Quando te conheci

26 Capítulo 25 - " Tudo de primeira!"


E estamos quase no fim dessa fic maravilhosa, que é nosso amorzinho, um casal diferente de todos os que já tinhamos feito nosso primeiro Refúgio e Dionísio, que foi um sucesso graças a vocês, obrigada por nos ler..

NA CASA DOS SANTOS...

Victoriano estava na sala, tinha chegado do trabalho a pouco tempo. Ele estava com saudades da mulher, os anos tinham passado, mas a relação deles seguia igual, tinham tido um filho homem, Alejandro, tinha vinte anos, mas o sexo seguia igual, ficavam semanas sem que ele tocasse nela.

VICTORIANO ‒ Inês... ‒ Ele falou com o rosto tenso alguma coisa estava tirando a atenção dele. Ela parecia não se importar e ele faltava subir pelas paredes.

Ela que estava bordando o olhou.

INÊS ‒ Sim? O que foi, amor?

VICTORIANO ‒ Onde estão os nossos filhos?

INÊS ‒ Sofia saiu com Patrício, Alê, estava cavalgando!

Ele se levantou e foi até ela segurando a sua mão e levando até o quarto sem dar tempo dela entender o que estava acontecendo.Quando chegou ao quarto ele fechou a porta.

VICTORIANO ‒ Tira essa roupa, morenita. ‒ Ele disse puxando o vestido dela e passando a mão no corpo dela.

Inês suspirou o olhando.

INÊS ‒ Victoriano, amor o que está acontecendo?‒ Ela perguntou afobada sobre o olhar dele. Ele a empurrou contra a porta e abriu as calças.

VICTORIANO ‒ Inês, eu não quero isso! ‒ Ele falou beijando ela com fogo. Quando liberou o membro duro, ele sorriu segurou ela e puxou a calcinha. ‒ Eu quero ela, amor. ‒ Abaixou e esfregou a mão no clitóris dela depois deu uma chupada, meteu a língua sem dó.

INÊS ‒ Isso o quê? ‒ Ela perguntou e olhou para ele duro o coração saltou no peito e ela ficou exitada o olhando e chupou forte com ela quase fazendo xixi de tanto tesão. ‒ Ahhh, Victoriano! ‒ Ela gritou segurando os cabelos dele. ‒ Ahh, meu Deus!

VICTORIANO ‒ Gostosa demais e você esconde de mim. Eu quero ela, é minha!‒ Chupou mais e depois soltou ficando em pé ele suspendeu uma das pernas dela e segurou e em seguida entrou com força invadindo o espaço que ele considerava a dele. Deu um urro entrando nela, era deliciosa.

Ela o olhou a respiração pesada, tensa, totalmente exitada e desejosa dele. Ele se moveu forte batendo ela contra a porta. Foram vários movimentos contra porta fazendo o corpo dela e dele se chocarem de modo que não fosse possível ignorar, sentia sua carne consumida pela carne dela, sentia desejo dela junto ao seu. Inês gritou e o apertou.

INÊS ‒ Victoriano, amor, isso, vai mais forte, vai! Ahh, eu quero tanto!

Ele obedeceu e suspendeu ela entrando mais e chupou os seios enquanto movia. Apertou o quadril e foi fundo...

VICTORIANO ‒ Ahhh, Inês, porque está se escondendo, guardando essa delícia?

INÊS ‒ Não estou me escondendo. ‒ Ela gemeu e fechou os olhos. ‒ Não to me escondendo, não!

VICTORIANO ‒ Ai, rebola pro seu cavaludo! Ahhhhhh, Inês que racinha mais deliciosa!

Ela rebolou na porta fechando os olhos e apertando a unha no corpo dele, louca, enlouquecida de prazer. Ele tomou os lábios de sua esposa beijando e devorando cada pedacinho dele porque gostava de sentir os lábios dela nos seus.

Enquanto fazia isso entrava em seu corpo estocando com força e segurando o quadril dela com as mãos apertando cada espaço enquanto alternava subindo e descendo. Era novamente o momento de rever as coisas que eram fundamentais para eles dois e entre as coisas que ele queria mudar era o fato de querer estar sempre perto dela...

