Quando o amor acontece
7 Capítulo 7
Notas iniciais

CAPÍTULO ANTERIOR: "FOYET: Como vai, Emily Prentiss? — disse com um sorrisinho."
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EMILY: Você? — disse ao olhá-lo. — O que você quer?
FOYET: Como está o agente Hotchner?
EMILY: Deixe-o em paz!
FOYET: Você sabe que isso não será possível.. Agora me dê sua arma.
EMILY: Não estou armada! Estava indo trabalhar.
FOYET: Não me faça de idiota! — disse e bateu com a arma na cabeça dela fazendo-a desmaiar.
Em seguida ele a colocou no carro, retirou todas as armas que ela possuía e a algemou. Logo depois entrou no carro e saiu.
B.A.U., Behavioral Analysis Unit — 7:36
J.J já havia reunido a equipe e seguia apressada até a sala de Hotch.
J.J: Hotch? — chamou entrando.
HOTCH: Sim? — disse a olhando.
J.J: Rastreamos toda combinação de remédios do Foyet, mas e se ele está usando remédios liberados pra mascarar as compras?
HOTCH: Limitem a busca para remédios que não são substituíveis. Boa ideia.
XX: Ligaram do gabinete do diretor geral do correios. — disse um rapaz da porta da sala.
J.J: Mas já? — disse o olhando.
XX: Não sou só um bonitinho... — disse e saiu.
HOTCH: A Garcia já chegou? — disse saindo da sala junto com J.J.
Assim que encontraram Garcia, Hotch e J.J. passaram-lhe várias informações.
HOTCH: Rastreie remédios que não podem ser trocados por outros não controlados e que só um farmacêutico pode dar. Seja rápida Foyet não fica muito tempo no mesmo lugar.
GARCIA: Então preciso do Kevin. Vai ser mais rápido com ele me ajudando.
HOTCH: Certo. — concordou. — J.J. reúna o pessoal. Já encontro vocês.
J.J: Ok! — disse saindo.
***
HOTCH: Algum problema? — disse ao ver J.J. entrando apressada em sua sala.
J.J: Sim. — respondeu.
HOTCH: O que houve?
J.J.: É sobre a Emily.
HOTCH: Aconteceu alguma coisa?
J.J: Não sei... Eu conversei com ela era umas sete da manhã. Ela estava na garagem de seu prédio, saindo para vir e me disse que em quinze minutos estaria aqui. O problema é que já fazem quarenta e cinco minutos que nos falamos.
HOTCH: Você tentou o celular? — perguntou.
J.J: Tentei no celular dela e nada.. Então liguei no prédio dela e falei com o porteiro. Ele disse que viu quando Emily saiu e pelo que ele disse foi no horário que eu falei com ela.
O telefone de Hotch começou a tocar. Ele atendeu. Assim que terminou a ligação ele olhou para J.J.
J.J: O que houve?
Hotch saiu apressado em direção à sala de reuniões, J.J foi logo atrás.
ROSSI: Nossa, Prentiss ainda não chegou? — disse se sentando.
REID: Estranho.
HOTCH: Pessoal! — disse chamando a atenção de todos.
ROSSI: Aconteceu alguma coisa? — disse vendo o amigo preocupado.
HOTCH: Foyet atacou novamente! A vítima foi um zelador. Encontraram ele faz poucos minutos.
MORGAN: Aonde?
ROSSI: Aqui na cidade?
HOTCH: Sim. — disse e olhou para J.J.
J.J: Oh, não me diga que...
REID: De onde ele é? — perguntou.
HOTCH: Do prédio onde mora Emily. E é possível que Foyet esteja com ela!
J.J: Não acredito!
MORGAN: Droga! — disse socando a mesa.
REID: Mas por que ele a levaria?
HOTCH: Eu ainda não sei...
*****
J.J: São quase duzentos quilômetros entre Fredericksburg e Westminster, por que enviar cartas das duas cidades?
MORGAN: Deve ser pra despistar a investigação. Se enviasse de perto de casa nos levaria até ele, aí envia de longe e nos tira da pista.
ROSSI: Ele poderia ter ido pra qualquer lugar, mas ficou perto de Washington.
REID: Faz sentido que ele fique perto do Hotch, ele ficou em Boston para ver Choni se desmoronar. Não que...
HOTCH: Tudo bem. Eu sei que ele me vigia. Também foi por isso que saí do comando, para ele achar que eu enfraqueci.
GARCIA: Achamos um remédio para tireóide que não tem substituto não controlado. Você tem que pegar com o farmacêutico, mas muita gente usa.
ROSSI: Ache a intercessão das duas cidades e isola nomes num raio de quarenta quilômetros.
MORGAN: Ele não vai usar o próprio nome.
Eles fizeram pesquisas de vários nomes e nada. Até que Reid começou a estudar os possíveis tipos de apelidos que ele se daria e finalmente chegou a uma conclusão.
REID: Peter Rhea.
GARCIA: Tem um Peter Rhea em Arlington.
ROSSI: Achamos ele. — disse.
Assim que localizaram o apartamento de Foyet, eles seguiram para lá. Esperaram um pouco para ter certeza de que ele estava lá. Após algum tempo de espera, eles invadiram. Foyet já havia fugido.
ROSSI: Se está com pressa, ele vai errar.
HOTCH: Mas quando fica encurralado ele mata. — disse.
Ele estava temendo pela vida de Emily.
J.J: Precisamos botar Garcia nessa. — disse olhando para o computador.
Assim que Garcia conseguiu o acesso, começou a procurar coisas no computador dele.
J.J: Espera, Garcia. Congela. — disse ao ver fotos de Sam.
