Quando te conheci
18 Capítulo 17 - "Sempre foi amor!"
Ela sofreu se levantando da cama e indo pegar o celular.
REFÚGIO – Eu quero que ligue, por favor.– Ele pegou o celular e discou.
DIONÍSIO – Se acalme, está tudo bem! – Ele ligou e o telefone chamou.
Ela estava nervosa e as mãos tremias.
DIONÍSIO – Victoriano, amigo! – Ele sorriu e riu levemente. – Pode passar para meu filho por favor? Refúgio está aqui querendo falar com ele!
VICTORIANO – Pode sim, amigo! Patrício veio correndo...
PATRÍCIO – Pai!– ele disse sorrindo no telefone.Estava eufórico e feliz com o pai, adorava falar com ele pelo telefone. – Tá tudo bem, pai?
DIONÍSIO – Tá sim, meu filho! Como você está ?
PATRÍCIO – Eu tô ótimo com saudades de Augusto, mas tô ótimo! – Ele sorriu.
DIONÍSIO – Meu filho, sua mãe está preocupada com seu passeio!
PATRÍCIO – Eu já andei a cavalo pai com tio Victor! Agora estamos jogando um detetive, eu e Sofia! To ganhando, pai! – Ele falou todo feliz.
DIONÍSIO – Sim, meu filho!
PATRÍCIO – Você tem que assinar a ela pai igual a você me ensinou aí ela vai ganhar também.
DIONÍSIO – Eu vou, meu filho, vou ensinar sim, Patrício!! – Ele riu e viu refúgio se aproximar dele.– Sua mãe quer falar contigo!
PATRÍCIO – Tá bem!
REFÚGIO – Oi, meu filho!Você está bem meu amor?– Ela sorriu ao ouvir o filho.
PATRÍCIO – Oi, mamãe!Tô bem, sim! – Ele sorriu e sentou na cama.
REFÚGIO – Comeu, filho?
PATRÍCIO – Comi bastante!
REFÚGIO – Está com a barriguinha cheia?
PATRÍCIO – Estou sim, mamãe, bem cheia!
REFÚGIO – Filho toma cuidado!
Ele riu,
REFÚGIO – Eu e seu pai estamos no hotel. É lindo aqui não quer vir mesmo?
PATRÍCIO – Não quero não! Eu to muito feliz aqui!
REFÚGIO – Tá bem, meu amor! – Ela riu.– Fica com Deus já estou com saudades!Te amo, filho!– Os olhos enxeram se de lágrimas o filho já era um rapaz.
PATRÍCIO – Te amo muito, mamãe!
REFÚGIO – Eu também, filho! ‒ Ela falou completamente envolvida com o filho porque sempre pensava como ele era importante para ela.– Vai brincar, meu amor, mamãe não vai mais te atrapalhar.
PATRÍCIO – Tá bom, mamãe, tô indo. Tchau! Te amo!– Ele riu mandando beijo.– Diz pro meu pai que amo ele!– Ele sorriu e desligou o telefone correndo até Sofia.
REFÚGIO – Ele disse que te ama, amor!E com certeza é verdade porque ele acabou de falar com você e antes de desligar disse de novo que te ama! Te ama!– Ela sorriu olhando o celular.– Não estou preparado para viver sem meu filho perto de mim! Agora cada vez mais ele vai querer fazer programas em nós!
Ele sorriu e foi até ela a abraçando.
DIONÍSIO – Calma amor, ele ainda é uma criança, mas tem que se preparar porque isso vai acontecer.
REFÚGIO – Já ta um rapaz, Dionísio. – Ela falou toda atenciosa.Ele riu.
DIONÍSIO – Meu amor, ele tem anos só dez anos.
Ela respirou fundo.
REFÚGIO – Eu quero dar uma volta na rua, está muito tarde?
DIONÍSIO – Podemos ir sim! Mas não vamos ficar muito, meu amor!
REFÚGIO – Não tem problema não a gente dá só uma voltinha para Augusto entender o que que é a vida. – Ela olhou para o filho toda carinhosa. – Não é, meu amor?
Ele se abriu todo em sorriso para ela.
