Quando te conheci
6 Capítulo 5 - Nosso amor!
A tarde passou calma e ela foi ao trabalho. Ele ficou em a casa e preparou o jantar para eles, assim que o expediente terminou ele a pegou e a levou para casa, quando entraram ele sorriu. Ele foi buscá-la como sempre as dezoito horas...Ele a beijou com calma.
DIONÍSIO ‒ Eu fiz nosso jantar, meu amor!
REFÚGIO ‒ Que surpresa?‒ ela sorriu.
Ele tocou o rosto dela.
DIONÍSIO ‒ É tudo para nós dois, espero que goste. ‒ Ele a segurou pela cintura e a levou para a mesa puxando a cadeira para ela sentar.
A cozinha estava a meia luz e logo sentou em frente a ela depois de a servir.
REFÚGIO ‒Ficou tudo muito bonito aqui, eu adoro esse clima romântico com vela e aqui podemos conversar com bastante calma sem ser interrompido nem ser ouvido por ninguém, porque nosso menino. ‒ Ela ia dizer nosso filho mas Dionísio não era o pai dele.
Ele estava sorrindo, estavam sentados perto um do outro quase lado a lado.
DIONÍSIO ‒ Patrício é meu filho agora, Refúgio, mesmo não tendo meu sangue! Eu vou criar ele como se fosse meu, porque o amo assim, como se fosse meu!‒ Segurou a mão dela e beijou.‒ Você é uma mulher maravilhosa e merece ser feliz e ser amada, muito amada!Assim como Patrício, ele é um menino maravilhoso!
Ela sentiu o corpo retesar e ele começou a comer a olhando de lado.
DIONÍSIO ‒ Coma, me diga o que achou! ‒ Ele riu levemente para ela.
REFÚGIO ‒ Está uma delícia, amor!‒ Ela falou sorrindo.Ele sorriu.
Serviu vinho a ela e depois se serviu.
DIONÍSIO ‒ Que bom que gostou, eu adoro cozinhar!
REFÚGIO ‒ Eu não sabia! Vejo você sempre fazendo o nosso café, arrumando a mesa lindamente, mas nunca pensei que seria assim.
Ele sorriu e tocou a mão dela com carinho.
DIONÍSIO ‒ Tem muita coisa que não sabe, mas vai descobrir tudo.
Ela ficou corada e sentiu o rosto se aquecer.
REFÚGIO ‒ Dionísio... eu não sou uma mulher...
Ele a olhou calmo.
DIONÍSIO ‒ Não é uma mulher?‒ Riu. ‒ Eu tenho certeza que é sim!
Ela sentiu medo, como ia dizer a ele que se sentia feia e fria para ele.
REFÚGIO ‒ Talvez você devesse escolher outra pessoa... ‒ Ela segurou a mão ele com amor e suspirou.‒ Eu não quero decepcionar você. ‒ ela o olhou. ‒ Você me ajudou muito e é um homem bom, acho que merece ter uma família. ‒ ela o olhou nos olhos. ‒ Por que nunca se casou? Ou se casou?
DIONÍSIO ‒ Eu não quero outra mulher, Refúgio, eu quero você, só você e mais ninguém, eu esperei minha vida toda pra conhecer você, você é uma mulher maravilhosa, é com você que quero ter uma família, você é tão linda, age como se não, mas é sim. Eu nunca encontrei uma mulher que fosse para se casar comigo, eu fui noivo muitos anos atrás, mas ela me traiu e fugiu com o outro.
REFÚGIO‒ Que idiota... Agora isso não importa eu agradeço a ela se não fosse isso não teria vindo pra cá e nem te conhecido.‒ ela soltou sem perceber e depois se desculpou. ‒ Desculpe... eu não queria dizer isso...
Ele sorriu e tocou o rosto dela com amor.
DIONÍSIO ‒ Ela é uma idiota mesmo!
