Quando Te Vi
46 O AMOR EM SUA MAIS PURA ESSÊNCIA...
CAPÍTULO 45
O AMOR EM SUA MAIS PURA ESSÊNCIA...
– Tem certeza que ninguém poderá nos ouvir?
– Tenho! E tenho mais certeza ainda do quanto eu te quero... – Já estávamos totalmente nus... Excerto pelas minhas meias ¾ e as botas que eu calçava, que, aliás, ele nem tentou tirar.
O clima no quarto estava mais do que quente, estava sedutor e envolvente... ...as velas, a música, as pétalas de rosas... Tudo simplesmente perfeito! Edward estava primoroso em sua nudez e completamente pronto para fazer amor... Eu senti naquele momento que há nossa tão sonhada hora havia chegado. Estávamos prontos para dar o próximo passo. Ficamos nos olhando nos olhos por algum tempo, contemplando um ao outro sem dizer nada, enquanto uma velha música tocava... Uma música que eu já conhecia bem, uma música que já tinha feito parte demomentos especiaisde nós dois...
“... mas quando você me amar
me abrace e me beije bem devagar
que é pra eu ter tempo,
tempo de me apaixonar...”
Então ele se aproximou de mim, colocou a mão na minha cintura e me puxou delicadamente, colando os nossos corpos, pele contra pele... Eu já sentia a sua ereção cutucando a minha barriga. Inclinando-se, ele me beijou igual à letra da música que estava tocando, ele me beijou terno, me saboreando... Ele contornou os meus lábios com a ponta da língua... Eu me arrepiei toda! O beijo, apesar da suavidade, foi muito erótico e intenso, as minhas pernas ficaram bambas e eu tive que me segurar nos ombros dele para me manter em pé, uma vez que as minhas pernas viraram pura gelatina.
– Edward!!!!! – Falei ofegante.
– Eu te quero tanto minha sereia – Ele sussurrou rouco e perdido na emotividade do momento.
– Também te quero, te quero muito. – Assim que eu terminei de murmurar aquelas palavras ao ouvido dele, ele se inclinou, me pegou no colo me levando para a cama e me sentando delicadamente, nesse momento o celular dele tocou, e nós dois nos encaramos, pois já conhecíamos aquilo... ...a velha eMALDITAinterrupção. Sem tirar os olhos de mim ele caminhou até a cômoda onde havia deixado o celular, quando eu pensei que ele iria atender, ele apenas o desligou sem nem ao menos olhar quem era...
– Hoje ninguém vai nos interromper. – Ele deu um sorriso meio de lado, desses de tirar o fôlego e antes de voltar para cama, ele passou pela porta para se certificar de que estava mesmo trancada.
“Isso vai realmente acontecer”... A minha mente gritou, a minha pulsação aumentou em cem por cento, eu já me encontrava no completo estado de excitação, o maior que eu me lembre já ter tido. E a cada passo que ele dava em minha direção, eu o contemplava, em toda a sua beleza e primazia... Quando ele já estava novamente ao lado da cama, Edward se inclinou e me beijou, forçando o seu corpo contra o meu, me fazendo deitar na cama, para logo em seguida, ele se deitar ao meu lado. Quando o longo beijo foi finalizado, mais por falta de ar do que por vontade própria, afinal, ele estava tão ou mais ofegante quanto eu... ...então ele se apoiou em um braço e com o outro percorreu todo o meu corpo, começando pelo meu pescoço, em direção a minha clavícula e passeando pelos meus seios, onde ele demorou por um tempo acariciando os mamilos duros e se inclinando para beijá-los e sugá-los. Eu apenas permanecia em estado de inércia prazerosa e somente me permitia gemer... Depois a mão dele, que estava na minha barriga, começou a fazer suaves círculos com os seus dedos longos no entorno do meu umbigo...
