Quando te conheci
17 Capítulo 16 - "Somos feitos um para o outro"
Ela se levantou, foi ao banheiro, lavou as mãos e os seios. Voltou para o quarto vestida de um roupão. Ele se sentou e procurou um roupão vestindo e suspirando frustrado se sentou, a ereção estava ali presente mais dura do que nunca. Refúgio pegou o pequeno Augusto no colo e ele chorou ais forte e mais sentido, estava triste e sentia falta da mãe.
Ela sorriu e o beijou trazendo junto a seu corpo e ele cheirou ela. Dionísio olhou a esposa junto ao filho e sorriu, se ajeitou e a viu sentar na cama.
DIONÍSIO – Meu amor, eu vou tomar um banho e já venho!– Ele falou calmo olhando a esposa.
REFÚGIO – Vai, meu amor, vai lá!Não fique triste...– Ele acenou e foi ao banho.
Tomou um longo banho resolvendo sua ereção e depois voltou de roupão a olhando. Refúgio amamentava o filho com calma, mas ele ainda tinha uma fome danada. Estava completamente concentrado nela.
REFÚGIO– Seu telefone estava tocando.
Ele a olhou e pegou o telefone.Ela continuou amamentando filho. Atendeu calmo era Victoriano.
DIONÍSIO – Oi, meu amigo, como você tá?
VITORIANO – Eu estou muito bem ligando apenas para dizer para você ficar tranquilo aqui você é o campeão tá bem!– Ele e a minha sapequinha cismaram de andar a cavalo depois do clube então vou dar atenção a eles! Não precisa se preocupar. Vamos cuidar muito bem dele.
DIONÍSIO – Sim, obrigado, Victoriano! Amanhã eles dormem na minha casa para você poder aproveitar sua potranca por que eu...– Ele suspirou e não falou nada.
VICTORIANO – Deu errado aí, amigo? Você não conseguiu o que queria da sua mulher. É assim mesmo amigo, respira fundo porque criança pequena em casa é uma tristeza.
DIONÍSIO – Deu sim, eu sei! Mas ta tudo bem! – Ele sorriu. – Nós vamos conseguir, vamos tentar até lá.
VICTORIANO – Vai tentando vai tentando em cada momento pequeno que você tiver você vai tentando.– Ele deu um sorriso porque sabia que sofrimento era aquele. – Vou te ensinar um segredo não veste roupa porque o tempo que a gente leva tirando a roupa complica tudo então já fica pelado! Ela deitou perto você da umas chupadas e entra.Se demorar em preliminar, ferrou!
Dionísio riu levemente.
DIONÍSIO – Sim, farei!Não aguento mais!
VICTORIANO – Eu sei que não, eu sei bem o que é isso!Sofia chorava sem parar. – Ele deu um sorriso para ele depois disso com calma. – Não briga com sua mulher, ela não tem como resolver o problema quando estão nessa fase as mulheres ficam totalmente mães.
DIONÍSIO – Eu não vou brigar.Eu sei que ela não tem culpa! – Ele falou calmo.– Ta tudo bem, eu a amo, esperarei o tempo necessário!
VICTORIANO – Eu sei que vai esperar, meu amigo, vocês tem um amor lindo! E não se preocupe com seu garotão que ele vai ficar aqui comigo super feliz, se preocupo só com seu garotinho isso aí. Esse, sim, você tem que se preocupar! Grande abraço, meu amigo, fique com Deus!– Vitoriano esperou que o amigo falasse no telefone e depois desligou.
REFÚGIO – Era do trabalho, amor?– Ela perguntou vendo ele afastado dela.
DIONÍSIO – Não amor, era Victoriano falando de nosso filho.
REFÚGIO – E como ele está? Aprontou algo?
DIONÍSIO – Ele está bem, amor, está la brincando com Sofia.
REFÚGIO – Que bom, amor, que bom!
DIONÍSIO – Sim. – Ele suspirou e sentou os olhando. – Ele está bem? – Estou bem sim amor só estou com saudade do meu marido.
Ela tirou o filho do seio mas ele reclamou e ela colocou no outro enquanto deixava o seio amostra.Era o pior para Dionísio, ele suspirou.
DIONÍSIO – Meu Deus, eu não aguento isso!
Ela o olhou.
DIONÍSIO – Eu preciso te ter, eu te amo e amo nosso filho, mas ficar longe de você está me matando!
Ela puxou o marido para ela e dei um beijo nele.
REFÚGIO – Amor, calma... ele vai dormir e fazemos.
DIONÍSIO – Ele vai acordar.– Ele suspirou. Se levantou e a olhou. – Vou pedir algo para comermos!
REFÚGIO – Ele não vai não, amor, ele está quase dormindo.– ela disse toda alegre com ele.– Eu quero você também, amor.
Ele a olhou e assentiu.