A mão subiu ao seio e ele apertou entrando nela com força, como um cavalo louco.Ela gritou alto se apertando a ele, o corpo tremia e ela se derretia de prazer de desejo. O queria sempre o queria assim, louco, era delicioso, estar com ele era sempre incrível, cada dia de uma forma mas sempre de maneira incrível.

Ele a manteve entrando até gozarem e quando gozaram, ele a levou para cama e se deitou com ela. Inês ficou em frente à ele deitado acomodada no peito de seu amor com as costas no peito dele. Victoriano desceu a mão e ficou alisando a vagina dela enquanto sussurrava em seu ouvido.

VICTORIANO ‒ Eu te amo muito! Eles estão grandes podemos fazer amor todo dia muitas vezes, Inês, eu te amo muito!

INÊS ‒ Eu sei que estão, eu sei disso mas ainda me preocupo com eles.

VICTORIANO ‒ Mas eu quero fazer toda hora, Inês.‒ Esfregou mais e sentiu a umidade dela.Entrou com os dedos e ficou movendo nela.‒ Tão quente aqui!‒ Falava de onde os dedos estavam. Ela gemeu e mordeu os lábios. Segurou os braços dele e apertou com desejo.

Ele ficou fazendo o colou o corpo mais no dela e o membro no traseiro dela.

VICTORIANO ‒ Você sempre vai poder ter de mim o que quiser, Inês, mas você sabe que aqui eu sinto tanta falta, eu não quero você distante. Nós passamos esses anos de casamento correndo um do outro mas a gente se ama tanto e não quero correr.

INÊS ‒ Eu sei, meu amor. Eu também te amo! Também te amo muito! Você é o amor da minha vida!

VICTORIANO ‒ Você também é o meu, Inês.

Ele tirou os dedos e virou ela de bruços entrando na vagina dela com força.

VICTORIANO ‒ Assimmmmmm! Ahhhhhhhhhh rachinha gostosa!‒ Mordeu o ombro dela e lambeu.

Ela gritou arqueando o corpo e apertando a cama o sentia todo dentro do seu corpo e no mesmo instante a excitação correu por entre suas pernas.Ele se moveu segurando o traseiro dela e sorrindo, mordeu mais ela. Ela gritou empurrando o corpo pra ele.

VICTORIAN ‒ Isso, amor move isso!

Ele estava completamente tomado pelo desejo seu corpo grande ficava sobre o dela pressionando e movendo sentindo que as carnes de seu amor se abriam para ele. Foram mais intensas e deliciosas movidas para frente e para trás até que ele gozou dentro dela e não parou de se mover desceu a mão segurou a vagina e o clitóris e escrever até ela gozar gritando.

E quando ela gozou, apertou, pressionou o pequeno botão de novo movendo dedo sem soltar e sem deixar de pressionar com membro entrando e saindo dela e esfregando o dedo até ela gozar de novo aí gritando louca porque estava com o coração acelerado de gozar em tão pouco espaço de tempo.

Ela não tinha forças para falar, o coração batia na boca e o corpo tremia de prazer, aquele prazer imensurável que ela tinha com ele nos braços dele. Ele se virou e puxou o seu amor para deitar em cima de seu peito. Estava feliz, realizado o corpo leve depois de tanto prazer e o cheiro dela que ele amava.

VICTORIANO ‒ Eu quero ter você sempre assim, meu amor!

INÊS ‒ Eu também... Eu quero estar sempre assim! Sempre com você!

VICTORIANO ‒ Então, Inês, vamos fazer um esforço e não deixar o tempo passar como se fosse normal ficar longe. Eu fico doido querendo você e você parece que não está sentindo a minha falta.Eu deito nessa cama só de cueca pronto para você, você não encosta em mim, amor! Ou quando encosta põe a mão no meu peito sem deixar que seu corpo encoste no meu!

INÊS ‒ Eu te quero sim! ‒ Ela falou sentida.‒ Eu sinto a sua falta, sinto muita falta! Mas eu não sei o que fazer.... Não sei!

VICTORIANO ‒ Só preciso deitar aqui encostar em mim, amor! Ou então, me abraçar e me beijar e dizer que você me quer. Ou nem dizer nada só me dar um daqueles beijos deliciosos que você me dá. Porque, às vezes, eu quero tanto vir aqui no meio do dia e fazer amor com você, mas tem sempre alguma coisa acontecendo e eu fico preocupado de te chatear.‒ Ele olhou nos olhos dela com amor e depois de seus lábios beijando o pescoço beijando os braços e voltou a olhar para ela. ‒ Eu quero você feliz e quero estar feliz!