Ela o puxou e beijou com amor, dando selinhos nos lábios dele, o puxou para mais perto e deixou que ele dominasse o beijo.
REFÚGIO ‒ Você beija delicioso, eu adoro, seus beijos...
DIONÍSIO ‒ Eu adoro você! ‒ Ele sorriu e passou as mãos nos cabelos dela levantando o pescoço dela onde beijou muitas vezes logo voltou a boca.
Desceu a mão livre pelo corpo dela apertando e acariciando. Desejando o corpo dela com ânsia queria amar ela como nunca, mas não o faria se ela não quisesse. Ela buscou os lábios dele, sentia o corpo todo responder, tinha medo de se entregar, tinha medo de como seria, mas seu corpo ansiava pelo dele.
Ele a puxou beijando mais ela, a puxou para seu colo a segurando a sentou de frente pra ele sem parar de beijá-la. Ela o segurou pela nuca e o puxou mais para ela e num gesto involuntário ela moveu o quadril rebolando no colo dele. Tinha a respiração forte e gemeu na boca dele sentindo as mãos que lhe acariciavam.
Ele suspirou apertando o quadril contra a ereção que se formava. A beijou mais desejoso, a mulher o enlouquecia. Ela segurou os cabelos dele, ele a olhou nos olhos e o beijo ficou mais intenso, queria ele. Dionísio passou as mãos nos seios dela apertando e acariciando, queria ela para si, queria amar ela loucamente.
Ele a segurou levantando com ela da cadeira, caminhou com ela nos braços a beijando...
REFÚGIO ‒ Dionísio! ‒ Gemeu louca. Estava tão desejosa dele o quanto ele estava dela, queria sentir aquela sensação maravilhosa que nunca tinha sentido. Queria mais que amor, queria o desejo dele para ela se entregar e sentir.Sentir que ele a queria...
Ele caminhou com ela aos beijos e a deitou sobre a cama ficando entre as pernas dela. A beijando e apertando o corpo dela cada segundo mais!
REFÚGIO ‒ Dionísio... ‒ Arfava e sentia que ele estava mais duro mais quente mais louco.
DIONÍSIO ‒ Eu te quero!Te quero tanto! ‒ Ele beijou o colo dela com carinho.
REFÚGIO ‒ Dinísio eu ....Eu não sei... A gente nem se conhece... ‒ Ela se afastou e suspirou frustrada limpando o rosto...
Ele a olhou nos olhos...
DIONÍSIO ‒ Se não quiser eu paro.‒ Ele tocou o seio dela e apertou levemente.
REFÚGIO ‒ Eu quero... eu só estou com medo!‒ Ela gemeu. ‒ Eu nunca estive com outro homem homem além de Guilherme.
Ele tocou o rosto dela e a beijou.
DIONÍSIO ‒ Eu te amo, Refúgio, quero me casar com você, vou te fazer feliz, muito feliz, a você e ao nosso filho. ‒ Ele sorriu para ela. ‒ Não me importa com quantos homens esteve antes só importa você e eu, eu te amo, te amo como nunca amei ninguém. ‒ Ela chorou.
Em todos os momentos de sua vida nunca tinha vivido aquela sensação de ser querida e ser amada por alguém e ser cuidada. Ele cuidava dela era seu protetor tinha sido assim naqueles meses todos o homem que acompanhava em todos os momentos. Mas ali diante dele um momento tão íntimo ela teve um pouco de medo de que ao entregar-se a ele fosse abandonada...
Ele limpou as lágrimas dela e a beijou, depois se virou na cama a deixando sobre seu corpo. Como já tinha sofrido muito na vida era medo.
REFÚGIO ‒ Eu nunca fui amada...‒ Ela suspirou e o tocou.‒ Me ame...
DIONÍSIO ‒ Eu te amo!‒ Ele acariciou as costas dela.
Disse sentindo o corpo todo se acender por ele.