REFÚGIO ‒ E depois voltamos para cá porque ele vai querer dormir e aí voltamos para casa.Você quer fazer amor antes de sair de novo?– Ela perguntou toda carinhosa.
DIONÍSIO – Está bem, meu amor! – Ele sorriu e beijou a testa dela.– Vamos sair, quando voltar fazemos!
Ela se levantou foi para o banho com ele e o filho e depois de meia hora estavam prontos para sair. Dionísio estava com o filho no colo o beijando todo tempo e ela sorria ao lado dele segurando seu ombro.Ele sorriu e a beijou.
DIONÍSIO – Vamos, meu amor, passear.
REFÚGIO – Vamos sim e Augusto está adorando! Ele é assim, meu companheiro de rua.
Ele gargalhou.
REFÚGIO – Ele esta olhando tudo, amor, olha bem para ele.– ela sorriu olhando o filho nos braços do amor.– Ele vai ser como nós, um menino ruaceiro como o irmão dele!
DIONÍSIO – Vai sim, meu amor!– Dionísio passou a mão no rosto do filho.
REFÚGIO – Ele é lindo, amor, a sua cara!– ela riu e os dois entraram no táxi e foram para um restaurante. Quando chegaram eles entraram abraçados sentaram em uma mesa lateral o bebê ficou sobre o banco ao lado de Dionísio.– Amor, o que vamos comer?– ela sorriu e olhou em volta e depois o cardápio.
DIONÍSIO – O que você quer, meu amor?
REFÚGIO – Eu quero um peixe, sei lá!
DIONÍSIO – Está bem!Vou pedir um peixe, então! – Ele a olhou.– Meu amor, você não pode peixe!Vou pedir outra coisa!
REFÚGIO – É mesmo amor...– ela riu. ‒ Pode ser um franguinho!– ela riu imitando Patrício.
Dionísio sorriu também e chamou o garçom. Uma mulher olhou Dionísio e comentou e sorriu para ele que sorriu de volta. Refugio fechou a cara na hora. O prato veio e era um frango crocante com molho branco com uma salada. Ela começou a comer e disse:
REFÚGIO – Está olhando o que?
DIONÍSIO – Não estou olhando nada, meu amor! – Ele sorriu para ela. – Por que?
REFÚGIO – Ah! – Ela o olhou nos olhos.– É bom mesmo que você não esteja olhando nada! Não tem nada aqui para você olhar! – Ele gargalhou.
DIONÍSIO – Meu amor o que foi? – Ele tocou a mão dela.
REFÚGIO – Não foi nada não só estou falando com você que não tem nada aqui para você! Ainda bem que você já sabe que não tem nem está olhando para a lugar nenhum. – O rosto dela era e frio.
Ele puxou a mão dela e a beijou.
DIONÍSIO – Eu te amo!
REFÚGIO – Eu acho bom que me ame!– ela o encarou e começou a comer depois percebeu que ele admirava o filho sem parar.
Ele colocou a mão no rosto do filho sorrindo pra ele.
REFÚGIO – Você ama demais esse neném! Imaginei que você seria um bom pai, meu amor, mas não sabia que ia ficar tão babão!
DIONÍSIO – Obrigado, meu amor!É bom saber disso!
REFÚGIO – Você só acerta, meu amor que você ama tanto os nossos filhos! Tudo que você faz é certo porque você gosta deles que você se preocupa e não é normal que tenha um pai assim igual a você. A maioria dos pais quer que a mãe cuida do bebê sozinho!
DIONÍSIO – Sim, meu amor! Tudo por eles!– Ela sorriu para ela.
Ela começou a comer e os dois juntos comeram e depois saíram para passear com filho que quis mamar enquanto os dois viram à vista e ela amamentava.Depois voltaram para o hotel e ficaram conversando algum tempo e sorrindo e ficaram conversando algum tempo e sorrindo.Ela prestava atenção a cada um dos olhares dele era um ciumenta, talvez fosse mais que ele e não soubesse.
Refúgio sorriu e olhou o filho se mexendo ao lado.Ele sorriu.
DIONÍSIO – Está linda, meu amor!
