Notas iniciais
Jesus, perdão a demora gente! Houve imprevistos, vocês sabem né ... férias, visitas surpresas, sair com o namorado .... Mas enfim, ai está, capítulo feito agora da minha cabeça! Beijinhos e espero que gostem ! :*

Oliver começou a explicar para Felicity toda a sua história com ela em seu colo. Estavam tão relaxados e próximos, inebriados de saudades que estavam assim como se fizessem isso a tempos, com a intimidade de dois amantes de longa data. Quando Oliver terminou de contar tudo, a loira ficara espantada e sem saber ao certo o que pensar, e sem nem mesmo saber o que dizer.

Oliver apenas sorria, com um turbilhão de emoções que aconteciam dentro de si, só pelo simples fato de tê-la consigo ali. No seu colo, contando-lhe tudo o que havia ocorrido com Ra's e como foi longa sua volta para casa. Notou a confusão mental de Felicity que se esforçava para tentar dar coerência àquela história tão... peculiar. Se divertia vendo ela franzindo o cenho e fazendo uma pergunta atrás da outra, fazendo com que ele praticamente contasse novamente toda a história.

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POV Oliver

Após lhe contar tudo, era minha vez de fazer as perguntas.

– Onde está Roy e Dig? E... como está Thea? Ela sabe sobre mim?- perguntei.

– Roy e Dig voltaram para suas casas e isso... — ela olhou para o relógio do computador para ver as horas e de repente se assustou em como o tempo havia se passado. — Duas horas atrás!!!! Uau! Não percebi como o tempo havia passado tão depressa. Nossa... Eu realmente estou aqui faz tempo, sentada sentido dores. Dores nas costas que digo, porque tenho sentido muitas depois que você "morreu" — ela fez movimentos de aspas para enfatizar a última palavra.- e isso não foi agradável, e de repente agora que você apareceu eu estou como se estivesse ligada no 220. — disse ela logo em seguida corando e eu solo uma leve gargalhada- Mas ... interrompendo-me dos meus devaneios, a resposta para a segunda e terceira pergunta é Sim e Não. Thea está bem sim, mas não sabe sobre sua morte. Cogitamos em contar mas não tivemos coragem, pois queríamos estar mais curados desse baque e decidimos optar por esperar e inventar que você foi viajar para tirar umas férias com uma modelo russa muito bonita e que te deixou embasbacado e assim que estivéssemos prontos para contar de sua morte, diríamos que você morreu porque o trem em que você estava saiu dos trilhos, e acabou por cair em um penhasco e depois daríamos um jeito de burlar essa história para que parecesse verdade, e óbvio que sua linda modelo russa também morreria., mas espero não ter que falar da sua morte, porque se não eu teria que contar do seu renascimento, porque sim, isso foi um renascimento. Você renasceu Oliver! E seria complicado explicar todo o processo de fênix que você viver, e por...

– Felicity, ok! — eu disse dando gargalhadas e interrompendo ela de falar sem parar, como uma vitrola. — Eu entendi mas fico extremamente magoado por fazer com que minha imagem ainda se parece com a do antigo Oliver Queen. Eu não saio mais com modelos e ao menos me deixo levar à toa. Mulher é bom, é verdade, e bonitas atraem, mas no momento, nesse exato momento — disse levando uma de minhas mãos a seu rosto, espalmando-a e outra em sua cintura — eu só quero uma mulher. E ela está aqui, sentada no meu colo. — continuei vendo Felicity corar e senti-la levemente constrangida, e isso a deixava mais charmosa.- Não quero outra mulher Felicity, esse tempo todo pensei em todos vocês, mas eu estava ansiando por tê-la para mim. Eu senti saudade e é claro que eu sentia saudade de todos e quero reencontrá-los, mas hoje, agora, aqui ... eu só quero você, só você. Quero matar minha vontade de você.

– Oliver ... — disse ela fechando os olhos levemente marejados, fazendo um carinho em meu rosto e em minha mão que segurava delicadamente seu rosto. — Eu senti sua falta, e por Deus! Como sofri.- então vi um traço de tristeza riscarem seus olhos, por um segundos apenas, até ela continuar. — Mas agora, você está aqui ... e ... Aqui! E eu não posso nem acreditar. Como isso pode ser real? Como eu vou saber se não é um de meus sonhos realistas e mais? Daqueles que eu acordo suando, ofegante, com o corpo queimando ... — ela disse e logo percebeu o que havia dito, insinuando sem querer segundas intenções, e logo ficou com as bochechas rosadas.- Quer dizer ... é ... bom ... — Eu a interrompi passando os dedos em seus lábios e logo em seguida lhe dando um beijo nada casto, cheio de desejo e ardente como uma chama. Minhas mãos se moveram de modo que uma escorregou até uma de suas coxas e a outra se entranhou em sua nuca, e logo senti as mãos dela alternarem em minha nuca e pescoço. Sentir o ar se fazer necessário, aliás, maldito ar, e afastei nossas bocas brevemente em uma curta distância apenas para dizer:

– É assim que vou provar que isso não é só um sonho realista. É real. E pretendo fazer mais...