REFÚGIO ‒ Me ame e me faça sua mulher! ‒ Ela sentia que não podia resistir.
Ele a beijou e segurou o rosto dela.
DIONÍSIO ‒ Você tem certeza?
REFÚGIO ‒ Você não quer mais?
DIONÍSIO ‒ Eu não quero te machucar. Não quero que pense que estou te usando. Eu te amo, Refúgio e espero o tempo que for!
Ele a virou na cama ficando sobre ela, de forma que ela ficasse exposta a ele. Foi retirando o vestido dela e a beijou no colo. Passou a mão sobre um dos seios dela e sugou o seio com perícia ainda sobre o sutiã.Ela nunca tinha tido um orgasmo.
REFÚGIO ‒ Eu quero que me prometa que vai cuidar de mim. Que vai continuar meu amigo depois que eu te der o que você deseja.
DIONÍSIO ‒ Eu vou, vou cuidar de você sempre, meu amor, para sempre até o último dia de nossas vidas.
O prazer era para ele...
Ele a olhou...Era como se nunca tivesse merecido direito de se sentir mulher nos braços de alguém.Ela estava ali para dar a ele o que ele queria mas não pensava que também teria algo de prazeroso e maravilhoso para ela, nunca tinha sido beijada daquele modo e nem tinha experimentado o prazer dos corpos.
DIONÍSIO‒Quando te conheci me mudou, me fez ser um homem muito melhor, me fez te amar e amar aquele menino lindo que me tem como um pai e eu como um filho.Eu sempre quis ser pai e você me concedeu meu desejo.
Ela tocou o rosto dele com amor e se abriu mais para ele.
REFÚGIO ‒ Só não nos abandona, meu filho ama você...
DIONÍSIO ‒ Eu nunca farei isso, nunca! ‒ Ele a beijou.
Puxou o vestido dela pra cima o deixando na cintura.Os botões seguiam abertos com o peito exposto para ele. Ele a tocou sobre a calcinha levemente e fez movimentos de vai e vem. A olhou para ver a reação dela. Ela gemeu e se contorceu, estava tão bom sentir aquilo estava tão gostoso que empurrou o quadril contra ele se esfregando querendo mais dele.
Dionísio continuou tocando ela e subiu abriu o sutiã dela que abria na frente a sugou o seio dela enquanto movia os dedos levemente.
REFÚGIO ‒ Ahhhh, Dionísio... eu... estou gostando disso. Eu nunca ahhhhhh...‒ Ela sentiu o corpo tremer.
Nunca tinha experimentado aquele prazer tão especial o marido não a tocava com a boca em nenhum local. Era apenas abrir as pernas e fazer o serviço, sem carinho sem beijos sem promessas de Amor sem se quer dizer que gostava dela. Era só ele fazendo o que queria quando queria do jeito dele. Refúgio sentiu o corpo tremer, ele puxou a calcinha dela e retirou rapidamente. Abriu mais as pernas dela e a tocou estava tao excitada que quase ficou louco.
DIONÍSIO ‒ Você gosta meu amor? Gosta assim?‒ Ele moveu os dedos no clitóris dela, sentia o corpo dela tremer e sugou mais o seio dela, queria que ela tivesse certeza, antes disso não iria entrar nela.
REFÚGIO ‒ Sim... ‒ Gemeu mais alto. ‒ Segurou o lençol com força. Estava louca de desejo. Se contorceu com os dedos dele e ficou vermelha a respiração entrecortada.Ele beijou a barriga dela e desceu o rosto, queria sentir o gosto dela queria ter ela entre seus lábios e o fez. Sugou segurando as pernas dela, sugou forte e desejoso.‒ Ahhhhhhh! ‒ Ela se torceu na cama gritando.‒ Meu Deus! ‒ Estava tão excitada que teve um orgasmo e seus olhos enxeram de lágrimas.
