unhas na mesa e mordeu os lábios.
Ele sorriu malicioso e foi forte mais. O corpo dela se arrastava na mesa, forte indo e vindo.Ela gritava estava achando que ia morrer, nunca tinha sentido tanto prazer em sua vida.Estava louca de tesão e viu tudo turvo e gozou outra vez. Dionísio ainda sem gozar saiu de dentro da intimidade dela.
Molhando os dedos na intimidade dela ele lubrificou a segunda entrada dela. Ela estava tão louca de prazer que não sentiria dor e sem demora ele a invadiu grunhindo de prazer por estar ali.
REFÚGIO ‒ Ahhhhhhhhh, Dionisio! Que delícia, amor, que delícia! ‒ Ela apertou os pés e gritou.‒ Eu sou sua, amor.Faz amor comigo como você quiser!‒ Virou a mão para trás e puxou ele para junto dela.
Ele puxou mais o corpo dela contra o seu se movendo forte. Ele se moveu mais e mais, quando estava perto de gozar colocou dois dedos na intimidade dela movendo indo e vindo sem parar de se mover. Refúgio ficou vermelho como um camarão e explodiu o uso violento gritando como louca e arranhando a mesa. Ela nunca tinha sentido tão intensamente um gozo com todos aqueles que tinha vivido com ele naquele dia.
Exausta ,se jogou na mesa. O corpo todo quente a respiração ofegante e ela estava entregue. Ele suspirou e saiu de dentro dela, sorrindo puxou a cueca dele e a olhou na mesa. O rosto quente e cansado..
DIONÍSIO ‒ Meu amor, eu vou olhar nosso filho, você gritou como louca. ‒ Ele riu. ‒ Não saia dai, eu não demoro. ‒ Ele riu mais e subiu correndo as escadas como uma criança.O filho dormia calmo. Ele entrou no chuveiro e se lavou por completo saiu vestido em um roupão e pegou outro pra ela, desceu e ela estava da mesma maneira. A pegou vestindo o roupão e a beijou segurando ela em seu colo.Ela o beijou mais...
REFÚGIO ‒ Eu quero... ‒ Falava com a voz já demonstrando embriaguez. ‒ Eu quero que beba em mim! Eu quero ser seu copo! ‒ Falou rindo e foi no ouvido dele.‒ Você entorna em mim e bebe. ‒ Riu alto.
DIONÍSIO ‒ Não, meu amor, você está bêbada! Eu nem devia ter feito o que fiz a pouco com você assim, amanhã vai achar que eu abusei de você.
REFÚGIO ‒ Abusaaaaaaaa! Abusaaaaaa de mim, amor!‒ Ela sorriu e deitou a cabeça no peito dele.‒ Amor você é tão grande!Você é muito grande, meu amor!
Ele riu e beijou a testa dela.
DIONÍSIO ‒ Eu te amo, Refúgio!Vou te dar um banho! Vamos, meu amor! ‒ Ele subiu com ela nos braços.
REFÚGIO ‒ Eu te amo!‒ Ela ria.
Ele a colocou no chuveiro segurando ela deu banho nela e depois a vestiu deitando ela na cama. Ela dormiu logo e ele em seguida...
AMANHECEU...
Refúgio acordou sentindo a cabeça doer muito tocou seus seios e sentiu os dois doloridos. O marido estava deitado ao lado dela completamente adormecido e parecia exausto.Ela olhou para o lado e o sol estava nascendo ainda devia ser bem cedo. Olhou o relógio e eram 7:15 da manhã.
Se moveu na cama e sentiu as pernas doerem não estava bom aquilo tentou se lembrar do que tinha feito na noite anterior. Ela olhou para ele e tentar se levantar quando se sentou sentiu dor.Olhou para o lado e se levantou com um pouco de dificuldade queria ver o filho.Foi até o quarto de Patrício e viu ele estava dormindo completamente jogado na cama ela cobriu novamente pois estava sem coberta.
Dionísio despertou sorrindo, passou as mãos na cama e não a sentiu, abriu os olhos e olhou para a cama percebendo que ela realmente não estava lá. Ele se espreguiçou e tocou o membro que estava duro, se lembrou da noite com ela. Sentou na cama esperando que ela aparecesse. Ela voltou usando apenas de Hobby que tinha colocado para sair e ir até o quarto do filho. Foi até ele e um beijo na boca carinhosamente...