REID: Esse não é o...
HOTCH: É o agente federal designado para minha família. — disse já pegando o celular.
Ele ligou imediatamente para Sam, mas o mesmo não atendeu. Hotch lhe deixou uma mensagem.
Havia também fotos de Emily e Hotch na entrada do prédio onde ele mora, eram dos dias em que Emily tinha dado carona para ele.
MORGAN: Foyet ficou vigiando vocês esse tempo todo.
ROSSI: Acho que sei por que ele pegou a Emily.
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CASA DE SAM KASSMEYER — 12:35
Assim que o carro parou, Emily o olhou.
EMILY: Onde estamos? — perguntou.
FOYET: Logo saberá! — ele a olhou e abriu a porta do carro.
Ele dopou Emily e a colocou desacordada no banco de trás. Em seguida trancou o carro e foi em direção à casa de Sam. Entrou pelos fundos e encontrou Sam na sala. Deu um tiro na perna dele fazendo-o cair.
FOYET: Cadê eles? — perguntou e em seguida de um tiro em sua outra perna.
SAM: Ahhh! — gritou.
FOYET: Cadê eles? — perguntou novamente.
SAM: Eu não sei do que está falando.
Foyet deu-lhe mais um tiro. Desta vez nos pés. Em seguida o espancou e torturou de todas as formas possíveis.
SAM: Me mata. Eu não vou dizer nada.
FOYET: Você não vai sair dessa tão fácil. Eu quero você vivo para dizer ao agente Hotchner que foi culpa dele a família estar morta.
Ele se levantou e pegou o celular de Sam. Em seguida discou vários números até encontrar o de Haley.
FOYET: Alô Haley? É você?
HALEY: Sam?
Assim que terminou de falar com Haley, ele seguiu para o carro.
*****
Após encontrarem Sam ferido, Hotch seguiu com ele para o hospital afim de obter alguma informação. A equipe entrou em contato com os federais e eles disseram que Haley havia sumido. Imediatamente contaquitaram Hotch.
HOTCH: Foyet ligou para Haley do telefone de Kassmeyer.
MORGAN: Vamos pedir para Garcia rastrear.
HOTCH: Ele disse que ela estava em perigo e que eu estava morto.
ROSSI: Você ligou para ela?
HOTCH: Não ele mandou ela jogar o celular fora e comprar um descartável.
MORGAN: Vamos até aí te pegar.
HOTCH: Não. O Emerson vai me trazer um carro.
MORGAN: Quer se reunir no escritório?
HOTCH: Eu tô torcendo para ela me ligar pelo menos pra checar.
MORGAN: Foyet se passou por federal, chegou a ligar de um número que a Haley reconheceu.
ROSSI: E fez o que excita ele, assustou ela.
MORGAN: Não ele paralisou ela e sobrecarregou ela.
REID: Agora ela confia nele. Aonde será que ele vai levá-la?
J.J: A Garcia pegou um rastro.
GARCIA: Ele está passando por umas torres.
HOTCH: Quais?
GARCIA: De Ferfaix.
J.J: Ainda tá na área?
HOTCH: Mande as coordenadas pra mim. — disse entrando no carro que havia chegado.
MORGAN: O celular tá ligado?
GARCIA: Tá.
MORGAN: Hotch? — chamou.
GARCIA: Desligou.
MORGAN: Droga!
J.J: O que é isso?
GARCIA: Hotch tá ligando pro Foyet.
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EMILY: O que você fez? — disse meio zonza.
Ela já estava com ele no banco da frente. Olhou ao redor e reconheceu o local. Viu a antiga casa de Hotch e entrou em desespero.
EMILY: O que vai fazer? — ela olhou.
FOYET: Jura que não sabe?
O telefone dele começou a tocar.
FOYET: Agente Hotchner.
HOTCH: Se tocar em algumas delas...
FOYET: Eu serei gentil. Como fui com você... Mas posso lhe dizer que em uma eu já toquei. Não desse modo. Ainda... Por que foi que demorou tanto? Tá tão quietinho...
HOTCH: Você já não conseguiu o que queria? Já se separou de qualquer pessoa com que teve laços, você não é só um assassino famoso. Você é o estripador. Vamos estudar você e seus métodos pra sempre.
FOYET: Sabe o que estou pensando? A Haley fica bem de cabelo preto. Ela perdeu peso. Deve ser do estresse que causou a ela. Cadê o garotinho? Ah, ele está ali. Ele gosta do Capitão América. É por sua causa?
Hotch nada respondeu. O celular começou a tocar.
FOYET: É a sua mulher. Um instante. — disse pegando o celular. — E você, se abrir a boca, eu mato você e em seguida acabo com ela e o garotinho.
Em seguida tampou a boca dela com a mão. Ele colocou o celular no viva-voz para que Hotch pudesse escutar a conversa.
FOYET: Sra. Hotchner?
HALEY: Já cheguei!
FOYET: Abra o portão que eu vou entrar, por favor.
HALEY: Está bem. — ela desligou o celular.
Ele tirou a mão da boca de Emily e pegou outro celular.
FOYET: Aaron, preciso desligar. — disse. — Mas... pensando bem... Como você não está aqui para presenciar isso, vou deixar o celular ligado. Para você ouvir.
Ele olhou para Emily.
FOYET: E você... Vai vir comigo. — disse apertando o pescoço de Emily.
EMILY: Ahhh...
FOYET: Mas... — ele a soltou e pegou uma arma. Em seguida bateu com a arma na cabeça dela fazendo-a ficar desacordada.
HOTCH: Prentiss? — chamou, mas não obteve resposta. — O que você fez? — disse.
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