– Você é linda demais, eu estou louco para estar dentro de você... – Nesse momento a mão dele estava lá... A minha respiração ficou descompassada. Nós nos olhamos profundamente nos olhos enquanto a mão dele afastava as minhas coxas e segurava o meu sexo, pressionando-o com a mão em concha, a pressão me fez contorcer-me e ir a sua procura... Depois de um tempo ele começou a percorrer o meu sexo com os dedos, a essa altura eu já estava praticamente gozando. Ele sentiu isso, então começou a circular o meu clitóris com os dedos, fazendo mais pressão ainda, não demorou muito e eu gozei, fitando os olhos dele. Meu gemido foi abafado por um beijo, bem demorado... Enquanto ele me beijava, o meu corpo foi perdendo o efeito do orgasmo, aquela sensação de torpor... Então, em um movimento ousado, eu segurei o seu pênis e comecei a fazer movimentos de vai e vem. O pênis dele estava enorme e super rígido. Ele gemeu ao meu ouvido...
– Assim, adoro quando você acaricia o meu pau, com as suas pequenas mãos macias...
Eu não queria mais esperar...
– Quero que você me tome agora, quero que me faça sua.
– Bela!!! – Ele me deu mais um beijo, a sua língua invadiu a minha boca e se encontrou com a minha... Então, ele se posicionou entre as minhas pernas, deixando-as totalmente abertas, tocando o pênis na entrada do meu sexo, fazendo uma leve pressão, outro beijo escandaloso se seguiu antes dele se ajoelhar entre as minhas coxas, abrir uma camisinha e desenrolar no seu comprimento. Voltando em seguida para a posição anterior, com os dois braços sustentando o peso do corpo, suspenso sobre o meu.
– Eu te amo... – Ele me disse antes de posicionar novamente o pênis, agora revestido em uma camisinha, ele encostou a testa na minha – Tem certeza? — Ele perguntou, embora já tenhamos ido longe demais para voltar a trás. Então olhando nos olhos dele falei em voz alta para que não houvesse dúvidas.
– Sim...sim...sim...
Ele não esperou mais e delicadamente começou a pressionar...
– Se ficar desconfortável me avisa.
– Tá...
– Eu não quero te machucar.
– Não está machucando.
– Se eu pudesse faria tudo para você não sentir nenhuma dor...
– Eu não estou sentindo dor.
A minha resposta deve ter acionado algo nele, pois a sua delicadeza se transformou em urgência, seus olhos escureceram e então ele forçou a entrada, eu me agarrei à cintura dele, eu acho que tentando me proteger, eu meio que o travei, mas ele não se deteve e então, quando eu achei que ele iria empurrar com força, ele simplesmente saiu da posição em que estava e abocanhou a minha vagina, sugando, mordendo e lambendo o meu clitóris, me enlouquecendo.
– Você já está molhadinha, mas nunca é demais!!!! – Ele continuou por mais um tempo e parou quando percebeu os meus tremores, parou antes de eu gozar... Eu fiquei um pouco frustrada confesso, ainda tentei segurar ele lá, fechando as coxas e prendendo a cabeça dele. Mas não demorou muito e ele conseguiu se desvencilhar das minhas coxas e voltou a ficar entre as minhas pernas, abrindo-as o máximo possível, me expondo, mas a essa altura eu já não estava mais preocupada com a minha exposição, eu o queria desesperadamente... ...e então, quando eu menos esperava, ele deu um impulso firme, os nossos olhos se encontraram, mais um impulso... ...olhos nos olhos...
– Aiiiiii...ah...ah...ah...
Ele atravessou a barreira... (Nota da Beta/ ALELUIA!!!)...ficou imóvel por uns instantes e continuou me olhando nos olhos, sorrimos um para o outro, e então ele começou os movimentos, inicialmente de forma lenta, para eu me acostumar, depois o ritmo foi aumentando. Eu sentia um misto de prazer e dor ao mesmo tempo, não era uma dor insuportável, definitivamente não era...
– Você é tão apertadinha... Tão gostosa... Hum...hum!!!
Esse comentário me fez gemer e os meus gemidos o fizeram aumentar mais o ritmo.
Entrando e saindo...
– Bella!!!
Entrando e saindo...
– Hummm!!!!
Entrando e saindo...
–Te amo.
Entrando e saindo...
– Também te amo. – A minha voz quase não saiu.