Voltamos a nos beijar de maneira forte e sensual. Era impossível comandar meu corpo tão travesso. Minhas mãos pareciam ter vidas próprias, apenas sendo guiadas pelo tesão e logo o beijo esquentou de tal forma que uma de minhas não, a que estava na coxa, se atreveu a subir e descer devagar e provocativas, traçando uma linha reta imaginária na lateral de suas belas coxas e em seguida, mais maliciosa ainda ela chegou até a barra da saia azul escura colada de Felicity e aos poucos foi sendo ousada o suficiente para me fazer senti-las de baixo de sua saia passando de sua coxa para as sua nádegas. Minha boca descolou-se das da loira e desceram até o pescoço, beijando-o ávidamente. A outra mão rapidamente se deslocou de sua nuca e foi até sua cintura ao mesmo tempo que Felicity soltou um leve gemido — Oli... ver ... oh... — disse ela ofegante arfando.

Felicity agarrava meus cabelos com força e sensualidade de modo que estava me deixando severamente excitado. Em rápido movimento mudei sua posição, e a ergui rapidamente para que seu quadril se encaixasse nos meus e ela ficasse de frente para mim, sentada em meu colo. Ela jogou o meu boné longe e começou a mordiscar minha orelha arfando e soltei um gemido rouco de prazer e quando olhei para seus quadris encaixados nos meus ao mesmo tempo que minhas mão agarravam suas coxas, senti meu membro latejar só de ver sua saia tubinho já levantada o suficiente para que eu pudesse ver sua calcinha que estava molhada com sua lubrificação. Sua calcinha era preta, de renda e eu fiquei fascinado e desnorteado. Não sei o motivo de Felicity ter escolhido usar aquela calcinha em um dia comum, mas agradeci a Deus por ela ter escolhido essa justamente nesse dia. As mão dela, foram nada hesitantes até a barra da minha blusa e a levantou, tirando-a por completo, deixando todo o meu abdome descoberto.

– Oh, Oliver... Senti saudade desse abdome definido — ela disse esfregando suas mãos sobre ele como se saciasse seu mais profundo desejo. Logo suas mão foram até meus braços e massagearam-no levemente. — Hum... ahm.. Músculo. Gostoso. — ela disse sem nenhuma vergonha em meio a gemidos, o que me surpreendeu.

Eu não aguentava mais vê-la tão exposta, tão desejosa, tão docemente em meus braços que tirei sua blusa preta colada ao corpo que estavam dentro da saia e que só exaltava seus seios. Tirei seu sutiã preto de renda que parecia ser conjunto com a calcinha e vislumbrei seus seios que eram pequenos e alvos e sem mais aguentar eu levantei a erguendo em meus braços e levando-a até a cama que ela mesma havia comprado para mim, para que eu não dormisse mais no chão da caverna, e ela estava encaixada em meus quadris. Tirei sua saia com certa urgência e voltei a beijá-la e ela segurou o cós da minha calça e puxou, afim de trazer a mesma mais para perto de si e logo desabotoou-a e tirando-com rapidez, me deixando apenas de cueca box branca. Continuamos nos beijando e eu pude sentir nossas línguas tão íntimas, que se moviam em sintonia como se já fizessem isso a tempos.

Ela estava sexy com os cabelos espalhados pelo travesseiro, soltando gemidos, e seus gritos de desejo ecoando pelas paredes do esconderijo que automaticamente comecei a roçar o meu pênis na feminilidade dela, e notei que ela sentiu o volume pois seus olhos logo pareceram que soltavam mais faíscas do que antes.

POV Felicity

Logo virei o jogo e já estava por cima de Oliver, enlouquecendo-o e enlouquecendo-me. Oliver, era bom, na verdade, muito bom. Agora sei porque todas caíam aos sus pés além de sua beleza de Deus grego.