Ele sugou mais um tempo e logo subiu a beijando, olhou para ela e tocou seu rosto. Beijou o queixo dela e acariciou a cintura dela. Refúgio eu te amo, te amo e por isso quero que tenha certeza de que me quer, não quero que se arrependa, quero que esteja certa, quero que tenha certeza que quer ser minha, minha mulher. Ele sorriu emocionado e a beijou calmamente.
DIONÍSIO ‒ Eu quero que seja minha para o resto de nossas vidas...
REFÚGIO ‒ Eu quero, Dionísio... ‒ Ela sussurrou carregada desejo e cheia de amor por aquele momento. Nem podia acreditar que tinha sido aquela explosão. Sentiu o corpo queimar inteiro e todos os seus membros tremelicavam.
Aquilo era um orgasmo?Aquilo era o prazer que tinha que dar a ele, mas que ela também podia sentir! Ele se levantou e rapidamente se despiu, voltou rapidamente a despindo. Quando ela estava nua ele beijou o ventre dela e depois a beijou.
DIONÍSIO ‒ Refúgio, eu sou grande, não quero te machucar, então, se sentir dor, me fale e paramos, sim?
Ela o viu era enorme e musculoso e grande e forte, assentiu, sabia que ele estava certo, era enorme. Ele sorriu e segurou o membro para em seguida entrar nela.
DIONÍSIO ‒ Mas eu quero que você goste de estar comigo... ‒ Ele entrou devagar fechando os olhos, estar dentro dela era enlouquecedor, era tão apertada.Ele a olhou e sorriu. ‒ Eu vou amar, mas quero saber o que sente...
Ela o tocou nos ombros o puxando para ela.
DIONÍSIO ‒ Quero que deseje tanto quando eu, meu amor.
Refúgio gemeu o sentindo estava tão excitada e ele a preenchia como nunca tinha sentido.Sussurrou para ele carregada de desejo.
REFÚGIO ‒ Vai forte! ‒ E o beijou mordendo os lábios dele desejosa.
Ele se moveu forte, passando as mãos por baixo do corpo dela. Correspondeu ao beijo com paixão e se moveu mais, era tão enlouquecedor estar ali dentro dela, da mulher que amava.Foi fundo e voltou beijando o pescoço dela.
DIONÍSIO ‒ Você é a mulher dos meus sonhos...‒Ele sussurrou no ouvido dela.
Ela prendeu as pernas em volta do corpo dele e se moveu fazendo ele sentir a loucura de entrar todo dentro dela. Gemeu e o agarrou apertando.Mordeu o ombro dele e depois chupou a pele deixando sua marca.Ele sorriu e se moveu mais forte e rápido, era delicioso, ele sabia que a queria, queria ela para toda a vida.
A olhou e tocou o rosto dela com calma a olhando, ainda se movendo. Queria que ela tivesse certeza de seu amor, que ela soubesse que o amava mais que tudo.
REFÚGIO ‒ Está gostando... Dio...‒ Ela perguntou sufocada gozo, quase gozando sufocada nos lábios dele, queria aquele homem. Queria o prazer dele e ele tinha deixado seu corpo viciado pegando fogo. Queria ser desejado e que ele só tivesse olhos para ela.
DIONÍSIO ‒ Eu amo você! Amo tudo em você!‒ Ele suspirou e a beijou novamente.‒ Quero você para sempre!
REFÚGIO ‒ Eu quero que goze em mim.‒ Ela falou vermelha de vergonha escondendo o rosto.
Ele sorriu e tocou o rosto dela com amor, beijou o pescoço dela e depois a orelha falando baixo no ouvido dela.
DIONÍSIO ‒ Eu vou meu amor, quero que você goze também, Goze comigo, nós dois juntos.
Ela segurou mais firme no ombro dele e gemeu.Ele se moveu mais forte sentindo que ia gozar, desceu a mão e tocou o clitóris dela novamente para que gozassem juntos.