Ele me beijou e imprimiu um ritmo ainda mais rápido, enquanto isso, eu passava as mãos pelas costas e pelo bumbum dele... Em meio à dor e ao prazer eu gozei... Segundos depois ele gozou e desabou sobre mim... Nós respirávamos com dificuldade, a cabeça dele enterrada entre o meu pescoço e o meu ombro.
Quando a nossa respiração estava quase se estabilizando, ele saiu de dentro de mim. Eu senti um pequeno desconforto e um pouco de vergonha quando percebi que tinha sangue na camisinha.
– Maravilhoso... Isso. Foi. Maravilhoso!!!!!!!!!! – Ele disse enquanto se sentava e me dava um beijo no rosto.
– Sim... foi... – Eu anuí concordando tímida.
– Agora você é minha... – A voz rouca e sensual demonstrava o prazer de suas palavras cumpridas e de fato...
– Sua... Somente sua...
A música que estava tocando naquele exato momento, não poderia ser mais perfeita.
“Depois de ter você
pra que querer saber
que horas são
se é noite ou faz calor
se estamos no verão
se o sol virá ou não
e pra quem é que serve
uma canção como essa...”
Ficamos quietos esperando os nossos corpos se estabilizarem depois do gozo. Então alguns minutos depois, ele se levantou e caminhou em direção ao banheiro, no percurso eu percebi que ele tirou a camisinha fazendo um nó na ponta e a jogando no lixo. É incrível como ele é seguro de si, andava nu sem a menor cerimônia, tão natural como se estivesse usando um terno caro. Eu ouvi a água jorrando, ele estava colocando a banheira para encher. Logo voltou e se sentou ao meu lado na cama, trazia na mão uma toalha branca molhada, primeiro ele passou a toalha na minha barriga e antes que eu pudesse fazer qualquer coisa ele deslizou a toalha, passando-a suavemente pela parte interna da minha coxa, retirando os resquícios de sangue, eu instintivamente tentei fechar as pernas, mas com a outra mão, ele as abriu novamente me deixando totalmente exposta.
– Não precisa ter vergonha de mim.
– Você não precisa fazer isso.
– Não, mas eu quero, quero cuidar de você – Não sei, mas aquelas palavras arrancaram os meus últimos pudores, então eu me deitei e deixei que ele continuasse. Logo em seguidaeu senti a toalha na minha vagina, sendo passada delicadamente.
– Pronto. – Ele falou enquanto me puxava para junto dele. Nós nos levantamos e eu olhei para a cama, havia algumas manchas de sangue. Acho que ele entendeu o que o meu olhar dizia.
– Não se preocupe, eu vou dar um jeito nisso, agora vem comigo. – Ele pegou a minha mão e me levou em direção ao banheiro, quando já estávamos lá dentro, Edward colocou a toalha que usou para me limpar em cima da pia.
– Sê não vai deixar essa toalha aí, né?
– Não, só por agora, depois eu vou pegar as roupas de cama e ela e levar tudo para a máquina de lavar.
– Tá...
Dentro do banheiro o clima não estava menos romântico, tinha velas, a luz estava baixa, a banheira cheia de água e pétalas de rosas.
– Sem espuma?
– Sem espuma... – Ele confirmou. – Não quero que nada tire a minha visão do seu lindo corpo. Quero que tudo esteja exatamente igual à primeira vez “quanto te vi”...
– Não tinha pétalas...
– Só um acréscimo para deixar a cena ainda mais erótica e romântica. Fica aqui só um pouquinho.
– Aonde você vai?
– Calma, eu não vou embora, só vou pegar nossa champagne e as taças.
Ele foi rápido, em menos de um minuto estávamos brindando. Depois que demos alguns goles, ele pegou as nossas taças e colocou na borda da banheira e então se virou para mim e estendeu as mãos, depois me guiou até a banheira e me ajudou a entrar, a água estava maravilhosa, quando me sentei, eu senti uma leve ardência e acho que até fiz uma pequena careta.
– Tudo bem? — Ele perguntou preocupado.
– Tudo!
– Tem certeza?
– Tenho, é só um pequeno desconforto, nada demais. Vem...
Ele entrou e se pôs sentado entre as minhas pernas, as suas costas estavam encostadas nos meus seios, ele pegou a sua taça e depois a minha. Bebemos enquanto eu acariciava os seus cabelos bagunçados e ele acariciava as minhas pernas...
