O toque vem depois. É quase hilário falar no quão deplorável ficamos na exploração de caminhos nunca antes desbravados e que agora nos intrigam.

É quase como uma necessidade encostar os dedos de forma discreta. Ou os joelhos. Bater os ombros um no outro sem querer.

É sentir a quentura. Pele com pele. Apenas para voltar ao primeiro sintoma do amor: O olhar.

Se quando se tocam, se olham, há algo. Ainda mais que a vergonha não lhe escapa aos olhos. Um pequeno fruto de uma grande árvore pronta para a colheita. O tão famigerado 'amor' agora está no ar.