REFÚGIO – Estou é? – Ela sorriu prestando atenção nos olhos dele.
Era sempre assim aquele amor tão maravilhoso que os dois tinham um pelo outro.Sabia que o marido gostava da presença dela e da companhia dela.
DIONÍSIO – Muito, meu amor!– Ele pegou a mão dela e beijou. – Uma rainha!
REFÚGIO – Você é perfeito, amor, perfeito!– ela sorriu e disse com os olhos presos nele.
Ele sorriu.
REFÚGIO – Você amor, fala, para mim o que gosta de fazer comigo!
Ele riu a olhando.
DIONÍSIO – Eu gosto de fazer tudo com você, Refúgio.– Falou rouco e sensual. – Principalmente, amor...
REFÚGIO – É amor, principalmente amor? Vamos para o nosso quarto!
E juntos os dois saíram do saguão do hotel e foram para o quarto onde ele colocou o bebê adormecido no berço. Ela sorriu e deitou na cama olhando para ele.
REFÚGIO – Sabe no que estou pensando?
DIONÍSIO – O que, meu amor?– Ele sorriu tirando a blusa e a olhando.
Ela tirou a roupa e começou a rir, foi tirando peça por peça e sorriu até ficar de calcinha e sutiã. Ele sorriu em frente a ela só de cueca também e avançou aos beijos apertando o corpo dela com desejo.
DIONÍSIO – Você quer, meu amor?Se estiver cansada... – Ele beijou o colo dela.
REFÚGIO – Eu quero quero muito! Vai, amor, quero agora!
Ele a colocou sobre a cama ficando entre as pernas dela, tocou a intimidade dela sobre a calcinha massageando.
REFÚGIO – Amor, você estava com muita saudades, né.
DIONÍSIO – Sim, meu amor, muita saudade!– Ele puxou a calcinha dela rasgando e desceu o corpo beijando a intimidade dela com veemência.
REFÚGIO – Amor, meu amor, meu amor! – ela gemeu se movendo e sentindo que ele a deixava louca. – Cheia de desejo por ele.
Ele sugou forte.Ela gemeu sentindo o cuidado dele com o corpo dela, com seu prazer e seu amor, ele estava sempre ali para ela. Ele sugou mais e subiu as mãos apertando a cintura dela até que ela gozasse em seus lábios e ela sorriu e sentiu o corpo todo cheio de desejo e de amor...E gozou para ele com toda atenção que sempre tinha.Ele voltou a subir, agora tirando a cueca se colocou entre as pernas dela passando uma em sia cintura.
REFÚGIO – Hummmmmm, amor, você é delicioso!Amor da minha vida!
Ele sorriu e a investiu forte.
DIONÍSIO – Você é deliciosa, meu amor! Você é!
REFÚGIO – Amor, você é tao terno! Não fala coisas que são, grosseiras! Vai, amor, vai com força!
Ele sorriu e beijou o pescoço dela, segurou na cintura dela e se moveu ainda mais forte.
DIONÍSIO – Eu te amo muito!
REFÚGIO – Eu sei, eu também amo você com todas as minhas forças! – E a ela se moveu e rebolou sob ele com o sorriso estampado querendo dar prazer aquele homem que dava tudo a ela.
Dionísio gemeu forte, ela se moveu o tomando todo dentro dela e sendo o que ela mais gostava na vida, a mulher dele, a esposa dele, o seu amor. A cada mover dela, sentia que ele ficava mais tomado de amor e desejo.Ele gemeu forte a apertando.Ela sorriu e se moveu até ele gozar...Ele a apertou ainda mais e a puxou para seu peito, ela sorriu.
DIONÍSIO – Minha Deusa, meu amor!Amor!
Ela o olhava e tinha muito amor. Amor, a tudo que ele fazia.A tudo que ele era! Ele puxou a coberta cobrindo os dois.
DIONÍSIO – Vamos dormir um pouco, meu amor!Logo o chorão acorda!
Ele falou rindo leve. Ela riu também com ele ali e o abraçou.Ela era feliz e realizada.Ele a apertou em seus braços e a viu dormir... Era amor, era amor...
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