INÊS ‒ Eu também quero você feliz! Quero muito porque te amo!

VICTORIANO ‒ Eu te cuido e te amo!

Ela sorriu e o beijou com amor. Ele beijou de volta.

VICTORIANO ‒ Acho que nossa filha vai mesmo se a esposa de Patrício. ‒ Ele sorriu.

Ela sorriu e se ajeitou sobre ele.

INÊS ‒ Eu sempre soube que eles se casariam desde quando se conheceram, eu senti. Ela é louca por ele.

VICTORIANO ‒ Eles são amores e amigos. Eu quero que sejam felizes, só isso!

INÊS ‒ Eu também, meu amor! Quero que eles sejam muito felizes!

VICTORIANO ‒ Eles vão ser tem certeza que eles vão ser. Eu vejo nos olhos deles que eles querem estar juntos.‒ Ele dorria e alisava nas costas dela. Ela o beijou nos lábios.

INÊS ‒ Eu te amo, Victoriano, quero fazer amor outra vez, mais uma vez.

Ele sorriu e a colocou em cima do corpo dele, segurou as coxas dela e sorriu, ela rebolou.

VICTORIANO ‒ Agora pode montar seu cavalo!

INÊS ‒ Eu te amo! ‒ Ela se encaixou nele e rebolou forte sobre ele gemendo e fechando os olhos.

Ele foi mais forte se movendo com ela ali junto a ele, segurou firme e olhou nos olhos. Ela gemeu e se moveu mais. Ele a fez mover-se com força porque amava o corpo dela sobre o seu.

VICTORIANO ‒ Quero sempre você assim, amor, sempre!‒ ele disse com amor e cuidado.

Ele adorava estar com ela era maravilhoso sempre.

VICTORIANO ‒ Eu não quero mais nada na minha vida, meu amor, só isso eu trabalho como um louco porque eu quero chegar em casa e poder ter você. Eu trabalho para ser feliz mas o que eu mais quero é estar com a minha maravilhosa mulher! ‒ Ela beijou os lábios dele e suspirou...

LONGE DALI

Sofia e Patrício estavam juntos se abraçando.

PATRÍCIO ‒ Meu amor...

Os dois adoravam ficar juntos e desde pequeno tinham decidido que aquele amor e a ser para sempre. Ele tinha namorado muitas meninas e ela tinha tido alguns namoricos mas nenhum dos dois tinha se comprometido com outras pessoas. E por fim tinham decidido que aquele momento era o momento deles e que o namoro deles devia vingar e ser sim no futuro casamento. Os dois tinham o apoio das famílias e tinham seu amor que era lindo.

SOFIA ‒ O que, amor? ‒ Sofia perguntou olhando para ele.

Patrício vivia fazendo coisas para ela para que ela fosse feliz passeavam dava flores presentes e ela vivia fazendo todas as vontades dele inclusive cozinhava para ele e ele adorava.

PATRÍCIO ‒ Estou muito feliz, meu amor, muito feliz! ‒ Ele segurava a cintura dela e olhava em seus olhos e os dois estavam nus no quarto de hotel.

SOFIA ‒ Eu também estou.‒ Ela sorriu para ele vermelha.

PATRÍCIO ‒ Você tem certeza que quer meu amor? A gente esperou até agora podemos esperar até o casamento se você quiser.‒ Ela era virgem ele tinha maior cuidado do mundo com ela. ‒ Eu posso te esperar, meu amor, o tempo que precisar, eu posso esperar, mas eu quero você.

O membro já estava duro e ele estava beijando o pescoço dela os seios lindos ele tinha colocado nas mãos e apertava sentindo ela suspirar.

SOFIA ‒ Eu quero amor, eu quero! ‒ Ela gemeu baixinho.‒ Quero ser sua hoje!

Ele não precisou ouvir mais nada continuo beijando e cuidando do seu amor e com carinho ele levou até a cama e os dois se deitaram e os beijos foram muitos e ele beijou o corpo dela inteiro.Cada pedacinho do corpo de Sofia foi beijado cuidado apertado e acarinhado por ele.