DIONÍSIO – Está bem! – Sorriu leve e saiu.
Ela sorriu e minutos depois o filho dormiu, ela o colocou no berço, o cobriu e tirou o roupão se perfumou. Ficou nua na cama esperando ele. Dinísio voltou com uma taça de vinho na mão. Bebeu a olhando e sem demora foi até ela subindo sobre seu corpo. Ele beijou o colo dela a acariciando.
REFÚGIO – Amor, meu amor, você é tão cheiroso, que delicia, meu amor, eu te amo!
DIONÍSIO – Meu amor, você é divina, minha perdição! – Ele suspirou e apertou a coxa dela, se colocou entre as pernas dela, a tocou com calma movendo os dedos e sentindo ela ficar excitada. Ela sorriu e sus]pirou ficando molhada, estava muito ansiosa.
REFÚGIO – Pode entrar logo, amor, vamos!
Ele se ajeitou mais e segurou o membro, Depois entrou calmo dentro dela tão apertada ele gemeu a segurando.
REFÚGIO – Ahhh, meu amor, que delícia.– Ela se sentir realizada quando estava junto a ele e todos os momentos que tinha de felicidade ela só conseguia pensar naquele amor que sentia por aquele homem que tinha dominado sua vida.
Dionísio era mais que um homem era o seu companheiro quero seu amor o homem que tinha tirado ela daquela vida tão terrível, sentiu o corpo todo responder. Ele se moveu de forma intensa, indo e vindo a apertando e sentindo ela se contrair.
Ela sorriu tocando o corpo dele com amor e sorrindo, sempre tinha imagina ser feliz, mas não como era com ele, ouviu o filho se remexer na cama e suspirou pedindo a Deus que não acordasse ou o marido teria um troço.
REFÚGIO – Vai, amor, eu quero você sorrindo! – ela disse acarinhando ele.
Dionísio se moveu mais e a beijou.
DIONÍSIO – Eu quero que goze, que goze comigo, Refúgio.– Ele se moveu mais, indo e vindo, apertando o corpo dela e a beijando, agarrando e acariciando ela.
REFÚGIO – Eu vou gozar, amor, eu vou gozar. – Ela disse feliz.
Ele se moveu mais forte se perdendo no corpo dela, em suas curvas, em seu amor, em seu perfume.
REFÚGIO – Ahhhh, Dio... meu amor!– Ela gemeu apertando ele. – Vai, amor!
Ele se moveu mais e a beijou para acalmar os gemidos dela. Ela o queria forte mas ele estava com medo de machucá la. Então, deixou que ele dominasse da forma que achou melhor E aproveitou daquela companhia tão prazerosa. Ele desceu e sugou o colo dela se movendo e logo a tocou enquanto a penetrava, até que ela gozasse e ele fosse logo em seguida.Ela gozou, gozou sorrindo e se derramando para ele.Ele a beijou mais e se separou dela...
DIONÍSIO – Meu, amor, você é tão maravilhosa, tão deliciosa.
REFÚGIO – Você é mais, meu amor, bem mais...
Ele se aconchegou a ela e apertou. Ela ficou alisando os cabelos dele deitado ao lado daquele homem que ela amava tanto.
REFÚGIO – Amor... você gozou?Daqui a pouco fazemos mais.– Ela disse acariciando ele.
DIONÍSIO – Sim, gozei. – Ele sorriu e beijou os cabelos dela.
REFÚGIO – Gosto quando você goza, amor.
Ele a acariciou.
DIONÍSIO – Sim meu amor, eu sei disso também, eu também gosto quando goza comigo.
REFÚGIO – Eu amo gozar com você, amor...– ela riu alisando ele com amor.
Ele suspirou.
DIONÍSIO – Eu quero te levar para sair! Você só fica trancada em casa, quero que saia, meu amor. Onde você quiser...
REFÚGIO – Vamos, amor, agora eu posso ir ele está vacinado, antes eu não podia, amor, antes eu não podia.
DIONÍSIO – Sim, eu sei, mas eu quero que saia. Quero que saia porque você está muito tempo reclusa.
REFÚGIO – Eu já estou sentindo falta de pelo menos tomar um café na rua sinto muita falta de tomar café, mas ainda não posso por causa da dieta.
Ela sorriu bagunçando os cabelos do marido e dizendo a ele tudo o que pensava.
REFÚGIO – Você sabia que nosso filho disse que quer uma menina agora?Ele acha que é assim, amor é só ele pedir e a gente faz o bebê!
Dionísio gargalhou.
REFÚGIO – Ele disse, amor, você sabe como ele é!
DIONÍSIO – Sim, eu sei, nosso filho tem as próprias ideias, os próprios gostos.