REFÚGIO ‒ Vamos...‒ Ela se contorceu inteira e seu corpo era só calor explodindo de tesão num gozo.
Foram fortes e rápidas estocadas e ele gozou se derramando dentro dela, em um prazer que não tinha sentido em sua vida. Se moveu mais e a beijou virando na cama e a deixando sobre seu corpo, sorriu e tocou os cabelos dela, tão intenso que ela não conseguia falar.
DIONÍSIO ‒ Você está bem?‒ Ele tocou o rosto dela e levantou para que ela o olhasse.‒ Eu te machuquei?
Ela o puxou beijando na boca desesperada sorvendo ele com o corpo ainda nele.
REFÚGIO ‒ Eu sou sua mulher agora! ‒ Estava tão feliz... tão cheia de alegria.
DIONÍSIO ‒ Sim, você é, você é minha mulher!‒ Ele passou as mãos na cintura dela e apertou. ‒ Eu quero me casar com você, quero que se case comigo e seja minha esposa.
Ele suspirou sorrindo com a ideia.Ela sorriu e o apertou depois se soltou dele e virou de lado para que ele a abraçasse.
REFÚGIO ‒ Você planejou isso? ‒ Ela colou o corpo no dele e só sabia sorrir.
Sentia o corpo enorme dele atrás do seu e se perguntou se como tinha sentido tanto prazer com um homem tão grande e sorrindo respondeu.
DIONÍSIO ‒ Não eu não planejei e mesmo se tivesse tenho certeza que teria sido muito melhor que em meus planos. ‒ Ele sorriu e colocou a mão no ventre dela colando o corpo dela no seu. ‒ Foi maravilhoso meu amor, maravilhoso! ‒ Ele acariciou as pernas dela.
REFÚGIO ‒ Você não me machucou não! Foi perfeito eu estava tão...‒ Ela não falou, suspirou.
DIONÍSIO ‒ Pode falar, amor. Quero que me diga tudo, hum?
REFÚGIO ‒ Excitada! ‒ Ela falou com vergonha mas como estava de costas para ele. Não evitou falar.
Ele sorriu e beijou as costas dela com calma.
DIONÍSIO ‒ Você já sentiu isso antes meu amor, já foi casada, não precisa se envergonhar!
REFÚGIO ‒ Estava e foi muito bom... eu senti muito prazer. ‒ Ela suspirou.‒ Dionísio, eu não sentia não!
DIONÍSIO ‒ Como não?‒ Ele tocou ela e a virou de frente para ela sem entender. ‒ Você não sentia prazer?
Ela fez com a cabeça que não.
REFÚGIO ‒ Eu nunca fiz essas coisas que fez hoje comigo! Eu não fiz e nem...‒ Ela ficou triste e envergonhada. ‒ Eu fazia tudo para agradar ele, eu o amava...
Ele suspirou mal dizendo o ex marido dela, o maldito desgraçado só pensava mo próprio prazer e em mais nada.
DIONÍSIO ‒ Você nunca tinha gozado também? ‒ Ele tocou o rosto dela com carinho.
Ela fez que não com a cabeça.
REFÚGIO‒ Assim não, eu ficava feliz de ver ele feliz e sentia uma coisa quando começava, mas depois eu não sentia nada...
DIONÍSIO ‒ Meu amor...
REFÚGIO ‒ Eu não sou uma boa mulher...
Ele segurou o rosto dela com as mãos a olhando.
DIONÍSIO ‒ Você é maravilhosa!Maravilhosa! Vai gozar sempre e sempre que estivermos juntos.
Ela sorriu para ele mas tinha lágrima nos olhos.
REFÚGIO ‒ Você tem certeza que gostou? Que gostou de fazer comigo? ‒ Ela o olhou nos olhos.‒ Queria sentir aquilo para sempre estava apaixonada.
Ele riu para ela, queria que ela se sentisse bem, que sentisse como ele se sentia.