Era tão delicioso aquele perfume que ela usava desde menino e ele foi com carinho até chegar entre as pernas dela onde sentir o cheiro e beijou e depois voou com carinho para que ela gozasse. Sim, ele não se preocupava com ele naquele momento ele só queria que ela sentisse prazer que ela se sentir-se amada serei a mulher mais amada do mundo.

Ela gemeu sentindo o toque dele, o amava tanto o queria tanto, sempre tinha o amado ele era o único homem que ela tinha beijado que tinha permitido que tocasse seu corpo.

Ele beijava seu amor com todo carinho e ficava olhando o rosto dela para ver como ela ia reagir aquele momento de amor com ele e Patrício foi um cavalheiro em cada toque em cada gesto em cada momento que ele teve com Sofia ele ficava prestando atenção para ver se ela estava bem.

E quando finalmente depois de muitos beijos de muita excitação e dele ter feito ela gozar com sexo oral que ela nunca tinha experimentado na vida ele se colocou entre as pernas dela com carinho e a beijou na boca.

PATRÍCIO ‒ Vai doer, amor, vai doer, eu quero que você segure firme em mim. Eu te amo, eu preciso te fazer mulher e vai doer.‒ Ele colocou seu membro no meio das pernas dela certinho na entrada da vagina alisou para cima para baixo pegando a lubrificação que tinha ali.

Ela tinha gozado ela estava feliz mas não fazia ideia de que agora quando ele entrasse nela ia se sentir rasgada. Ela gemeu mais alto o rosto queimando e vermelho.

SOFIA ‒ Eu te amo tanto! Confio em você, amor, confio em você.

PATRÍCIO ‒ Eu te amo, Sofia, eu te amo!‒ Ele disse isso enquanto é uma trava nela e não podia ser devagar ou ela ia desistir e ele sabia naquele momento que ela ia gritar de dor.

Foi entrando até rasgar ela inteira, ele e foi até o final para assim ficar parado acomodado dentro dela sem se mover esperando ela se acostumar de gritar porque ele sabia ela ia gritar.

SOFIA ‒ Ai, Patrício!

Ela apertou ele e os olhos encheram de lágrimas. Ele a beijou com gosto e ficou parado esperando ela ficar calma.

PATRÍCIO ‒ Eu sei amor, ta doendo muito! ‒ ele saiu dela todo e a abraçou.‒ Eu vou entrar de novo, amor. ‒ Os braços dele foram apertados.

Ela gritou alto, as lágrimas escorreram.

SOFIA ‒ Patrício, vai doer assim toda vez? Eu não quero! ‒ Ela gemeu com dor.

PATRÍCIO ‒ Não, amor, só desta vez que vai sofrer. ‒ ele a beijou na boca com gosto e sorriu.

Ela correspondeu o beijo.

SOFIA ‒ Está bem, eu quero, continua, amor!

Ele foi com todo amor e carinho entrando de novo nela, mas desta vez não havia mais a barreira e então ele se moveu, se moveu porque queria que ela sentisse prazer e queria que ela soubesse eu quero é ser mulher de alguém a mulher dele.E foi se movendo sentindo que ela ia relaxando e vendo que o momento estava ficando prazeroso para ele e para ela.

Começou a beijar mais e mais sobre os seios para que ela ficasse confortável e sorriu.

SOFIA ‒ Ahh, Patrício, amor! Eu gosto disso!

PATRÍCIO ‒ Gosta, amor?‒ Ele sorriu feliz.

SOFIA ‒ Sim, amor, eu quero, eu quero isso!

Ele acelerou mais cuidando dela e vendo que relaxava assim era maravilhoso queria que ela soubesse como era gostoso fazer amor.

SOFIA ‒ Gostei muito.

Ele foi carinhoso apertando beijando e sendo amoroso com ela e quanto mais ela sorria mais ele se movia e viu ela ficar vermelha e ele desceu o dedo e massageou o clitóris dela, viu quando a namorada ficou mais vermelha e ele acelerou e segurou a perna dela entrando e saindo com prazer.