REFÚGIO – Ele é um mimado, amor, todo dia diz pra mim assim: "Mamãe olha meus ovinhos e as paquequinhas de papai!" – ela riu com amor alisando ele.– Ele te ama tanto, eu sou tão grata por tudo que você fez por ser o pai do meu filho.
DIONÍSIO – Patrício é meu filho! Mesmo que não tenha meu sangue é meu sempre será!– Ele sorriu a olhando. – Nosso filho vai ser muito mimado e muito amado porque ele merece.
REFÚGIO – Ele te ama muito e eu me lembro como meu filho sofreu e quando foi difícil para mim ver que o pai dele não gostava dele...Eu tentei ir embora daquela casa tantas vezes tantas...
Ele a acariciou.
DIONÍSIO – Sim, meu amor, eu imagino.– Ele suspirou. – Aquela foi a primeira vez que ele te bateu?
Ela sentiu o seu coração partir por ter que falar daquele assunto com ele mas é da hora de começar a conversar nunca tinha tido uma conversa como é que teria naquele momento. Ele acariciou com calma.
DIONÍSIO – Fale, amor...
REFÚGIO – Ele me bateu muitas vezes mas eu escondia de Patrício porque não queria meu filho sofrendo.– Ela deixou cair algumas lágrimas enquanto contava aquela história tão triste... – A primeira vez que ele me bateu quase quebrou meu nariz e sangrou meu rosto e minha boca ficou cortada. Ele reclamava de tudo dizia que a comida não estava gostosa que eu não tinha arrumado a casa direito que não estava cuidando das coisas que não dava atenção a ele qualquer coisa era motivo para me bater. Foi assim desde sempre. Ele tinha todos os planos do mundo para me fazer mal.Não era meu amigo, não era meu amor, não era nada! Era só um homem com quem vivia...Eu tentei fugir muitas vezes e todas as vezes que tentei fugir, ele me pegou e eu apanhei mais e mais.E foi quando ele começou a me bater na frente do meu filho que eu descobri que ele nunca mais pararia, não tinha limites.
Dionísio a apertou em seus braços e bufou com ódio.
DIONÍSIO – Esse maldito, ele vai pagar por tudo, tudo o que te fez, meu amor.
REFÚGIO – Eu sofri muito, mas quando me violou. Ele me violou algumas vezes...– Ela suspirou e se agarrou a ele.
Dionísio a apertou ainda mais e sentiu as lágrimas escorrerem por seu rosto.
DIONÍSIO – Meu amor, meu amor, eu queria tirar todas essas dores de você para que você não sentisse nada. Nada!Para que isso não tivesse acontecido!
REFÚGIO – Meu amor, você tirou!– Ela se sentou na cama e ficou olhando para ele dentro dos olhos tocando o rosto dele e viu de se sentar também os dois ficaram frente a frente. – Amor, você me tirou da escuridão!Você foi a melhor pessoa que cruzou na minha vida, o amor me encontrou do jeito mais complicado!E no momento em que eu podia ser abandonada, Deus me deu você! O homem que além de me assumir como mulher me quis como esposa e tomou para si o meu filho e fez dele seu filho também. O mesmo homem que me deu um outro filho que é a luz dos meus olhos tanto quanto o primeiro e que segue comigo apaixonado educado gentil me amando e me desejando me fazendo sentir a mulher mais incrível do mundo! Você fez, meu amor, o impossível e eu sou essa mulher hoje porque você me amou!
Ele sorriu e a beijou...
DIONÍSIO – Você é meu amor, minha luz, minha amada!Ninguém me faz feliz como você me faz, você é meu anjo, me deu uma linda família e um amor sem igual.
REFÚGIO – Nós somos feitos um para o outro!Mas eu ainda não tinha visto você e nem você sabia onde eu estava e nós erramos por aí estando com pessoas que não mereciam nosso amor.A única coisa boa que eu tenho esse tempo é meu filho! Não tem mais nenhuma lembrança boa!
DIONÍSIO – Nosso filho é nossa melhor lembrança! – Ele sorriu e a beijou. – Quero que esqueça seus sofrimentos! Esqueça tudo!Nossa vida começa agora esqueça todas essas dores, meu amor.
REFÚGIO – Eu já esqueci, só me lembrei disso agora porque você me perguntou.– Ela puxou para cama novamente para se deitar e juntos e pensar em outras coisas. – Por que não viajamos para longe com os nossos filhos?
DIONÍSIO – Podemos ir para onde você quiser, meu amor. – Ele sorriu. – Onde desejar, eu vou!Sempre com você.
Ele acariciou as costas dela e a beijou.
REFÚGIO – Eu quero um lugar que seja legal que a gente possa se divertir com os meninos e ao mesmo tempo seja romântica. – Ela falou toda feliz sempre tinha querido viajar.
DIONÍSIO – Podemos ir a uma praia, ou ao campo o que você preferir, um lugar distante e muito lindo para sermos felizes.