DIONÍSIO ‒ Eu adorei, meu amor, nunca tinha sido tão bom pra mim, mas será melhor, cada vez melhor. ‒ Ele beijou o nariz dela com carinho a olhando. ‒ Você não gozava por culpa dele, ele era errado, não quero que se sinta culpada por isso nunca, comigo vai gozar sempre e se não sentir vamos parar faremos de outra maneira até sentir prazer, eu quero que queira, que goste de estar comigo o prazer é nosso, nós dois temos que sentir...
REFÚGIO ‒ Me beija! Eu gosto tanto dos seus beijos, tanto, tanto!
Ele a beijou com amor, dedicação, carinho, paixão.
Ela se separou dele e beijou mais e depois sorriu.
REFÚGIO ‒ Eu quero mais....‒ Sussurrou com o coração acelerado.‒ Você vai achar que eu sou uma... se eu pedir mais!
Ele riu e a beijou.
DIONÍSIO ‒ Eu não vou achar nada! Quero você muito, fazemos quantas vezes quiser.‒ Ele sorriu e a puxou colocando ela sobre seu corpo.
Ela o olhou...Ele se ajeitou.
DIONÍSIO ‒ Faça como quer! ‒ Ele sorriu a olhando, sou todo seu.
Refúgio estava ali, exposta para ele, teve um pouco de medo queria recuar e sair daquela posição que a deixava vulnerável. Ele sorriu e segurou a cintura dela, mas as mãos deslizaram pelo peito dele, grande, sedutor, foi olhando cada parte do corpo daquele homem que ela desejava mais que tudo.
Ele a olhou e fechou os olhos a deixando desfrutar de seu corpo. Ela se roçou nele indo e vindo, aquela sensação de experimentar e ir vir com o sexo dele roçando no dela. Era tão bom, queria fazer aquilo mais vezes, esfregava sua genital úmida sobre o membro de Dionísio que ela sentiu criar forma e volumes abundantes e por fim endurecer.
Deitou e o beijou sem parar de se mover, sentiu a respiração dele forte, as mãos mais intensa, estava querendo mais tudo entrar nela e ela sentiu, sabia que o deixava excitado e fez mais intensamente roçando nele até gozar e gemeu sentindo o corpo sacudido de prazer...
Ele a apertou forte gemendo e sorrindo, suspirou e fechou os olhos. Ela sorriu e pegando o volumoso dele e encaixando nela, mas antes segurou firme, não conseguia fechar a mão de tão grosso que era e por isso, ela olhou discretamente...
Era mesmo um homem enorme e ela sentiu sobre ele deixando que aquele momento, ele se consumisse dentro dela. Ele gemeu estando dentro dela. A olhou e se inclinou chupando os seios dela.
DIONÍSIO ‒ Ahh, meu amor!
Ela o se moveu e subiu e desceu com força, com mais força do que tinha planejado. Algumas vezes, Guilherme a colocava assim, a colocava por cima dele a obrigada a ser eficiente...Mas naquele momento ela queria desfrutar, queria que ele fosse feliz, mas também queria ser feliz.
Ele sorriu e gemeu forte a sentindo.
DIONÍSIO ‒ Você é uma delícia meu amor, uma delícia!
Ela sorriu e tocou o rosto dele com amor, estava tão feliz de ouvir aquelas coisas. Foram sequencias de movimentos de todo tipo e quanto ela se concentrou em dar prazer a ele. Dionísio viu que ela não sabia obter prazer, mas sabia dar como ninguém, cada rebolada, era um urro dele até que se derramou dentro dela que ainda bombou com o corpo sobre ele e gozou algumas reentradas depois. Ele acariciou o corpo dela e beijou os cabelos dela com amor.
DIONÍSIO ‒ Eu quero que você sinta prazer meu amor, quero que você goze comigo, não somente eu...