Ela apertou os braços dele a boca aberta com a respiração em descompasso.Ele sugou os seios e moveu até ver ela ficar tensa e gemer nos braços dele e ele sorriu ela estava gozando com ele, sua noiva era sua mulher e Patrício chorou e se moveu mais com ela ali em seus braços e gozou também apaixonado por ela.

Sofia era linda e pequena, era corpulenta e gordinha, ele amava o corpo dela.Ela o abraçou o corpo suado e o rosto vermelho de vergonha. O coração na boca e a respiração em descompasso. Ele ficou beijando ela na boca e saiu dela devagarinho para não machucar.

Ela o olhou, acariciou as costas dele. Ela já era toda uma mulher, não era uma menina.

PATRÍCIO ‒ Eu te amo! ‒ Beijou ela mais e mais. ‒ Minha mulher!

SOFIA ‒ Eu te amo! Você é o meu amor! ‒ Ele sorriu.

PATRÍCIO ‒ Vamos fazer mais.‒ Ele sorriu e a beijou segurando a perna dela.‒ Ta muito doída?

SOFIA ‒ Eu quero sim! Eu quero mais! ‒ Ela sorriu e o beijou.

Patrício não perdeu tempo a beijou e entrou nela de vagar e se moveu com todo amor e mais uma vez eles fizeram amor e por mais duas vezes ela se entregou e quando estavam exaustos, ele tinha seu amor adormecida em seus braços e ele ligou para o pai.

PATRÍCIO ‒ Pai, estou bem! ‒ ele disse com amor sabendo que o pai ia perguntar onde estava,

DIONÍSIO ‒ Patrício, meu filho, onde você está?

PATRÍCIO ‒ Pai eu estou com Sofia. ‒ Falou feliz, o pai ia perceber na hora e riu.

DIONÍSIO ‒ Ela está bem, meu filho? Vocês estão felizes?

PATRÍCIO ‒ Pai, eu to no céu e ela e perfeita, pai!‒ Ele falava assim conseguir se conter.‒ Ela está dormindo, pai está feliz, está muito feliz disse que nunca foi tão feliz na vida.

Dionísio sorriu olhando Refúgio que estava na cama.

DIONÍSIO ‒ Que bom, meu filho, ela é uma mulher maravilhosa, merece ser feliz e você também!

Refúgio se moveu e o olhou... os seios doíam, ele tinha sugado muito e ia querer mais, ela sabia.

PATRÍCIO ‒ Eu amo muito ela, tá eu tô muito feliz, não fica preocupado comigo não eu vou demorar para chegar em casa! Avisa a minha mãe! Te amo!‒ Ele esperou o pai falar.

DIONÍSIO ‒ Eu sei meu filho. ‒ Ele riu leve. ‒ Também te amo meu filho, amo muito!

Ele desligou e abraçou sua namorada sorrindo e adormecendo com ela...

NA CASA DE DIONÍSIO...

REFÚGIO ‒ O que foi, amor, está tudo bem?‒ Ela falou sonolenta virando com dificuldades na cama com aquela barriga enorme e sem roupa. Estava sentindo um calor louco.

DIONÍSIO ‒ Sim, amor, ele está bem. Patrício e Sofia estão juntos. ‒ Ele sorriu e deitou na cama junto a ela.

REFÚGIO ‒ Eu sabia, amor! Ela passou a semana inteira rindo. Os dois estavam juntos o tempo todo, então, fico feliz que tenha dado certo finalmente.

Ela fechou os olhos querendo dormir, mas já sabia que ele não ia deixar, Dionísio estava impossível, queria ela todos os dias estava todo tempo duro mesmo com todo estresse do trabalho. Ela também estava fogosa, não deixava de atendê-lo nunca. Ele riu e beijou o colo dela puxando o corpo dela com paixão.

DIONÍSIO ‒ Eu quero você, meu amor, quero você mais uma vez. Quero bem forte agora. ‒ Ele beijou os lábios dela.

REFÚGIO ‒ Não, amor.‒ Ela o beijou. ‒ Agora não, meus seios estão doendo. ‒ Disse dengosa.‒ Você me chupou como louco.

DIONÍSIO ‒ Eu chupei sim porque eu amo! Amo esses peitões. ‒ Ele sorriu safado. ‒ Amo eles!

