Notas iniciais
Minha primeira publicação,não saiu muito bem como eu queria,mas prometo melhorar

Hospitais, nunca lugar algum me deixou tão desconfortável como hospitais, mas acima do meu medo infantil daquele lugar, meu coração estava despedaçado por medo de perder a pessoa que eu mais amava. Perdida em meus pensamentos enquanto a dor consumia meu coração, eu tentava avaliar nossas vidas e entender o que ocorreu para chegarmos naquela situação. Henry estava na lanchonete com Mary e David,eles tentavam destrair o pequeno, que não parava de perguntar por Regina. Mary viu em meu rosto a dor profunda que eu sentia e sabia que naquele momento não poderia responder pergunta alguma, nem do meu filho e nem de ninguem. Eu só tinha certeza de uma coisa,eu faria qualquer coisa para ter minha vida de volta do jeito que ela era há exatos onze meses atrás...


–Henry vamos logo,você vai se atrasar para aula,Regina já esta nos esperando no carro.


–Estou indo Emma,já peguei o livro que faltava. -Disse Henry descendo as escadas correndo.


–Ei ei ei o que sua mãe falou sobre correr dentro de casa?


–Emma não temos tempo pra isso,vem logo,se a gente se atrasar aí sim vai ser um motivo para deixa-la irritada.–Falou o garoto puxando sua mãe loira pela manga da jaqueta.


Regina esperava no carro olhando insistentemente para o relógio, se aqueles dois se atrasassem mais uma vez iam ficar de castigo por no minimo uma semana. -pensou a prefeita, mas no momento em que viu sua esposa e filho saindo de casa com um sorriso tão parecido com o brilho do sol e todo o mau humor que a morena tinha se desfazia na mesma hora.Depois de deixar Henry na escola o casal segue para a delegacia,onde resolvem os últimos detalhes da festa de aniversário de casamento, em duas semanas a prefeita e a xerife completariam dois anos de casadas e mesmo com todos os altos e baixos da relação, aqueles foram os melhores dois anos da vida das duas.


–Eu ja disse como eu sou sortuda em ter uma esposa tão linda e gostosa assim que nem você madame prefeita?.–Disse Emma com a voz rouca de desejo e deixando suas mãos famintas percorrer o corpo da morena e apertar maliciosamente suas coxas por baixo da saia de seda preta que a prefeita vestia naquela manhã.


–Xerife Swan eu já lhe disse que demonstrações de afeto na hora do espediente e dentro dos nossos locais de trabalho não são permitidas?.–Regina falava no mais próximo do seu tom de bruxa má que a situação permitia,mas sua autoridade e força de vontade foram atropelados pelos gemidos de prazer que Emma lhe causava,a loira, no curto espaço de tempo entre sua observação sex e a resposta da prefeita, já estava entre as pernas da morena e devorava os seios com uma fome animal.


–Emma...Emmaaa,Ohhhh meu Deus...ahhh assim meu amor...


Emma é puxada de suas lembranças pelo barulho de máquinas alarmando que vinham do quarto de Regina, de repente um entra e sai de médicos e enfermeiras no quarto deixam a loira em pânico e passando por todos ela chega a cama de Regina em tempo de ouvir o médico dizer:


–Nós a perdemos, temos que agir rápido e tentar salvar o bebê, andem vamos leva-la para sala de cirurgia imediatamente.


O mundo escureceu ao redor da loira quando as palavras do médico invadiram sua mente,o chão lhe faltou e seu peito foi esmagado por uma dor indescritível,Regina estava morta, não podia ser verdade, era um pesadelo e logo ela acordaria ao lado de Regina, na confortável cama de casal e ouviriam Henry chamando pelas duas sorrindo, mas infelizmente isso não aconteceu.

Notas finais
Comentarios são bem vindos e atualizaçoes serão frequentes