REFÚGIO ‒ Eu gozei...‒ falou vermelha deitada no peito dele e saindo do encaixe, ele era enorme. Puxou o lençol da cama e cobriu os dois...Se abraçou a ele e disse sendo tímida.
REFÚGIO ‒ O jantar estava ótimo...
Ele acariciou ela e soltou uma gargalhada alta.
DIONÍSIO ‒ Que bom que gostou!
REFÚGIO ‒ Eu adorei, Dionísio, eu adorei. ‒ ela sorriu e sentiu o cheiro dele, estava tão feliz que se sentia uma adolescente.
Ele sorriu para ela.
DIONÍSIO ‒ Eu quero te fazer muito feliz, quero que seja feliz como nunca foi em sua vida.‒ Ele a beijou calmamente. ‒ Quer beber?
REFÚGIO ‒ Quero...‒ ela riu e sentiu os beijos dele era intenso.‒ Eu não sou de beber! ‒ ela sorriu para ele. ‒ Mas quero beber com você!
Ele sorriu para ela.
DIONÍSIO ‒ Está bem, eu vou pegar, já venho.
Ele se levantou e sem preocupação de se vestir, foi a cozinha pegou vinho e as taças e voltou, serviu os copos e entregou um a ela ficando com o outro, bebeu de sua taça e a olhou, queria saber tudo o que ela ainda não tinha lhe contado, mas a queria a vontade pra isso.
Refúgio estava coberta com o lençol, tinha vergonha de seu corpo, bebia e sorriu para ele o olhando nu e desinibido.
DIONÍSIO ‒ Não precisa se cobrir se não quiser.
REFÚGIO ‒ Eu tenho vergonha, não me sinto bem... ‒ ela suspirou e bebeu seu vinho.‒ Vem deitar aqui, amor!
Ele se deitou.
DIONÍSIO ‒ Não precisa ter vergonha, meu amor, seu corpo é lindo, maravilhoso! ‒ Ela o beijou e ficou vermelha.
REFÚGIO ‒ Fica aqui um pouco perto de mim e vamos conversar um pouquinho!‒ Bebeu da taça dela e depois de beber da dele.
Ele sorriu.
DIONÍSIO ‒ Sim, vamos conversar, amor! ‒ Ele encostou na cama. ‒ Quer sentar no meu colo?
Ela riu e o olhou.
REFÚGIO ‒ Você que quer que eu me sente no seu colo?‒ Ele sorriu para ela.
DIONÍSIO ‒ Sim! Eu quero! ‒ Ele tocou na lateral do corpo dela.
Ela o olhou e foi até ele de lençol e se sentou no colo dele. Ele tirou o lençol delicadamente e passou a mão pelo corpo dela.
DIONÍSIO ‒ Não precisa ter vergonha de mim, meu amor! ‒ Ele beijou o colo dela com carinho.
Ela o abraçou com carinho e sorriu para ele.
REFÚGIO ‒ Você vai vir morar aqui? ‒ ela sorriu e esperou por ele.
DIONÍSIO ‒ Você quer que eu venha?
Ela o olhou,
REFÚGIO ‒ Talvez seja melhor não, está sendo muito rápido.‒ ela ficou triste, ele não queria ir talvez quisesse sua privacidade.
DIONÍSIO ‒ Nós vamos sair e escolher nossa casa.
Ele sorriu e tocou o rosto dela com amor vendo a tristeza dela.
DIONÍSIO ‒ Quero uma casa linda e com um quintal grande para Patrício se divertir e nossos outros filhos também!
Ela o olhou e os olhos brilharam de novo.
REFÚGIO ‒ Então, quer morar conosco?
DIONÍSIO ‒ Eu quero que seja minha esposa! Quero me casar com você!
Ela o abraçou apertando forte e beijando ele com amor, estava tão feliz!
REFÚGIO ‒ Tem certeza, Dionísio?
DIONÍSIO ‒ Sim, eu tenho!Nunca tive tanta certeza!
Continua ♥
Fale com o autor