REFÚGIO – Eu vou onde você quiser, meu amor, você pode escolher!Podemos fazer qualquer coisa ir a qualquer lugar eu tenho certeza que Patrício só quero a sua companhia.
DIONÍSIO – Vamos ao campo então, um lugar lindo cheio de natureza, vai ser maravilhoso, meu amor.
REFÚGIO – Eu tenho certeza, se você quiser podemos fazer isso daqui a uns mais ou menos uns dias ou menos não sei se já Podemos viajar para longe com Augusto.Acho que se eu estiver junto não tem nenhuma restrição para ele.
DIONÍSIO – Marca um pediatra e perguntamos se podemos ou não. Se pudermos, eu marco e vamos! – Ele a puxou para junto de si.
REFÚGIO – Sim, meu amor, podemos marcar.– Ela beijou novamente no rosto depois começou a beijar no peito dele começou apertando seus braços e começou a sorrir.
REFÚGIO – Vamos antes que ele acorde.– Ela disse mordiscando ele.
Ele sorriu e a apertou.
DIONÍSIO – Vamos com cuidado não sei o quanto você pode, meu amor...
REFÚGIO – Eu posso tudo, meu amor, com você tudo.
Ele a puxou para ficar sobre seu corpo, se roçando nela. Entrou nela com as mãos na cintura dela a movendo com calma. Ela ficou sobre o corpo dele e ele a moveu lentamente a beijando e acariciando, logo os movimentos se aceleraram e ele moveu forte e intenso até ela gozar o apertando e gemendo e ela foi em seguida. Quando ela sorriu ainda conectada a ele, feliz.Ela ouviu o choro estridente do filho começar. Ele sorriu.
DIONÍSIO – Bebezão, acordou. – Ele riu levemente.
REFÚGIO – Vou cuidar dele, meu amor, pode ficar aí descansar. – Ela se soltou o dele.Ele a olhou.
DIONÍSIO – Vou pedir seu jantar, amor, você não pode ficar muito tempo sem comer.
REFÚGIO – Pode pedir meu amor enquanto isso eu vou tomar banho com o nosso dengosinho!– Ela foi até o berço se pegou o filho. – Dengosinho de mamãe tá chorando?
Dionísio sorriu e foi ligar.Pediu o jantar e logo voltou. Quando o jantar chegou ele levou ao quarto e a viu saindo com o filho do banho. Foi até ela e o pegou.
DIONÍSIO – Deixa que eu troco ele, minha vida.
REFÚGIO – Ele está com frio, amor, veste logo. Veste logo ele, meu amor....a pele dele é tão fininha.– ela sorriu e foi a comida.– Hum, que delícia. – ela sorriu e comeu uma batata frita porque amava e ele sempre pedia.
DIONÍSIO – Sim, vou vestir! – Ele se afastou e começou a vestir o filho que se mexia inquieto.
Ele trocou o filho e depois o beijou deitando ele em seus braços e o acalentando. Era tão lindo e tão perfeito, que nem sabia como podia amar mais aquele filho todos os dias.
REFÚGIO – Amor posso começar a comer? – Ela falou já comendo.
DIONÍSIO – Pode sim, fominha. – Ele riu leve. – Eu vou fazer o garotão dormir! – Ele balançou o filho e a olhou.
Ela começou a comer ele não fez mais nada que não fosse prestar atenção na sua comida o seu estava vazio porque ela tinha dado uma marido no banheiro. Tinha dado mamar a ele no banheiro.
REFÚGIO – Amor, tá uma delícia essa comida!– Ela falava com a boca cheia parecendo criança mal educada. Bebeu suco para desafogar a comida continua.
Ele riu e viu o filho segurar a mão no roupão dele fechando os olhos.
REFÚGIO – Ele está feliz, amor?
REFÚGIO – Amor, amor, liga para Patrício por favor, vê se ela está bem!– ela falou bebendo seu suco com vontade.
DIONÍSIO – Eles não estão em casa. Victoriano ia levar eles para cavalgar. – Dionísio falou calmo.
REFÚGIO – Cavalgar? Ele não sabe cavalgar, amor, ele vai ficar bem?– ela ficou nervosa com ele. – Amor, você disse que ele não sabe?
DIONÍSIO – Se acalme, Victoriano vai estar no cavalo com ele. Não vai estar só! Victoriano não ia deixar nosso filho sozinho! – Ele balançou o filho que dormia. Se deitou na cama e o deitou ai seu lado.
REFÚGIO – Amor, por favor, temos que falar com eles, nosso filho é grande mas é bobo! – ela sofreu se levantando da cama e indo pegar o celular.– Eu quero que ligue, por favor, estou sentindo uma coisa ruim...
Os olhos dos dois se cruzaram e ele pegou o celular...
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