Com uma sensualidade que nem eu mesma sabia da onde veio, comecei a simular sexo, em cima dele, roçando nossas intimidades através de nossas roupas íntimas e cada vez mais ficava excitada com o membro rigidamente grande de Oliver. Comecei a cavalgar mais freneticamente sentindo meu corpo suar cada vez mais e notei que suas mão agarraram minhas nádegas e ele soltou um gemido para logo depois dizer:

– Fe... Licity... Oh,Ah! — gemia como se não conseguisse mais se segurar de desejo — Eu quero você, eu preciso de você. — disse ele, apertando mais minhas nádegas me fazendo sentir arrepios. -Deliciosa. Quero você agora, por favor! — suplicou e eu de bom grado cedi.

Suas mãos foram até minha calcinha e a rasgaram ao mesmo tempo em que ele se colocou por cima de mim e pude ter um vislumbre de seu membro pulsar e se mostrar rigidamente grande através da cuenca branca. Afastei minhas pernas lhe dando ampla visão de todo aquele centro de prazer que era minha feminilidade. Ele parou por um momento me olhando, de modo que me fez corar levemente, afinal aquele homem todo estava me admirando e notei seus olhos negros de prazer, como um caçador faminto por sua presa. Ele ficou um tempo olhando para minha parte íntima desnuda até percorrer o olhar sobre meu corpo devagar, como se admirasse cada pedaço, até que seus olhos encontraram os meus. Vi desejo, tesão, fogo ... amor? Pensei em ter visto um traço de amor por ali. Tenho certeza que vi. Acho não... Certeza. Me senti aquecida com esse pensamento e ele tirou sua cueca em um movimento rápido, e logo me cobriu com seu musculoso corpo. Minhas mãos entranharam entre seus cabelos ao mesmo tempo que as mãos dele agarravam minhas nádegas com malícia e roçava seu membro ereto na minha intimidade. Eu não aguentava mais de desejo e em um sussurro me peguei implorando para que ele estivesse dentro de mim.

– Oliver, se não aguenta mais... me ame agora — minha voz saiu suplicante.- por favor, eu não aguento mais... eu preciso ... Oh!

– Precisa? — disse ele com sensualidade e luxuria na voz, como se quisesse me ouvir implorar com desejo.

– Sim! — implorei!

Para minha surpresa ele roçou seu nariz de forma carinhosa no meu e em seguida disse:

– Eu te ... amo. — disse e eu senti toda a sinceridade em sua voz. — Eu te amo. — repetiu e deu um beijo carregado de amor em meus lábios. Meus olhos marejaram, eu pude sentir. E vi que os dele também. E de repente uma emoção mais forte do que tesão me atingiu e eu soube que era amor. Soube que no momento de finalmente ele me penetrar não haveria só sexo carnal. Mas também amor. Faríamos amor.

Oliver soltou um gemido de prazer quando me penetrou e ambos ficamos parados sentindo aquela sensação de desejo sendo saciado.

– Eu te amo Oliver. — eu disse inesperadamente até para mim.

Ele sorriu e aos poucos começou a se mover dentro de mim e senti seu membro latejar dentro no meu corpo. A sensação era incrível e logo ele foi aumentando as estocadas ao mesmo tempo que minhas unhas cravaram suas costas para aliviar o tesão. Nossos corpos estavam quentes, fervilhando e então, com nossas respirações ofegantes e sentindo o orgasmo inebriante nos atingir, nossas penas bambeando de relaxamento, eu pude sentir meu corpo pulsar no momento em que nossos orgasmos chegaram juntos e Oliver soltou um rugido abafado, mordendo os lábios e a os olhos fixos nos meus. Eu também gemi com meu quadril erguido como se saciasse todo o desejo.

Ainda conectados por nossas intimidade, corpos suando e respiração ofegante, nós tentamos recuperar o fôlego. Nos desconectamos e ele caiu ao meu lado. M e puxou para si, e eu me aninhei em seu peito.

– Nossa! Uou! — disse ele entre sorriso e respiração entrecortada. Ele olhou para mim acariciando minhas bochechas. — Você está linda assim, com as bochechas rosadas.

Senti meu rosto queimar e soltei um sorriso sincero.

– Obrigada senhor Queen. Você também está ótimo, e sexy, e sensual e se não se desfizer dessa pose eu vou me acender de novo ... — eu disse, já sem nenhum traço de timidez e me virando para ele, de modo que fazia meus seios se roçarem em seu peitoral perfeito. Ele sorriu sensual e sussurrou:

– Acho que vamos ter um segundo round. — disse mordendo os lábios e notei o quanto era incrível essa situação. Eu mal havia acabado de ter um orgasmo e já me senti com o corpo fervilhando, clamando por Oliver, pronto para recomeçar tudo novamente.

Você chegou ao fim do livro. Parabéns!