REFÚGIO ‒ Mas olha, amor, tá doendo! Você deixou vermelho aqui e lá embaixo.‒ Falou dengosa. ‒ Tá com uma fome!

DIONÍSIO ‒ Eu também to! To com fome de você! ‒ Ela riu dele. ‒ Fome da minha mulher que é deliciosa.

REFÚGIO ‒ Você aguenta esperar? ‒ Ela alisava ele com carinho. ‒ Eu quero dormir.‒ Sabia que ele não ia topar.

DIONÍSIO ‒ Uma dormida rápida! Bem rápida porque olha como eu estou.

Ela riu, ele pegou a mão dela e levou ao membro que estava duro.

REFÚGIO ‒ Meu Deus, Dionísio acabamos de fazer, fizemos a tarde. Que isso, amor, você está muito assanhado querendo toda hora, isso porque tô gorda.

DIONÍSIO ‒ Você não está gorda, não mesmo! ‒ Ele beijou o pescoço dela e tocou os seios apertando levemente.‒ Eu te quero!Eu te quero sempre!

REFÚGIO ‒ Ta bom, amor, mas eu posso ficar de lado quietinha...‒ Ela disse já virando. ‒ Quer de frente pra você ou de costas? ‒ Sorriu nua era pior porque ele ficava mais doido.

Ele a puxou e a mão foi a intimidade dela movendo os dedos com fervor, louco por ela.

DIONÍSIO ‒ Quero de frente, de costas, de ponta cabeça, de todos os jeitos.

Ela riu.

REFÚGIO ‒ Amor, eu não aguento não! Eu tô gravida, você vai me fazer parir.

Ele a beijou e segurou uma perna dela e sem demora a invadiu se movendo forte e desejoso dela. Ela respirava forte, ele estava louco.

REFÚGIO ‒ Amor, calma!‒ Ela pediu mas ele estava intenso.

Era como se estivesse com ciúme de algo ou de alguma coisa ele só ficava assim quando estava enciumado. Ele se moveu mais e mais forte apertou a cintura dela queria que ela também tivesse aquele prazer. Ela gritou.

REFÚGIO ‒ Ahhhhhhhh Dionísio, homem, você vai me matar!‒ Ela dizia respirando fundo sem saber como reagir e gozando como louca.

Ele se moveu mais e mais até gozar dentro dela a apertando.Ela respirava pesado ficou parada tentando sentir o corpo voltar ao normal a mão dele alisava sua barriga e ela revirava os olhos, estava mais uma vez nos braços de seu amor feliz. Ela ficou um tempo beijando ele na boca e disse sussurrando em seu ouvido.

REFÚGIO ‒ Tá mais calmo agora, amor? Esse pintão tá calmo? Podemos dormir?

Ele gargalhou.

DIONÍSIO ‒ Estou calmo sim, agora, ele também, vamos dormir um pouco, só um pouco.‒ Ele a beijou de modo leve.

REFÚGIO ‒ Amor, eu não aguento fazer mais hoje não! Não aguento!‒ Ela riu. ‒ Você tem que sossegar.

DIONÍSIO ‒ Eu não consigo, não com você assim. Deliciosa, gostosa, não aguento sossegar!

Ela começou a rir porque era engraçado o modo como ele falava e se ajeitou na cama puxando o lençol.

REFÚGIO ‒ Vamos dormir e não me cutuca com esse pintão!

Ele suspirou e acariciou o membro.

DIONÍSIO ‒ Não prometo nada!

REFÚGIO ‒ Dionísio você está safado! ‒ Ela riu e se colou nele.

DIONÍSIO ‒ Eu sou doido! ‒ Ela riu.‒ Sou doido por você!‒ Ele se abaixou para olhar e tocou ela entre as pernas.

Moveu os dedos no clitóris dela de modo leve.

REFÚGIO ‒ Amor! Tira essa mão dai! Ahhhhhhhhhh!

DIONÍSIO ‒ Vai, amor, relaxa!‒ Ela sentiu o corpo inteiro se deixou levar exatamente como ele tinha falado.

E se sentir nas nuvens mais uma vez serpenteando as pernas pela cama Olhando para ele que ria dela. Ele moveu até ela gozar e quando ela gozou ele se deitou ao lado dela a beijou nos lábios e se cobriu e eles dormiram....

A NOITE PASSOU...