REFÚGIO ‒ Bom dia, meu amor, dormiu bem?
DIONÍSIO ‒ Bom dia, meu amor. Dormi sim e você minha princesa?
REFÚGIO ‒ Não sei, amor, tô sentindo uma dor terrível no corpo.Que foi que houve, você sabe? Minha cabeça está doendo também deve ter sido do vinho que eu tomei.‒ Ela se sentou na cama ficando olhando para ele.
DIONÍSIO ‒ Como assim o que houve, Refúgio? Você não se lembra? ‒ O sorriso se desfez.
REFÚGIO ‒ O que aconteceu, amor, foi algo grave? Eu sinto como se um caminhão tivesse passado por cima de mim, estou sentindo meu corpo todo doendo!O que nós dois fizemos? ‒ Ela sentiu o rosto queimar e a expressão mudou na hora.
DIONÍSIO ‒ Nós fizemos amor, Refúgio! ‒ Ele suspirou e se moveu incômodo, não podia acreditar que ela não se lembrava.
REFÚGIO ‒ Amor como?‒ Ela tocou a boca no gesto de surpresa e flashes começaram a passar por sua cabeça onde ela gritava como louca.E aos poucos foi se Lembrando que tinha acontecido se sentiu tão envergonhada que foi para o banheiro e se trancou...
Ele se levantou e bateu na porta.
DIONÍSIO ‒ Refúgio, meu amor... Abra a porta! Vamos conversar, não fique assim.
Ela estava horrorizada com que estava lembrando e sentir vergonha de si mesmo porque não queria que ele tivesse aquela impressão dela o que ia pensar dela agora. Como abrir aquela porta encarar aquele homem tão gentil que ele era e agora seu marido...
Sentiu tanta tristeza que não soube que me controlar mas não chorou apenas abriu a porta lentamente olhando para o chão. Ele a puxou para si e segurou o rosto dela beijando levemente.
DIONÍSIO ‒ Meu amor, porque está assim?
REFÚGIO ‒ Eu não quero que você pense mal de mim! Eu me lembrei o que aconteceu e eu não quero que você pense que eu sou uma qualquer. ‒ toda tímida se agarrou a ele.
Ele riu e a beijou com carinho.
DIONÍSIO ‒ Meu amor, não diga isso! Eu te amo! Quero você inteira, que sinta prazer, que queira estar comigo. Quero você louca de prazer como estava ontem. ‒ Ele sorriu malicioso e desceu as mãos apertando o traseiro dela.
REFÚGIO ‒ Você gostou? ‒ Ela o abraçou no pescoço.‒ Eu me lembro que gritava.
DIONÍSIO ‒ Eu gostei muito, meu amor, muito. ‒ Ele sorriu e a apertou mais. ‒ Sim, você gritou.
REFÚGIO ‒ Eu tô destruída e você querendo mais. ‒ Ela disse porque ela abraçar seu amor percebeu exatamente como ele estava.Tinha que trabalhar e ele também tinha, mas ela puxou para um beijo delicioso prendendo os braços no pescoço dele...
Ele a beijou e segurou ela a colocando sobre a pia do banheiro. Sorriu e beijou o pescoço dela com calma.
DIONÍSIO‒Eu sempre quero você, meu amor, você é maravilhosa, deliciosa...
REFÚGIO ‒ Devagar, amor, que estou doendo.Eu também te quero!
Ele sorriu e a beijou devagar.
DIONÍSIO ‒ Você quer?Se estiver com dor não fazemos. ‒ Ele a olhou e sorriu...
REFÚGIO ‒ Claro que eu quero, meu amor, eu sempre quero você! Eu só estou um pouco dolorida mas eu quero muito. Estamos em lua-de-mel, meu amor, acabamos de casar.
Ela falou ficando toda vermelha e sentindo o rosto queimar de vergonha. Ele sorriu e tocou o rosto dela com carinho.
DIONÍSIO ‒ Eu quero me casar de verdade com você, quero você de vestido branco, no altar linda para mim. ‒ Ele sorriu e a beijou...
Sem demora a invadiu lento indo e vindo.Ela deslizou amor pelo corpo dele depois pelo rosto apertando cada parte enquanto fazia isso ela beijava os lábios de seu amor sentindo que ele a protegia de qualquer coisa. Aquele momento foi maravilhoso e ela entendeu Mais uma vez que o que que é aqui de se desfazer ele seria seu companheiro estaria do lado dela para todo sempre.
