Quando Nico Di Angelo Encontrou O Amor
11 No Central Park
Notas iniciais
Ouvi batidas na porta do meu chalé.
– Oi Percy. — Cumprimentei. Alison estava logo atrás dele. — Oi Alison.
– Oi Nico. — Disseram os dois em unisono, entrando no chalé.
– Falei com Thalia. Ela fugiu, está em Nova York, central park. Está nos esperando.
– Fugiu? Por que? — Percy estranhou.
– Ainda não sei. Mas ela vai nos contar.
– Meu pai. com certeza foi ele. — Alison abaixou a cabeça, envergonhada.
– Vamos? — Percy mudou de assunto.
– Espera só um minuto.
Peguei uma mochila. Cooquei alguns dracmas, roupas, comida e agua.
– Pronto.
– Mas como vamos para Nova York? — Perguntou Alison
– Assim — Percy deu um longo assobio. Em alguns instantes, tres pégasos estavam parados na porta do chalé.
– Uau. — Alison se impressionou.
– Blckjack! — Percy abraçou um dos pégasos. — Obrigado. Aham, eu sei, mas a gente vai ser rapido. Alguns dias no maximo. Obrigado.
– Com quem ele está falando? — Alison sussurrou para mim. Percy continuava falando com o cavalo alado.
– Percy pode falar com cavalos. — Expliquei
– Ah, entendi. — Mas percebi que ela não tinha entendido.
– Vamos! — Percy subiu em Blackjack e eu e Alison subimos em seus amigos. — Nova York, ai vamos nós!!!
. . .
Percy e Alison estavam dormindo, mas eu não consseguia dormir. Era muita tensão. Sequestraram minha namorada! Isso não se faz.
Olhei para baixo. Uma placa enorme dizia Central Park — Nova York. Chegamos.
– Percy. — Tentei acorda-lo — Percy. Percy. PERCY.
– OI! — Ele acordou num pulo e quase caiu do pégaso. — To acordado.
Não pude conter o riso.
– Chegamos. — Avisei, ancioso.
– Legal. — Alison falou em meio um bocejo — Vamos descer?
– Blackjack, pode descer. — Percy disse dando tapinhas no pescoço do cavalo.
Então descemos.
Me soltei do cavalo e fui para o chão.
– Obrigado. — Percy agradeceu aos pégasos e eles foram embora.
– E agora, como vamos encontrar Thalia? — Perguntou Alison
– Bem, vamos andando pelo parque. Uma hora vamos acha-la. — Dei de ombros e comecei a andar.
– Mas o lugar é muito grande! — Alison reclamou
– Tem ideia melhor? — Retruquei. Ela ficou quieta e continuamos a caminhar.
. . .
– Estou casada. — Gemeu Alison.
– Vamos parar um pouco? — Sugeri. Tambem estava cansado. Ká estavamos andando a quase tres horas.
– Concordo. — Disse Percy, se sentando na grama. Alison se sentou ao seu lado. Alguns minutos depois os dois começaram a dormir.
Deitei-me na grama e fechei os olhos.
De repente senti algo em cima de mim.
– DiAngelo. — Thalia falou, ainda m cima de mim. — Quanto tempo.
– Thalia! — Abracei ela fortemente. — Que bom ver voce!
Trocamos alguns sorrisos e de repente a expressão de Thalia ficou dura.
– O que foi? — Perguntei preocupado.
– Quem é essa? — Ela apontou para Alison.
– Essa é Alison. Ela é nova no acampamento, filha de...
– Kairos. — Thalia completou por mim. Conssegui sentir o odio em sua voz.
– Ela é do bem. — Avisei — Mas como voce sabe?
– Estou sabendo de muita coisa ultimamente. — Thalia falou como se fosse algo pessimo.
– Por que... por que voce estava chorando. Na mensagem de Iris. — Perguntei cauteloso.
Ela ficou quieta.
– Acorde eles dois. Tenho algumas coisas para contar.
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