– Eu achei que isso nunca fosse acontecer.
– Eu também.
E em tom de brincadeira ele emendou...
– Ainda bem que tivemos o nosso momento antes de Alice chegar, a empata foda numeroUMdo planeta... Caso contrário, duvido muito que estivéssemos usufruindo desse momento mágico.
– Deixe de ser maldoso! – Eu o recriminei em tom de brincadeira.
Demos muitas gargalhadas juntos.
Pouco tempo depois, Edward se virou para mim e eu percebi naquele instante que iria acontecer tudo de novo. Meu corpo reagiu na mesma hora, eu comecei a sentir a minha respiração se alterar.
– Como você está?
– B-bem. – Falei e depois mordi o lábio inferior.
Ele virou ficando de frente para mim e logo segurando o meu rosto com as duas mãos e me beijando apaixonadamente.
– Bella você toma pílula? — Ele foi direto, acho que fiquei meio vermelha.
– Já tomei, para regularizar a minha menstruação, mas não estou tomando mais.
– Tudo bem, eu queria transar com você dentro da banheira, mas usar camisinha na água não é muito legal, vamos ficar mais um pouco aqui e depois podemos voltar para a cama e fazer amor.
– Tá bom... – Continuamos nos beijando e nos acariciando.
Terminamos de tomar as nossas bebidas enquanto nos acariciávamos. Edward começou a acariciar a minha vagina e introduziu um dedo fazendo movimentos de vai e vem, nossa, foi muito gostoso, logo ele introduziu mais um dedo e o movimento aumentou, ele aproveitou para beijar e chupar os meus seios, e a cada movimento que fazíamos a água da banheira transbordava, e caia em cascatas no chão. Eu também o acariciei, não agüentando mais, eu me abaixei e abocanhei o pau dele chupando, lambendo toda a extensão de seu comprimento, a certa altura, ele me interrompeu alegando que não queria gozar na minha boca, e quando não estávamos mais agüentando de tanto tesão, saímos da banheira.
– Cuidado para não escorregar, o chão está todo molhado. – Ele me alertou.
Caímos na cama sem nos enxugarmos e começamos tudo de novo, foi igualmente maravilhoso, eu nunca tinha me sentido tão bem em toda a minha vida, foi perfeito...
...
– Bella?
– Humm...
– Onde vamos dormir?
– Humm?!
– Tô perguntando onde iremos dormir? Aqui ou lá no seu quarto.
– Claro que é aqui, eu não quero voltar pararealidade, não até pelo menos amanhã de manhã... – Claro que Edward entendeu o que eu quis dizer com a palavra “realidade”.
–Tudo bem então, vamos dormir aqui então...
– Amor...
– Fala de novo...
– O quê?
– O que você falou agora a pouco...
– Dormir aqui?!
– Não, o que você falou por último...
– Amor?!
– É. Isso é ótimo de se ouvir.
– Me diz uma coisa, como você preparou tudo isso. As flores, a música, a bebida?
– Tive uma ajudinha.
– De quem?! – O tom de minha voz mostrou o grau da minha curiosidade.
– Você não vai acreditar...
– Fale logo...
– De Rosalie.
– De Rosalie?!
– Sim, eu telefonei para ela, claro que a principio ela se negou, mas depois eu disse que era para te fazer feliz! Então ela aceitou!
– Vou agradecer a ela.
– Eu também!!! – Ele suspirou.
Depois de um tempo pegamos no sono, e claro, acordamos mais umas duas vezes durante a noite e fizemos amor. E a cada vez foi igualmente perfeito... Eu posso me acostumar com isso, realmente posso. Pensei...
– No que você está pensando? — Ele me perguntou curioso.
– Que eu posso me acostumar com isso...
– Eu também...
Quando caímos no sono dessa vez definitivamente me lembro de Edward me puxando para junto de si, nos colocando na posição de conchinha e de ouvir a música deJason Mraz...Lucky... Linda...
I'm lucky I'm in love with my best friend
Lucky to have been where I have been
Lucky to be coming home again
I'm lucky we're in love in every way
Lucky to have stayed where we have stayed…
CONTINUA...
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