E ele a amou, sento e caloroso, cheio de desejo e paixão...
DIAS DEPOIS...
Os dias passaram, Guilherme foi encontrado e preso novamente para alivio de Refúgio. Assim juntos eles escolheram a nova casa em uma outra cidade, a cidade onde ele tinha sua empresa. Ela ficou sorrindo de mãos dadas com Patrício que sabia o que era surpresa, mas ela não. Quando chegaram ela ficou esperando para que ele dissesse para o pai que tinha uma surpresa dentro da casa.
Ela tinha comprado uma mesa de sinuca para ele colocado numa sala que transformaria em sala de jogos na casa deles e Patrício sabia de tudo...
PATRÍCIO ‒ Papai, fecha os olhos e me dá a mão!
Dionísio deu a mão ao filho e sorriu fechando os olhos.
DIONÍSIO ‒ Cuidado em, não vai me fazer bater a cara na parede!
O menino riu e levou ele até a mesa de sinuca colocou a mão dele e falou todo feliz.
PATRÍCIO ‒ Pode abrir, papai, olha que legal que minha mãe comprou para você! Eu que escolhi dessa cor azul que eu sei que a sua cor favorita!‒ Ele abriu um sorrisão e ficou passando a mão em volta nas bordas da mesa de sinuca.
Dionísio abriu os olhos e sorriu, depois pegou o filho.
DIONÍSIO ‒ É linda, meu filho!
PATRÍCIO ‒ Eu sabia que você ia amar papai .Levamos um dia todo procurando isso a minha mãe já estava até estressada!
Ela se aproximou e deu dois beijos nos lábios dele.
REFÚGIO ‒ Você gostou, meu amor?
DIONÍSIO ‒ Sim!‒ Ele sorriu e a beijou com calma.‒ Eu gostei muito, meu amor!Muito!
REFÚGIO ‒ Queríamos alguma coisa que te deixasse feliz em casa linda nossa companhia assim você pode convidar seus amigos policiais e jogar um um pouco, meu amor.‒ Eu posso fazer uns drinques posso fazer uns petiscos e você convidar seus amigos para vir aqui...
Ele era sempre muito reservado por isso não gostava de levar ninguém na casa dele. Era porque queria segurança dos dois mas também porque tinha muito ciúme de refúgio mesmo que não falasse. Ele sorriu.
DIONÍSIO ‒ Não se preocupe com isso, meu amor!
REFÚGIO ‒ Eu quero que você traga seus amigos aqui que se sinta à vontade meu amor não sou a nossa casa. É a sua casa!
DIONÍSIO ‒ Eu trarei, meu amor! Está tudo bem! Eu trarei!‒ Ele beijou a testa dela.
PATRÍCIO ‒ Papai, você podia jogar um pouquinho comigo eu comprei tacos e um monte de bolinhas que minha mãe falou que precisa para jogar.
Ele foi correndo no cantinho da sala pegou os tacos de madeira e as bolas.
PATRÍCIO ‒ Olha, pai, são todas coloridas e tem número. É porque você tem que somar esses números aqui para poder ganhar. ‒ Ele explicava todo inteligente.
Dionísio riu.
DIONÍSIO ‒ Sim, meu filho, vamos jogar.Eu vou te ensinar!
PATRÍCIO ‒ Pode me ensinar, papai que eu quero saber!
DIONÍSIO ‒ Sim, filho! Eu vou e você vai ser craque!
Ela sorriu e saiu para fazer um suco para eles e salgadinhos e voltou logo depois colocando a bandeja na mesa ao lado enquanto mexia no celular. Ele ria ensinando o filho a jogar, era desajeitado e quase não conseguiu acertar, mas no final se divertiu muito junto ao pai.
Depois que terminaram ela levou Patrício para tomar banho e deixou o filho vendo televisão quando foi falar com Dionísio e ele estava ao telefone.Ela o abraçou por trás beijando as costas dele com carinho e Sorriu dizendo baixinho no ouvido dele...
REFÚGIO ‒ Vamos tomar um banho! ‒ Ele sorriu.
DIONÍSIO ‒ Sim, meu amor! Vamos!
Ela sorriu e juntos, eles foram tomar um banho conversando só de coisas normais da vida.
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